Miguel Torres
Miguel Torres

Desde que o governo começou a divulgar as reformas trabalhista e previdenciária, alardeando, falsamente, a necessidade de fazê-las para equilibrar as contas públicas e que elas gerariam empregos, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi, em unidade com o movimento Brasil Metalúrgico e demais centrais, vem batendo duro e mobilizando a categoria para o enfrentamento, nas ruas e fábricas, contra as reformas que vêm retirar direitos e enfraquecer o movimento sindical.

Os metalúrgicos iniciaram a Campanha Salarial sob o maior ataque aos direitos dos trabalhadores com o objetivo de defender a Convenção Coletiva, que garante conquistas da categoria com várias cláusulas mais benéficas do que a CLT, que foi desmontada.

Não recebemos contrapropostas de todos os grupos patronais, que querem que os trabalhadores fiquem sem convenção para aplicarem a lei trabalhista como quiserem. Mas estamos avançando e fechando acordos que garantem a reposição integral da inflação do período, abono salarial e a renovação da convenção, que dá estabilidade no emprego aos acidentados no trabalho, portadores de doenças profissionais e àqueles perto de se aposentar. Os acordos celebrados com base no negociado sobre o legislado vão além do estabelecido na nova lei.

Garantimos cláusulas de salvaguarda à lei trabalhista, que proíbem que a gestante trabalhe em locais insalubres, a terceirização nas atividades-fim, que estabelecem que as homologações sejam feitas no Sindicato e que as partes voltem a se reunir em março de 2018 para discutir os impactos da reforma. Os acordos fechados são o parâmetro mínimo e vamos buscar acordos diretos com as empresas dos grupos que não fecharam entendimento conosco. Outras categorias também estão garantindo a renovação de suas convenções. Só assim vamos mudar esta lei perversa: unidos na luta contra o retrocesso.

É um grande avanço, que barra os retrocessos da lei trabalhista e aumenta nossas responsabilidades como dirigentes frente ao desmonte imposto pelo governo e o mercado. Não fugiremos da luta!

Miguel Torres é Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e da CNTM

Desde que o governo começou a divulgar as reformas trabalhista e previdenciária, alardeando, falsamente, a necessidade de fazê-las para equilibrar as contas públicas e que elas gerariam empregos, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi, em unidade com o movimento Brasil Metalúrgico e demais centrais, vem batendo duro e mobilizando a categoria para o enfrentamento, nas ruas e fábricas, contra as reformas que vêm retirar direitos e enfraquecer o movimento sindical.

Os metalúrgicos iniciaram a Campanha Salarial sob o maior ataque aos direitos dos trabalhadores com o objetivo de defender a Convenção Coletiva, que garante conquistas da categoria com várias cláusulas mais benéficas do que a CLT, que foi desmontada.

Não recebemos contrapropostas de todos os grupos patronais, que querem que os trabalhadores fiquem sem convenção para aplicarem a lei trabalhista como quiserem. Mas estamos avançando e fechando acordos que garantem a reposição integral da inflação do período, abono salarial e a renovação da convenção, que dá estabilidade no emprego aos acidentados no trabalho, portadores de doenças profissionais e àqueles perto de se aposentar. Os acordos celebrados com base no negociado sobre o legislado vão além do estabelecido na nova lei.

Garantimos cláusulas de salvaguarda à lei trabalhista, que proíbem que a gestante trabalhe em locais insalubres, a terceirização nas atividades-fim, que estabelecem que as homologações sejam feitas no Sindicato e que as partes voltem a se reunir em março de 2018 para discutir os impactos da reforma. Os acordos fechados são o parâmetro mínimo e vamos buscar acordos diretos com as empresas dos grupos que não fecharam entendimento conosco. Outras categorias também estão garantindo a renovação de suas convenções. Só assim vamos mudar esta lei perversa: unidos na luta contra o retrocesso.

É um grande avanço, que barra os retrocessos da lei trabalhista e aumenta nossas responsabilidades como dirigentes frente ao desmonte imposto pelo governo e o mercado. Não fugiremos da luta!

Miguel Torres é Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e da CNTM