A Força Sindical BA e as demais Centrais Sindicais realizaram várias manifestações, em Salvador e no interior, hoje (10), no Dia Nacional de Mobilização e Luta
Salvador 10/11/17Crédito: Força Sindical-BA

Às 06h30 as Centrais realizaram um ato na entrada da estação da Lapa, na região do Dique do Tororó. A Força Sindical saiu do Campo da Pólvora, às 10 horas, junto com os trabalhadores da Construção Pesada, caminhando pelo centro da cidade. Às 11h, entidades sindicais e movimentos sociais caminharam do Campo Grande até a Praça Castro Alves.

Protestos semelhantes aconteceram em Feira de Santana, Serrinha, Coité, Santo Estevão, Jequié, Serra Preta, Vitória da Conquista, Itapetinga, São Domingos, entre outras cidades.

Para Emerson Gomes, presidente da Força Sindical BA, os trabalhadores mostraram que não vão se calar. “A tradição dos trabalhadores brasileiros em lutar pela manutenção e por mais direitos está sendo posta em prática no atual momento do país. Vamos fazer o nosso papel e defender os trabalhadores. Não aceitaremos que precarizem ainda mais as relações de trabalho. Não aceitaremos que os trabalhadores trabalhem até morrer e que autorizem o trabalho escravo no Brasil,”, disse Emerson.

Os atos do Dia Nacional de Manifestação e Luta tiveram três pontos centrais:

Reforma trabalhista –A Lei 13.467/17 barateia a mão de obra, legaliza o “bico” e tira do trabalhador o direito à proteção, enquanto os patrões aumentam seus lucros à custa desta exploração.

Reforma previdenciária – Esta medida é um crime contra a sociedade brasileira e prejudica, principalmente, os mais pobres. O governo não apresenta os cálculos exclusivos da Previdência, não apresentou nenhuma auditoria específica e muito menos divulga a lista das empresas devedoras do INSS.

Trabalho escravo – É inadmissível, inconstitucional e desumano alterar o conceito de trabalho escravo na legislação brasileira. O Brasil é referência mundial na luta contra esse crime. As Centrais exigem a revogação da Portaria nº 1.1129 do Ministério do Trabalho que, na prática, dificulta o combate ao trabalho escravo no país.

Construção Pesada, Servidores Públicos, Técnicos de Enfermagem, Professores, Comerciários, Bancários, Metalúrgicos, Aeroviários, Trabalhadores do Polo e da Petrobrás foram algumas das categorias que pararam as atividades ou realizaram manifestações nos locais de trabalho.
 

Salvador 10/11/17Crédito: Força Sindical-BA

Às 06h30 as Centrais realizaram um ato na entrada da estação da Lapa, na região do Dique do Tororó. A Força Sindical saiu do Campo da Pólvora, às 10 horas, junto com os trabalhadores da Construção Pesada, caminhando pelo centro da cidade. Às 11h, entidades sindicais e movimentos sociais caminharam do Campo Grande até a Praça Castro Alves.

Protestos semelhantes aconteceram em Feira de Santana, Serrinha, Coité, Santo Estevão, Jequié, Serra Preta, Vitória da Conquista, Itapetinga, São Domingos, entre outras cidades.

Para Emerson Gomes, presidente da Força Sindical BA, os trabalhadores mostraram que não vão se calar. “A tradição dos trabalhadores brasileiros em lutar pela manutenção e por mais direitos está sendo posta em prática no atual momento do país. Vamos fazer o nosso papel e defender os trabalhadores. Não aceitaremos que precarizem ainda mais as relações de trabalho. Não aceitaremos que os trabalhadores trabalhem até morrer e que autorizem o trabalho escravo no Brasil,”, disse Emerson.

Os atos do Dia Nacional de Manifestação e Luta tiveram três pontos centrais:

Reforma trabalhista –A Lei 13.467/17 barateia a mão de obra, legaliza o “bico” e tira do trabalhador o direito à proteção, enquanto os patrões aumentam seus lucros à custa desta exploração.

Reforma previdenciária – Esta medida é um crime contra a sociedade brasileira e prejudica, principalmente, os mais pobres. O governo não apresenta os cálculos exclusivos da Previdência, não apresentou nenhuma auditoria específica e muito menos divulga a lista das empresas devedoras do INSS.

Trabalho escravo – É inadmissível, inconstitucional e desumano alterar o conceito de trabalho escravo na legislação brasileira. O Brasil é referência mundial na luta contra esse crime. As Centrais exigem a revogação da Portaria nº 1.1129 do Ministério do Trabalho que, na prática, dificulta o combate ao trabalho escravo no país.

Construção Pesada, Servidores Públicos, Técnicos de Enfermagem, Professores, Comerciários, Bancários, Metalúrgicos, Aeroviários, Trabalhadores do Polo e da Petrobrás foram algumas das categorias que pararam as atividades ou realizaram manifestações nos locais de trabalho.