Osvaldo Mafra
Osvaldo Mafra

A promessa do Governo que a Reforma Trabalhista traria empregos não está surtindo efeito.  O que vemos é uma lentidão na recuperação dos postos de trabalho. Os empregos oferecidos nesse momento são temporários e aumentam todos os anos com a chegada do Natal e do verão, no caso do litoral de SC.

Na verdade, o colapso na economia brasileira vai chegar em março do ano que vem. 2018 será um ano amargo, com maior índice de desemprego e recesso em todas as categorias, porque com a Reforma Trabalhista, a deterioração do salário vai ficar ainda mais evidente.

O chamado trabalho esporádico ou trabalho intermitente, que faz com que o trabalhador receba por hora e só quando a empresa precisar, deixa de lado a Consolidação das Leis Trabalhistas, ou o contrato celetista e a regra de receber um salário cheio fará com que a economia sinta logo o impacto.

Ainda estamos sob o efeito dos R$ 200 bilhões que serão ejetados na economia ainda esse ano com o 13º, mas com o andar da carruagem, 2018 será de arrocho.

Salários menores, 13º ameaçado, férias parceladas e o que não para de crescer, a carga tributária. Por mais que a inflação se mostre baixa, os valores dos alimentos, medicamentos e principalmente dos combustíveis só aumentam e de forma assustadoramente.

O que o Governo ainda não se atentou, é que para sair da crise é preciso gerar renda, incentivar a criação de novos postos de trabalho e acabar com o desemprego.

Quando o povo trabalhador tem dinheiro a economia decola, aumenta o consumo, o comércio ganha, as indústrias trabalham a todo o vapor, o turismo desponta, cresce o número de empregos, diminui a informalidade e toda a sociedade sai ganhando.

Não adianta flexibilizar ou “de”formar a CLT ou a Previdência, é preciso uma reforma tributária honesta e convincente, que só assim vamos comemorar um Brasil pujante que tínhamos e desejamos.

Osvaldo Mafra
Presidente Força Sindical SC



 

A promessa do Governo que a Reforma Trabalhista traria empregos não está surtindo efeito.  O que vemos é uma lentidão na recuperação dos postos de trabalho. Os empregos oferecidos nesse momento são temporários e aumentam todos os anos com a chegada do Natal e do verão, no caso do litoral de SC.

Na verdade, o colapso na economia brasileira vai chegar em março do ano que vem. 2018 será um ano amargo, com maior índice de desemprego e recesso em todas as categorias, porque com a Reforma Trabalhista, a deterioração do salário vai ficar ainda mais evidente.

O chamado trabalho esporádico ou trabalho intermitente, que faz com que o trabalhador receba por hora e só quando a empresa precisar, deixa de lado a Consolidação das Leis Trabalhistas, ou o contrato celetista e a regra de receber um salário cheio fará com que a economia sinta logo o impacto.

Ainda estamos sob o efeito dos R$ 200 bilhões que serão ejetados na economia ainda esse ano com o 13º, mas com o andar da carruagem, 2018 será de arrocho.

Salários menores, 13º ameaçado, férias parceladas e o que não para de crescer, a carga tributária. Por mais que a inflação se mostre baixa, os valores dos alimentos, medicamentos e principalmente dos combustíveis só aumentam e de forma assustadoramente.

O que o Governo ainda não se atentou, é que para sair da crise é preciso gerar renda, incentivar a criação de novos postos de trabalho e acabar com o desemprego.

Quando o povo trabalhador tem dinheiro a economia decola, aumenta o consumo, o comércio ganha, as indústrias trabalham a todo o vapor, o turismo desponta, cresce o número de empregos, diminui a informalidade e toda a sociedade sai ganhando.

Não adianta flexibilizar ou “de”formar a CLT ou a Previdência, é preciso uma reforma tributária honesta e convincente, que só assim vamos comemorar um Brasil pujante que tínhamos e desejamos.

Osvaldo Mafra
Presidente Força Sindical SC