A luta também é contra a terceirização e todas as medidas que retiram direitos dos trabalhadores
IMG_2450Crédito: Tiago Santana

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Cerca de 15 mil pessoas compareceram hoje, dia 10, na Praça da Sé, em são Paulo, no ato promovido pelas centrais sindicais. Esta mesma manifestação do Dia Nacional de Mobilização ocorreu em todo o País contra as reformas trabalhista (já aprovada e que entra em vigor amanhã), da Previdência, que está no Congresso, e a terceirização, que já está em vigor.

Logo cedo, os dirigentes sindicais e trabalhadores de diferentes categorias e centrais sindicais já estavam na Praça da Sé, com bandeiras e faixas contra as leis que retiram direitos dos trabalhadores.

IMG_2229Crédito: Tiago Santana

João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical, afirmou que o País precisa crescer para gerar empregos, porque 13 milhões de desempregados é um exagero. Ele destacou ainda a capacidade que as centrais tiveram de se manter unidas. “Essa unidade e o povo nas ruas são fundamentais. Em 2018, precisamos estar nas ruas e fazer um debate com os trabalhadores para eleger quem nos representa”, disse.

Já Miguel Torres, vice-presidente da Força , informou que os metalúrgicos paralisaram suas atividades pela manhã e 30 mil trabalhadores seguiram da Mooca até a Praça da Sé. “Nesta campanha salarial, as categorias já enfrentam a nova lei trabalhista nas negociações com os empregadores. Esta é a hora de resistência, inclusive contra a reforma da Previdência”, disse. O sindicalista sugeriu ainda a convocação de greve geral se a reforma da Previdência for colocada em votação.

“O momento”, declarou Sérgio Luiz Leite, Serginho, 1º secretário da Força, “agora é de lutar contra o desmonte da Previdência Social, já que o governo quer começar a votar a proposta de reforma ainda neste ano no Congresso.

Maria Auxiliadora dos Santos, secretária Nacional da Mulher da Força, afirmou que a trabalhadora será a mais prejudicada com as reformas porque já ganha 30% menos que os homens, exercendo a mesma função.

Paulo Ferrari, presidente do Sindifícios-SP, disse que “temos que lutar contra a retirada de direitos trabalhistas e para mostrar aos trabalhadores a importância de atuarmos juntos”.

Centrais

Frases dos representantes das centrais no ato:

“O ato foi uma demonstração que o movimento sindical vai lutar para impedir que a reforma trabalhista seja aplicada nas empresas” - Luís Carlos Prates, Mancha, do Conlutas

“A reforma trabalhista é o maior assalto à classe trabalhadora” - Adilson Araújo, presidente da CTB

“A reforma trabalhista é a consolidação de uma das partes do golpe que a mídia quer impor aos trabalhadores” - Edson Carneiro Índio, da Intersindical

“Não vamos aceitar retrocessos” - Antonio Neto, CSB

“Manifestações como esta devem ser realizadas até que a reforma trabalhista seja revogada” - José Calixto, Nova Central

“Mais do que demonstrar unidade, temos de demonstrar nossa indignação” - Ricardo Patah, UGT

“Não temos outra opção que não seja a luta” - Vagner Freitas

“Esta é a hora da resistência. A reforma da Previdência é mais um golpe contra os trabalhadores” - Miguel Torres, presidente Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e da CNTM

“Unidade e povo na rua são fundamentais” - João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força

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Cerca de 15 mil pessoas compareceram hoje, dia 10, na Praça da Sé, em são Paulo, no ato promovido pelas centrais sindicais. Esta mesma manifestação do Dia Nacional de Mobilização ocorreu em todo o País contra as reformas trabalhista (já aprovada e que entra em vigor amanhã), da Previdência, que está no Congresso, e a terceirização, que já está em vigor.

Logo cedo, os dirigentes sindicais e trabalhadores de diferentes categorias e centrais sindicais já estavam na Praça da Sé, com bandeiras e faixas contra as leis que retiram direitos dos trabalhadores.

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João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical, afirmou que o País precisa crescer para gerar empregos, porque 13 milhões de desempregados é um exagero. Ele destacou ainda a capacidade que as centrais tiveram de se manter unidas. “Essa unidade e o povo nas ruas são fundamentais. Em 2018, precisamos estar nas ruas e fazer um debate com os trabalhadores para eleger quem nos representa”, disse.

Já Miguel Torres, vice-presidente da Força , informou que os metalúrgicos paralisaram suas atividades pela manhã e 30 mil trabalhadores seguiram da Mooca até a Praça da Sé. “Nesta campanha salarial, as categorias já enfrentam a nova lei trabalhista nas negociações com os empregadores. Esta é a hora de resistência, inclusive contra a reforma da Previdência”, disse. O sindicalista sugeriu ainda a convocação de greve geral se a reforma da Previdência for colocada em votação.

“O momento”, declarou Sérgio Luiz Leite, Serginho, 1º secretário da Força, “agora é de lutar contra o desmonte da Previdência Social, já que o governo quer começar a votar a proposta de reforma ainda neste ano no Congresso.

Maria Auxiliadora dos Santos, secretária Nacional da Mulher da Força, afirmou que a trabalhadora será a mais prejudicada com as reformas porque já ganha 30% menos que os homens, exercendo a mesma função.

Paulo Ferrari, presidente do Sindifícios-SP, disse que “temos que lutar contra a retirada de direitos trabalhistas e para mostrar aos trabalhadores a importância de atuarmos juntos”.

Centrais

Frases dos representantes das centrais no ato:

“O ato foi uma demonstração que o movimento sindical vai lutar para impedir que a reforma trabalhista seja aplicada nas empresas” - Luís Carlos Prates, Mancha, do Conlutas

“A reforma trabalhista é o maior assalto à classe trabalhadora” - Adilson Araújo, presidente da CTB

“A reforma trabalhista é a consolidação de uma das partes do golpe que a mídia quer impor aos trabalhadores” - Edson Carneiro Índio, da Intersindical

“Não vamos aceitar retrocessos” - Antonio Neto, CSB

“Manifestações como esta devem ser realizadas até que a reforma trabalhista seja revogada” - José Calixto, Nova Central

“Mais do que demonstrar unidade, temos de demonstrar nossa indignação” - Ricardo Patah, UGT

“Não temos outra opção que não seja a luta” - Vagner Freitas

“Esta é a hora da resistência. A reforma da Previdência é mais um golpe contra os trabalhadores” - Miguel Torres, presidente Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e da CNTM

“Unidade e povo na rua são fundamentais” - João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força