No último domingo (4) a campanha salarial dos trabalhadores nas indústrias do material plástico. Durante assembleia geral a categoria aprovou, por unanimidade, proposta salarial a ser negociada com os empregadores.
Stimpc - Assembleia 2018 (79.1)Crédito: Sindicato
A categoria foi unanime em aprovar a proposta negocial e a contribuição ao sindicato

Os profissionais do setor pedem aos patrões, através do Stimpc, sua representação oficial, reajuste nos salários equivalente a 100% da inflação registrada nos últimos 12 meses e aumento real na faixa de 3%.

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Material Plástico de Chapecó vai renovar apenas as cláusulas econômicas da convenção coletiva por que as sociais têm validade para mais um ano. A data base é abril e o reajuste a ser definido será aplicado sobre o salário deste mês. O presidente do Stimpc, bacharel em direito Vilson Silveira, crê no entendimento consensual com os patrões. A negociação abrangerá todos os salários. Os normativos pedidos ficam em R$ 1.335,00 para o setor transformação e R$ 1.275,00 para reciclagem. Está sendo pedido, ainda, cesta básica mensal no valor de R$ 70,00.

Silveira abriu a assembleia fazendo alerta sobre a pressão exercida “para reduzir a representatividade das classes trabalhadoras” através do “enfraquecendo os sindicatos”. Para ele a mudança na lei trabalhista “é a mais contundente demonstração daquilo que o governo federal e os patrões querem”. No entanto, os trabalhadores estão reagindo a essa possibilidade “apoiando incondicionalmente a organização sindical”.

O advogado Diego Ferraz falou sobre os prejuízos causados pela nova lei trabalhista e a importância do sindicato na defesa de direitos e conquistas dos representados. Chamou atenção para a necessidade de todos continuarem colaborando com a instituição para manter a estrutura que permite vigorosas ações serem executadas, para evitar “o retorno da escravidão no país”.

Contribuição - Os trabalhadores não ofereceram nenhuma restrição em auxiliar o sindicato na questão financeira. Foi submetida à aprovação, sem que existisse contrariedade, a contribuição negocial substituindo a contribuição sindical. A categoria também entende que o sindicato precisa de caixa para continuar desenvolvendo as ações em benefício da classe. Silveira destacou a consciente posição e elogiou a postura adotada. “Todos querem e precisam de um sindicato ainda mais ativo e atuante”, disse. O dirigente acrescenta que o sindicato só será forte “com a imprescindível ajuda dos trabalhadores”.

Ao final da assembleia houve sorteio de dezenas de vales compras a serem efetuadas em supermercado da cidade no valor de R$ 100,00 cada um, edredons e cobertores.

Stimpc - Assembleia 2018 (79.1)Crédito: Sindicato
A categoria foi unanime em aprovar a proposta negocial e a contribuição ao sindicato

Os profissionais do setor pedem aos patrões, através do Stimpc, sua representação oficial, reajuste nos salários equivalente a 100% da inflação registrada nos últimos 12 meses e aumento real na faixa de 3%.

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Material Plástico de Chapecó vai renovar apenas as cláusulas econômicas da convenção coletiva por que as sociais têm validade para mais um ano. A data base é abril e o reajuste a ser definido será aplicado sobre o salário deste mês. O presidente do Stimpc, bacharel em direito Vilson Silveira, crê no entendimento consensual com os patrões. A negociação abrangerá todos os salários. Os normativos pedidos ficam em R$ 1.335,00 para o setor transformação e R$ 1.275,00 para reciclagem. Está sendo pedido, ainda, cesta básica mensal no valor de R$ 70,00.

Silveira abriu a assembleia fazendo alerta sobre a pressão exercida “para reduzir a representatividade das classes trabalhadoras” através do “enfraquecendo os sindicatos”. Para ele a mudança na lei trabalhista “é a mais contundente demonstração daquilo que o governo federal e os patrões querem”. No entanto, os trabalhadores estão reagindo a essa possibilidade “apoiando incondicionalmente a organização sindical”.

O advogado Diego Ferraz falou sobre os prejuízos causados pela nova lei trabalhista e a importância do sindicato na defesa de direitos e conquistas dos representados. Chamou atenção para a necessidade de todos continuarem colaborando com a instituição para manter a estrutura que permite vigorosas ações serem executadas, para evitar “o retorno da escravidão no país”.

Contribuição - Os trabalhadores não ofereceram nenhuma restrição em auxiliar o sindicato na questão financeira. Foi submetida à aprovação, sem que existisse contrariedade, a contribuição negocial substituindo a contribuição sindical. A categoria também entende que o sindicato precisa de caixa para continuar desenvolvendo as ações em benefício da classe. Silveira destacou a consciente posição e elogiou a postura adotada. “Todos querem e precisam de um sindicato ainda mais ativo e atuante”, disse. O dirigente acrescenta que o sindicato só será forte “com a imprescindível ajuda dos trabalhadores”.

Ao final da assembleia houve sorteio de dezenas de vales compras a serem efetuadas em supermercado da cidade no valor de R$ 100,00 cada um, edredons e cobertores.