Os 3 mil estivadores avulsos e vinculados do porto de Santos farão greve de 24 horas, na segunda-feira (12), conforme decisão de assembleia na manhã desta segunda (5).
Estivadores de SantosCrédito: Sindicato
Estivadores aprovam greve em assembleia

O presidente do sindicato, Rodnei Oliveira da Silva ‘Nei’, diz que “só há uma chance da greve ser suspensa: o Sopesp aceitar as reivindicações da nossa pauta”.

Sopesp é o sindicato patronal dos operadores portuários do estado de São Paulo, que ainda não abriu negociações sobre a campanha salarial da categoria, que tem data-base em março.

Diante de um auditório lotado, o sindicalista foi claro, direto e objetivo:

“Ou mostramos força ou a luta se arrastará indefinidamente, sem solução. Os patrões só nos ouvem com o silêncio no porto”.

O sindicalista pondera que o Sopesp desrespeita a lei dos portos (12.815-2013), a convenção 137 e a recomendação 145, ambas da organização internacional do trabalho (OIT), de 1973.

A convenção e a recomendação internacional, reconhecida oficialmente pelo Brasil, e a lei brasileira, segundo Nei, garantem trabalho e ganho aos estivadores, “mas não existem para os operadores”.

Em assembleia na segunda-feira passada (26), a categoria havia aprovado a greve, em data que foi definida na assembleia desta semana, contra a falta de resposta às reivindicações.

A assembleia da semana passada ocorreu após passeata que saiu da Rua dos Estivadores, 101, no Paquetá, até o Sopesp, na Rua Amador Bueno, 333, Centro.

Os estivadores reivindicam basicamente a manutenção do mercado de trabalho, o “não extermínio dos avulsos nos terminais” e melhores salários. A pauta foi aprovada em 27 de dezembro.


 

Estivadores de SantosCrédito: Sindicato
Estivadores aprovam greve em assembleia

O presidente do sindicato, Rodnei Oliveira da Silva ‘Nei’, diz que “só há uma chance da greve ser suspensa: o Sopesp aceitar as reivindicações da nossa pauta”.

Sopesp é o sindicato patronal dos operadores portuários do estado de São Paulo, que ainda não abriu negociações sobre a campanha salarial da categoria, que tem data-base em março.

Diante de um auditório lotado, o sindicalista foi claro, direto e objetivo:

“Ou mostramos força ou a luta se arrastará indefinidamente, sem solução. Os patrões só nos ouvem com o silêncio no porto”.

O sindicalista pondera que o Sopesp desrespeita a lei dos portos (12.815-2013), a convenção 137 e a recomendação 145, ambas da organização internacional do trabalho (OIT), de 1973.

A convenção e a recomendação internacional, reconhecida oficialmente pelo Brasil, e a lei brasileira, segundo Nei, garantem trabalho e ganho aos estivadores, “mas não existem para os operadores”.

Em assembleia na segunda-feira passada (26), a categoria havia aprovado a greve, em data que foi definida na assembleia desta semana, contra a falta de resposta às reivindicações.

A assembleia da semana passada ocorreu após passeata que saiu da Rua dos Estivadores, 101, no Paquetá, até o Sopesp, na Rua Amador Bueno, 333, Centro.

Os estivadores reivindicam basicamente a manutenção do mercado de trabalho, o “não extermínio dos avulsos nos terminais” e melhores salários. A pauta foi aprovada em 27 de dezembro.