A direção do sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul realizou na manhã de hoje (10/11) uma ampla paralisação na fábrica da General Motors em protesto contra a reforma trabalhista (lei 13.467/2017) aprovada e que entrará em vigor no sábado (11/11).
GM - São Caetano Crédito: Sindicato

Nas falas dos diversos oradores ficou evidente o descontentamento com a medida aprovada e o empenho de cada um no sentido de manter o processo de mobilização e a defesa dos direitos trabalhistas considerados fundamentais para assegurar cidadania social à classe que vive de salário.

Ressalte-se que a manifestação na GM/São Caetano do Sul é parte da luta do movimento sindical brasileiro e demais movimentos sociais que nesta sexta-feira realizam atividades variadas por todo o território nacional contra o governo Temer e a aprovação pelo Congresso Nacional de leis que atingem em cheio os direitos e a dignidade dos trabalhadores.

Para o presidente do Sindicato, Aparecido Inácio da Silva, o Cidão, a luta que se trava nesse momento contra a reforma trabalhista terá continuidade, vez que esta em nada beneficia os trabalhadores. Apenas trará sofrimento à população  que depende de emprego.

“Óbvio que a nossa luta é justa. Não cabe aqui discutir se essa reforma passou pelo crivo do Congresso Nacional. Nós sabemos em que situação isto se deu, sem discussão com os principais interessados que somos nós, os trabalhadores. Por isso, nosso protesto aqui hoje é um ato em legitima defesa e assim vai continuar. Não é porque a lei foi aprovada e entrará em vigor amanhã (11/11) que a luta acabou. Ao contrário, faremos daqui em diante o enfrentamento necessário em prol dos direitos, custe o que custar”, disse o Cidão.

 Com essa decisão os trabalhadores e trabalhadoras metalúrgicos de São Caetano do Sul somam-se aos milhões de pessoas que, com a aprovação da lei que reformou a legislação trabalhista, estão correndo riscos da perda de direitos. São direitos resultantes da luta de várias gerações e agora sob a ameaça de desaparecer.

 

GM - São Caetano Crédito: Sindicato

Nas falas dos diversos oradores ficou evidente o descontentamento com a medida aprovada e o empenho de cada um no sentido de manter o processo de mobilização e a defesa dos direitos trabalhistas considerados fundamentais para assegurar cidadania social à classe que vive de salário.

Ressalte-se que a manifestação na GM/São Caetano do Sul é parte da luta do movimento sindical brasileiro e demais movimentos sociais que nesta sexta-feira realizam atividades variadas por todo o território nacional contra o governo Temer e a aprovação pelo Congresso Nacional de leis que atingem em cheio os direitos e a dignidade dos trabalhadores.

Para o presidente do Sindicato, Aparecido Inácio da Silva, o Cidão, a luta que se trava nesse momento contra a reforma trabalhista terá continuidade, vez que esta em nada beneficia os trabalhadores. Apenas trará sofrimento à população  que depende de emprego.

“Óbvio que a nossa luta é justa. Não cabe aqui discutir se essa reforma passou pelo crivo do Congresso Nacional. Nós sabemos em que situação isto se deu, sem discussão com os principais interessados que somos nós, os trabalhadores. Por isso, nosso protesto aqui hoje é um ato em legitima defesa e assim vai continuar. Não é porque a lei foi aprovada e entrará em vigor amanhã (11/11) que a luta acabou. Ao contrário, faremos daqui em diante o enfrentamento necessário em prol dos direitos, custe o que custar”, disse o Cidão.

 Com essa decisão os trabalhadores e trabalhadoras metalúrgicos de São Caetano do Sul somam-se aos milhões de pessoas que, com a aprovação da lei que reformou a legislação trabalhista, estão correndo riscos da perda de direitos. São direitos resultantes da luta de várias gerações e agora sob a ameaça de desaparecer.