"A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou ontem projeto que suspende os efeitos da portaria nº 160, editada em abril pelo Ministério do Trabalho, que proíbe a cobrança de contribuições confederativa e assistencial de trabalhadores não-sindicalizados.
O projeto de decreto legislativo, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), foi aprovado ontem com o compromisso da comissão de votar hoje um projeto de lei estabelecendo um limite para essa contribuição. Esse projeto, entretanto, ainda terá de ser aprovado no plenário do Senado e depois na Câmara dos Deputados.
"Se simplesmente revogarmos a portaria nº 160, isso vai permitir que a prática abusiva da cobrança dessas contribuições continue. Há sindicato cobrando até 42% do salário", disse o líder do governo, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que ficou responsável pela elaboração do projeto de lei.
A Folha mostrou em reportagem publicada na última segunda-feira que os sindicatos recolhem no ano --de sócios e de não-sócios-- entre 25% e 40% de um salário mensal. O cálculo leva em conta a cobrança do imposto sindical obrigatório (equivale a um dia de trabalho por ano do trabalhador ou 3,3% do salário de um mês), da contribuição assistencial (cobrada como resultado das negociações salariais feitas pelos sindicatos) e da contribuição confederativa (sustenta a estrutura sindical: confederações nacionais, federações estaduais e sindicatos). O levantamento não inclui os valores de mensalidades de sócios.
Segundo o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Luiz Marinho, a média cobrada no Brasil é de 25% do salário mensal do trabalhador. Há também situações de categorias cujas contribuições representam uma parcela pequena do salário anual, informa.
Limite
O limite para as contribuições deve ser fixado em até 1% do salário líquido recebido no ano anterior, mas a questão ainda estava sendo negociada ontem, já que algumas centrais sindicais querem que esse percentual fique em 1,5%, segundo Mercadante.
A Folha apurou que o governo considerou alto o percentual de 1,5% reivindicado pelas centrais.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, disse que a central defende a cobrança de 1,5% durante o prazo de um ano. Após esse período, o percentual passaria para 1%. "Com esses percentuais nesses dois anos, os sindicatos terão um prazo para se adaptar", disse. Segundo o sindicalista, o imposto sindical continuaria a ser recolhido.
O governo quer evitar também, segundo a Folha apurou, que as centrais e os sindicatos ganhem, na prática, cinco anos para mudarem a sua forma de sustentação. Dois anos seriam referentes ao decreto proposto no Senado; os outros três, previstos no projeto de reforma sindical.
O secretário de Relações do Trabalho, Osvaldo Bargas, disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não iria comentar um projeto que ainda desconhece. "Entre os interesse dos dirigentes sindicais e os interesses dos trabalhadores, o Ministério do Trabalho pretende ficar do lado dos trabalhadores e acredita que o Congresso fará o mesmo", informou, por meio de sua assessoria."
Leone Farias
Do Diário do Grande ABC
"Empresas do setor plástico no Grande ABC já estão alavancando resultados com base no projeto de APL (Arranjo Produtivo Local), articulado pela Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC. Concretizadas em termos de intercâmbio comercial e tecnológico, as ações antecipam os passos do programa, criado para fazer o setor plástico do Grande ABC deixar de ser um aglomerado de indústrias e passar a ser um arranjo produtivo, que pressupõe a cooperação entre pequenas companhias de um mesmo setor e a interação para atividades conjuntas que possibilitem ganhos de competitividade no mercado.
No projeto, que é realizado pela Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC em parceria com o Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), a escolha do segmento não ocorreu por acaso. A região congrega hoje em torno de 500 empresas formais e mais de 20 mil empregos diretos, segundo estimativa do Observatório Econômico de Santo André.
Há três meses reunidos, os 18 pequenos empresários do setor que integram o programa da Agência têm trocado experiências. Em alguns casos, há efetivação de negócios. O diretor da Qualyplas, de Diadema, Valdir de Oliveira, conta que tinha muitas encomendas para cumprir e repassou trabalhos para uma empresa participante do grupo. Outra integrante possuía um pedido para fabricar tipos específicos de peças, para as quais a Qualyplas possuía disponibilidade para fazer. “Pegamos o serviço. Uma mão lava a outra. Percebemos que empresas que eram concorrentes podem ser parceiras”, disse Oliveira.
O executivo afirmou ainda que a empresa, que possui 60 funcionários e produz peças plásticas para a área automobilística, potes alimentícios, bicos de mangueira de jardim, entre outros itens, trocou recentemente maquinários por outros mais modernos, que requerem menor consumo de energia. “Levei a idéia para outros empresários do grupo, que devem trocar também os equipamentos. A energia subiu mais de 20% este ano”, acrescentou o empresário, que projeta que será possível ter uma expansão em vendas de 10% neste ano.
Um dos representantes do grupo, Nelson Bellotti Júnior, diretor da companhia Polibel, acrescentou que há um intercâmbio que vai além do que está no projeto. Passaram por um workshop sobre planejamento estratégico e terão um diagnóstico do chão de fábrica, que será feito pelo Senai Mario Amato e a FEI (Fundação Educacional Inaciana), a partir desta semana – passos que estão dentro da programação – mas Bellotti Júnior afirmou que, por iniciativa própria, os empresários se reúnem semanalmente e uma das idéias que tiveram foi desenvolver uma cartilha com informações sobre os APLs existentes no país. Também repassam nos encontros os pontos fortes de cada um dos integrantes. “A Polibel tem bom sistema de controle de custos e fluxos de caixa e passamos isso”, disse o executivo.
Levantamento feito pela Umesp (Universidade Metodista de São Paulo) no ano passado e que orientou os passos do projeto do APL apontou os principais problemas entre os pequenos empresários do setor: falta de planejamento estratégico, dificuldades no gerenciamento global e a necessidade de melhorias de produtos e de qualificação dos funcionários.
“A partir desse levantamento, os empresários apontaram que gostariam de ter um diagnóstico do chão de fábrica”, disse o assessor da Agência, Ciomar Kobayashi. Bellotti Júnior acrescenta que o diagnóstico vai permitir saber as matérias-primas adquiridas e facilitar uma negociação conjunta dos insumos.
Associação – Está nos planos dos pequenos empresários do segmento formalizar em breve uma associação que os represente, para possibilitar ganhos de escala para negociações conjuntas de compras de matéria-prima, para viabilizar projetos de financiamento no BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) e articular o ingresso no mercado externo.
“Por meio de uma associação podemos levantar recursos no BNDES”, disse Bellotti. Há 16 anos no mercado, a fabricante de cordas de fibra sintética Polibel deverá crescer 15% em faturamento em 2004. A expectativa do representante e de outros integrantes é que para 2005 o trabalho conjunto alavanque ainda mais os resultados.
Sai acordo para centro de referência do setor plástico na região
Leone Farias
Do Diário do Grande ABC
A Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC, a Fundação Santo André e o IPT (Instituto de Pesquisa Tecnológica do Estado de São Paulo) assinaram na última sexta-feira o convênio para a implementação do Ciap (Centro de Informação e Apoio ao Setor Plástico). O acordo foi fechado após a aprovação da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, para apoio à criação do centro. Depois de um termo de cooperação firmado entre as partes em junho, aguardava-se o aval do órgão federal.
A Finep liberou R$ 257 mil em recursos para o projeto, que visa ao estabelecimento de um banco de dados sobre o segmento industrial, que vai incluir cotações de matérias-primas e maquinários, entre outras informações, como os mais recentes processos e produtos no Brasil e no mundo. O Ciap funcionará dentro da Fundação Santo André.
“Com o recurso disponível, vamos na próxima semana contratar uma equipe para em breve termos uma sala de atendimento aos empresários”, disse o coordenador do Observatório Econômico de Santo André (parceria entre a Prefeitura de Santo André e a Fundação Santo André), Marcos Cesar Lopes Barros. A meta é inaugurar os serviços no primeiro trimestre de 2005.
O secretário executivo da Agência, Paulo Eugênio Pereira Júnior, afirmou que se trata de um primeiro passo. “A idéia é caminhar para termos depois um centro de apoio e difusão tecnológica, que vai requisitar mais investimentos”, disse. Um centro de difusão de tecnologia, que exigiria investimento de R$ 1 milhão, teria um laboratório para as micro e pequenas empresas testarem produtos. “O projeto que havíamos apresentado na Finep era para isso, mas tivemos de diminuir em função dos recursos disponíveis”.
Petroquímico – A ampliação da Petroquímica União, de Santo André, e outros projetos de investimentos no Pólo Petroquímico de Capuava que entrarão em operação até 2006 deverão trazer um impulso à cadeia petroquímica no Grande ABC. Projeção da Unipar, controladora da PqU, é de que a expansão poderá representar geração de 10 mil empregos nas indústrias de transformação de plástico da região.
Para o diretor do escritório regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de Santo André e diretor da empresa transformadora de plástico Resiplastic, José Jaime Salgueiro, a localização do Pólo traz vantagens para as empresas do setor plástico, seja pela proximidade dos laboratórios de produtores de resina, que permite desenvolvimentos locais, seja pelo menor custo do frete. “Além disso, tendo mais oferta vamos poder negociar melhor as matérias-primas”, disse.
Moldes – A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mauá tem plano de atrair a iniciativa privada para viabilizar um pólo de moldes no município, em área próxima a uma das futuras alças do trecho Sul do Rodoanel. O molde, a partir do qual se fabrica uma peça plástica, é um item vital para a indústria de transformação do plástico.
“Tivemos êxito em uma operação urbana, que resultou em um loteamento industrial de mais 100 mil m² para a municipalidade. O segundo passo é discutir com as indústrias de moldes para formular um modelo de pólo”, disse o secretário, Claudio Scalli. Em Mauá, há mais de 110 empresas de plástico."
"Planalto adia mudanças por temer desgaste político na 2ª metade do mandato de Lula
Ogoverno desistiu de fazer a reforma trabalhista, uma das principais reivindicações dos empresários brasileiros. A conclusão é de que não há tempo suficiente para investir nessa empreitada durante o atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, discutir mudanças relacionadas a direitos trabalhistas vai provocar um grande desgaste político para o governo nesta segunda metade do mandato. Dificilmente será possível conseguir conciliar interesses e agradar a empresários e a trabalhadores nesse tema. A reforma trabalhista era aguardada como a grande proposta do governo Lula, pois as outras reformas em curso no Congresso (a da Previdência, a tributária e a do Judiciário) foram apresentadas por governos anteriores.
— Não temos mais condições de construir um consenso entre entidades de empresários e trabalhadores a tempo de remeter a reforma trabalhista para o Congresso com tempo hábil para ser aprovada — afirmou o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini.
A atualização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), disse Berzoini, ficará para outra oportunidade. Mesmo porque, afirmam fontes do governo, a estratégia é não mexer nesse assunto para não prejudicar a imagem política e os objetivos eleitorais.
Embora reconheça que a legislação trabalhista, implantada há 61 anos, tenha entraves burocráticos que precisam ser eliminados, o ministro afirmou que a reforma trabalhista não é prioridade do governo. Segundo ele, a economia está crescendo juntamente com o emprego formal, e os investimentos em setores intensivos em mão-de-obra continuam sendo feitos.
— Na Constituição, não existem absurdos em termos de direitos trabalhistas, tanto que o país está crescendo. Há um fetiche de que a redução da desregulamentação gera mais emprego, só que não existe experiência mundial que comprove isso — afirmou o ministro.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, discorda. Para ele, é justamente o momento de crescimento da economia que favorece esse tipo de discussão, porque as tensões na área social tendem a diminuir com o crescimento do emprego. Monteiro afirmou que a reforma trabalhista é a que mais interessa ao país, porque tem impactos econômicos e sociais.
— A lei é anacrônica, extremamente rígida, que estimula os conflitos e a informalidade. O que predomina no mundo hoje é o contrato de trabalho, negociado entre as partes — disse Monteiro, acrescentando que aproximadamente 60% da força de trabalho no Brasil estão fora do guarda-chuva da lei.
Proposta de reforma sindical sai este mês
Mas o ministro do Trabalho deixou claro que a reforma saiu da lista de prioridades e afirmou que em vez de mexer na CLT, o governo prefere tomar medidas mais dirigidas, como o projeto enviado ao Congresso que facilita a formalização de micro e pequenas empresas. De acordo com o presidente da CNI, isso não será suficiente. Segundo Monteiro, os empresários não vão se conformar e tentarão levar o tema para a agenda nacional.
Embora admita que a reforma trabalhista não vai sair agora, Berzoini garantiu estar disposto a insistir na reforma sindical, apesar das resistências das centrais sindicais e do clima pouco favorável no Congresso à votação de medidas polêmicas no próximo ano.
Segundo o ministro, a proposta de emenda constitucional e o projeto que vão alterar a estrutura sindical brasileira estão em fase final de elaboração, com a Casa Civil, e deverão ser enviados ao Congresso ainda este mês. Berzoini pretende fazer da reforma sindical a principal ação do ministério em 2005.
— Se a reforma sindical não for feita nesse governo, terá que acontecer no próximo, independentemente de sermos nós ou não. Quem vai ganhar é a democracia, porque o imposto sindical e as contribuições obrigatórias são uma vergonha — afirmou Berzoini.
A proposta de reforma sindical do governo acaba com essas cobranças, que dariam lugar a uma contribuição vinculada à negociação coletiva. A tarifa, que poderá chegar a 13% do salário mensal do trabalhador, terá que ser aprovada por uma assembléia de trabalhadores. As entidades terão também de comprovar que têm filiados para se beneficiar da chamada unicidade sindical (atualmente, só é permitido um sindicato de determinada categoria em cada cidade).
Apesar de desistir de mexer nos direitos trabalhistas, o governo corre o risco de comprar uma briga feia com os trabalhadores, o que pode inviabilizar a reforma sindical. Com exceção da CUT, todas as centrais sindicais e confederações de trabalhadores se rebelaram, mesmo aquelas que participaram das discussões sobre o tema no Fórum Nacional do Trabalho (FNT), cujos resultados foram concluídos em abril deste ano, e prometem barrar a aprovação das mudanças em 2005.
Entidades sindicais se mobilizam contra portaria
O problema foi criado pelo próprio governo. Depois da entrega do relatório do FNT ao presidente Lula no início deste ano, foi baixada uma portaria proibindo os sindicatos de cobrarem as contribuições confederativas e assistenciais dos trabalhadores não filiados, antes mesmo do envio do projeto ao Congresso que prevê o fim dessas cobranças.
— Fomos traídos. O governo desrespeitou os parceiros que se sentaram à mesa para discutir a reforma sindical no Fórum — disse o vice-presidente da Social Democracia Sindical (SDS), Roberto Santiago.
Um dos rebelados, Paulo Pereira da Silva (Paulinho) da Força Sindical, reclama que o governo atropelou o Fórum.
— Ele criou dificuldades para aprovar a reforma sindical, porque pôs todo mundo com o pé atrás — disse.
Segundo o sindicalista, como o Ministério do Trabalho se recusou a voltar atrás, as centrais sindicais e as confederações de trabalhadores, com apoio dos partidos da oposição, estão tentando anular a medida no Congresso e já contam com a ajuda do presidente do Senado, José Sarney.
Na semana passada, os sindicalistas compareceram em peso à Casa e convenceram o vice-presidente do Senado, Paulo Paim (PT-RS), a apresentar projeto de decreto legislativo para anular a portaria do ministério. O projeto deverá ser discutido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na próxima quarta-feira.
Berzoini alega que não pode voltar atrás, porque a portaria está baseada em uma súmula da Justiça que unifica o entendimento sobre o assunto e é contrário às contribuições. Porém, na avaliação de parlamentares e sindicalistas, o governo cometeu um erro e agora terá de conquistar a confiança dos trabalhadores se quiser aprovar a reforma sindical.
— Os sindicalistas estão irados com o governo. Acho que, diante do ensaio geral, será muito difícil para o governo aprovar a reforma sindical, que precisará de 308 votos neste mandato — previu o líder do PFL no Senado, Agripino Maia (RN)."
(6% DE INFLAÇÃO + 2% DE AUMENTO REAL)
A Fequimfar e seus Sindicatos filiados assinaram a Convenção Coletiva 2004/2005, que estabelece um reajuste de 8% para os trabalhadores do setor químico, plástico, fertilizantes, abrasivos, lápis, tintas e vernizes, cosméticos, entre outro. O destaque esse ano foi o aumento real de 2% para categoria, junto com reposição integral da inflação pelo INPC
ATENÇÃO
Os sindicatos patronais do setor farmacêutico não assinaram o acordo. A Fequimfar e seus Sindicatos filiados estabeleceram um prazo até o dia 12 de novembro (sexta-feira) para que a situação se reverta. Caso contrário será dado início a paralização das empresas do setor (estado de greve no setor farmacêutico)
A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Fequimfar) que representa mais de 100 mil trabalhadores em diversas categorias, e seus 33 Sindicatos concluíram nesta semana as negociações com o setor patronal e assinaram nesta quarta-feira, dia 10 de novembro de 2004, a convenção coletiva 2004/2005. Os trabalhadores conseguiram, além da reposição da inflação pelo INPC, 2% de aumento real mais a manutenção de cláusulas sociais e aumento de 14,2% na PLR (Participação nos Lucros e Resultados). O acordo foi firmado na parte da manhã na sede da Fequimfar (Rua Tamandaré, 120/124, Liberdade – São Paulo). Os sindicatos aprovaram a proposta dos empresários através de uma série de assembléias, realizadas nas últimas duas semanas.
Estão envolvidos nessa Campanha Salarial os seguintes setores: químico, plástico, farmacêutico, abrasivo, tintas e vernizes, petroquímico, lápis, fertilizantes, resinas, cosméticos, entre outros. A Data-base da categoria é 1º de novembro.
