Em estado de greve até que as empresas paguem a 2ª parcela do 13º salário a todos os trabalhadores, o Sindicato dos Rodoviários de Volta Redonda voltou a convocar toda a categoria, desta vez para lutar contra a dupla função do motorista.
Vereadores-VR-560x315Crédito: Força Sindical-RJ

O presidente do Sindicato José Gama, o Zequinha, pede que os rodoviários compareçam em massa nesta quinta-feira, 7 de dezembro, a Câmara de Vereadores de Volta Redonda, para acompanhar a sessão que começa às 15h e cobrar do Legislativo municipal que entre em pauta o projeto de lei que proíbe que o motorista dirija e cobre passagens ao mesmo tempo.

“Este projeto deveria ter sido colocado em pauta dia 6 de dezembro, mas não foi. Toda a nossa diretoria foi a Câmara Municipal ontem (6) e conseguiu que os vereadores se comprometessem a colocar o tema em pauta hoje (7). Se não for colocado em pauta, de nada adianta todo o nosso esforço. Precisa entrar em pauta para que a matéria seja votada em 13 de dezembro. E só a nossa mobilização pode nos levar a essa importante vitória”, explicou Zequinha.

Paralisação em Barra do Piraí

Além de tentar vencer a dupla função que tanto prejudica os rodoviários e leva insegurança aos passageiros, o Sindicato dos Rodoviários de Volta Redonda e Região paralisou por duas horas empresas em Barra do Piraí, em protesto contra os atrasos frequentes na concessão dos tíquetes alimentação. Como solução para o impasse, além da regularização do benefício em atraso no mês de novembro, as empresas se comprometeram a fornecer, a partir da próxima semana, cestas básicas aos trabalhadores, ao invés do tíquete alimentação.

Barreiras organizadas pelo Sindicato impediram a saída dos ônibus das garagens das empresas Viação Santa Luzia, Viação Santo Antônio e JC Guimarães entre 4h e 6h da manhã de 24 de novembro. Os trabalhadores aderiram ao movimento e, diante da unidade dos rodoviários em torno do Sindicato, as empresas não tiveram outra alternativa senão conceder o benefício aos trabalhadores e encontrar uma saída para que os atrasos não voltem a acontecer – a substituição do tíquete por cestas básicas. A ação beneficiou cerca de 400 trabalhadores.

“Estamos de olho e vamos voltar a cobrar dos patrões o que é de direito dos rodoviários, caso as cestas básicas não sejam entregues na próxima semana”, afirmou Zequinha.

Vereadores-VR-560x315Crédito: Força Sindical-RJ

O presidente do Sindicato José Gama, o Zequinha, pede que os rodoviários compareçam em massa nesta quinta-feira, 7 de dezembro, a Câmara de Vereadores de Volta Redonda, para acompanhar a sessão que começa às 15h e cobrar do Legislativo municipal que entre em pauta o projeto de lei que proíbe que o motorista dirija e cobre passagens ao mesmo tempo.

“Este projeto deveria ter sido colocado em pauta dia 6 de dezembro, mas não foi. Toda a nossa diretoria foi a Câmara Municipal ontem (6) e conseguiu que os vereadores se comprometessem a colocar o tema em pauta hoje (7). Se não for colocado em pauta, de nada adianta todo o nosso esforço. Precisa entrar em pauta para que a matéria seja votada em 13 de dezembro. E só a nossa mobilização pode nos levar a essa importante vitória”, explicou Zequinha.

Paralisação em Barra do Piraí

Além de tentar vencer a dupla função que tanto prejudica os rodoviários e leva insegurança aos passageiros, o Sindicato dos Rodoviários de Volta Redonda e Região paralisou por duas horas empresas em Barra do Piraí, em protesto contra os atrasos frequentes na concessão dos tíquetes alimentação. Como solução para o impasse, além da regularização do benefício em atraso no mês de novembro, as empresas se comprometeram a fornecer, a partir da próxima semana, cestas básicas aos trabalhadores, ao invés do tíquete alimentação.

Barreiras organizadas pelo Sindicato impediram a saída dos ônibus das garagens das empresas Viação Santa Luzia, Viação Santo Antônio e JC Guimarães entre 4h e 6h da manhã de 24 de novembro. Os trabalhadores aderiram ao movimento e, diante da unidade dos rodoviários em torno do Sindicato, as empresas não tiveram outra alternativa senão conceder o benefício aos trabalhadores e encontrar uma saída para que os atrasos não voltem a acontecer – a substituição do tíquete por cestas básicas. A ação beneficiou cerca de 400 trabalhadores.

“Estamos de olho e vamos voltar a cobrar dos patrões o que é de direito dos rodoviários, caso as cestas básicas não sejam entregues na próxima semana”, afirmou Zequinha.