Amaro Pereira da Silva Filho
Amaro Pereira da Silva Filho

REAJUSTE ZERO aos profissionais da segurança privada do estado. Essa foi a proposta apresentada pelo sindicato patronal em documento enviado dia 24 para a Federação dos Vigilantes (Fetravesp).

Além disso, a proposta patronal foca na possibilidade de troca do plano de saúde por cesta básica, algo que somos absolutamente contra. Afinal, um benefício não anula o outro. Merecemos os dois!

Como temos alertado, diante das maldades da reforma trabalhista e dos ataques do governo Temer aos direitos do trabalhador, os patrões querem nos explorar ainda mais e apresentam uma verdadeira proposta indecente.

Mais uma vez o Sindicato Patronal mostra uma total falta de respeito para com os trabalhadores, que são os responsáveis pela geração de riquezas e a manutenção do setor da segurança privada. Precisamos estar unidos e na luta contra o oportunismo e as artimanhas dos patrões!

Os patrões alegam a crise como desculpa para nos apresentarem essa proposta indecente. Mas o setor da segurança privada não tem tido prejuízos, como os patrões alegam. Pelo contrário, é um dos setores que mais lucram. Mesmo diante da crise econômica do país, a área cresceu em média anual de 10% a 15% nos últimos anos, segundo entidades patronais.

Os patrões querem se aproveitar deste momento, da reforma trabalhista, da situação conturbada politicamente do país, para justificar essa proposta indecente de 0% de reajuste. Temos outras categorias que já fecharam a negociação coletiva acima até do INPC, que é o caso dos porteiros.

O Sindicato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios de São Paulo (Sindifícios) encerrou a Campanha Salarial deste ano conseguindo manter inalteradas as cláusulas da Convenção Coletiva em 100%, além de conquistar um reajuste de 3% para todos os números (salários, pisos), além de algumas melhorias significativas, como a unificação da cesta básica e do ticket alimentação, cujo valor dos dois itens somados é de R$ 446,35 mensais.

Se a gente for levar em consideração a Convenção Coletiva dos porteiros… eles estão ganhando mais que os vigilantes. Então, não tem valido a pena ser vigilante, se colocar na linha de frente, correr um risco de vida muito maior.

Se nossos valorosos colegas porteiros, zeladores, manobristas etc. podem ter uma Campanha Salarial exitosa como esta, nós, vigilantes, que nos colocamos na linha de frente e arriscamos nossa vida no dia a dia, também podemos! Precisamos nos manter mais unidos e fortes do que nunca em defesa do respeito ao nosso trabalho, à nossa profissão. Patrão, chega de conversa mole… #RESPEITEOVIGILANTE!

Amaro Pereira
Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Barueri


 

REAJUSTE ZERO aos profissionais da segurança privada do estado. Essa foi a proposta apresentada pelo sindicato patronal em documento enviado dia 24 para a Federação dos Vigilantes (Fetravesp).

Além disso, a proposta patronal foca na possibilidade de troca do plano de saúde por cesta básica, algo que somos absolutamente contra. Afinal, um benefício não anula o outro. Merecemos os dois!

Como temos alertado, diante das maldades da reforma trabalhista e dos ataques do governo Temer aos direitos do trabalhador, os patrões querem nos explorar ainda mais e apresentam uma verdadeira proposta indecente.

Mais uma vez o Sindicato Patronal mostra uma total falta de respeito para com os trabalhadores, que são os responsáveis pela geração de riquezas e a manutenção do setor da segurança privada. Precisamos estar unidos e na luta contra o oportunismo e as artimanhas dos patrões!

Os patrões alegam a crise como desculpa para nos apresentarem essa proposta indecente. Mas o setor da segurança privada não tem tido prejuízos, como os patrões alegam. Pelo contrário, é um dos setores que mais lucram. Mesmo diante da crise econômica do país, a área cresceu em média anual de 10% a 15% nos últimos anos, segundo entidades patronais.

Os patrões querem se aproveitar deste momento, da reforma trabalhista, da situação conturbada politicamente do país, para justificar essa proposta indecente de 0% de reajuste. Temos outras categorias que já fecharam a negociação coletiva acima até do INPC, que é o caso dos porteiros.

O Sindicato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios de São Paulo (Sindifícios) encerrou a Campanha Salarial deste ano conseguindo manter inalteradas as cláusulas da Convenção Coletiva em 100%, além de conquistar um reajuste de 3% para todos os números (salários, pisos), além de algumas melhorias significativas, como a unificação da cesta básica e do ticket alimentação, cujo valor dos dois itens somados é de R$ 446,35 mensais.

Se a gente for levar em consideração a Convenção Coletiva dos porteiros… eles estão ganhando mais que os vigilantes. Então, não tem valido a pena ser vigilante, se colocar na linha de frente, correr um risco de vida muito maior.

Se nossos valorosos colegas porteiros, zeladores, manobristas etc. podem ter uma Campanha Salarial exitosa como esta, nós, vigilantes, que nos colocamos na linha de frente e arriscamos nossa vida no dia a dia, também podemos! Precisamos nos manter mais unidos e fortes do que nunca em defesa do respeito ao nosso trabalho, à nossa profissão. Patrão, chega de conversa mole… #RESPEITEOVIGILANTE!

Amaro Pereira
Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Barueri