“Nesta Campanha Salarial conquistamos um significativo aumento real. É uma conquista, visto que apenas duas vezes nos últimos dez anos conseguimos aumento acima da inflação. Além disso, conseguimos manter todas as cláusulas sociais e um aumento considerável da PLR.”
Danilo Pereira da Silva
Presidente – Fequimfar
Vice-presidente – Força Sindical
"Ao lado do candidato derrotado Paulo Pereira da Silva (PDT), o Paulinho, o candidato a prefeito de São Paulo pelo PSDB, José Serra, prometeu nesta quinta-feira, caso eleito, conceder o passe do desempregado e criar centros de solidariedade ao trabalhador -- ambas propostas de Paulinho no primeiro turno.
"Nós vamos colocar em prática, para aqueles que perdem o emprego, o passe do desempregado", disse o tucano durante ato na porta da fábrica Prada, na zona sul, por volta das 6h de hoje.
No dia 8, Paulinho --presidente licenciado da Força Sindical-- anunciou seu apoio a Serra. O sindicalista foi quinto lugar no primeiro turno da eleição, com 86.549 votos.
Ainda no local, o tucano também prometeu conceder incentivos fiscais para que empresas fiquem em São Paulo. "Vamos jogar toda a nossa experiência e capacidade de luta para mantermos as empresas em São Paulo. Nós precisamos defender esses empregos, dando incentivo de impostos para que permaneçam e procurando diminuir seus custos, diminuir a burocracia, eliminar esse sufoco que existe de impostos e taxas, que na verdade acaba levando os empregos."
Em seguida, o candidato deu entrevista a uma emissora de rádio. À tarde, ele grava programa eleitoral e depois terá encontro com sindicalistas."
Prezados(as) companheiros(as),
Estamos informando os passos e andamento que nossa Central está realizando para garantir ou substituir a Portaria nº 180 da Justiça Federal, em Brasília:
1º - Dia 17 de setembro comunicamos e convocamos todas as Centrais para reunião na Força Sindical para discutir o tema;
2º - Nosso advogado Dr. Ubirajara tenta agendar reunião com o Juiz que suspendeu a Portaria 180, o que não foi possível, pois o mesmo, após suspender a Portaria, entrou de licença;
3º - Nosso jurídico de posse do processo, após suspensão da portaria marcou reunião com as Centrais, onde deliberou-se o seguinte:
a. Reunião com o Sr. Osvaldo Bargas – Secretário de Relações do Trabalho - MTE;
b. Ingresso no processo da 21ª Vara pelas entidades interessadas;
c. Reunião dos advogados para definir o recurso a ser interposto;
d. Levantamento dos outros processos em andamento no Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça;
4º - Dia 30 de setembro, reunião com Sr. Bargas, Secretário de Relações do Trabalho - MTE, que informou só poder discutir soluções futuras, que o assunto em discussão ficará a cargo da Advocacia Geral da União;
5º - Dia 04 de outubro
a. Na reunião dos advogados das Centrais Sindicais foi preparado o agravo de instrumento e deliberado para providencias junto ao Tribunal Regional Federal de Brasília para a próxima quinta-feira, dia 07 de outubro de 2004;
b. Paulo Pereira da Silva e João Carlos Gonçalves (Juruna), estiveram com o Ministro José Dirceu pedindo que o mesmo interviesse em favor dos sindicatos contra a suspensão da Portaria 180.
Observação: Gostaríamos de informar aos companheiros que além de estarmos com todos os nossos advogados trabalhando, em cima dessa Portaria, a próxima reunião do Fórum Nacional do Trabalho – FNT, com as Centrais Sindicais, terá como foco principal a discussão da Portaria 180.
Atenciosamente,
João Carlos Gonçalves (Juruna)
Presidente
Do DIEESE
O aumento no preço do tomate foi determinante para o comportamento do custo do conjunto de gêneros alimentícios essenciais em agosto, segundo apurou o DIEESE – Departamento de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos.
Dentre as dezesseis capitais onde é realizada a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, o único recuo ocorreu em Fortaleza (-3,11%), também a única localidade onde o custo do tomate diminuiu. As maiores elevações foram apuradas em Aracaju (8,52%); Natal (8,27%); Florianópolis (8,07%) e Vitória (7,59%), enquanto as altas menos expressivas verificaram-se em Goiânia (2,35%) e Brasília (2,61%). Em julho, o comportamento altista havia se registrado em seis capitais e, em agosto de 2003, a cesta caiu em quinze cidades, com a maior retração verificada em Recife (-9,30%).
O custo mais elevado para o conjunto de produtos alimentícios de primeira necessidade continuou a ser registrado em Porto Alegre (R$ 189,99). Também merecem destaque os valores verificados em São Paulo (R$ 182,26), Rio de Janeiro (R$ 178,81), Belo Horizonte (R$ 176,21), Florianópolis (R$ 175,64) e Curitiba (R$ 171,95). Os menores custos ocorreram em Fortaleza (R$ 139,70), Salvador (R$ 140,48) e Recife (R$ 147,03).
O custo da cesta de alimentos básicos, na capital paulista, foi de R$ 182,26, em agosto, o que representa uma alta de 4,78% em relação ao mês anterior. Nos oito primeiros meses deste ano, a elevação chega a 10,60%, e em comparação com agosto de 2003, o aumento atinge 15,11%.
Salário mínimo
Com base no custo registrado na capital com a cesta mais cara – em agosto, Porto Alegre – e levando em consideração o dispositivo constitucional que estabelece que o salário mínimo deve suprir as necessidades de uma família com alimentação, educação, moradia, vestuário, higiene, transportes, saúde, lazer e previdência social – o DIEESE estima, mensalmente, o valor que o salário mínimo deveria ter para atender à definição da Constituição.
Em agosto, para fazer frente a este conjunto de despesas, o menor salário pago no país deveria ser de R$ 1.596,11, 6,13 vezes o mínimo vigente. Há um ano, o mínimo necessário de R$ 1.359,03, correspondia a 5,66 vezes o piso então em vigor.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo faz logo mais, às 14 horas, uma manifestação na praça João Mendes, Centro de São Paulo. O deputado federal Luiz Antonio de Medeiros (PL-SP) também participará do ato.
A entidade reivindica os direitos trabalhistas dos ex-funcionários da metalúrgica Santa Olímpia, que abriu falência há 19 anos e ainda não efetuou os devidos pagamentos. Centenas de trabalhadores e sindicalistas devem participar do ato.
O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, divulgou hoje a seguinte nota sobre o crescimento do PIB no primeiro semestre deste ano:
O crescimento do PIB de 4,2% no primeiro semestre desse ano em relação ao mesmo período do ano passado não é tão excepcional assim se a avaliação tomar como base o desempenho fraco de 2003.
Não podemos negar que o resultado é positivo, mas se lembrarmos que ao longo de 2003 o PIB retrocedeu 0,2%, e o primeiro semestre daquele ano foi muito fraco, vamos notar que o desempenho desse semestre de 2004 não é grande coisa.
O desenvolvimento da economia também depende, de estímulos por parte do governo a investimentos privados em infra-estrutura. Parece óbvio que num futuro próximo teremos dificuldades nos obstáculos de infra-estrutura, mas o governo ainda não discutiu abertamente com a sociedade como quebrar essas barreiras. Lá na frente, infelizmente ao que tudo indica, teremos sérios problemas.
João Carlos Gonçalves (Juruna)
Presidente da Força Sindical
Pela primeira vez, na história do bilionário Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT, o orçamento do fundo (para 2005) não foi aprovado pelo conselho tripartite e paritário responsável pela gestão de seus recursos, hoje na ordem de mais de R$ 120 bilhões, e dispêndios previstos de R$ 28 bilhões para o ano que vem.
A pré-proposta de orçamento, preparada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, chegou ao conselho - o Codefat - no último dia do prazo legal, horas antes de ser encaminhado ao Congresso pelo governo, anexado ao orçamento da União. Geralmente a proposta é discutida no Codefat meses antes, com idas e vindas entre os ministérios do Trabalho - que faz a primeira proposta - e do Planejamento, que geralmente o corta. Cabe ao Codefat adequar a proposta e apoiar o MTE quanto à sua proposta, considerada sempre a mais racional.
Os conselheiros consideraram o atraso "um desrespeito". Pior: segundo o conselheiro da Força Sindical, Luiz Fernando Emediato, "o orçamento, no valor de R$ 28 bilhões, chegou com duas propostas extremamente conflitantes. Uma, do Ministério do Trabalho e Emprego, prevendo aplicações de R$ 300 milhões em Qualificação Profissional e R$ 130 milhões no Sistema Nacional de Emprego, o Sine, de atendimento ao trabalhador desempregado de baixa renda. A do Ministério do Planejamento cortava os R$ 300 milhões para R$ 51 milhões, que praticamente inviabiliza a educação profissional para trabalhadores de baixa renda no país, e os R$ 130 milhões para R$ 71 bilhões, absolutamente insuficientes para sequer manter operante as estruturas dos 27 Estados e das quatro centrais sindicais que operam o sistema."
O representante dos secretários estaduais de trabalho no Codefat, padre Roque Zimmerman, deputado do PT, chegou a dizer que muitos estados "iam preferir não receber nada, pois nada poderiam fazer para manter seus serviços funcionando".
Praticamente não houve discordâncias quanto aos demais itens orçamentários, mais de R$ 10 bilhões para pagar o Seguro-desemprego e o Abono Salarial, mais R$ 6,5 bilhões para o BNDES fazer seu funding (dotações obrigatórias e previstas na Constituição".
Irritados, os conselheiros da bancada dos trabalhadores e dos empregadores - pela primeira vez juntos na mesma opinião - perguntaram a respeito do que iam deliberar, já que o governo poderia naquele justo momento estar enviando a proposta - "Qual?", perguntou um dos conselheiros - ao Congresso.
A insegurança e "a arrogância", segundo Emediato, do funcionário do MTE encarregado de apresentar a proposta levou o conselheiro Roberto Nogueira Ferreira, da Confederação Nacional do Comércio - CNC, a se considerar "desrespeitado", no que foi apoiado pelo conselheiro da Força Sindical, que pediu inclusive para fazer constar em ata que o funcionário era "despreparado" para a função, na medida em que chegou a contestar a competência dos conselheiros para deliberarem sobre a questão.
Diante do impasse, chegou-se a pensar em interromper a reunião, até que os representantes do governo, sempre pelo telefone, supostamente, com o ministro Berzoini, apresentavam novos números, como a dizer que o ministro estava conseguindo "sucesso parcial", como disse um dos conselheiros, junto ao colega Guido Mantega.
Foi assim que os recursos para o Sine aumentaram para R$ 94 milhões e os da Qualificação Profissional para R$ 127 milhões, mas sempre extraoficialmente, e sem que os conselheiros pudessem saber de que fontes estariam saindo tais suplementações, pois a informação era de que a soma total dos gastos não obrigatórios (previstos na Constituição) não iria mudar.
Diante da situação cada vez mais tensa - a reunião, iniciada às 10 horas, já durava três horas sem resultado - a bancada dos empregadores, auxiliada pelo conselheiro da Força Sindical, redigiu uma resolução em que se anunciava, pela primeira vez na história, que o Codefat não iria se manifestar, conforme previsto em lei, quanto à proposta de orçamento, por "insuficiência de informações". Os representantes do governo pediram aos conselheiros que incluíssem na resolução uma "moção de apoio" aos esforços do ministro Berzoini para convencer Guido Mantega a ser mais razoável, e eles concordaram.
O conselho estava justamente votando e aprovado esta resolução - o conselheiro Canindé Pegado, da CGT, decidiu votar em separado numa proposta orçamentária que ele mesmo elaborou na hora, mesmo sem ter certeza de que seria considerada - quando chegou ao Conselho, montado pelos técnicos do MTE, novos quadros com novos números, diferentes dos anunciados pelo telefone e dos inicialmente discutidos, e praticamente - no que parecia ser um erro - reduzindo a menos de 25% a dotação prevista inicialmente, pelo próprio ministro Berzoini, para o funcionamento das agências de emprego das centrais sindicais.
Foi o bastante para, diante da confusão, o representante da Força Sindical retirar seu voto de apoio ao ministro Berzoini e da resolução proposta pelos empregadores. Ele preferiu, simbolicamente, aprovar o voto em separado proposto pelo conselheiro da CGT. E, mais uma vez, pediu para fazer constar em ata - apesar dos apelos em contra dos represetantes do governo - "o despreparo e a falta de respeito do sr. subsecretário de Planejamento e Orçamento do Ministério do Trabalho e Emprego, por seus termos e sua incapacidade técnica de apresentar uma proposta orçamentária, em nome do governo".
Na mesma reunião, sem traumas, o Codefat aprovou a liberação de mais de R$ 1 bilhão para o BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal emprestarem para pequenos e micros empresários, agricultores familiares e pequenos fazendeiros.
"Somos hoje o maior funding do BNDES e o maior emprestador do país, via agentes financeiros federais, para os pequenos agricultores e micros e pequenos empresários", considerou o conselheiro da Força Sindical, Luiz Fernando Emediato. "Mas, infelizmente, ao mantermos R$ 13 bilhões aplicados, até junho passado, em fundos extra-mercado, no Banco do Brasil (principalmente em titulos da dívida pública) somos também um dos maiores aplicadores financeiros da América."
Para o orçamentod o FAT para 2005, a proposta do governo prevê mais R$ 8 bilhões "congelados", ou seja, disponíveis em conta para aplicações financeiras.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
A greve iniciada hoje pela manhã no Grupo Itautec Philco, no Tatuapé, vai continuar, pelo menos até amanhã, quando os trabalhadores farão nova ssembléia e esperam receber uma contraproposta de PLR (Participação nos Lucros ou Resultados) satisfatória. A paralisação envolve cerca de 1.100 trabalhadores, que já rejeitaram uma proposta da empresa, por considerá-la irrisória.
A decisão de parar leva em conta o fato de a empresa ter tido um lucro líquido de R$ 10 milhões no ano de 2003 e não ter distribuído nada aos funcionários. No primeiro semestre deste ano, a empresa registrou R$ 14 milhões de lucro e ofereceu 15% do salário nominal a título de PLR. Para quem ganha R$ 1.000, isso equivale a R$ 150. O salário médio na empresa é de R$ 1.500, o que daria R$ 225. Os trabalhadores rejeitaram.
A empresa tem cerca de 4.100 funcionários, a maioria técnicos, sendo que metade desse pessoal presta serviços pelo país. O que for acertado nas negociações vai valer para todos.
A assembléia de amanhã será às 8h, na porta da empresa. A Itautec fica na rua Santa Catarina, nº 1, Tatuapé, zona leste.
Os ferroviários aposentados da Ferrovia Paulista S/A (ex-FEPASA) realizaram esta tarde uma manifestação e lotaram com mais de 600 pessoas o auditório Franco Montoro, na Assembléia Legislativa.
A situação dos ferroviários e de suas 48.000 famílias é dramática:
- não recebem reajuste salarial desde 1999;
- estão aguardando até hoje um abono salarial de R$ 2.400 que data de 1999 e cuja decisão foi do Tribunal Superior do Trabalho;
- as viúvas dos aposentados falecidos vêem todo mês 20% da pensão desaparecer por decisão do Governo Estadual (contrariando decisão judicial em última instância que já proibiu essa cobrança);
- não receberam dois dissídios coletivos (9,44%, em 2002, e 10%, em 2003), além de um acordo coletivo de 8,72% deste ano;
- e aqueles aposentados que foram admitidos entre 1971 e 1974 estão tendo seus salários cortados pelo Governo Estadual.
De acordo com a Lei Estadual 9.343/96, todo ferroviário paulista aposentado tem direito a receber os mesmos reajustes e acordos dos funcionários da ativa. Ou seja, a lei está sendo desrespeitada pelo próprio Governo Estadual.
R$ 250 milhões
De acordo com o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias Paulistas, José Antonio Matias, o Governo Estadual ainda precisa pagar às viúvas passivos no valor de R$ 250 milhões.
"A média de idade do ferroviário aposentado é de 68 anos. Se eles forem exigir seus direitos na Justiça, podem ficar 10 anos esperando. Muitos nem chegarão a essa idade", explica Matias.
O secretário-geral do sindicato explica ainda que essas reivindicações são muito importantes para a família dos ferroviários, "porque muitos podem ajudar seus filhos que estão passando necessidade neste momento difícil por que passa nosso país".
O Sindicato dos Ferroviários da Paulista e Aposentados e Pensionistas fazem manifestação hoje (30 de agosto), das 13h às 16h. O ato acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, Auditório André Franco Montoro, Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Ibirapuera – SP.
O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), estará presente.
A categoria ferroviária, representando aproximadamente 48.000 famílias - aposentados e pensionistas da Ex-Fepasa (Ferrovia Paulista S/A), reivindica a seguinte pauta:
- Reajuste dos proventos de complementação de aposentadoria e pensão Desconto Previdenciário – 11%
- Pensão Integral das viúvas ferroviárias
- Complementação de aposentadoria e pensão aos ferroviários admitidos entre 1.971 e 1.974
A Força Sindical e a Caixa Econômica Federal lançaram uma modalidade de financiamento de material para construção, reforma e ampliação que visa atender o trabalhador de baixa renda.
O trabalhador com renda de no máximo R$ 1.200,00 poderá fazer um financiamento de até R$ 7.000,00, que serão pagos em até 96 meses.
Por enquanto, o atendimento-piloto está aceitando inscrições apenas para moradores da Grande São Paulo. A previsão é que em 15 dias o projeto seja levado para outras regiões do país.
Para atender o trabalhador, a CAIXA abriu um posto na sede da Força Sindical, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Térreo - Liberdade, São Paulo/SP.
A entidade filiada à Força Sindical também tem à disposição um folheto (que pode baixar aqui, em formato PDF) com todas as instruções. Basta imprimir e distribuir aos trabalhadores.
