Neco eleito secretário geral da ADSCrédito: Arquivo

O secretário de Relações Internacionais da Força Sindical, Nilton Neco, foi eleito secretário-geral da Alternativa Democrática Sindical (ADS) - o mais alto posto da entidade - durante o Congresso de fundação realizado entre os dias 17 e 21 de abril, em Bogotá, Colômbia. Neco. A eleição aconteceu nesta quinta-feira, 20 de abril, quando foi eleita a direção da ADS, formada por um Conselho Executivo, composto por treze dirigentes, que será responsável pela ação política, e a Junta Diretiva Continental, mais ampla.

O sindicalista reafirmou durante entrevista ao portal da Central (confira entevista completa) que a ADS nasceu com o compromisso de unir a classe trabalhadora e combater a política de países que atentam contra a liberdade sindical e a democracia, além dos direitos dos trabalhadores. "Vamos consolidar a Alternativa Democrática Sindical no mundo", adianta Neco.

Ele afirmou que a Central está aberta a receber novas entidades sindicais. No Congresso de fundação participaram centrais sindicais do Brasil, México, Chile, Peru, Equador, Colômbia, Panamá, El Salvador, Honduras, Curaçao, Aruba, Porto Rico e Paraguai. Juntas, elas representam cerca de trinta milhões de trabalhadores. "A nova central sindical internacional defenderá estritamente os interesses dos trabalhadores e não terá matizes ideológicos", completa o sindicalista.

Neco eleito secretário geral da ADSCrédito: Arquivo

O secretário de Relações Internacionais da Força Sindical, Nilton Neco, foi eleito secretário-geral da Alternativa Democrática Sindical (ADS) - o mais alto posto da entidade - durante o Congresso de fundação realizado entre os dias 17 e 21 de abril, em Bogotá, Colômbia. Neco. A eleição aconteceu nesta quinta-feira, 20 de abril, quando foi eleita a direção da ADS, formada por um Conselho Executivo, composto por treze dirigentes, que será responsável pela ação política, e a Junta Diretiva Continental, mais ampla.

O sindicalista reafirmou durante entrevista ao portal da Central (confira entevista completa) que a ADS nasceu com o compromisso de unir a classe trabalhadora e combater a política de países que atentam contra a liberdade sindical e a democracia, além dos direitos dos trabalhadores. "Vamos consolidar a Alternativa Democrática Sindical no mundo", adianta Neco.

Ele afirmou que a Central está aberta a receber novas entidades sindicais. No Congresso de fundação participaram centrais sindicais do Brasil, México, Chile, Peru, Equador, Colômbia, Panamá, El Salvador, Honduras, Curaçao, Aruba, Porto Rico e Paraguai. Juntas, elas representam cerca de trinta milhões de trabalhadores. "A nova central sindical internacional defenderá estritamente os interesses dos trabalhadores e não terá matizes ideológicos", completa o sindicalista.