Eles estão preocupados com a situação financeira da indústria e pedem a saída do empresário Abílio Diniz da direção
BRF- Brasil Foods em São PauloCrédito: Sindicato

Preocupados com a situação financeira da BRF, os trabalhadores do setor de alimentação fizeram um protesto hoje (dia 5), em frente a sede da empresa. 

Segundo Carlos Augusto Serrote, diretor do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação de São Paulo e Coordenador da Secretária Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação da Força Sindical, há dois anos a empresa vem fechando o balanço no vermelho. "Todos pedem o afastamento do empresário Abílio Diniz da direção da empresa", afirmou.

Serrote disse que os trabalhadores temem que a empresa entre em recuperação judicial e demita mais pessoas.

Segundo Serrote, depois que o empresário assumiu a direção da empresa, trabalhadores de alguns setores estão sem receber reajuste salarial há três anos e  a PLR (Participação nos Lucros ou Resultados) há dois anos.  Agora ficou definido que os trabalhadores vão receber 23% do salário como PLR referente o ano de a 2017, com o teto de R$ 450,00 reais.

Participaram do protestos, além do sindicato da Alimentação de SP, a Fetiasp (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado de São Paulo) e Confederação Brasileira Democrática dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação (CONTAC-CUT). Também deram apoio ao movimento, categorias como metalúrgicos.

BRF- Brasil Foods em São PauloCrédito: Sindicato

Preocupados com a situação financeira da BRF, os trabalhadores do setor de alimentação fizeram um protesto hoje (dia 5), em frente a sede da empresa. 

Segundo Carlos Augusto Serrote, diretor do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação de São Paulo e Coordenador da Secretária Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação da Força Sindical, há dois anos a empresa vem fechando o balanço no vermelho. "Todos pedem o afastamento do empresário Abílio Diniz da direção da empresa", afirmou.

Serrote disse que os trabalhadores temem que a empresa entre em recuperação judicial e demita mais pessoas.

Segundo Serrote, depois que o empresário assumiu a direção da empresa, trabalhadores de alguns setores estão sem receber reajuste salarial há três anos e  a PLR (Participação nos Lucros ou Resultados) há dois anos.  Agora ficou definido que os trabalhadores vão receber 23% do salário como PLR referente o ano de a 2017, com o teto de R$ 450,00 reais.

Participaram do protestos, além do sindicato da Alimentação de SP, a Fetiasp (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado de São Paulo) e Confederação Brasileira Democrática dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação (CONTAC-CUT). Também deram apoio ao movimento, categorias como metalúrgicos.