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Confira as condições para fazer o financiamento:
- Documentação Pessoal (RG, CPF, Comprovante de Endereço)
- Documentação do imóvel - IPTU
- Comprovante de rendimentos (3 últimos holerites)
É necessário ainda:
- Não ter restrições cadastrais
- Ter 18 anos completos ou ser emancipado(a)
- Ter renda familiar de no máximo R$ 1.200,00
- E o limite de financiamento é de R$ 7.000,00
O valor financiado é transferido para o vendedor do material, mediante uma apresentação das notas fiscais.
Agora, confira abaixo a taxa de juros (a mais baixa do mercado desta natureza), que varia conforme a renda:
- Para quem tem renda familiar de até R$ 1.000,00
Valor máximo de financiamento: R$ 7.000,00
Valor da prestação para financiamento de R$ 7.000,00: R$ 139,43
Juros: TR + 0,50% a.m.
Prazo: até 96 meses
- Para quem tem renda familiar entre R$ 1.001,00 e R$ 1.200,00
Valor máximo de financiamento: R$ 7.000,00
Valor da prestação para financiamento de R$ 7.000,00: R$ 158,06
Juros: TR + 0,66% a.m.
Prazo: até 96 meses
São cobradas ainda a TAC (Taxa de Abertura de Crédito), de R$ 13,50, e a TAO (Taxa de Acompanhamento Operacional), de R$ 70,00. Estas duas taxas são pagas uma única vez.
Para tirar dúvidas, a CAIXA tem à disposição o telefone 0800-574-2492 ou (11) 3277-4365.
A Força Sindical e a Caixa Econômica Federal assinam hoje, dia 26 de agosto, às 15h, convênio para levar as linhas de financiamento para aquisição de material de construção aos trabalhadores.
Estarão presentes Henrique Carlos Parra Parra, superintendente de Negócios da CAIXA, e João Carlos Gonçalves (Juruna), presidente da Força Sindical.
DATA: 26.08.2004
HORA: 15h00
LOCAL: Prédio-sede da Força Sindical - Palácio do Trabalhador - Rua Galvão Bueno, 782 - 8º andar - São Paulo/SP
O Departamento de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) divulga amanhã (26 de agosto), às 10 horas, o balanço das negociações salariais realizadas no 1º semestre deste ano.
A divulgação será feita simultaneamente em Brasília e em todos os Estados. Em São Paulo, o evento acontece na sede do Dieese estadual, que fica na rua Germaine Bouchard, 339, casa 2, Perdizes, capital.
Em Brasília, o anúncio ocorre no Dieese/DF, na EQS 314/15 -AE.
A Editora Anita Garibaldi lança hoje, às 19h, em coquetel no Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, o livro "A reforma sindical e trabalhista no governo Lula". Organizado por Altamiro Borges, o título contém artigos de sindicalistas, economistas, políticas e especialistas sobre o tema.
O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), assina um dos textos da obra.
Estarão presentes no lançamento o secretário executivo do Ministério do Trabalho e Emprego e coordenador do Fórum Nacional do Trabalho, Osvaldo Bargas; o consultor sindical João Guilherme Vargas Netto; o coordenador nacional da Corrente Sindical Classista, João Batista Lemos; e o presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo.
O coquetel de lançamento acontece logo após o debate "O futuro da estrutura sindical brasileira". O endereço do Sindicato dos Engenheiros é rua Genebra, 25, Bela Vista, na capital paulista.
A Força Sindical e a Caixa Econômica Federal assinam nesta quinta-feira, dia 26 de agosto, às 15h, convênio para levar as linhas de financiamento para aquisição de material de construção aos trabalhadores.
Estarão presentes Henrique Carlos Parra Parra, superintendente de Negócios da CAIXA, e João Carlos Gonçalves (Juruna), presidente da Força Sindical.
DATA: 26.08.2004
HORA: 15h00
LOCAL: Prédio-sede da Força Sindical - Palácio do Trabalhador - Rua Galvão Bueno, 782 - 8º andar - São Paulo/SP
Em reunião nesta manhã, dezenas de sindicalistas de entidades participantes da Campanha Salarial Unificada do 2º Semestre definiram uma pauta de reivindicações conjunta para as 17 categorias envolvidas.
Ficaram estabelecidas duas pautas, uma destinada aos empresários, outra para o governo.
A primeira, com reivindicações voltadas às entidades patronais, traz as seguintes bandeiras de luta:
- Reajuste salarial de 15%
- Redução da jornada de trabalho sem redução de salário
- Participação nos Lucros e Resultados (PLR)
Já a pauta voltada para o governo exige a volta dos cursos de qualificação profissional como forma de enfrentar um dos principais problemas dos trabalhadores em encontrar emprego atualmente; redução dos impostos; e correção da tabela do Imposto de Renda com revisão das alíquotas.
A pauta conjunta será entregue à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), no dia 21 de setembro. Será organizada uma passeata de trabalhadores e sindicalistas para realizar a entrega do documento. A expectativa é reunir 5 mil trabalhadores.
A Força Sindical também está em negociação para que essa manifestação seja feita junto com as demais centrais sindicais. "Os trabalhadores só têm a ganhar com uma manifestação conjunta", argumenta o presidente da Força, João Carlos Gonçalves (Juruna).
Para o Dieese, diversos fatores contribuem para que as conquistas neste semestre sejam boas. Alguns são a queda no número de acordos parcelados no primeiro semestre deste ano em comparação com 2003 (de 29% para 9%), maior concentração de categorias fortes com data-base no segundo semestre, melhoras nas taxas de emprego e rendimento e também maior número de contratações com carteira assinada.
A Força Sindical programou para esta terça-feira uma passeata no centro de São Paulo em protesto às agressões sofridas por moradores de rua. Desde a última quinta-feira, seis morreram e nove ficaram feridos. Eles foram atingidos com pauladas na cabeça.
Os manifestantes deverão sair às 11h30 da sede da Força, na rua Galvão Bueno, na Liberdade, e seguir até o Sindicato Nacional dos Aposentados, na rua do Carmo, centro.
A polícia trabalha com quatro hipóteses para os crimes: briga entre os próprios moradores de rua, ação de um grupo de intolerância [como o que atacou homossexuais na praça da República em 2002], tráfico de drogas e crime encomendado por comerciantes do local.
Um acerto de contas entre traficantes e pequenos vendedores de drogas na cobrança de dívidas é a linha de investigação que recebe uma maior atenção das autoridades da área de segurança.
Leia mais.
A Força Sindical realiza amanhã (terça-feira, 24), às 10 h da manhã, a reunião que definirá a pauta de reivindicação , que deve ser conjunta, para todas as 17 categorias participantes da Campanha Salarial Unificada da Central neste segundo semestre. O encontro acontece no Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical, que fica na rua Galvão Bueno, 782, 8º andar - Liberdade.
A campanha vai reunir cerca de 2,5 milhões de trabalhadores . Entre as categorias participantes, estão: alimentação, brinquedos, cargas próprias, comerciários, desenhistas, gráficos, joalheiros, metalúrgicos, químicos, padeiros, papel e papelão, petroleiros, rurais, telefônicos, têxteis e vestuário.
Após a reunião, a partir das 11h30, centenas de sindicalistas e trabalhadores ligados às entidades filiadas à Força Sindical, farão a
Caminhada Contra a Violência na Cidade de São Paulo, em protesto à intolerância e às agressões aos moradores de rua ocorridas nos últimos dias, totalizando 6 mortos e 9 feridos.
O presidente da Central, João Carlos Gonçalves (Juruna), estará presente.
Os manifestantes sairão da sede da Central e seguirão até o Sindicato Nacional dos Aposentados (na rua do Carmo, 171 – Centro).
A Força Sindical realiza amanhã (terça-feira, 24), às 11h30, a Caminhada Contra a Violência na Cidade de São Paulo, em protesto à intolerância e às agressões aos moradores de rua ocorridas nos últimos dias, totalizando 6 mortos e 9 feridos.
Participam da manifestação centenas de sindicalistas e trabalhadores ligados às entidades filiadas à Força Sindical. O presidente da Central, João Carlos Gonçalves (Juruna), estará presente.
Os manifestantes sairão às 11h30 da sede da Central (rua Galvão Bueno, 782 – Liberdade), logo após a reunião da Campanha Salarial Unificada do 2º Semestre, e seguirão até o Sindicato Nacional dos Aposentados (na rua do Carmo, 171 – Centro).
A Força Sindical manifesta publicamente sua indignação com os ataques aos moradores de rua na região Central de São Paulo, que já fez 6 vítimas fatais e 9 feridos.
Defendemos a intensificação das investigações das polícias civil e militar para que os criminosos sejam logo encontrados e punidos de forma exemplar.
Além de um reforço no policiamente ostensivo da cidade, os governos estadual e municipal deveriam ampliar as políticas sociais voltadas a essa parcela da população, que, sem dúvida, é a mais sofrida e injustiçada. Porque, além de não possuir emprego, é obrigada a viver em condições extremamente precárias e subumanas.
É lamentável que a população da cidade esteja há muito tempo anestesiada à situação deplorável dessas pessoas, que, mesmo nas piores condições, continuam sendo cidadãs como todos nós. Mais lamentável ainda é o fato de até mesmo os nossos governantes terem fechado os olhos para tamanho sofrimento e dor, só se manifestando quando ocorrem fatos hediondos como os atuais.
A sociedade não deve ficar parada, esperando que novos ataques aconteçam para que o governo estadual e a Prefeitura tomem alguma atitude.
Assim, a Força Sindical decidiu realizar a “Caminhada Contra a Violência na Cidade de São Paulo” amanhã (terça-feira, 24).
Dirigentes sindicais e trabalhadores sairão da sede da Força Sindical (rua Galvão Bueno, 782 – Liberdade), às 11h30, logo após a reunião da Campanha Salarial Unificada do 2º Semestre, e seguirão até o Sindicato Nacional dos Aposentados (na rua do Carmo, 171 – Centro).
João Carlos Gonçalves (Juruna)
Presidente da Força Sindical
O candidato do PDT à Prefeitura de São Paulo, Paulinho, é o próximo convidado do "Falando Direto com os Desempregados", que acontece nesta segunda-feira, dia 23 de agosto.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontece toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O evento é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo.
A cada semana, cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho, participam do evento elaborando perguntas, esclarecendo dúvidas. Somado, o público dos debates já superou a marca de 13 mil espectadores.
“Falando Direto com o Trabalhador” já recebeu as presenças dos candidatos Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT), Luiza Erundina (PSB), Paulo Maluf (PP), José Serra (PSDB), Francisco Rossi (PHS), Dirceu Travesso (PSTU) e José Walter Canôas (PCB).
Da Federação dos Químicos do Estado de São Paulo
Nesta sexta-feira, 20 de agosto, a Federação dos Trabalhadores da Indústria Química e Farmacêutica (Fequimfar) e seus 32 sindicatos filiados, que representam aproximadamente 100 mil trabalhadores, após dois dias reunidos em assembléia definiram a pré-pauta de reivindicação a ser entregue aos representantes do setor patronal. As categorias representadas (químicos, plásticos, farmacêuticos, abrasivos, tintas e vernizes, petroquímicos, lápis, fertilizantes, resinas, cosméticos, entre outras), formam uma base com mais de 75 mil trabalhadores em todo o Estado.
Reivindicações
- 15% de reajuste (inflação + aumento real)
- Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais
- PLR (Participação nos Lucros e Resultados)
- Pela igualdade de oportunidades (mulher, negro, deficiente físico, entre outros)
Os sindicatos representados pela Fequimfar realizarão uma série de assembléias em suas bases para informar e aprovar a pré-pauta de reivindicações, que deverá ser entregue aos representantes do setor patronal (grupo CEAG – 10 da FIESP).
A data-base dos trabalhadores do setor químico, que abrange as categorias dos químicos, plásticos, abrasivos, fertilizantes, lápis, tintas e vernizes, entre outros é 1º de novembro.
“Se a economia e o setor industrial estão em franco crescimento, agora é a hora do trabalhador receber a sua parte justa: reposição da inflação do período e aumento real. Estaremos nos mobilizando e realizando diversas manifestações em todo o estado de São Paulo, para que as nossas reivindicações sejam aceitas”, declara Danilo Pereira da Silva, presidente da Fequimfar e vice-presidente da Força Sindical.
NOTA: Comunicamos que o sindicato dos trabalhadores das indústrias químicas e farmacêuticas de Guarantiguetá formalizou a sua filiação à Fequimfar e está participando desta campanha.
A Federação dos Trabalhadores da Indústria Química e Farmacêutica do Estado de São Paulo (Fequimfar) realiza nesta quinta e sexta-feira (19 e 20 de agosto) assembléias para discussão e aprovação da pauta de reivindicação a ser entregue aos representantes do setor patronal. As reuniões acontecem na rua Tamandaré, nº 120/124, Liberdade, São Paulo/SP.
Na quinta-feira (amanhã), o evento começa às 9h30 e segue até 18h15. Na sexta (20 de agosto), ocorre das 8h30 às 12h30.
Lideranças sindicais, economistas, técnicos do DIEESE, representantes do Ministério do Trabalho e Emprego, dirigentes dos 32 sindicatos ligados à Fequimfar e o presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna) participam das assembléias.
A pré-pauta de reivindicações, que será o objeto do debate, inclui: aumento real, reajuste salarial, Participação nos Lucros e Resultados (PLR), redução da jornada de trabalho sem redução de salário, manutenção dos direitos conquistados e igualdade de oportunidades.
“Em dez anos de Real, nossa categoria só conseguiu aumento real em 1995 e 2000”, afirma Danilo Pereira da Silva, presidente da Fequimfar e vice-presidente da Força. Danilo espera que a categoria recupere, com a Campanha Salarial Unificada da Força Sindical, as perdas acumuladas nestes 10 anos de Real.
O setor químico abrange trabalhadores das áreas de químicos, plásticos, abrasivos, fertilizantes, lápis, tintas e vernizes, entre outros, e a data-base da categoria é em novembro.
A plenária realizada esta manhã com dirigentes dos 51 sindicatos de metalúrgicos do Estado de São Paulo filiados à Força Sindical aprovou a pauta de reivindicações que será submetida às assembléias salariais e encaminhada aos sindicatos patronais, bem como uma pauta política ao governo. A campanha envolve cerca de 700 mil trabalhadores com data-base em 1º de novembro.
Pauta aos patrões
- Os trabalhadores pedem 15% de reajuste salarial, já incluído o aumento real;
- Piso salarial de R$ 700;
- Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com vistas à geração de empregos;
- Regulamentação do primeiro emprego, com os trabalhadores ganhando o piso da categoria, e não substituição de um trabalhador mais velho por outro mais novo e com salário menor, além de cláusulas sociais
Pauta ao governo
- A pauta a ser encaminhada ao governo pede: correção da tabela do Imposto de Renda e a revisão das alíquotas de desconto;
- Redução da carga tributária para as empresas que reduzirem a jornada de trabalho;
- Programa de qualificação profissional.
A plenária decidiu também que as assembléias de aprovação da pauta serão realizadas até o dia 14 de setembro pelos sindicatos. A pauta será entregue no dia 21 de setembro com um grande ato em frente à Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), na av. Paulista, 1.313.
Apesar do cenário econômico favorável, o presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), não acredita que as negociações sejam mais fáceis. "Precisamos mobilizar os trabalhadores e pressionar", afirma.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
O Sindicato dos Comerciários de São Paulo convidou os candidatos que estão concorrendo à Prefeitura de São Paulo a participarem de um debate juntamente com os comerciários. O objetivo é conversar com um candidato de cada vez que irão expor seus programas para comandarem a cidade paulistana. Paulo Maluf, do PP, foi o primeiro a aceitar o convite e estará no Sindicato (Rua Formosa, 367 - 4º andar - Centro) no dia 17 de agosto, às 18:00 horas.
Entre outras propostas para a cidade de São Paulo o Sindicato defende o regramento do comércio aos domingos.
"Vamos conversar com cada candidato para que atendam o nosso pedido para que os comerciários tenham direitos específicos para trabalharem nesse dia. Os comerciários terão a oportunidade de conhecer mais de perto o programa de cada candidato e com certeza terão mais informações tornando o voto mais consciente", afirma Ricardo Patah, presidente do sindicato.
Amanhã (17 de agosto), às 10 horas, os 51 sindicatos de metalúrgicos do Estado de São Paulo, filiados à Força Sindical, realizam plenária para definir a data das assembléias de aprovação da pauta de reivindicações, que também será definida amanhã. A campanha vai envolver cerca de 700 mil trabalhadores no Estado. A data-base é 1º de novembro.
A plenária acontece na sede da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, na rua Pará, 66, Higienópolis.
A reunião das entidades faz parte da Campanha Salarial Unificada do 2º Semestre, da qual participam dezenas de entidades de 17 categorias.
O candidato do PCB à Prefeitura de São Paulo, José Walter Canôas, é o próximo convidado do "Falando Direto com os Desempregados", que acontece nesta segunda-feira, dia 16 de agosto. Ele estará ao lado do candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontece toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O evento é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo.
A cada semana, cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho, participam do evento elaborando perguntas, esclarecendo dúvidas. Somado, o público das últimas três edições dos debates já superou a marca de 11 mil espectadores.
“Falando Direto com o Trabalhador” já recebeu as presenças dos candidatos Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT), Luiza Erundina (PSB), Paulo Maluf (PP), José Serra (PSDB), Francisco Rossi (PHS) e Dirceu Travesso (PSTU).
A Força Sindical Alagoas realiza neste sábado, dia 14 de agosto, das 9h às 14h, seu congresso estadual para eleger a nova direção executiva da entidade.
