Amaro Pereira da Silva Filho
Amaro Pereira da Silva Filho

Na próxima quarta-feira, 8 de março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher. A data incentiva a reflexão sobre a evolução do papel da mulher na sociedade, avanços e conquistas de direitos históricos adquiridos ao longo do tempo.

O dia também estimula debates sobre os desafios que ainda precisam ser vencidos na busca da maior inserção de mulheres nos espaços de poder, como na política, e seu crescimento contínuo no mercado de trabalho, vencendo o sistema injusto de desigualdade de gêneros.

Em relação à nossa categoria, a presença de vigilantes femininas vem crescendo acentuadamente no mercado de segurança privada, mas, infelizmente, ainda não recebem o devido valor merecido pelas empresas.

O gênero ainda não conta com programas assistencialistas de qualidade, voltados à saúde e ao bem-estar, e muitas profissionais, principalmente as gestantes, acabam sendo prejudicadas.

A expansão da participação e o fortalecimento da representação da mulher em vários setores da sociedade são incontestáveis, mas ainda há muita discriminação e outros obstáculos que a impedem de prosperar mais, de acordo com a sua qualificação, e assumir cargos de liderança, que são ainda majoritariamente ocupados pelos homens.

A diretoria do Sindicato dedica o mês de março a todas as mulheres vigilantes, guerreiras e batalhadoras que assumem dupla jornada de trabalho e, por isso, merecem nosso reconhecimento, respeito e acesso pleno a condições igualitárias de direitos.

Amaro Pereira, vigilante e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Barueri


 

Na próxima quarta-feira, 8 de março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher. A data incentiva a reflexão sobre a evolução do papel da mulher na sociedade, avanços e conquistas de direitos históricos adquiridos ao longo do tempo.

O dia também estimula debates sobre os desafios que ainda precisam ser vencidos na busca da maior inserção de mulheres nos espaços de poder, como na política, e seu crescimento contínuo no mercado de trabalho, vencendo o sistema injusto de desigualdade de gêneros.

Em relação à nossa categoria, a presença de vigilantes femininas vem crescendo acentuadamente no mercado de segurança privada, mas, infelizmente, ainda não recebem o devido valor merecido pelas empresas.

O gênero ainda não conta com programas assistencialistas de qualidade, voltados à saúde e ao bem-estar, e muitas profissionais, principalmente as gestantes, acabam sendo prejudicadas.

A expansão da participação e o fortalecimento da representação da mulher em vários setores da sociedade são incontestáveis, mas ainda há muita discriminação e outros obstáculos que a impedem de prosperar mais, de acordo com a sua qualificação, e assumir cargos de liderança, que são ainda majoritariamente ocupados pelos homens.

A diretoria do Sindicato dedica o mês de março a todas as mulheres vigilantes, guerreiras e batalhadoras que assumem dupla jornada de trabalho e, por isso, merecem nosso reconhecimento, respeito e acesso pleno a condições igualitárias de direitos.

Amaro Pereira, vigilante e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Barueri