No próximo dia 20, sexta-feira, será realizada a Greve Global pelo Clima, mobilização internacional convocada por organizações de ambientalistas, de trabalhadores, estudantes e outros setores da sociedade civil.

A mobilização tem como principal objetivo exigir do poder público decisões, no âmbito nacional e mundial, por medidas que ajudem a conter as mudanças climáticas que afetarão mais pesadamente os setores populares, os trabalhadores e os mais pobres.

Miguel Torres , presidente da Força Sindical ressalta que as centrais sindicais brasileiras decidiram participar desta mobilização em função da grave crise ambiental resultante das queimadas que se espalham por todo o país e especialmente na Amazônia. “Este é o resultado prático da catastrófica política ambiental do governo Bolsonaro e da desorganização dos sistemas de fiscalização, no caso do IBAMA e outros”, aponta Miguel.

De acordo com o secretário-geral da Força Sindical (Juruna), além dos temas ambientais, serão levadas ao protesto as reivindicações contra a reforma da previdência, contra o desemprego e em solidariedade aos trabalhadores da GM em greve nos EUA. “Nossa orientação é que no próximo 20 de setembro, na medida das possibilidades de cada sindicato e categoria, sejam realizados, na parte da manhã, atos, paralisações e mobilizações nos locais de trabalho e, no período da tarde, participemos dos atos públicos que serão realizados em várias capitais”, esclarece Juruna.

O sindicalista ressalta ainda que em São Paulo, a concentração será no MASP, às 16h00.

Veja o panfleto das centrais sindicais

A mobilização tem como principal objetivo exigir do poder público decisões, no âmbito nacional e mundial, por medidas que ajudem a conter as mudanças climáticas que afetarão mais pesadamente os setores populares, os trabalhadores e os mais pobres.

Miguel Torres , presidente da Força Sindical ressalta que as centrais sindicais brasileiras decidiram participar desta mobilização em função da grave crise ambiental resultante das queimadas que se espalham por todo o país e especialmente na Amazônia. “Este é o resultado prático da catastrófica política ambiental do governo Bolsonaro e da desorganização dos sistemas de fiscalização, no caso do IBAMA e outros”, aponta Miguel.

De acordo com o secretário-geral da Força Sindical (Juruna), além dos temas ambientais, serão levadas ao protesto as reivindicações contra a reforma da previdência, contra o desemprego e em solidariedade aos trabalhadores da GM em greve nos EUA. “Nossa orientação é que no próximo 20 de setembro, na medida das possibilidades de cada sindicato e categoria, sejam realizados, na parte da manhã, atos, paralisações e mobilizações nos locais de trabalho e, no período da tarde, participemos dos atos públicos que serão realizados em várias capitais”, esclarece Juruna.

O sindicalista ressalta ainda que em São Paulo, a concentração será no MASP, às 16h00.

Veja o panfleto das centrais sindicais