Também serão discutidas no congresso as reformas sindical e trabalhista. O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), e dirigentes da central participarão dos debates.
O Congresso da Força Sindical Alagoas acontece no Palácio do Trabalhador, sede da entidade, que fica em Maceió, na rua Moreira Lima, 629, Centro.
A Força Sindical dá início à Campanha Salarial Unificada do 2º semestre hoje (10 de agosto), com uma assembléia de 51 sindicatos metalúrgicos ligados à Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo.
A reunião dos sindicatos ocorre hoje, às 15h, na sede da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, na rua Pará, 66, Higienópolis.
A campanha vai reunir cerca de 2,5 milhões de trabalhadores de 17 categorias.
Apesar do grande número de categorias, os sindicatos e as federações da Força Sindical têm pelo menos um objetivo em comum: obter um bom percentual de aumento real para os trabalhadores.
As categorias que participam da Campanha Salarial Unificada do 2º Semestre de 2004 são: aeroviários, alimentação, brinquedos, cargas próprias, comerciários, desenhistas, gráficos, joalheiros, metalúrgicos, químicos, padeiros, papel e papelão, petroleiros, rurais, telefônicos, têxteis e vestuário.
A Força Sindical dá início à Campanha Salarial Unificada do 2º semestre no próximo dia 10 de agosto, com uma assembléia de 51 sindicatos metalúrgicos ligados à Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo. A campanha vai reunir cerca de 2,5 milhões de trabalhadores de 17 categorias (veja tabela abaixo).
Apesar do grande número de categorias, os sindicatos e as federações da Força Sindical têm pelo menos um objetivo em comum: obter um bom percentual de aumento real para os trabalhadores.
Os sindicalistas esperam ser beneficiados pela melhora no cenário econômico observada nos últimos levantamentos dos institutos de pesquisa, que apontaram aumento nos índices de emprego e renda. Segundo o presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), as mudanças também abrem espaço para a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. "Em momento de crescimento econômico, a mobilização fica mais fácil", diz.
Algumas entidades filiadas à Força já foram beneficiadas pelas mudanças na economia e pelo aumento da produção industrial.
As categorias que participam da Campanha Salarial Unificada do 2º Semestre de 2004 são: aeroviários, alimentação, brinquedos, cargas próprias, comerciários, desenhistas, gráficos, joalheiros, metalúrgicos, químicos, padeiros, papel e papelão, petroleiros, rurais, telefônicos, têxteis e vestuário.
| Datas Bases | Federações / Sindicatos | Trabs. | Presidentes | Telefone |
Set. Nov. | Fed. Alimentação de | 125.000 | Sr. Melquíades de Araújo | Cel. 9272-8226 / Fone: 3277-4166 |
Out. | Fed. | 670.000 | Sr. | Fone: 3208-6833 |
Out. | Fed. | 58.000 | Sr. Ozano Pereira da Silva | Fone: 227-9466 / fax: 227-9017 |
Nov. | Fed. | 97.000 | Sr. Cláudio Magrão C. Crê | Cel. 9909-5303 / Fone: 3257-5255/ |
Nov. | Fed. | 60.000 | Sr. Danilo Pereira da Silva | Cel. 9942-5453 / Fone: 3277-5216 |
style='font-weight:normal;'>Set. | Sind. Telefônicos SP | 100.000 | Sr. Almir Munhoz | Cel. 9944-1743/ F: 33518899/ Fax:3224-8016 |
Set. Nov. | Sind. | 6.000 | Sr. José Silva | Fone: 208-9847 |
Set. Out. Nov. | Sind. | 19.000 | Sr. Carlão | Fone 3209-1014 |
Set. e Nov. | Sind. | 16.000 | Sr. Geraldo Gonçalves | Fone: 6618-1422 |
Set. | Sind. Comerciários Campinas | 40.000 | Sr. João Batista Luz | Fone (19) 3232-2877/ Fax: 3731-6313 |
Out. e Nov. | Sind. | 40.000 | Fone: 228-4420 | |
Out. | Sind. | 2.000 | Sr. Israel Alves de Oliveira | Fone: 228-0703 / 229-0764 |
Out. | Sind.Comerciários | 26.000 | Arnaldo Azevedo Biloti | (13) 32197161 |
Nov. | Sind. | 11.000 | José Luiz Ribeiro | (19) 3434-9522 fax: 3417-8147 |
Nov. | Sind. | 9.000 | Claudio Moreira Taboada | Fone: 3107-0064/fax:3106-5629 |
Nov. | Sind. | 45.000 | Sr. José Pereira dos Santos | Cel. 9652-1813 / Fone: 6468-8811 |
Nov. | Sind. | 30.000 | Sr. Jorge Nazareno | Cel. 9637-4611 / Fone: 3651-7201 |
Nov. | Sind. | 15.000 | Sr. Cícero Firmino da Silva | Cel. 9149-5831 / Fone: 4979-4611 |
Nov. | Sind. | 250.000 | Sr. Eleno José Bezerra | Cel. 9622-8207 / Fone: 3388-1002/ |
Nov. | Sind. | 13.000 | Sr. Aparecido Inácio da Silva | Cel. 9819-3816 / Fone: 4221-9263 |
Nov. | Sind. | 18.000 | Sr. Sérgio Marques | Cel. |
Out. | Sind. | 90.000 | Sr. Minervino Ferreira | Fone: 4992-1522/ Fax:4992-7866 |
Nov. | Sind. | 40.000 | Sr. Francisco Pereira Souza | Cel. 9986-4848 / F: 3105-7220 / |
Nov. | Sind. | 1.500 | Sra. Ruth Monteiro | Cel. (13) 9704-4862 / F: (13) 3219-8944 |
Dez. | Sind. | 28.000 | Flávio I. W. Souza | Cel. 9945-8849 / Fone: 3106-9122 |
Dez. | Sind. | 400.000 | Sr. Ricardo Patah | Cel. 9985-5802 / Fone: 223-8645/ |
Dez. | Sind. | 20.000 | Sr. Uébio José da Silva | Cel. 9994-6432 / Fone: 5536-4677/ |
Dez. | Sind. | 6.000 | Sra. Maria Auxiliadora | Cel. 99780405/ Fone: 6694-0344/ |
Dez | Sind. | 7.000 | José Aparecido Biazon | Fone: 3224-8366/ fax: 221-5775 |
Sind. | ||||
TOTAL | 2.242.500 |
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Na semana que vem, dirigentes dos 51 sindicatos de metalúrgicos do Estado de São Paulo, filiados à Força Sindical, entre eles o de São Paulo, vão se reunir para definir a data de início da campanha salarial e das assembléias de aprovação da pauta de reivindicações. A campanha vai envolver cerca de 700 mil trabalhadores no Estado. A data-base é 1º de novembro.
A reunião dos sindicatos será realizada na próxima terça-feira, dia 10 - e não dia 12, conforme release anterior-, às 15h, na sede da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, na rua Pará, 66, Higienópolis.
A campanha deste ano terá novidades. As ações de mobilização e de negociações pela reposição salarial, aumento real e benefícios sociais vão ter uma estratégia diferente dos anos anteriores, segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Eleno José Bezerra. “Vamos ter datas limites para a realização das assembléias, para a entrega da pauta aos empresários e para as negociações. Estamos na euforia do crescimento para conquistar aumento real para os trabalhadores”, afirmou.
O candidato do PSTU à Prefeitura de São Paulo, Dirceu Travesso, é o próximo convidado do "Falando Direto com os Desempregados", que acontece nesta segunda-feira, dia 9 de agosto. Ele estará ao lado do candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontece toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O evento é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo.
A cada semana, cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho, participam do evento elaborando perguntas, esclarecendo dúvidas. Somado, o público das últimas três edições dos debates já superou a marca de 9 mil espectadores.
“Falando Direto com o Trabalhador” já recebeu as presenças dos candidatos Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT), Luiza Erundina (PSB), Paulo Maluf (PP), José Serra (PSDB) e Francisco Rossi (PHS).
Do Sindicato dos Comerciários de S. Paulo
O Sindicato dos Comerciários de São Paulo finalmente alcançou êxito no andamento das negociações relativas a liberação antecipada de mais uma parte dos créditos trabalhistas do Mappin, que teve sua falência decretada em 29/07/99. O Juiz Dr. Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, titular da 18ª Vara Cível de São Paulo, proferiu despacho nesta quarta-feira (05/08/04) deferindo o levantamento de metade da indenização de 40% relativa ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e também liberou, com base no artigo 5º da Lei de Introdução ao Código Civil (LICC), a totalidade dos créditos trabalhistas limitados a quantia de 10 mil reais.
Parte da indenização do FGTS ficará limitada ao valor de 10 mil reais sendo que em havendo crédito relativo à indenização superior a esse valor tais casos serão tratados a parte, segundo o que ficar apurado após o levantamento dos créditos acima, conforme a disponibilidade da massa falida que conta hoje com 38 milhões de reais.
Só fará jus a indenização dos 20% quem realmente tiver direito a tal verba, ou seja, aquele que não teve a indenização retirada de seu crédito seja por sentença trabalhista, seja por sentença do próprio juizo falimentar.
Os 5 mil ex-funcionários do Mappin serão beneficiados pela medida que ficará condicionada somente a apuração do valor que cada trabalhador tem a receber da massa falida para transferências dos valores para o Banco do Brasil.
Vale lembrar que parte das verbas incontroversas ou rescisórias (13º salário e férias proporcionais, saldo de salário e aviso prévio) já haviam sido liberadas há três anos mediante idêntico procedimento.
“Os ex-funcionários do Mappin com a intervenção direta do Sindicato junto ao Juiz Beethoven obtiveram mais uma vitória com a liberação antecipada da integralidade dos seus créditos antes do encerramento da falência”, afirma Ricardo Patah, presidente do sindicato.
Do Dieese
Em julho, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica registrou alta no conjunto de gêneros de primeira necessidade, em seis capitais brasileiras: cinco delas do Norte-Nordeste do país, e em Belo Horizonte. As maiores elevações foram verificadas em Recife (7,01%), João Pessoa (5,74%) e Fortaleza (4,08%). O DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos – apurou, ainda, que dentre as dez capitais onde o preço da ração essencial mínima – conforme definida no decreto-lei 399, de 30 de abril de 1938 – caiu destacam-se Vitória (-3,03%), Curitiba (-2,05%) e Rio de Janeiro (-1,40%). Em junho, o DIEESE havia apurado predominância de aumento nos preços, com queda apenas em três localidades do Nordeste. Em julho de 2003, houve redução do custo em todas as cidades.
O maior valor para o conjunto de gêneros alimentícios básicos foi apurado, em julho, em Porto Alegre, onde a cesta básica custou R$ 181,83. Em São Paulo, o preço da cesta era R$ 173,95; em Belo Horizonte, R$ 169,59 e no Rio de Janeiro, R$ 168,53. Os menores valores foram verificados em Salvador (R$ 135,99) e Aracaju (R$ 138,36).
Com base no custo apurado na capital mais cara (em julho, Porto Alegre), e levando em consideração o preceito constitucional que determina que o salário mínimo deve ser suficiente para atender às necessidades do trabalhador e sua família, cobrindo suas despesas com alimentação, moradia, saúde, vestuário, educação, transportes, higiene, lazer e previdência social, o DIEESE estima, mensalmente, o valor do salário mínimo necessário. Em julho, este valor deveria ser de R$ 1.527,56, ou seja, 5,9 vezes o mínimo vigente, mesmo patamar verificado no mês anterior. Há um ano, quando o salário mínimo valia R$ 240,00, o piso necessário correspondia a 5,8 vezes seu valor de então.
Já está disponível o Jornal da Força nº 37.
Para fazer o download, clique aqui ou na coluna à direita.
O candidato do PHS à prefeitura de São Paulo, Francisco Rossi, é o próximo convidado do "Falando Direto com os Desempregados", que acontece nesta segunda-feira, dia 2 de agosto. Ele estará ao lado do candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontece toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O evento é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo.
A cada semana, cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho, participam do evento elaborando perguntas, esclarecendo dúvidas. Somado, o público das últimas três edições dos debates já superou a marca de 7 mil espectadores.
“Falando Direto com o Trabalhador” já recebeu as presenças dos candidatos Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT), Luiza Erundina (PSB), Paulo Maluf (PP) e José Serra (PSDB).
Do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical
Cerca de 500 aposentados que ganharam as ações de revisão da URV na Justiça estarão na sede do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical na quinta-feira(29/07) , às 8h30, para se manifestar se abre ou não mão do excedente de 60 salários-mínimos (R$ 15.600,00), que é o valor
máximo valor das sentenças do Juizado Especial Previdenciário.
Segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, João Batista Inocentini, eles vão também discutir a Medida Provisória 201, editada recentemente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A MP causou grande controvérsia por não incluir no texto o que foi acordado entre as entidades representativas dos aposentados e pensionistas e o governo.
A principal divergência diz respeito aos atrasados que os aposentados têm direito e que ultrapassam o valor de 60 salários mínimos. “Negociamos que não haveria deságio, ou seja, quem tem processo na Justiça e que decidisse aderir ao acordo de adesão receberia o valor total dos atrasados, independente do valor. O governo, porém, limitou o pagamento a R$ 15.600,00, o que está fora do negociado”, informou Inocentini, acrescento: “Nos sentimos traídos pelo Governo”.
Inocentini defende o acordo, embora não o ache excelente. “O acordo discutido entre nós e o governo é razoável, não era o que queríamos. Mas achamos positivo o fato de o governo reconhecer a dívida e pagar os atrasados mensalmente. Faríamos uma distribuição de renda e os aposentados, por um determinado período, receberiam mensalmente até o dobro do benefício real”, enumera o sindicalista.
Veja no Banco de Imagens as fotos do "Falando Direto com os Desempregados" com José Serra (PSDB) e Paulinho (PDT).
O "Falando Direto com os Desempregados" é promovido pela Força Sindical toda segunda-feira, das 5h30 Às 7h. O evento consiste em um debate entre os candidatos a prefeito de São Paulo e os trabalhadores que vêm diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador em busca de emprego.
Clique aqui para ver as fotos.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo tem prontos 600 processos, em nome de trabalhadores e aposentados, para ajuizar no Juizado Especial Cível pedindo a suspensão da cobrança da assinatura mensal da linha telefônica e a devolução dos valores pagos a títulod e assinatura nos últimos cinco anos.
Os processos são de pessoas que procuraram o Sindicato para entrar na Justiça. As pessoas, de qualquer categoria profissional, estão sendo atendidas pelo plantão montado pelo Sindicato para esta finalidade. “Estamos esperando a greve do Poder Judiciário terminar para dar entrada nos processos”, afirma Eleno José Bezerra, presidente do Sindicato.
As ações serão ajuizadas pelo Departamento Jurídico do Sindicato de forma individual. Esta iniciativa tem como base uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deu ganho de causa a uma consumidora paulista (agravo de instrumento nº 496136 - ministro relator Celso de Mello) e abriu o precedente para oss demais.
Para dar entrada no processo é preciso apresentar original e xerox simples do CIC e do RG, das três últimas contas do telefone e do contrato de utilização da linha telefônica, se a pessoa tiver. A taxa para pagamento de custas é de R$ 40. Os associados do Sindicato estão isentos da taxa.
O atendimento está sendo feito na rua Galvão Bueno, 782, 2º andar, sala 212, Liberdade, próximo ao metrô São Joaquim, no horário das 8h às 17h.
Atenção: os veículos que quiserem personagens para a matéria devem entrar em contato com a assessoria de imprensa do sindicato: (11) 3388-1062.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região e a empresa Rolamentos Fag vão assinar um acordo que cria o quarto turno de trabalho na empresa e acaba com as horas extras. A empresa tem cerca de 800 funcionários e está contratando pessoal para o novo turno. Há dez anos o Sindicato não registrava a criação de turnos de trabalho na base. O que se viu, segundo o presidente do Sindicato, Eleno José Bezerra, foi a redução de turnos.
A assinatura do documento está marcada para a próxima segunda-feira, dia 26/7, às 14h, na rua Galvão Bueno, 782 - 14º andar, Liberdade, sede do sindicato.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região e a empresa Rolamentos Fag vão assinar um acordo que cria o quarto turno de trabalho na empresa e acaba com as horas extras. A empresa tem cerca de 800 funcionários e está contratando pessoal para o novo turno. Há dez anos o Sindicato não registrava a criação de turnos de trabalho na base. O que se viu, segundo o presidente do Sindicato, Eleno José Bezerra, foi a redução de turnos.
A assinatura do documento está marcada para a próxima segunda-feira, dia 26/7, às 14h, na rua Galvão Bueno, 782 - 14º andar, Liberdade, sede do sindicato.
O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, é o próximo confirmado do "Falando Direto com os Desempregados", que acontece nesta segunda-feira, dia 26 de julho. Ele estará ao lado do candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontecerá toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O evento é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho devem participar do evento. Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
A cada semana, cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho, participam do evento elaborando perguntas, esclarecendo dúvidas. O público das últimas três edições dos debates, juntos, já superou a marca de 7 mil espectadores.
“Falando Direto com o Trabalhador” já recebeu as presenças dos candidatos Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT); da ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PSB); e também do ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf (PP).
O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, é o próximo confirmado do "Falando Direto com os Desempregados", que acontece nesta segunda-feira, dia 26 de julho. Ele estará ao lado do candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontecerá toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O evento é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho devem participar do evento. Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
A cada semana, cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho, participam do evento elaborando perguntas, esclarecendo dúvidas. O público das últimas três edições dos debates, juntos, já superou a marca de 7 mil espectadores.
“Falando Direto com o Trabalhador” já recebeu as presenças dos candidatos Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT); da ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PSB); e também do ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf (PP).
Amanhã (21 de julho), às 15h30, representantes das centrais sindicais e do Dieese reúnem-se com o ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini.
