Eunice Cabral
Eunice Cabral

Primeiro foi a terceirização ilimitada. Depois a reforma trabalhista. E agora, o Governo Federal veio com uma barbaridade que é a portaria do Ministério do Trabalho que dificulta a fiscalização e a caracterização de trabalho escravo no Brasil.

Na prática, essas três medidas vão muito além da precarização das relações de trabalho, elas praticamente trazem de volta a escravidão no país. Um retrocesso sem precedentes em nossa história porque, com essas medidas, o Governo quer impedir qualquer tipo de fiscalização e de ações de proteção ao trabalhador.

A portaria do Ministério do Trabalho é tão maléfica que causou grande repercussão mundial. A OIT, por exemplo, declarou que o Brasil deixa de ser modelo na luta contra o trabalho escravo a partir de agora.
Não podemos aceitar esses ataques aos nossos direitos e as condições de trabalho indignas calados. Vamos lutar e resistir com todas as armas que temos. O nosso sindicato tem longa tradição de luta contra o trabalho escravo.

Já fizemos diversas denúncias, acompanhamos fiscalizações, pressionamos autoridades e conseguimos libertar vários companheiros e companheiras de condições degradantes ou análogas à escravidão. Prova do sucesso da união e da mobilização do sindicato e da categoria. Por isso, convocamos todos os trabalhadores e trabalhadoras a juntar forças e lutar contra essa barbaridade.
 

Primeiro foi a terceirização ilimitada. Depois a reforma trabalhista. E agora, o Governo Federal veio com uma barbaridade que é a portaria do Ministério do Trabalho que dificulta a fiscalização e a caracterização de trabalho escravo no Brasil.

Na prática, essas três medidas vão muito além da precarização das relações de trabalho, elas praticamente trazem de volta a escravidão no país. Um retrocesso sem precedentes em nossa história porque, com essas medidas, o Governo quer impedir qualquer tipo de fiscalização e de ações de proteção ao trabalhador.

A portaria do Ministério do Trabalho é tão maléfica que causou grande repercussão mundial. A OIT, por exemplo, declarou que o Brasil deixa de ser modelo na luta contra o trabalho escravo a partir de agora.
Não podemos aceitar esses ataques aos nossos direitos e as condições de trabalho indignas calados. Vamos lutar e resistir com todas as armas que temos. O nosso sindicato tem longa tradição de luta contra o trabalho escravo.

Já fizemos diversas denúncias, acompanhamos fiscalizações, pressionamos autoridades e conseguimos libertar vários companheiros e companheiras de condições degradantes ou análogas à escravidão. Prova do sucesso da união e da mobilização do sindicato e da categoria. Por isso, convocamos todos os trabalhadores e trabalhadoras a juntar forças e lutar contra essa barbaridade.