A Força Sindical lamenta, e considera extremamente tímida, a queda de apenas 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros.

Entendemos que, com esta queda “conta-gotas”, o Banco Central perdeu uma ótima oportunidade para promover uma drástica redução na taxa básica de juros, que poderia funcionar como um estímulo para a criação de novos empregos e para o aumento da produção no País. Mais uma vez o Banco Central frustra os anseios dos trabalhadores.

Vale destacar que juros altos sangram o País e inviabilizam o desenvolvimento. O pagamento de juros, por parte governo, consome e restringe consideravelmente as possibilidades de crescimento do País, bem como os investimentos em educação, saúde e infraestrutura, entre outras demandas.

Geração de empregos com mais renda, transporte de qualidade e moradias dignas só serão  possíveis com juros em patamares baixos.

Paulo Pereira da Silva – Paulinho da Força
Presidente da Força Sindical

João Carlos Gonçalves – Juruna,
Secretário-geral da Força Sindical

Entendemos que, com esta queda “conta-gotas”, o Banco Central perdeu uma ótima oportunidade para promover uma drástica redução na taxa básica de juros, que poderia funcionar como um estímulo para a criação de novos empregos e para o aumento da produção no País. Mais uma vez o Banco Central frustra os anseios dos trabalhadores.

Vale destacar que juros altos sangram o País e inviabilizam o desenvolvimento. O pagamento de juros, por parte governo, consome e restringe consideravelmente as possibilidades de crescimento do País, bem como os investimentos em educação, saúde e infraestrutura, entre outras demandas.

Geração de empregos com mais renda, transporte de qualidade e moradias dignas só serão  possíveis com juros em patamares baixos.

Paulo Pereira da Silva – Paulinho da Força
Presidente da Força Sindical

João Carlos Gonçalves – Juruna,
Secretário-geral da Força Sindical