Todas as entidades integram o comando da "Campanha pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário", que entregará ao ministro o abaixo-assinado de apoio a PEC 393/01. A campanha já conta com mais de 100 mil assinaturas.
O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), e o secretário-geral da Fed. dos Químicos de SP (filiada à Força), Sérgio Luiz Leite, participarão da reunião.
A reunião será no prédio do Ministério do Trabalho e Emprego, Bloco F, 5º andar, sala 500, Brasília (DF).
Veja a seguir quem serão os representantes das entidades.
- FORÇA SINDICAL
João Carlos Gonçalves (Juruna)
Sérgio Luiz Leite
- CAT
Laerte Teixeira da Costa
Francisco Soares de Souza
Walter de Souza Matos Filho
- CGTB
Antônio Fernandes dos Santos Neto
- CGT
Valdo Soares Leite
- CUT
Luiz Marinho
Celso Horta
Elisângela dos Santos Araújo
- DIEESE
Ademir Figueiredo
- SDS
Carlos Donizetti França de Oliveira
Miguel Salaberry Filho
Amanhã (21 de julho), às 15h30, representantes das centrais sindicais e do Dieese reúnem-se com o ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini.
Todas as entidades integram o comando da "Campanha pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário", que entregará ao ministro o abaixo-assinado de apoio a PEC 393/01. A campanha já conta com mais de 100 mil assinaturas.
O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), e o secretário-geral da Fed. dos Químicos de SP (filiada à Força), Sérgio Luiz Leite, participarão da reunião.
A reunião será no prédio do Ministério do Trabalho e Emprego, Bloco F, 5º andar, sala 500, Brasília (DF).
Veja a seguir quem serão os representantes das entidades.
- FORÇA SINDICAL
João Carlos Gonçalves (Juruna)
Sérgio Luiz Leite
- CAT
Laerte Teixeira da Costa
Francisco Soares de Souza
Walter de Souza Matos Filho
- CGTB
Antônio Fernandes dos Santos Neto
- CGT
Valdo Soares Leite
- CUT
Luiz Marinho
Celso Horta
Elisângela dos Santos Araújo
- DIEESE
Ademir Figueiredo
- SDS
Carlos Donizetti França de Oliveira
Miguel Salaberry Filho
O candidato do PP à prefeitura de São Paulo, Paulo Maluf, participará do "Falando Direto com os Desempregados" da próxima segunda-feira, dia 19 de julho. O candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, também confirmou presença.
O evento, que começa às 5h30 e vai até 7h da manhã, é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho devem participar do evento. Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontecerá toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O candidato do PP à prefeitura de São Paulo, Paulo Maluf, participará do "Falando Direto com os Desempregados" da próxima segunda-feira, dia 19 de julho. O candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, também confirmou presença.
O evento, que começa às 5h30 e vai até 7h da manhã, é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho devem participar do evento. Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontecerá toda segunda-feira, até 30 de setembro.
Do Sindicato dos Joalheiros do Estado de São Paulo
Os presidentes dos Sindicatos dos Trabalhadores Joalheiros dos Estados de São Paulo, Flávio de Souza, de Minas Gerais , Wander Lucio dos Santos e do Rio de Janeiro, Antonio Manuel de Farias, deixaram ontem a reunião do Fórum Nacional da Cadeia Produtiva de Gemas e Jóias, realizado em Brasília , por terem sido preteridos na formação da mesa de trabalho.
"Fomos surpreendidos pela escolha de um representante dos trabalhadores, José Aldenir Ribeiro Pereira, ligado a CUT, que sequer conhecemos .Em protesto, apresentamos uma nota de repúdio, abandonamos a reunião e não participaremos mais do Fórum se não formos legitimamente representados. Como os principais Estados do País podem ficar de fora de uma discussão desse porte,cuja cadeia produtiva gera 500 mil empregos diretos e com capacidade para muito mais?", declarou Flávio de Souza.
O evento contou com a participação do ministro do Desenvolvimento,Indústria e Comércio Exterior, Luiz Furlan ,que organizou o evento e da primeira-dama Mariza Gomes da Silva.
Do Sindicato dos Joalheiros do Estado de São Paulo
Os presidentes dos Sindicatos dos Trabalhadores Joalheiros dos Estados de São Paulo, Flávio de Souza, de Minas Gerais , Wander Lucio dos Santos e do Rio de Janeiro, Antonio Manuel de Farias, deixaram ontem a reunião do Fórum Nacional da Cadeia Produtiva de Gemas e Jóias, realizado em Brasília , por terem sido preteridos na formação da mesa de trabalho.
"Fomos surpreendidos pela escolha de um representante dos trabalhadores, José Aldenir Ribeiro Pereira, ligado a CUT, que sequer conhecemos .Em protesto, apresentamos uma nota de repúdio, abandonamos a reunião e não participaremos mais do Fórum se não formos legitimamente representados. Como os principais Estados do País podem ficar de fora de uma discussão desse porte,cuja cadeia produtiva gera 500 mil empregos diretos e com capacidade para muito mais?", declarou Flávio de Souza.
O evento contou com a participação do ministro do Desenvolvimento,Indústria e Comércio Exterior, Luiz Furlan ,que organizou o evento e da primeira-dama Mariza Gomes da Silva.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo para se adaptar as novas regras do sindicalismo mediante a Reforma Sindical está contratando a Trevisan Consultores. O objetivo é realizar um programa de ação em todos os níveis de atuação no sindicato, principalmente, nas áreas administrativa e tecnológica. O trabalho terá início no dia 1º de agosto com duração de seis meses.
“Esse estudo ocorrerá de forma transparente e dessa maneira poderemos implantar no sindicato metodologias as quais irão beneficiar os serviços prestados aos comerciários. Além disso, o sindicato sai na frente para atender as exigências da reforma sindical”, afirma Ricardo Patah, presidente da entidade.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo para se adaptar as novas regras do sindicalismo mediante a Reforma Sindical está contratando a Trevisan Consultores. O objetivo é realizar um programa de ação em todos os níveis de atuação no sindicato, principalmente, nas áreas administrativa e tecnológica. O trabalho terá início no dia 1º de agosto com duração de seis meses.
“Esse estudo ocorrerá de forma transparente e dessa maneira poderemos implantar no sindicato metodologias as quais irão beneficiar os serviços prestados aos comerciários. Além disso, o sindicato sai na frente para atender as exigências da reforma sindical”, afirma Ricardo Patah, presidente da entidade.
Companheiros de diversas entidades sindicais ligadas à Força em todo o Brasil começam nesta semana uma experiência nova no sindicalismo. A OIT – Organização Internacional do Trabalho – está promovendo no mundo todo um curso intitulado “O Ciclo de Trabalho e a Saúde”. A diferença dos cursos tradicionais é que este é feito à distância, por meio da tecnologia (internet e CD Rom).
Com isso, os dirigentes sindicais que participarem estarão capacitados a tratar do tema saúde no trabalho segundo as mais recente diretrizes da OIT. E trocar as experiências locais com companheiros do mundo inteiro.
“Boa parte de nossas lutas são lutas dos trabalhadores de todo o mundo”, afirma Rubens Romano, secretário Internacional da Força. “A tecnologia nos aproxima, e une as bandeiras dos trabalhadores em uma só bandeira”, completa.
Companheiros de diversas entidades sindicais ligadas à Força em todo o Brasil começam nesta semana uma experiência nova no sindicalismo. A OIT – Organização Internacional do Trabalho – está promovendo no mundo todo um curso intitulado “O Ciclo de Trabalho e a Saúde”. A diferença dos cursos tradicionais é que este é feito à distância, por meio da tecnologia (internet e CD Rom).
Com isso, os dirigentes sindicais que participarem estarão capacitados a tratar do tema saúde no trabalho segundo as mais recente diretrizes da OIT. E trocar as experiências locais com companheiros do mundo inteiro.
“Boa parte de nossas lutas são lutas dos trabalhadores de todo o mundo”, afirma Rubens Romano, secretário Internacional da Força. “A tecnologia nos aproxima, e une as bandeiras dos trabalhadores em uma só bandeira”, completa.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Departamento Jurídico do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo atendeu hoje 54 pessoas, entre trabalhadores e aposentados, interessadas em abrir processo contra a Telefônica para pedir a suspensão da cobrança da assinatura mensal da linha telefônica e a devolução dos valores pagos a título de assinatura nos últimos cinco anos.
Do total de 54 atendidos, 44 fizeram o protocolo para entrar com a ação e 10 vieram em busca de informações. O departamento também atendeu dezenas de pessoas por telefone. Hoje foi o segundo dia de atendimento para cadastro dos interessados.
Os processos a serem ajuizados pelo Sindicato serão individuais e protocolados no Juizado Especial Cível. Esta iniciativa do Sindicato tem como base uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deu ganho de causa a uma consumidora (agravo de instrumento nº 496136 - ministro relator Celso de Mello) e abriu o precedente para os demais.
De acordo com o Departamento Jurídico, muitas pessoas buscaram informações sobre a documentação necessária. Para dar entrada no processo é preciso apresentar xerox simples do CIC e do RG, das três últimas contas do telefone e do contrato de utilização da linha, se a pessoa tiver. A taxa para pagamento de custas é de R$ 40. Os associados do Sindicato estão isentos da taxa.
O atendimento aos interessados em entrar com a ação está sendo feito na rua Galvão Bueno, 782, 2º andar, sala 212, Liberdade, próximo ao metrô São Joaquim. Horário: das 8h às 17h.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Departamento Jurídico do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo atendeu hoje 54 pessoas, entre trabalhadores e aposentados, interessadas em abrir processo contra a Telefônica para pedir a suspensão da cobrança da assinatura mensal da linha telefônica e a devolução dos valores pagos a título de assinatura nos últimos cinco anos.
Do total de 54 atendidos, 44 fizeram o protocolo para entrar com a ação e 10 vieram em busca de informações. O departamento também atendeu dezenas de pessoas por telefone. Hoje foi o segundo dia de atendimento para cadastro dos interessados.
Os processos a serem ajuizados pelo Sindicato serão individuais e protocolados no Juizado Especial Cível. Esta iniciativa do Sindicato tem como base uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deu ganho de causa a uma consumidora (agravo de instrumento nº 496136 - ministro relator Celso de Mello) e abriu o precedente para os demais.
De acordo com o Departamento Jurídico, muitas pessoas buscaram informações sobre a documentação necessária. Para dar entrada no processo é preciso apresentar xerox simples do CIC e do RG, das três últimas contas do telefone e do contrato de utilização da linha, se a pessoa tiver. A taxa para pagamento de custas é de R$ 40. Os associados do Sindicato estão isentos da taxa.
O atendimento aos interessados em entrar com a ação está sendo feito na rua Galvão Bueno, 782, 2º andar, sala 212, Liberdade, próximo ao metrô São Joaquim. Horário: das 8h às 17h.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Departamento Jurídico do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo cadastrou ontem 30 pessoas, entre trabalhadores e aposentados, interessadas em abrir processo contra a Telefônica. Nas ações, que serão individuais, o Sindicato vai pedir a suspensão da cobrança da assinatura mensal da linha telefônica e a devolução dos valores pagos pelos consumidores nos últimos cinco anos. Foi o primeiro dia de atendimento para cadastro dos interessados e encaminhamento das ações.
Os processos serão protocolados no Juizado Especial Cível. “A partir da entrada na Justiça, essas ações tendem a ser mais ágeis, por se tratar de um tribunal de pequenas causas. A liminar deve ser concedida em 15 dias. Já a sentença definitiva pode sair em seis meses”, afirma Renato Custódio, advogado do Sindicato.
O atendimento aos interessados em entrar com a ação está sendo feito na rua Galvão Bueno, 782, 2º andar, Liberdade, próximo ao metrô São Joaquim. Para dar entrada no processo é preciso apresentar cópias do CIC e do RG, das três últimas contas de telefone e do contrato de utilização da linha, se a pessoa tiver.
A iniciativa do Sindicato tem como base uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deu ganho de causa a uma consumidora (agravo de instrumento nº 496.136 - ministro relator Celso de Mello) e abriu o precedente.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Departamento Jurídico do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo cadastrou ontem 30 pessoas, entre trabalhadores e aposentados, interessadas em abrir processo contra a Telefônica. Nas ações, que serão individuais, o Sindicato vai pedir a suspensão da cobrança da assinatura mensal da linha telefônica e a devolução dos valores pagos pelos consumidores nos últimos cinco anos. Foi o primeiro dia de atendimento para cadastro dos interessados e encaminhamento das ações.
Os processos serão protocolados no Juizado Especial Cível. “A partir da entrada na Justiça, essas ações tendem a ser mais ágeis, por se tratar de um tribunal de pequenas causas. A liminar deve ser concedida em 15 dias. Já a sentença definitiva pode sair em seis meses”, afirma Renato Custódio, advogado do Sindicato.
O atendimento aos interessados em entrar com a ação está sendo feito na rua Galvão Bueno, 782, 2º andar, Liberdade, próximo ao metrô São Joaquim. Para dar entrada no processo é preciso apresentar cópias do CIC e do RG, das três últimas contas de telefone e do contrato de utilização da linha, se a pessoa tiver.
A iniciativa do Sindicato tem como base uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deu ganho de causa a uma consumidora (agravo de instrumento nº 496.136 - ministro relator Celso de Mello) e abriu o precedente.
A candidata do PSB à prefeitura de São Paulo, Luiza Erundina, confirmou participação no "Falando Direto com os Desempregados" de amanhã, dia 12 de julho (segunda-feira). O candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, também confirmou presença.
O evento, que começa às 5h30 e vai até 7h da manhã, é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho devem participar do evento.
Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontecerá toda segunda-feira, até 30 de setembro.
A candidata do PSB à prefeitura de São Paulo, Luiza Erundina, confirmou participação no "Falando Direto com os Desempregados" de amanhã, dia 12 de julho (segunda-feira). O candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, também confirmou presença.
O evento, que começa às 5h30 e vai até 7h da manhã, é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho devem participar do evento.
Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontecerá toda segunda-feira, até 30 de setembro.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo vai parar por algumas horas na próxima segunda-feira, dia 12/7, três empresas fabricantes de eletrodomésticos. Será um protesto à ameaça de demissões no setor provocada pelas restrições impostas pelo governo argentino a produtos brasileiros. As paralisações vão começar às 5h30 na BSH Continental (av. Henry Ford, 131, Parque da Mooca, zona leste); 7h na CCE (av. Otaviano Alves de Lima, 2.724, bairro do Limão, zona norte); e 14h na Multibras (rua Olímpia Semeraro, 675, Jd. Santa Emília).
O presidente do Sindicato, Eleno José Bezerra, estará em todas as manifestações. “Não vamos aceitar demissões em massa por causa dessa situação. O corte de funcionários não pode ser a primeira medida a ser adotada pelas empresas. Se há problemas temos que tentar resolver de outra maneira. Os trabalhadores não podem ser mais penalizados do que já são. Cabe ao governo federal, também, buscar soluções para preservar os empregos e evitar o aumento do desemprego. Este deve ser um compromisso de honra do governo”, afirma Eleno.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo vai parar por algumas horas na próxima segunda-feira, dia 12/7, três empresas fabricantes de eletrodomésticos. Será um protesto à ameaça de demissões no setor provocada pelas restrições impostas pelo governo argentino a produtos brasileiros. As paralisações vão começar às 5h30 na BSH Continental (av. Henry Ford, 131, Parque da Mooca, zona leste); 7h na CCE (av. Otaviano Alves de Lima, 2.724, bairro do Limão, zona norte); e 14h na Multibras (rua Olímpia Semeraro, 675, Jd. Santa Emília).
O presidente do Sindicato, Eleno José Bezerra, estará em todas as manifestações. “Não vamos aceitar demissões em massa por causa dessa situação. O corte de funcionários não pode ser a primeira medida a ser adotada pelas empresas. Se há problemas temos que tentar resolver de outra maneira. Os trabalhadores não podem ser mais penalizados do que já são. Cabe ao governo federal, também, buscar soluções para preservar os empregos e evitar o aumento do desemprego. Este deve ser um compromisso de honra do governo”, afirma Eleno.
A candidata do PSB à prefeitura de São Paulo, Luiza Erundina, confirmou participação no "Falando Direto com os Desempregados" da próxima segunda-feira, dia 12 de julho. O candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, também confirmou presença.
O evento, que começa às 5h30 e vai até 7h da manhã, é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho devem participar do evento.
Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontecerá toda segunda-feira, até 30 de setembro.
A candidata do PSB à prefeitura de São Paulo, Luiza Erundina, confirmou participação no "Falando Direto com os Desempregados" da próxima segunda-feira, dia 12 de julho. O candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, também confirmou presença.
O evento, que começa às 5h30 e vai até 7h da manhã, é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho devem participar do evento.
Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontecerá toda segunda-feira, até 30 de setembro.
A Força Sindical e a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), filiada à central, vão se reunir para discutir a Reforma Sindical nos dias 08 (a partir das 14h) e 09 de julho (até às 12h).
O evento acontece no hotel Dom Ricardo, situado na avenida Rocha Pombo, nº2.400, São José dos Pinhas – Paraná.
O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, já confirmou presença. “Entre as pautas de discussão, vamos debater como deverá ser a estrutura dos sindicatos por setor para as negociações do contrato coletivo de trabalho”, disse o sindicalista.
A CNTM representa 140 sindicatos e tem uma base superior a 900 mil trabalhadores.
A Força Sindical e a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), filiada à central, vão se reunir para discutir a Reforma Sindical nos dias 08 (a partir das 14h) e 09 de julho (até às 12h).
O evento acontece no hotel Dom Ricardo, situado na avenida Rocha Pombo, nº2.400, São José dos Pinhas – Paraná.
