Antônio Vitor
Antônio Vitor

Vamos à luta contra a retirada de direitos

No próximo dia 5, as centrais sindicais promoverão uma greve nacional em protesto contra a reforma da Previdência Social, que está em tramitação no Congresso Nacional. Trabalhadores de diferentes categorias vão participar das manifestações nas mais diversas regiões do País, e nós do setor da indústria da alimentação também  estaremos juntos.

Não importa a categoria a que pertencemos. Os mais desfavorecidos sempre trabalharam muito neste País  para ajudar seus pais e, depois de casados, manter suas famílias. A maioria tinha de acordar de madrugada  para chegar rigorosamente no horário em seus empregos e, no dia do pagamento, receber salários baixos.

Foram anos de muito trabalho e sofrimento. Consideramos que os poderosos não podem nos prejudicar, ainda mais quando planejamos descansar um pouco e ficar mais tempo com a família. Não aceitamos, em hipótese alguma, a idade mínima imposta pelo governo, de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

Esta medida penaliza principalmente aqueles já injustiçados pelos baixos salários e pelas condições de mobilidade e de trabalho muito ruins.

Vamos lutar para impedir a aprovação apressada, sem qualquer debate e que não leva em consideração as sugestões e as necessidades dos trabalhadores. “Nenhum direito a menos!”.

Antonio Vítor
Presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado de São Paulo e presidente do sindicato da categoria em Sertãozinho-SP

Vamos à luta contra a retirada de direitos

No próximo dia 5, as centrais sindicais promoverão uma greve nacional em protesto contra a reforma da Previdência Social, que está em tramitação no Congresso Nacional. Trabalhadores de diferentes categorias vão participar das manifestações nas mais diversas regiões do País, e nós do setor da indústria da alimentação também  estaremos juntos.

Não importa a categoria a que pertencemos. Os mais desfavorecidos sempre trabalharam muito neste País  para ajudar seus pais e, depois de casados, manter suas famílias. A maioria tinha de acordar de madrugada  para chegar rigorosamente no horário em seus empregos e, no dia do pagamento, receber salários baixos.

Foram anos de muito trabalho e sofrimento. Consideramos que os poderosos não podem nos prejudicar, ainda mais quando planejamos descansar um pouco e ficar mais tempo com a família. Não aceitamos, em hipótese alguma, a idade mínima imposta pelo governo, de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

Esta medida penaliza principalmente aqueles já injustiçados pelos baixos salários e pelas condições de mobilidade e de trabalho muito ruins.

Vamos lutar para impedir a aprovação apressada, sem qualquer debate e que não leva em consideração as sugestões e as necessidades dos trabalhadores. “Nenhum direito a menos!”.

Antonio Vítor
Presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado de São Paulo e presidente do sindicato da categoria em Sertãozinho-SP