Miguel Torres
Miguel Torres

Estas duas palavras simbolizam a história de luta dos trabalhadores contra a opressão, contra a exclusão, contra toda a imposição que vem “de cima”, ou seja, de governos e elites que não toleram o avanço das classes populares, dos trabalhadores e são indiferentes às suas necessidades e direitos.

O que estamos vivendo hoje é um exemplo concreto dessa luta.

Diante de propostas de reformas que aniquilam direitos trabalhistas e previdenciários, rasgam a carteira de trabalho, acabam com garantias mínimas de trabalho seguro e decente, salários, aposentadoria, tiram o direito de decisão dos trabalhadores e de suas assembleias, buscam fragilizar o movimento sindical e sua organização, tirando seus recursos financeiros, e fazer valer a “lei do mais forte”, os trabalhadores e suas entidades se levantam num processo de resistência às ameaças e investidas do setor patronal e do governo federal, aliados nas reformas para tirar direitos e benefícios.

Nos congressos da Força Sindical nos Estados, dos quais estou participando, é unânime a rejeição dos dirigentes às reformas e é consenso que precisamos intensificar a mobilização dos trabalhadores, cada um na sua base e em unidade com as centrais sindicais, resistir e pressionar o governo e os parlamentares que estão decidindo as reformas sem a participação dos trabalhadores. A Força tem um papel fundamental nesse processo, que é unir as entidades filiadas e determinar as ações de resistência.

O governo tem pressa em aprovar tudo, mas não será como ele quer. Dia 28 de abril vamos parar o Brasil e demonstrar a força de nossa mobilização. Temos um exemplo memorável, a greve de julho de 1917, que teve profundo impacto no movimento operário do País. Está em nossas mãos fazer a histórica resistência para barrar as reformas e demais propostas que querem fragilizar o movimento sindical e acabar com as conquistas dos trabalhadores.

Dia 28 de abril: Pare!


Miguel Torres
Presidente da CNTM, do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e vice-presidente da Força Sindical


 

Estas duas palavras simbolizam a história de luta dos trabalhadores contra a opressão, contra a exclusão, contra toda a imposição que vem “de cima”, ou seja, de governos e elites que não toleram o avanço das classes populares, dos trabalhadores e são indiferentes às suas necessidades e direitos.

O que estamos vivendo hoje é um exemplo concreto dessa luta.

Diante de propostas de reformas que aniquilam direitos trabalhistas e previdenciários, rasgam a carteira de trabalho, acabam com garantias mínimas de trabalho seguro e decente, salários, aposentadoria, tiram o direito de decisão dos trabalhadores e de suas assembleias, buscam fragilizar o movimento sindical e sua organização, tirando seus recursos financeiros, e fazer valer a “lei do mais forte”, os trabalhadores e suas entidades se levantam num processo de resistência às ameaças e investidas do setor patronal e do governo federal, aliados nas reformas para tirar direitos e benefícios.

Nos congressos da Força Sindical nos Estados, dos quais estou participando, é unânime a rejeição dos dirigentes às reformas e é consenso que precisamos intensificar a mobilização dos trabalhadores, cada um na sua base e em unidade com as centrais sindicais, resistir e pressionar o governo e os parlamentares que estão decidindo as reformas sem a participação dos trabalhadores. A Força tem um papel fundamental nesse processo, que é unir as entidades filiadas e determinar as ações de resistência.

O governo tem pressa em aprovar tudo, mas não será como ele quer. Dia 28 de abril vamos parar o Brasil e demonstrar a força de nossa mobilização. Temos um exemplo memorável, a greve de julho de 1917, que teve profundo impacto no movimento operário do País. Está em nossas mãos fazer a histórica resistência para barrar as reformas e demais propostas que querem fragilizar o movimento sindical e acabar com as conquistas dos trabalhadores.

Dia 28 de abril: Pare!


Miguel Torres
Presidente da CNTM, do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e vice-presidente da Força Sindical