O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, já confirmou presença. “Entre as pautas de discussão, vamos debater como deverá ser a estrutura dos sindicatos por setor para as negociações do contrato coletivo de trabalho”, disse o sindicalista.
A CNTM representa 140 sindicatos e tem uma base superior a 900 mil trabalhadores.
O Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST) da Força Sindical vai mudar o horário de atendimento aos trabalhadores. A partir da próxima segunda-feira, dia 12 de julho, ele será das 7h às 16h.
A alteração no horário é válida para os setores de atendimento (onde os trabalhadores são entrevistados e tentam encontrar uma oportunidade de trabalho) e de seguro-desemprego (onde é dada a entrada no benefício) do posto da Liberdade (rua Galvão Bueno, 782, 1º subsolo).
O objetivo da medida é beneficiar os mais de 3.000 trabalhadores que se cadastram diariamente no Centro de Solidariedade. Deste total, a maioria (cerca de 1.500) chega ao CST entre 5h e 7h.
"Muitos trabalhadores chegam muito cedo ao Centro de Solidariedade para serem atendidos mais cedo", conta João Carlos Gonçalves (Juruna), presidente da Força Sindical. "O problema é que eles ficavam muito tempo esperando a abertura do Centro. Antecipar o atendimento em uma hora vai amenizar o problema."
O setor administrativo e o departamento de telemarketing (que faz a captação de vagas) continuará funcionando no horário atual, das 8h às 17h.
Só no mês de junho deste ano, em média, 400 pessoas por dia conseguiram uma nova oportunidade de trabalho no CST.
Sobre o Centro de Solidariedade
ao Trabalhador da Força Sindical
Inaugurado em julho de 1998, o CST é fruto de uma parceria entre a Força Sindical, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
O CST conta atualmente com 5 postos de atendimento em SP – em São Paulo (bairros da Liberdade e Santo Amaro), Santo André, Osasco, Guarulhos e Diadema. Existem ainda dois outros postos, em Recife (PE) e Camaçari (BA).
O Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST) da Força Sindical vai mudar o horário de atendimento aos trabalhadores. A partir da próxima segunda-feira, dia 12 de julho, ele será das 7h às 16h.
A alteração no horário é válida para os setores de atendimento (onde os trabalhadores são entrevistados e tentam encontrar uma oportunidade de trabalho) e de seguro-desemprego (onde é dada a entrada no benefício) do posto da Liberdade (rua Galvão Bueno, 782, 1º subsolo).
O objetivo da medida é beneficiar os mais de 3.000 trabalhadores que se cadastram diariamente no Centro de Solidariedade. Deste total, a maioria (cerca de 1.500) chega ao CST entre 5h e 7h.
"Muitos trabalhadores chegam muito cedo ao Centro de Solidariedade para serem atendidos mais cedo", conta João Carlos Gonçalves (Juruna), presidente da Força Sindical. "O problema é que eles ficavam muito tempo esperando a abertura do Centro. Antecipar o atendimento em uma hora vai amenizar o problema."
O setor administrativo e o departamento de telemarketing (que faz a captação de vagas) continuará funcionando no horário atual, das 8h às 17h.
Só no mês de junho deste ano, em média, 400 pessoas por dia conseguiram uma nova oportunidade de trabalho no CST.
Sobre o Centro de Solidariedade
ao Trabalhador da Força Sindical
Inaugurado em julho de 1998, o CST é fruto de uma parceria entre a Força Sindical, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
O CST conta atualmente com 5 postos de atendimento em SP – em São Paulo (bairros da Liberdade e Santo Amaro), Santo André, Osasco, Guarulhos e Diadema. Existem ainda dois outros postos, em Recife (PE) e Camaçari (BA).
Do dia 1º de janeiro até o final do mês de junho deste ano, a Força Sindical já contabiliza 50 novas filiações em 10 Estados. A Central possui, no total, mais de 1.300 entidades - entre sindicatos, federações, confederações e associações.
O Estado que mais computou filiações foi São Paulo, com 22 entidades e mais 316.587 trabalhadores na base. Em segundo, vem o Rio Grande do Sul, com 10 entidades e 22.050 trabalhadores representados.
Em número de trabalhadores, no entanto, o Mato Grosso vem logo depois de São Paulo, com 40.500 (e 8 entidades).
Os novos filiados estão distribuídos entre Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Pernambuco, além de SP, MS e RS. Atualmente, a Força Sindical possui mais de 7,3 milhões de trabalhadores na base.
Do dia 1º de janeiro até o final do mês de junho deste ano, a Força Sindical já contabiliza 50 novas filiações em 10 Estados. A Central possui, no total, mais de 1.300 entidades - entre sindicatos, federações, confederações e associações.
O Estado que mais computou filiações foi São Paulo, com 22 entidades e mais 316.587 trabalhadores na base. Em segundo, vem o Rio Grande do Sul, com 10 entidades e 22.050 trabalhadores representados.
Em número de trabalhadores, no entanto, o Mato Grosso vem logo depois de São Paulo, com 40.500 (e 8 entidades).
Os novos filiados estão distribuídos entre Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Pernambuco, além de SP, MS e RS. Atualmente, a Força Sindical possui mais de 7,3 milhões de trabalhadores na base.
A Força Sindical promove, na próxima segunda-feira (12/07), o segundo dia de debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo.
Batizado de "Falando Direto com os Desempregados", o evento acontece das
5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. Todos os candidatos foram convidados.
A série de encontros entre os candidatos acontece toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O objetivo é falar com um público de cerca de 1.500 desempregados que diariamente lotam as filas de atendimento do Centro de Solidariedade ao Trabalhador. Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
A Força Sindical promove, na próxima segunda-feira (12/07), o segundo dia de debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo.
Batizado de "Falando Direto com os Desempregados", o evento acontece das
5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. Todos os candidatos foram convidados.
A série de encontros entre os candidatos acontece toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O objetivo é falar com um público de cerca de 1.500 desempregados que diariamente lotam as filas de atendimento do Centro de Solidariedade ao Trabalhador. Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região vai, a partir do dia 12/07/2003 (segunda-feira), colocar à disposição dos trabalhadores, sócios ou não da entidade, o seu Departamento Jurídico, para cadastrar quem desejar entrar com ação na Justiça contra as empresas de Telefonia para deixarem de pagar, daqui para a frente, a assinatura dos seus telefones fixos. A ação também vai pedir o ressarcimento dos valores pagos a título de assinatura dos últimos 5 (cinco) anos.
“Esta nossa iniciativa deve-se ao fato de a obrigatoriedade do pagamento da assinatura nas contas mensais ter sido considerada inconstitucional pelo STJ - Superior Tribunal de Justiça, que entendeu, assim como nós também entendemos, que já pagamos um valor elevado pelo uso do telefone, e não podemos ficar pagando também pela assinatura, ou seja, apenas pelo fato de a linha estar no nosso nome”, esclarece ELENO JOSÉ BEZERRA, presidente do Sindicato.
Os interessados em entrar na ação deverão comparecer na Sede do Sindicato, rua Galvão Bueno, 782, 7º andar - Departamento Jurídico, no bairro da Liberdade, à partir do dia 12/07, às 8:00 horas, munidos dos seguintes documentos e suas cópias xérox simples: RG, CPF e as 3 (três últimas contas
telefônicas).
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região vai, a partir do dia 12/07/2003 (segunda-feira), colocar à disposição dos trabalhadores, sócios ou não da entidade, o seu Departamento Jurídico, para cadastrar quem desejar entrar com ação na Justiça contra as empresas de Telefonia para deixarem de pagar, daqui para a frente, a assinatura dos seus telefones fixos. A ação também vai pedir o ressarcimento dos valores pagos a título de assinatura dos últimos 5 (cinco) anos.
“Esta nossa iniciativa deve-se ao fato de a obrigatoriedade do pagamento da assinatura nas contas mensais ter sido considerada inconstitucional pelo STJ - Superior Tribunal de Justiça, que entendeu, assim como nós também entendemos, que já pagamos um valor elevado pelo uso do telefone, e não podemos ficar pagando também pela assinatura, ou seja, apenas pelo fato de a linha estar no nosso nome”, esclarece ELENO JOSÉ BEZERRA, presidente do Sindicato.
Os interessados em entrar na ação deverão comparecer na Sede do Sindicato, rua Galvão Bueno, 782, 7º andar - Departamento Jurídico, no bairro da Liberdade, à partir do dia 12/07, às 8:00 horas, munidos dos seguintes documentos e suas cópias xérox simples: RG, CPF e as 3 (três últimas contas
telefônicas).
A Força Sindical promove nesta terça-feira (06/07) um debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. O evento, batizado de "Falando Direto com os Desempregados", acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. Todos os candidatos foram convidados.
O objetivo é falar com um público de cerca de 1.500 desempregados que diariamente lotam as filas de atendimento do Centro de Solidariedade ao Trabalhador. Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
Este será o primeiro encontro de uma série que a Força Sindical pretende fazer toda segunda-feira, entre os dias 12 de julho até 30 de setembro.
"A iniciativa é mais uma oportunidade de o trabalhador conhecer as propostas dos candidatos, avaliá-las e, com isso, refletir sobre seu voto", analisa o presidente interino da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna.
A Força Sindical promove nesta terça-feira (06/07) um debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. O evento, batizado de "Falando Direto com os Desempregados", acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. Todos os candidatos foram convidados.
O objetivo é falar com um público de cerca de 1.500 desempregados que diariamente lotam as filas de atendimento do Centro de Solidariedade ao Trabalhador. Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
Este será o primeiro encontro de uma série que a Força Sindical pretende fazer toda segunda-feira, entre os dias 12 de julho até 30 de setembro.
"A iniciativa é mais uma oportunidade de o trabalhador conhecer as propostas dos candidatos, avaliá-las e, com isso, refletir sobre seu voto", analisa o presidente interino da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna.
Na mesma década em que vimos diminuir a próximo de zero os índices de inflação vimos também estourarem os números da desigualdade social.
O emprego foi o grande perdedor da década. Apenas entre 1995 e 2002, cerca de 2,6 milhões de vagas foram fechadas. Para reabsover essas pessoas, os economistas prevêem que serão necessários seis anos e meio de crescimento do PIB a uma taxa média de 3,5%, bem abaixo da média da década. De 94 a 97, o desemprego estava na faixa de 5%, subiu para 7,6% em 98 ficou assim até 2002, segundo o IBGE. A partir de 2003, a taxa chegou aos 12%.
O rendimento médio mensal real do trabalhador (R$ 547) era um dos mais baixos do mundo no início do Real. Em 2002, o rendimento médio era R$ 636, que além de mantê-lo entre os piores do mundo, ainda equivale a uma queda de rendimento real se considerarmos a inflação. em São Paulo, foi de 33%
No começo do Real, os 50% mais pobres ficaram com 13,3% do total de rendimentos do país, enquanto o 1% mais rico detinha 13,4%. Em 2002, esses percentuais foram de 14,4% e de 13,5%, respectivamente, mostrando que o quadro de desigualdade não variou.
Do outro lado, os vencedores foram os bancos. Enquanto o setor produtivo elevou o lucro em 135% na década, o lucro bancário ficou em 1.039%.
Na mesma década em que vimos diminuir a próximo de zero os índices de inflação vimos também estourarem os números da desigualdade social.
O emprego foi o grande perdedor da década. Apenas entre 1995 e 2002, cerca de 2,6 milhões de vagas foram fechadas. Para reabsover essas pessoas, os economistas prevêem que serão necessários seis anos e meio de crescimento do PIB a uma taxa média de 3,5%, bem abaixo da média da década. De 94 a 97, o desemprego estava na faixa de 5%, subiu para 7,6% em 98 ficou assim até 2002, segundo o IBGE. A partir de 2003, a taxa chegou aos 12%.
O rendimento médio mensal real do trabalhador (R$ 547) era um dos mais baixos do mundo no início do Real. Em 2002, o rendimento médio era R$ 636, que além de mantê-lo entre os piores do mundo, ainda equivale a uma queda de rendimento real se considerarmos a inflação. em São Paulo, foi de 33%
No começo do Real, os 50% mais pobres ficaram com 13,3% do total de rendimentos do país, enquanto o 1% mais rico detinha 13,4%. Em 2002, esses percentuais foram de 14,4% e de 13,5%, respectivamente, mostrando que o quadro de desigualdade não variou.
Do outro lado, os vencedores foram os bancos. Enquanto o setor produtivo elevou o lucro em 135% na década, o lucro bancário ficou em 1.039%.
Plano Real vence a inflação, mas não a desigualdade. Com esse título uma reportagem da Folha de S. Paulo de domingo sintetizou a última década da economia brasileira.
No próximo 1º de julho fará dez anos que a nova moeda foi lançada. Sua pretensão inicial era combater a inflação. E conseguiu. Entre 1994 e 2004, a inflação medida em São Paulo atingiu 143%. Na década anterior ao real, ficou em 200.160.601.286,84%.
No entanto, vencer a inflação teria de ser apenas uma maneira de vencer os nossos maiores males: a desigualdade e a injustiça social. O Plano Real cumpriu os meios mas não os fins. Na última década, o desemprego atingiu níveis recordes, a renda do trabalhador caiu, o fosso social entre ricos e pobres aumentou (ver matéria abaixo). Se considerarmos o crescimento que o Brasil teve nesses dez anos, esses péssimos indicadores sociais não são nenhuma surpresa: o país deve encerrar 2004 com um histórico de dez anos seguidos de expansão anual abaixo da média dos outros emergentes.
Plano Real vence a inflação, mas não a desigualdade. Com esse título uma reportagem da Folha de S. Paulo de domingo sintetizou a última década da economia brasileira.
No próximo 1º de julho fará dez anos que a nova moeda foi lançada. Sua pretensão inicial era combater a inflação. E conseguiu. Entre 1994 e 2004, a inflação medida em São Paulo atingiu 143%. Na década anterior ao real, ficou em 200.160.601.286,84%.
No entanto, vencer a inflação teria de ser apenas uma maneira de vencer os nossos maiores males: a desigualdade e a injustiça social. O Plano Real cumpriu os meios mas não os fins. Na última década, o desemprego atingiu níveis recordes, a renda do trabalhador caiu, o fosso social entre ricos e pobres aumentou (ver matéria abaixo). Se considerarmos o crescimento que o Brasil teve nesses dez anos, esses péssimos indicadores sociais não são nenhuma surpresa: o país deve encerrar 2004 com um histórico de dez anos seguidos de expansão anual abaixo da média dos outros emergentes.
Para saber como cada um dos deputados federais votou hoje a questão do salário mínimo, acesse o site da Câmara dos Deputados:
http://www.camara.gov.br/internet/plenario/result/votacao/lv2201.htm
Os votos se referem à aprovação ou não do salário mínimo de R$ 275.
Como a maioria dos deputados votou contra o valor, irá para sanção presidencial o mínimo de R$ 260, defendido pelo governo Lula.
Para saber como cada um dos deputados federais votou hoje a questão do salário mínimo, acesse o site da Câmara dos Deputados:
http://www.camara.gov.br/internet/plenario/result/votacao/lv2201.htm
Os votos se referem à aprovação ou não do salário mínimo de R$ 275.
Como a maioria dos deputados votou contra o valor, irá para sanção presidencial o mínimo de R$ 260, defendido pelo governo Lula.
Começou por volta das 10h30, no plenário da Câmara dos Deputados, a discussão do substitutivo da medida provisória do salário mínimo. O deputado Rodrigo Maia (PFL-RJ), relator da proposta, apresenta o seu parecer na tribuna. No plenário, naquele horário, havia 317 deputados – bem mais que o quórum mínimo exigido, de 257 deputados. .
O líder do governo na Câmara, Professor Luizinho, afirmou que a previsão é de 340 a 350 parlamentares presentes. Segundo ele, os líderes estavam fazendo uma última checagem no número de deputados presentes no prédio.
O presidente da Câmara, João Paulo Cunha, determinou a suspensão de todos os trabalhos das comissões na Casa para que os deputados estejam no plenário.
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Começou por volta das 10h30, no plenário da Câmara dos Deputados, a discussão do substitutivo da medida provisória do salário mínimo. O deputado Rodrigo Maia (PFL-RJ), relator da proposta, apresenta o seu parecer na tribuna. No plenário, naquele horário, havia 317 deputados – bem mais que o quórum mínimo exigido, de 257 deputados. .
O líder do governo na Câmara, Professor Luizinho, afirmou que a previsão é de 340 a 350 parlamentares presentes. Segundo ele, os líderes estavam fazendo uma última checagem no número de deputados presentes no prédio.
O presidente da Câmara, João Paulo Cunha, determinou a suspensão de todos os trabalhos das comissões na Casa para que os deputados estejam no plenário.
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O deputado Walter Feldman (PSDB-SP) levou folhetos da Força Sindical para o plenário com o pedido de que os parlamentares votem "sim" para o mínimo de R$ 275 aprovado no Senado. O texto do folheto informa também que painéis instalados na Praça da Sé, no centro de São Paulo, e em outras capitais, permitirão à população acompanhar em tempo real os votos nominais na Câmara.
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O deputado Walter Feldman (PSDB-SP) levou folhetos da Força Sindical para o plenário com o pedido de que os parlamentares votem "sim" para o mínimo de R$ 275 aprovado no Senado. O texto do folheto informa também que painéis instalados na Praça da Sé, no centro de São Paulo, e em outras capitais, permitirão à população acompanhar em tempo real os votos nominais na Câmara.
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Amanhã (quarta-feira, 23 de junho), o painel instalado pela Força Sindical na Praça da Sé (centro de São Paulo) e nas demais capitais do país apresentarão os nomes dos deputados federais e seus respectivos votos no momento em que ocorrerem. O início da votação na Câmara dos Deputados está previsto para às 8 horas.
