protesto carro forte Ribeirão (2)Crédito: Agência Sindical

Manifestações reúnem mais de mil pessoas em Campinas e Ribeirão Preto

O Sindicato dos Trabalhadores no Transporte de Valores e Escolta Armada do Estado de São Paulo (SindForte) realizou nesta segunda (23) protestos em Campinas e Ribeirão Preto, Interior de São Paulo, contra a crescente onda de ataques a carros-fortes e empresas de valores. As garagens foram paralisadas por toda a manhã.

Em Campinas, mais de mil trabalhadores saíram em passeata pela Rodovia Santos Dumont, percorrendo percurso de cerca de seis quilômetros do Jardim Nova Mercedes até o Largo do Pará, no Centro. Em Ribeirão Preto, houve concentração na avenida da Saudade, no Campos Elíseos, bairro mais populoso da cidade.

O presidente do Sindicato, João Passos, destaca que se não houver melhoria na segurança, “o movimento será estendido a todo o Estado, com possibilidade de se tornar nacional”. Ele informa que ocorreram protestos em Goiás, Rio de Janeiro e no Pará. “As empresas não têm preocupação com a vida dos trabalhadores”, denuncia.

Com forte adesão da categoria, as manifestações tiveram o objetivo de pressionar governo e empresas a tomarem providências em prol da segurança dos trabalhadores. Recentemente, quadrilha fortemente armada invadiu a empresa Prosegur, em Campinas. No início do mês, bandidos explodiram um carro-forte, matando um dos vigilantes em assalto na região de Ribeirão Preto.

O Sindicato reivindica ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal porte e uso de armas mais potentes, enquadramento do assassinato de vigilante como crime hediondo e redução do volume de dinheiro transportado em carros-fortes.

 

protesto carro forte Ribeirão (2)Crédito: Agência Sindical

Manifestações reúnem mais de mil pessoas em Campinas e Ribeirão Preto

O Sindicato dos Trabalhadores no Transporte de Valores e Escolta Armada do Estado de São Paulo (SindForte) realizou nesta segunda (23) protestos em Campinas e Ribeirão Preto, Interior de São Paulo, contra a crescente onda de ataques a carros-fortes e empresas de valores. As garagens foram paralisadas por toda a manhã.

Em Campinas, mais de mil trabalhadores saíram em passeata pela Rodovia Santos Dumont, percorrendo percurso de cerca de seis quilômetros do Jardim Nova Mercedes até o Largo do Pará, no Centro. Em Ribeirão Preto, houve concentração na avenida da Saudade, no Campos Elíseos, bairro mais populoso da cidade.

O presidente do Sindicato, João Passos, destaca que se não houver melhoria na segurança, “o movimento será estendido a todo o Estado, com possibilidade de se tornar nacional”. Ele informa que ocorreram protestos em Goiás, Rio de Janeiro e no Pará. “As empresas não têm preocupação com a vida dos trabalhadores”, denuncia.

Com forte adesão da categoria, as manifestações tiveram o objetivo de pressionar governo e empresas a tomarem providências em prol da segurança dos trabalhadores. Recentemente, quadrilha fortemente armada invadiu a empresa Prosegur, em Campinas. No início do mês, bandidos explodiram um carro-forte, matando um dos vigilantes em assalto na região de Ribeirão Preto.

O Sindicato reivindica ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal porte e uso de armas mais potentes, enquadramento do assassinato de vigilante como crime hediondo e redução do volume de dinheiro transportado em carros-fortes.