Cristiane do Nascimento
Cristiane do Nascimento

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Telecom - FENATTEL e a UNI Américas que é um braço continental da UNI-Global Union – entidade sindical internacional que representa 20 milhões de trabalhadores ao redor do mundo denunciam um caso grave de atentado contra a liberdade dos dirigentes sindicais da Claro na Colômbia, em especial Yuli Higuera.

Reunidos em São Paulo no dia 24 de outubro, uma carta oficial foi entregue pela FENATTEL solicitando ao presidente da Claro no Brasil, José Felix, apoio e proteção a Yuli.

A sindicalista Yuli Higuera não é liberada pela empresa para o trabalho sindical. Sua luta em defesa dos trabalhadores tem sido feita em dias e horários de folga.

Infelizmente, na semana passada, Yuli Higuera recebeu uma coroa de flores junto com a carta com ameaças contra ela e sua família, exigindo que abandone o sindicato. Em solidariedade à companheira, aderimos à campanha: Somos todos Yuli Higuera!

Mesmo em meio às dificuldades de atuação, Yuli já conseguiu bons resultados, como afiliar trabalhadores da Claro e empresas ligadas a essa operadora. Segundo um informe de especialistas colombianos em direito do trabalho, a Colômbia tem a mais baixa taxa de filiação sindical da América Latina. A ação de Yuli e de outros sindicalistas têm sido de grande importância.

Conforme carta da UNI encaminhada à Ministra do Trabalho da Colômbia, a Claro colombiana tem dificultado o funcionamento da organização sindical, negando permissões de atuação aos dirigentes. Consequentemente, esses dirigentes são obrigados a exercer sua função sindical apenas em dias de folga.

Na Colômbia, sindicalistas estão sendo assassinados por grupos de extrema-direita. Na última quinta, 19, uma professora e líder sindical, Liliana Astrid Ramírez, foi assassinada e o misterioso caso segue em investigação.

Ainda assim, como é possível acompanhar nos noticiários, atualmente o país caminha para uma nova etapa de acordos de paz. A perseguição aos que se esforçam diariamente pelas melhoras das condições de trabalho precisa acabar. Somos todos pela liberdade de atuação sindical e em defesa dos direitos dos trabalhadores.

NÃO À VIOLÊNCIA CONTRA SINDICALISTAS!
#Tod@sPorYuliHiguera

Cristiane do Nascimento - Diretora Social do Sintetel

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Telecom - FENATTEL e a UNI Américas que é um braço continental da UNI-Global Union – entidade sindical internacional que representa 20 milhões de trabalhadores ao redor do mundo denunciam um caso grave de atentado contra a liberdade dos dirigentes sindicais da Claro na Colômbia, em especial Yuli Higuera.

Reunidos em São Paulo no dia 24 de outubro, uma carta oficial foi entregue pela FENATTEL solicitando ao presidente da Claro no Brasil, José Felix, apoio e proteção a Yuli.

A sindicalista Yuli Higuera não é liberada pela empresa para o trabalho sindical. Sua luta em defesa dos trabalhadores tem sido feita em dias e horários de folga.

Infelizmente, na semana passada, Yuli Higuera recebeu uma coroa de flores junto com a carta com ameaças contra ela e sua família, exigindo que abandone o sindicato. Em solidariedade à companheira, aderimos à campanha: Somos todos Yuli Higuera!

Mesmo em meio às dificuldades de atuação, Yuli já conseguiu bons resultados, como afiliar trabalhadores da Claro e empresas ligadas a essa operadora. Segundo um informe de especialistas colombianos em direito do trabalho, a Colômbia tem a mais baixa taxa de filiação sindical da América Latina. A ação de Yuli e de outros sindicalistas têm sido de grande importância.

Conforme carta da UNI encaminhada à Ministra do Trabalho da Colômbia, a Claro colombiana tem dificultado o funcionamento da organização sindical, negando permissões de atuação aos dirigentes. Consequentemente, esses dirigentes são obrigados a exercer sua função sindical apenas em dias de folga.

Na Colômbia, sindicalistas estão sendo assassinados por grupos de extrema-direita. Na última quinta, 19, uma professora e líder sindical, Liliana Astrid Ramírez, foi assassinada e o misterioso caso segue em investigação.

Ainda assim, como é possível acompanhar nos noticiários, atualmente o país caminha para uma nova etapa de acordos de paz. A perseguição aos que se esforçam diariamente pelas melhoras das condições de trabalho precisa acabar. Somos todos pela liberdade de atuação sindical e em defesa dos direitos dos trabalhadores.

NÃO À VIOLÊNCIA CONTRA SINDICALISTAS!
#Tod@sPorYuliHiguera

Cristiane do Nascimento - Diretora Social do Sintetel