Além disso, uma comitiva da Força Sindical encabeçada pelo presidente interino da Central, João Carlos Juruna Gonçalves, estará no Congresso Nacional para pressionar os deputados federais a aprovar o novo valor de R$ 275 para o salário mínimo.
Amanhã (quarta-feira, 23 de junho), o painel instalado pela Força Sindical na Praça da Sé (centro de São Paulo) e nas demais capitais do país apresentarão os nomes dos deputados federais e seus respectivos votos no momento em que ocorrerem. O início da votação na Câmara dos Deputados está previsto para às 8 horas.
Além disso, uma comitiva da Força Sindical encabeçada pelo presidente interino da Central, João Carlos Juruna Gonçalves, estará no Congresso Nacional para pressionar os deputados federais a aprovar o novo valor de R$ 275 para o salário mínimo.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo firmou acordo com as Casas Bahia a qual está autorizada a abrir todos os domingos e feriados (exceto 25 de dezembro de 2004, 1º de janeiro de 2005 e 1º de maio de 2005) durante o período de 16 de junho de 2004 a 16 de junho de 2005, pois se comprometeu a pagar uma bonificação de R$ 30,00 para cada dia trabalhado e folga em domingos alternados. Também aderiu a cota de 20% de negros em seu quadro de funcionários. As Casas Bahia possui 73 lojas com 3.900 funcionários na cidade de São Paulo. “O Sindicato está negociando com outras empresas e novos acordos estão a caminho tornando a relação capital e trabalho mais estreita com a humanização do trabalho aos domingos, possibilitando o convívio familiar, além da inclusão dos negros no mercado de trabalho”, afirma Ricardo Patah, presidente do Sindicato.
ÍNTEGRA DO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO
Que firmam entre si, de um lado o Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo, entidade sindical de primeiro grau, com Carta Sindical expedida em 15/05/1941, integrante do Sistema Confederativo de Representação Sindical, com sede na Rua Formosa, n. 367, 4.º andar, São Paulo - SP., neste ato representado por seu Presidente Ricardo Patah, doravante denominado Sindicato e, de outro lado, Casa Bahia Comercial Ltda., pessoa jurídica de direito privado, com sede na Rua João Pessoa, n. 83, Centro, São Caetano do Sul - SP., inscrita no CGC/MF sob o n. 59.291.534/0001-67, atualmente com 66 (sessenta e seis) filiais/lojas estabelecidas na base territorial do Sindicato, neste ato representada na forma de seus atos constitutivos, por seu Diretor Executivo Michael Klein, doravante denominada Empresa, com fulcro no art. 611, §1º, da CLT, na Lei Federal n. 10.101/00, na Lei Municipal n. 13.473/02 e no art. 8.º, incisos IIIe VI da Constituição Federal de 1988, pactuam o presente ACORDO COLETIVO DE TRABALHO QUE AUTORIZA A ABERTURA DAS LOJAS AOS DOMINGOS E FERIADOS NO PERÍODO DE 16 DE JUNHO DE 2004 A 31 DE DEZEMBRO DE 2004, obedecidas as seguintes cláusulas e condições:
Cláusula Primeira: O presente Acordo Coletivo de Trabalho tem o escopo de autorizar o trabalho dos empregados da Empresa nos domingos e feriados, a partir do dia 16 de Junho de 2004 até o dia 31 de Dezembro de 2004, salientando-se que seus efeitos jurídicos e legais estão estendidos a todos os empregados das filial/lojas estabelecidas na base territorial do Sindicato.
Cláusula Segunda: Fica assegurada aos empregados, para todos os fins de direito, a facultatividade do trabalho nos domingos e feriados, não podendo o empregado comerciário abrangido, sofrer qualquer tipo de coação direta ou indireta, tampouco, sua negativa em trabalhar poderá ser motivo de quaisquer tipos de penalidades ou constrangimentos.
Cláusula Terceira: O sistema de folgas que recaiam necessariamente sobre domingos será definido em Assembléia de Empregados, dentre as duas opções seguintes: a) sistema 1x1: o empregado que trabalhar em um domingo deverá necessariamente folgar no domingo subseqüente; b) sistema 2x1: o empregado que trabalhar em dois domingos consecutivos deverá necessariamente folgar no domingo subseqüente.
Parágrafo único: Após a realização da Assembléia de Empregados e após definido o sistema de folgas que recaiam necessariamente sobre domingos, a Empresa deverá observar rigorosamente o sistema eleito.
Cláusula Quarta: O trabalhador que volitivamente concordar com a prestação de serviço nos domingos e feriados, terá sua jornada estabelecida em 7,20 (sete horas e vinte minutos), no máximo, sendo que eventual jornada extraordinária, será remunerada com o adicional de 100% (cem por cento).
Cláusula Quinta: Convencionam as partes, que para o trabalho realizado no domingo ou feriado, sem prejuízo das demais vantagens previstas no presente acordo, fará jus o trabalhador a uma folga compensatória a ser concedida na semana subseqüente.
Cláusula Sexta: Convencionam as partes que para cada domingo ou feriado trabalhado, sem prejuízo das demais vantagens previstas no presente acordo, fará jus o trabalhador a uma bonificação de R$ 30,00 (trinta reais) que será paga no final do expediente (compreendendo-se Vale Transporte, Refeição e Vantagens Adicionais), a título de mera liberalidade e de caráter indenizatório.
Cláusula Sétima: Fica vedado o trabalho no dia 25 de Dezembro de 2004, 01 de janeiro de 2005 e 01 de Maio de 2005..
Cláusula Oitava: Não haverão desigualdades salariais e de oportunidades na Empresa por motivo de sexo, raça, religião, convicções políticas ou filosóficas, sendo que a Empresa compromete-se a reservar no mínimo 20% (vinte por cento) de seus postos de trabalho para pessoas não brancas.
Cláusula Nona: A Empresa se compromente disponibilizar espaço e horário ao Sindicato para que o mesmo promova campanhas de sindicalização para os funcionários que desejarem, desde que sejam feitas de forma discreta, sem comprometer ou atrapalhar o funcionamento das lojas.
Cláusula Décima: Consoante art. 625 da CLT as partes convencionam que as controvérsias resultantes da aplicação deste Acordo Coletivo de Trabalho serão dirimidas pela Justiça do Trabalho.
Cláusula Décima Primeira: Fica estipulado que na hipótese de superveniência de Legislação que trata de assuntos relacionados no presente acordo, prevalecerá a norma mais benéfica ao empregado.
Cláusula Décima Segunda: Fica estipulada a multa no valor de R$ 50,00 (cinqüenta reais) a ser paga pela Empresa se houver descumprimento das obrigações previstas nesse Acordo, revertendo o valor em favor do empregado prejudicado.
Cláusula Décima Terceira: Em caso de abertura de novas lojas/filiais da Empresa na base territorial do Sindicato, ficam os mesmos automaticamente enquadrados neste acordo coletivo.
Cláusula Décima Quarta: As partes declaram que o trabalho havido nos dias 1.º de maio de 2004 e 10 de junho de 2004 foi regulado pelo acordo nos autos da Ação Civil Pública n. 1154/2004 da 12.ª Vara do Trabalho de São Paulo.
Cláusula Décima Quinta: Por estarem de acordo, assinam o presente em 5 (cinco) vias de igual teor e forma, devendo uma das vias ser depositada na Delegacia Regional do Trabalho local para os fins do art. 614 da CLT.
São Paulo, 16 de junho de 2004.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo firmou acordo com as Casas Bahia a qual está autorizada a abrir todos os domingos e feriados (exceto 25 de dezembro de 2004, 1º de janeiro de 2005 e 1º de maio de 2005) durante o período de 16 de junho de 2004 a 16 de junho de 2005, pois se comprometeu a pagar uma bonificação de R$ 30,00 para cada dia trabalhado e folga em domingos alternados. Também aderiu a cota de 20% de negros em seu quadro de funcionários. As Casas Bahia possui 73 lojas com 3.900 funcionários na cidade de São Paulo. “O Sindicato está negociando com outras empresas e novos acordos estão a caminho tornando a relação capital e trabalho mais estreita com a humanização do trabalho aos domingos, possibilitando o convívio familiar, além da inclusão dos negros no mercado de trabalho”, afirma Ricardo Patah, presidente do Sindicato.
ÍNTEGRA DO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO
Que firmam entre si, de um lado o Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo, entidade sindical de primeiro grau, com Carta Sindical expedida em 15/05/1941, integrante do Sistema Confederativo de Representação Sindical, com sede na Rua Formosa, n. 367, 4.º andar, São Paulo - SP., neste ato representado por seu Presidente Ricardo Patah, doravante denominado Sindicato e, de outro lado, Casa Bahia Comercial Ltda., pessoa jurídica de direito privado, com sede na Rua João Pessoa, n. 83, Centro, São Caetano do Sul - SP., inscrita no CGC/MF sob o n. 59.291.534/0001-67, atualmente com 66 (sessenta e seis) filiais/lojas estabelecidas na base territorial do Sindicato, neste ato representada na forma de seus atos constitutivos, por seu Diretor Executivo Michael Klein, doravante denominada Empresa, com fulcro no art. 611, §1º, da CLT, na Lei Federal n. 10.101/00, na Lei Municipal n. 13.473/02 e no art. 8.º, incisos IIIe VI da Constituição Federal de 1988, pactuam o presente ACORDO COLETIVO DE TRABALHO QUE AUTORIZA A ABERTURA DAS LOJAS AOS DOMINGOS E FERIADOS NO PERÍODO DE 16 DE JUNHO DE 2004 A 31 DE DEZEMBRO DE 2004, obedecidas as seguintes cláusulas e condições:
Cláusula Primeira: O presente Acordo Coletivo de Trabalho tem o escopo de autorizar o trabalho dos empregados da Empresa nos domingos e feriados, a partir do dia 16 de Junho de 2004 até o dia 31 de Dezembro de 2004, salientando-se que seus efeitos jurídicos e legais estão estendidos a todos os empregados das filial/lojas estabelecidas na base territorial do Sindicato.
Cláusula Segunda: Fica assegurada aos empregados, para todos os fins de direito, a facultatividade do trabalho nos domingos e feriados, não podendo o empregado comerciário abrangido, sofrer qualquer tipo de coação direta ou indireta, tampouco, sua negativa em trabalhar poderá ser motivo de quaisquer tipos de penalidades ou constrangimentos.
Cláusula Terceira: O sistema de folgas que recaiam necessariamente sobre domingos será definido em Assembléia de Empregados, dentre as duas opções seguintes: a) sistema 1x1: o empregado que trabalhar em um domingo deverá necessariamente folgar no domingo subseqüente; b) sistema 2x1: o empregado que trabalhar em dois domingos consecutivos deverá necessariamente folgar no domingo subseqüente.
Parágrafo único: Após a realização da Assembléia de Empregados e após definido o sistema de folgas que recaiam necessariamente sobre domingos, a Empresa deverá observar rigorosamente o sistema eleito.
Cláusula Quarta: O trabalhador que volitivamente concordar com a prestação de serviço nos domingos e feriados, terá sua jornada estabelecida em 7,20 (sete horas e vinte minutos), no máximo, sendo que eventual jornada extraordinária, será remunerada com o adicional de 100% (cem por cento).
Cláusula Quinta: Convencionam as partes, que para o trabalho realizado no domingo ou feriado, sem prejuízo das demais vantagens previstas no presente acordo, fará jus o trabalhador a uma folga compensatória a ser concedida na semana subseqüente.
Cláusula Sexta: Convencionam as partes que para cada domingo ou feriado trabalhado, sem prejuízo das demais vantagens previstas no presente acordo, fará jus o trabalhador a uma bonificação de R$ 30,00 (trinta reais) que será paga no final do expediente (compreendendo-se Vale Transporte, Refeição e Vantagens Adicionais), a título de mera liberalidade e de caráter indenizatório.
Cláusula Sétima: Fica vedado o trabalho no dia 25 de Dezembro de 2004, 01 de janeiro de 2005 e 01 de Maio de 2005..
Cláusula Oitava: Não haverão desigualdades salariais e de oportunidades na Empresa por motivo de sexo, raça, religião, convicções políticas ou filosóficas, sendo que a Empresa compromete-se a reservar no mínimo 20% (vinte por cento) de seus postos de trabalho para pessoas não brancas.
Cláusula Nona: A Empresa se compromente disponibilizar espaço e horário ao Sindicato para que o mesmo promova campanhas de sindicalização para os funcionários que desejarem, desde que sejam feitas de forma discreta, sem comprometer ou atrapalhar o funcionamento das lojas.
Cláusula Décima: Consoante art. 625 da CLT as partes convencionam que as controvérsias resultantes da aplicação deste Acordo Coletivo de Trabalho serão dirimidas pela Justiça do Trabalho.
Cláusula Décima Primeira: Fica estipulado que na hipótese de superveniência de Legislação que trata de assuntos relacionados no presente acordo, prevalecerá a norma mais benéfica ao empregado.
Cláusula Décima Segunda: Fica estipulada a multa no valor de R$ 50,00 (cinqüenta reais) a ser paga pela Empresa se houver descumprimento das obrigações previstas nesse Acordo, revertendo o valor em favor do empregado prejudicado.
Cláusula Décima Terceira: Em caso de abertura de novas lojas/filiais da Empresa na base territorial do Sindicato, ficam os mesmos automaticamente enquadrados neste acordo coletivo.
Cláusula Décima Quarta: As partes declaram que o trabalho havido nos dias 1.º de maio de 2004 e 10 de junho de 2004 foi regulado pelo acordo nos autos da Ação Civil Pública n. 1154/2004 da 12.ª Vara do Trabalho de São Paulo.
Cláusula Décima Quinta: Por estarem de acordo, assinam o presente em 5 (cinco) vias de igual teor e forma, devendo uma das vias ser depositada na Delegacia Regional do Trabalho local para os fins do art. 614 da CLT.
São Paulo, 16 de junho de 2004.
Amanhã (terça-feira, 22 de junho), uma comitiva da Força Sindical encabeçada pelo presidente em exercício da Central, João Carlos Juruna Gonçalves, estará no Congresso Nacional a partir das 11 horas para pressionar os deputados federais a aprovar o novo valor de R$ 275 para o salário mínimo.
Para a população acompanhar a votação em São Paulo, a Força Sindical montará um painel na Praça da Sé que apresentará os nomes dos deputados e seus respectivos votos no momento em que ocorrerem. A votação na Câmara dos Deputados está prevista para amanhã, mas o painel estará pronto hoje (segunda-feira) às 14h.
As estaduais da Força Sindical também devem montar painéis em diversas capitais do país.
Amanhã (terça-feira, 22 de junho), uma comitiva da Força Sindical encabeçada pelo presidente em exercício da Central, João Carlos Juruna Gonçalves, estará no Congresso Nacional a partir das 11 horas para pressionar os deputados federais a aprovar o novo valor de R$ 275 para o salário mínimo.
Para a população acompanhar a votação em São Paulo, a Força Sindical montará um painel na Praça da Sé que apresentará os nomes dos deputados e seus respectivos votos no momento em que ocorrerem. A votação na Câmara dos Deputados está prevista para amanhã, mas o painel estará pronto hoje (segunda-feira) às 14h.
As estaduais da Força Sindical também devem montar painéis em diversas capitais do país.
A direção Executiva da Força Sindical se reúne nesta sexta-feira, 18 de junho, às 9h, para discutir e avaliar questões de ordem política, econômica e social, sua organização interna. Também debaterá propostas da central frente ao novo modelo estrutural do sindicalismo brasileiro.
O encontro acontece na Colônia de Férias do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, que fica na avenida Guilhermina, 240, Boqueirão, Praia Grande – São Paulo.
Na ocasião, também deve ser comunicado o pedido de afastamento do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, para priorizar sua participação nas próximas eleições municipais. O secretário-geral da Força, João Carlos Juruna Gonçalves, deve assumir a presidência da Central.
A direção Executiva da Força Sindical se reúne nesta sexta-feira, 18 de junho, às 9h, para discutir e avaliar questões de ordem política, econômica e social, sua organização interna. Também debaterá propostas da central frente ao novo modelo estrutural do sindicalismo brasileiro.
O encontro acontece na Colônia de Férias do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, que fica na avenida Guilhermina, 240, Boqueirão, Praia Grande – São Paulo.
Na ocasião, também deve ser comunicado o pedido de afastamento do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, para priorizar sua participação nas próximas eleições municipais. O secretário-geral da Força, João Carlos Juruna Gonçalves, deve assumir a presidência da Central.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo irá realizar um ato nesta quarta-feira, às 15:00 horas, em frente ao Tribunal Federal Regional - 3ª Região (Av. Paulista, 1.842) onde irá comemorar com um ‘Bolo de Aniversário’ os 10 anos de lentidão da Justiça Federal.
Em 1994, o Sindicato adquiriu do Instituto Nacional do Seguro Social dois andares 24º e 25º na Praça Ramos de Azevedo, 206, São Paulo/SP, mediante Licitação Pública (INSS/SESP Nº 01/04). Mesmo com a escritura, por uma decisão da Justiça, o Sindicato foi impedido de ocupar o imóvel. São dois andares de 1.500 m2 cada um que estão VAZIOS. Os dois condomínios custam cerca de 13 mil reais e estão sendo pagos pelo INSS.
“Queremos sensibilizar as autoridades competentes da importância de podermos utilizar esse espaço que tem o objetivo de ampliar o atendimento aos comerciários. Estamos indignados com a espera de 10 anos da Justiça Federal trazendo conseqüências inaceitáveis à categoria”, afirma Ricardo Patah, presidente da entidade.
Breve Relatório Jurídico
1 - Em 20 de janeiro de 1994 o SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE SÃO PAULO adquiriu do INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL, mediante Licitação Pública (INSS/SESP Nº 01/04), os imóveis localizados no 24º e 25º andares do Edifício CBI, localizado na Cidade de São Paulo, na Praça de Azevedo nº 206.
