O presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (Sinacs-RJ), Francisco Vilela, considerou extremamente positiva a participação do Sindicato no Dia Nacional de Mobilização contra a nova PNAB – Política Nacional de Atenção Básica, no último dia 5 de outubro.
Agentes comunitários de saúde do RJCrédito: Força Sindical-RJ

Segundo Francisco Vilela, agentes comunitários de saúde de 90% dos municípios do estado aderiram às paralisações e mobilizações. E, como coordenador da Região Sudeste, Francisco Vilela contribuiu também para ações em municípios de Minas Gerais e Vitória, capital do Espírito Santo.

A nova PNAB tenta reduzir drasticamente a participação dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias no SUS. A mobilização aconteceu dias 3, 4 e 5 de outubro em Brasília, sendo que na última quinta-feira, 5 de outubro, protestos ocorreram em todo o Brasil. A reivindicação foi a revogação da Portaria 2.436/2017, nova PNAB, além da defesa da PEC 22/2011, que garante o Reajuste do Piso Nacional e do PLC 56/2017, que dispõe sobre a reformulação das atribuições, a jornada e as condições de trabalho dos profissionais Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate a Endemias.

Na avaliação da categoria, a nova PNAB traz prejuízos ao SUS e ao Programa Saúde da Família. “O Sinacs-RJ agradece a todos os agentes comunitários de saúde que tão brilhantemente participaram desta histórica mobilização nacional. O Rio de Janeiro participou ativamente, muitos coletivamente, outros individualmente e outros, ainda, nas suas respectivas unidades. Muitos secretários de Saúde e prefeitos se mobilizaram junto à nossa categoria. Sem SUS, não existe saúde pública. E saúde preventiva se faz com agentes comunitários de saúde. Mais uma vez, o Sinacs-RJ trabalha junto com a Força Sindical para lutar e garantir o direito dos trabalhadores na área da saúde”, afirmou Francisco Vilela.

Agentes comunitários de saúde do RJCrédito: Força Sindical-RJ

Segundo Francisco Vilela, agentes comunitários de saúde de 90% dos municípios do estado aderiram às paralisações e mobilizações. E, como coordenador da Região Sudeste, Francisco Vilela contribuiu também para ações em municípios de Minas Gerais e Vitória, capital do Espírito Santo.

A nova PNAB tenta reduzir drasticamente a participação dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias no SUS. A mobilização aconteceu dias 3, 4 e 5 de outubro em Brasília, sendo que na última quinta-feira, 5 de outubro, protestos ocorreram em todo o Brasil. A reivindicação foi a revogação da Portaria 2.436/2017, nova PNAB, além da defesa da PEC 22/2011, que garante o Reajuste do Piso Nacional e do PLC 56/2017, que dispõe sobre a reformulação das atribuições, a jornada e as condições de trabalho dos profissionais Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate a Endemias.

Na avaliação da categoria, a nova PNAB traz prejuízos ao SUS e ao Programa Saúde da Família. “O Sinacs-RJ agradece a todos os agentes comunitários de saúde que tão brilhantemente participaram desta histórica mobilização nacional. O Rio de Janeiro participou ativamente, muitos coletivamente, outros individualmente e outros, ainda, nas suas respectivas unidades. Muitos secretários de Saúde e prefeitos se mobilizaram junto à nossa categoria. Sem SUS, não existe saúde pública. E saúde preventiva se faz com agentes comunitários de saúde. Mais uma vez, o Sinacs-RJ trabalha junto com a Força Sindical para lutar e garantir o direito dos trabalhadores na área da saúde”, afirmou Francisco Vilela.