Metalúrgicos de todo o País realizam nesta sexta (11) mais um encontro em São Paulo, que definirá um calendário de mobilização unificado e nacional.
metalurgicos_nacionaisCrédito: Agência Sindical

O objetivo é impedir a aplicação da reforma trabalhista já, aproveitando as campanhas salariais em andamento.

A reunião, na sede do Sindicato da categoria, na região central da capital paulista, servirá para definir que ações concretas serão realizadas, visando combater as reformas neoliberais do governo Temer e orientar os sindicalistas para uma atuação mais efetiva nas bases.

Na semana passada, os dirigentes decidiram elaborar documento que reúna as propostas e indique a linha da ação metalúrgica. Os sindicalistas também querem se reunir com o Tribunal Superior do Trabalho (TST), a fim de buscar apoio dos ministros à garantia de ultratividade para as Convenções. Houve ainda a indicação de realizar um Dia Nacional de Luta. As propostas serão detalhadas na reunião de hoje.

“Além de ações contra a adoção da reforma trabalhista pelas empresas e a aprovação da reforma previdenciária, temos também propostas positivas, como o Programa de Renovação da Frota de Veículos que pode gerar milhões de empregos na cadeia automotiva e colaborar no combate à recessão”, afirma Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e da Confederação da categoria (CNTM).

Reação - Para Luis Carlos Prates (Mancha), dirigente da CSP-Conlutas e metalúrgico de São José dos Campos, a expectativa é definir o plano de lutas e definir data de manifestações. "A reação na base é bastante animadora. Os trabalhadores percebem que é preciso juntar forças e apontar alternativas para o momento que estamos vivendo. O governo não pode ficar nadando de braçada, sem que haja reação do movimento sindical", disse à Agência Sindical.

A Agência conversou ainda com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Catalão, Carlos Albino. O dirigente avalia que os encontros preparam a categoria para enfrentar as reformas. "Os trabalhadores ainda não tem noção do quanto serão prejudicados com essa nova lei trabalhista. Nós sindicalistas precisamos nos preparar bem, para esclarecer nossa base sobre os ataques e as perdas de direitos que poderão vir a partir de novembro", ressalta.

Local - O encontro dos metalúrgicos será nesta sexta (11), a partir das 10 horas, na sede dos Metalúrgicos, à rua Galvão Bueno 782, Liberdade, São Paulo.

 

metalurgicos_nacionaisCrédito: Agência Sindical

O objetivo é impedir a aplicação da reforma trabalhista já, aproveitando as campanhas salariais em andamento.

A reunião, na sede do Sindicato da categoria, na região central da capital paulista, servirá para definir que ações concretas serão realizadas, visando combater as reformas neoliberais do governo Temer e orientar os sindicalistas para uma atuação mais efetiva nas bases.

Na semana passada, os dirigentes decidiram elaborar documento que reúna as propostas e indique a linha da ação metalúrgica. Os sindicalistas também querem se reunir com o Tribunal Superior do Trabalho (TST), a fim de buscar apoio dos ministros à garantia de ultratividade para as Convenções. Houve ainda a indicação de realizar um Dia Nacional de Luta. As propostas serão detalhadas na reunião de hoje.

“Além de ações contra a adoção da reforma trabalhista pelas empresas e a aprovação da reforma previdenciária, temos também propostas positivas, como o Programa de Renovação da Frota de Veículos que pode gerar milhões de empregos na cadeia automotiva e colaborar no combate à recessão”, afirma Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e da Confederação da categoria (CNTM).

Reação - Para Luis Carlos Prates (Mancha), dirigente da CSP-Conlutas e metalúrgico de São José dos Campos, a expectativa é definir o plano de lutas e definir data de manifestações. "A reação na base é bastante animadora. Os trabalhadores percebem que é preciso juntar forças e apontar alternativas para o momento que estamos vivendo. O governo não pode ficar nadando de braçada, sem que haja reação do movimento sindical", disse à Agência Sindical.

A Agência conversou ainda com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Catalão, Carlos Albino. O dirigente avalia que os encontros preparam a categoria para enfrentar as reformas. "Os trabalhadores ainda não tem noção do quanto serão prejudicados com essa nova lei trabalhista. Nós sindicalistas precisamos nos preparar bem, para esclarecer nossa base sobre os ataques e as perdas de direitos que poderão vir a partir de novembro", ressalta.

Local - O encontro dos metalúrgicos será nesta sexta (11), a partir das 10 horas, na sede dos Metalúrgicos, à rua Galvão Bueno 782, Liberdade, São Paulo.