Manifestação é resposta a portaria que altera o modelo de fiscalização e abre brechas que podem dificultar a comprovação e punição do crime
trabalho escravoCrédito: Divulgação

Novas regras dificultam o acesso à chamada "lista suja" de empregadores flagrados por trabalho escravo no país .

Os auditores que fiscalizam o trabalho escravo, funcionários do Ministério do Trabalho, decidiram paralisar suas atividades em 13 Estados.

A manifestação ocorre em resposta a uma portaria editada pelo Ministério do Trabalho e publicada na última segunda-feira (16), que traz regras que dificultam o acesso à chamada "lista suja" de empregadores flagrados por trabalho escravo no país.

O texto também altera o modelo de fiscalização e abre brechas que podem dificultar a comprovação e punição desse tipo de crime.

Em resposta, os auditores fiscais decidiram por uma paralisação no Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará, Sergipe, Santa Catarina, Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Pernambuco e Acre.
 

trabalho escravoCrédito: Divulgação

Novas regras dificultam o acesso à chamada "lista suja" de empregadores flagrados por trabalho escravo no país .

Os auditores que fiscalizam o trabalho escravo, funcionários do Ministério do Trabalho, decidiram paralisar suas atividades em 13 Estados.

A manifestação ocorre em resposta a uma portaria editada pelo Ministério do Trabalho e publicada na última segunda-feira (16), que traz regras que dificultam o acesso à chamada "lista suja" de empregadores flagrados por trabalho escravo no país.

O texto também altera o modelo de fiscalização e abre brechas que podem dificultar a comprovação e punição desse tipo de crime.

Em resposta, os auditores fiscais decidiram por uma paralisação no Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará, Sergipe, Santa Catarina, Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Pernambuco e Acre.