2 - Passados mais de 10 (dez) meses após a alienação pela forma licitada, e estando integralmente quitado o valor da compra pelo SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE SÃO PAULO, o INSS outorgou com livre expressão da sua vontade e por determinação legal (edital), a competente escritura de venda e compra.
3 - Após a outorga da escritura e antes do SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE SÃO PAULO ser imitido na posse dos imóveis, o Ministério Público Federal, ajuizou uma Ação Civil Pública, PERANTE A 7ª VARA FEDERAL- SEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO processo nº 95.0045423-8, pedindo a nulidade da alienação dos imóveis, com pedido liminar visando impedir a transferência da posse dos imóveis.
4 - O Ministério Público Federal obteve de início a liminar pleiteada e a r. sentença do aludido feito, no entanto não obstante os expressos termos da contestação apresentada pelo SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE SÃO PAULO, concluiu pela procedência da ação, inferindo a nulidade da aquisição dos imóveis objeto da licitação.
5 - A r. sentença, divorciada dos elementos de prova objetiva dos autos e da legislação aplicável à matéria, é passível de anulação ou reforma, achando-se pendente de julgamento o Recurso de Apelação perante o Tribunal Regional Federal da 3º Região.
6 - O Processo foi distribuído a 4º Turma do Tribunal Federal da 3º Região, e encontra-se aguardando o sorteio do relator. O signatário não pode informar ou precisar sobre prazos para julgamento.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo irá realizar um ato nesta quarta-feira, às 15:00 horas, em frente ao Tribunal Federal Regional - 3ª Região (Av. Paulista, 1.842) onde irá comemorar com um ‘Bolo de Aniversário’ os 10 anos de lentidão da Justiça Federal.
Em 1994, o Sindicato adquiriu do Instituto Nacional do Seguro Social dois andares 24º e 25º na Praça Ramos de Azevedo, 206, São Paulo/SP, mediante Licitação Pública (INSS/SESP Nº 01/04). Mesmo com a escritura, por uma decisão da Justiça, o Sindicato foi impedido de ocupar o imóvel. São dois andares de 1.500 m2 cada um que estão VAZIOS. Os dois condomínios custam cerca de 13 mil reais e estão sendo pagos pelo INSS.
“Queremos sensibilizar as autoridades competentes da importância de podermos utilizar esse espaço que tem o objetivo de ampliar o atendimento aos comerciários. Estamos indignados com a espera de 10 anos da Justiça Federal trazendo conseqüências inaceitáveis à categoria”, afirma Ricardo Patah, presidente da entidade.
Breve Relatório Jurídico
1 - Em 20 de janeiro de 1994 o SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE SÃO PAULO adquiriu do INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL, mediante Licitação Pública (INSS/SESP Nº 01/04), os imóveis localizados no 24º e 25º andares do Edifício CBI, localizado na Cidade de São Paulo, na Praça de Azevedo nº 206.
2 - Passados mais de 10 (dez) meses após a alienação pela forma licitada, e estando integralmente quitado o valor da compra pelo SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE SÃO PAULO, o INSS outorgou com livre expressão da sua vontade e por determinação legal (edital), a competente escritura de venda e compra.
3 - Após a outorga da escritura e antes do SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE SÃO PAULO ser imitido na posse dos imóveis, o Ministério Público Federal, ajuizou uma Ação Civil Pública, PERANTE A 7ª VARA FEDERAL- SEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO processo nº 95.0045423-8, pedindo a nulidade da alienação dos imóveis, com pedido liminar visando impedir a transferência da posse dos imóveis.
4 - O Ministério Público Federal obteve de início a liminar pleiteada e a r. sentença do aludido feito, no entanto não obstante os expressos termos da contestação apresentada pelo SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE SÃO PAULO, concluiu pela procedência da ação, inferindo a nulidade da aquisição dos imóveis objeto da licitação.
5 - A r. sentença, divorciada dos elementos de prova objetiva dos autos e da legislação aplicável à matéria, é passível de anulação ou reforma, achando-se pendente de julgamento o Recurso de Apelação perante o Tribunal Regional Federal da 3º Região.
6 - O Processo foi distribuído a 4º Turma do Tribunal Federal da 3º Região, e encontra-se aguardando o sorteio do relator. O signatário não pode informar ou precisar sobre prazos para julgamento.
Já estão disponíveis no Banco de Imagens (veja link no menu à esquerda) as fotos da inauguração da nova sede do Centro Meu Guri.
Estiveram presentes no evento o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e os presidentes de grandes montadoras brasileiras de automóveis, entre outros convidados.
A nova sede do Centro de Atendimento Biopsicossocial Meu Guri fica na Serra da Cantareira, no município de Mairiporã. O local tem capacidade para abrigar 120 crianças em situação de risco social e possui 97 mil metros quadrados.
Já estão disponíveis no Banco de Imagens (veja link no menu à esquerda) as fotos da inauguração da nova sede do Centro Meu Guri.
Estiveram presentes no evento o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e os presidentes de grandes montadoras brasileiras de automóveis, entre outros convidados.
A nova sede do Centro de Atendimento Biopsicossocial Meu Guri fica na Serra da Cantareira, no município de Mairiporã. O local tem capacidade para abrigar 120 crianças em situação de risco social e possui 97 mil metros quadrados.
A Força Sindical Estadual Rio Grande do Norte realizou em 28 de maio o IV Congresso Estadual da entidade. Nova diretoria foi eleita, tendo na presidência Francisco de Assis da Silva, que é presidente do Sindicato da Construção Civil, o maior do estado, com 30 mil trabalhadores na base.
A nova diretoria começa sua missão com boas notícias. A Estadual acaba de conquistar uma antiga reivindicação, que era a pesca de um tipo de lagosta que só existe na costa litorânea do Rio Grande do Norte. Para isso, demonstraram cientificamente que a pesca não é predatória e não agride o meio ambiente, garantindo assim trabalho para a população.
O próximo passo é buscar apoio governamental para a construção de moradias populares. “O Rio Grande do Norte tem caminhos para crescer, e com isso conta com a força do trabalhador”, afirmou Assis. “E nós contamos com o apoio da Força Nacional e oferecemos nossa disposição de lutar juntos pelas grandes causas dos trabalhadores.”
O secretário-geral da Força, João Carlos Juruna Gonçalves, fez no Congresso uma palestra sobre a Reforma Sindical. Também estiveram presentes no evento o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Eleno José Bezerra, e o vice-presidente da Força Sindical, Geraldino dos Santos.
A Força Sindical Estadual Rio Grande do Norte realizou em 28 de maio o IV Congresso Estadual da entidade. Nova diretoria foi eleita, tendo na presidência Francisco de Assis da Silva, que é presidente do Sindicato da Construção Civil, o maior do estado, com 30 mil trabalhadores na base.
A nova diretoria começa sua missão com boas notícias. A Estadual acaba de conquistar uma antiga reivindicação, que era a pesca de um tipo de lagosta que só existe na costa litorânea do Rio Grande do Norte. Para isso, demonstraram cientificamente que a pesca não é predatória e não agride o meio ambiente, garantindo assim trabalho para a população.
O próximo passo é buscar apoio governamental para a construção de moradias populares. “O Rio Grande do Norte tem caminhos para crescer, e com isso conta com a força do trabalhador”, afirmou Assis. “E nós contamos com o apoio da Força Nacional e oferecemos nossa disposição de lutar juntos pelas grandes causas dos trabalhadores.”
O secretário-geral da Força, João Carlos Juruna Gonçalves, fez no Congresso uma palestra sobre a Reforma Sindical. Também estiveram presentes no evento o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Eleno José Bezerra, e o vice-presidente da Força Sindical, Geraldino dos Santos.
Hoje, às 14h30, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, anuncia em entrevista coletiva a oficialização da sua pré-candidatura a prefeito de São Paulo. Uma assembléia de 5 mil trabalhadores de fábricas da capital levará apoio ao sindicalista.
A coletiva de imprensa faz parte do Encontro Nacional do PDT, que começa logo mais, às 9 horas, no Palácio do Trabalhador (sede da Força Sindical) e vai até sábado (5 de junho). Além da oficialização da candidatura, o objetivo do encontro é elaborar o projeto "Brasil Trabalhista". Este documento será divulgado no final do evento.
O encontro vai reunir aproximadamente 2 mil pessoas ligadas ao PDT. Foram convidados o presidente nacional do PDT, Leonel Brizola; todos os parlamentares federais e estaduais do partido; os 23 candidatos do PDT nas capitais brasileiras; os 385 prefeitos do partido; os integrantes do diretório nacional e de todos os diretórios regionais do país; e o governador do Amapá, Waldez Góes.
O Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical, fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade, São Paulo (SP).
Hoje, às 14h30, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, anuncia em entrevista coletiva a oficialização da sua pré-candidatura a prefeito de São Paulo. Uma assembléia de 5 mil trabalhadores de fábricas da capital levará apoio ao sindicalista.
A coletiva de imprensa faz parte do Encontro Nacional do PDT, que começa logo mais, às 9 horas, no Palácio do Trabalhador (sede da Força Sindical) e vai até sábado (5 de junho). Além da oficialização da candidatura, o objetivo do encontro é elaborar o projeto "Brasil Trabalhista". Este documento será divulgado no final do evento.
O encontro vai reunir aproximadamente 2 mil pessoas ligadas ao PDT. Foram convidados o presidente nacional do PDT, Leonel Brizola; todos os parlamentares federais e estaduais do partido; os 23 candidatos do PDT nas capitais brasileiras; os 385 prefeitos do partido; os integrantes do diretório nacional e de todos os diretórios regionais do país; e o governador do Amapá, Waldez Góes.
O Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical, fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade, São Paulo (SP).
Amanhã, às 14h30, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, anuncia em entrevista coletiva a oficialização da sua pré-candidatura a prefeito de São Paulo. Uma assembléia de 5 mil trabalhadores de fábricas da capital levará apoio ao sindicalista.
A coletiva de imprensa faz parte do Encontro Nacional do PDT, que começa amanhã, às 9 horas, no Palácio do Trabalhador (sede da Força Sindical) e vai até sábado (5 de junho). Além da oficialização da candidatura, o objetivo do encontro é elaborar um projeto para a criação de um Brasil trabalhista. Este documento será divulgado no final do evento.
O encontro vai reunir aproximadamente 2 mil pessoas ligadas ao PDT. Foram convidados o presidente nacional do PDT, Leonel Brizola; todos os parlamentares federais e estaduais do partido; os 23 candidatos do PDT nas capitais brasileiras; os 385 prefeitos do partido; os integrantes do diretório nacional e de todos os diretórios regionais do país; e o governador do Amapá, Waldez Góes.
Amanhã, às 14h30, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, anuncia em entrevista coletiva a oficialização da sua pré-candidatura a prefeito de São Paulo. Uma assembléia de 5 mil trabalhadores de fábricas da capital levará apoio ao sindicalista.
A coletiva de imprensa faz parte do Encontro Nacional do PDT, que começa amanhã, às 9 horas, no Palácio do Trabalhador (sede da Força Sindical) e vai até sábado (5 de junho). Além da oficialização da candidatura, o objetivo do encontro é elaborar um projeto para a criação de um Brasil trabalhista. Este documento será divulgado no final do evento.
O encontro vai reunir aproximadamente 2 mil pessoas ligadas ao PDT. Foram convidados o presidente nacional do PDT, Leonel Brizola; todos os parlamentares federais e estaduais do partido; os 23 candidatos do PDT nas capitais brasileiras; os 385 prefeitos do partido; os integrantes do diretório nacional e de todos os diretórios regionais do país; e o governador do Amapá, Waldez Góes.
A Força Sindical recebeu hoje a inscrição de 13 entidades sindicais, entre sindicatos e federações, da capital e do interior de São Paulo. Entre as principais filiações, o Sindicato dos Empregados de Edifícios de São Paulo e a Federação dos Edifícios de São Paulo.
No total, mais de 500 mil trabalhadores se somaram à Força Sindical. Hoje, a central tem cerca de 1.600 sindicatos filiados, com uma base superior a 16 milhões.
A Força Sindical recebeu hoje a inscrição de 13 entidades sindicais, entre sindicatos e federações, da capital e do interior de São Paulo. Entre as principais filiações, o Sindicato dos Empregados de Edifícios de São Paulo e a Federação dos Edifícios de São Paulo.
No total, mais de 500 mil trabalhadores se somaram à Força Sindical. Hoje, a central tem cerca de 1.600 sindicatos filiados, com uma base superior a 16 milhões.
Pelo segundo mês seguido, o aperto fiscal feito pelo governo atingiu valores recordes. Foi o maior superávit primário registrado no país desde que o Banco Central passou a calcular os dados com a atual metodologia, em 1991. Isso significa que o acordo com o FMI está mais do que garantido.
Aparentemente, parece uma boa notícia. Mas o que ela significa é que o governo está deixando de gastar o dinheiro que tem para investimentos só para agradar o Fundo Monetário.
Neste ano, até o último dia 7, a União investiu apenas 1,99% dos recursos previstos no Orçamento. Em números, foram raquíticos R$ 246,2 milhões dos R$ 12,4 bilhões autorizados até dezembro. Os investimentos públicos foram os principais sacrificados no bloqueio de gastos do governo para obter os superávits fiscais.
Dos R$ 238 milhões autorizados para a habitação, por exemplo, nenhum centavo foi gasto até agora. O mesmo tratamento foi dado aos R$ 166 milhões previstos para o saneamento. No transporte, setor em que o investimento público é chave, o desempenho também é pífio: R$ 3 milhões, ou 0,12% dos R$ 2,4 bilhões orçados. Em saúde, o governo investiu R$ 85 milhões, 3,3% do total previsto. Em defesa, 6,1%, o maior índice, puxado pelo pagamento da prestação do novo avião do presidente.
“É a mesmo coisa que um pai de família comemorar que tem dinheiro parado na conta corrente enquanto sua família passa fome e seus filhos estão fora da escola”, compara Sergio Butka, presidente dos Metalúrgicos do Paraná e vice da Força. “Esse é o governo que chegou prometendo investir no social.”
Pelo segundo mês seguido, o aperto fiscal feito pelo governo atingiu valores recordes. Foi o maior superávit primário registrado no país desde que o Banco Central passou a calcular os dados com a atual metodologia, em 1991. Isso significa que o acordo com o FMI está mais do que garantido.
Aparentemente, parece uma boa notícia. Mas o que ela significa é que o governo está deixando de gastar o dinheiro que tem para investimentos só para agradar o Fundo Monetário.
Neste ano, até o último dia 7, a União investiu apenas 1,99% dos recursos previstos no Orçamento. Em números, foram raquíticos R$ 246,2 milhões dos R$ 12,4 bilhões autorizados até dezembro. Os investimentos públicos foram os principais sacrificados no bloqueio de gastos do governo para obter os superávits fiscais.
Dos R$ 238 milhões autorizados para a habitação, por exemplo, nenhum centavo foi gasto até agora. O mesmo tratamento foi dado aos R$ 166 milhões previstos para o saneamento. No transporte, setor em que o investimento público é chave, o desempenho também é pífio: R$ 3 milhões, ou 0,12% dos R$ 2,4 bilhões orçados. Em saúde, o governo investiu R$ 85 milhões, 3,3% do total previsto. Em defesa, 6,1%, o maior índice, puxado pelo pagamento da prestação do novo avião do presidente.
“É a mesmo coisa que um pai de família comemorar que tem dinheiro parado na conta corrente enquanto sua família passa fome e seus filhos estão fora da escola”, compara Sergio Butka, presidente dos Metalúrgicos do Paraná e vice da Força. “Esse é o governo que chegou prometendo investir no social.”
Foi ao 1º de Maio da Força Sindical e gostou? Não foi, mas viu pela TV e ficou impressionado com a multidão presente na praça Campo de Bagatelle, em São Paulo?
A Força Sindical preparou uma surpresa para quem quiser guardar uma lembrança da festa do trabalhador: um pôster tamanho A3, em formato PDF.
Para fazer o download, clique aqui ou no botão localizado na coluna da direita da homepage.
Atenção: o crédito das fotos é obrigatório para Dirce Pereira.
Foi ao 1º de Maio da Força Sindical e gostou? Não foi, mas viu pela TV e ficou impressionado com a multidão presente na praça Campo de Bagatelle, em São Paulo?
A Força Sindical preparou uma surpresa para quem quiser guardar uma lembrança da festa do trabalhador: um pôster tamanho A3, em formato PDF.
Para fazer o download, clique aqui ou no botão localizado na coluna da direita da homepage.
Atenção: o crédito das fotos é obrigatório para Dirce Pereira.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, o secretário-geral da central, João Carlos Juruna Gonçalves, e o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Eleno José Bezerra, ao lado de representantes das demais centrais sindicais, reúnem-se hoje com o ministro da Fazenda, Antonio Palocci. O objetivo é discutir a correção da tabela do Imposto de Renda.
A reunião acontece na Residência Oficial, Câmara dos Deputados, SHIS - QL12, conj. 11, casa 5, Largo Sul, em Brasília (DF).
A Força Sindical exige a correção da tabela em 56% ainda este ano (veja quadro abaixo).

O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, o secretário-geral da central, João Carlos Juruna Gonçalves, e o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Eleno José Bezerra, ao lado de representantes das demais centrais sindicais, reúnem-se hoje com o ministro da Fazenda, Antonio Palocci. O objetivo é discutir a correção da tabela do Imposto de Renda.
A reunião acontece na Residência Oficial, Câmara dos Deputados, SHIS - QL12, conj. 11, casa 5, Largo Sul, em Brasília (DF).
A Força Sindical exige a correção da tabela em 56% ainda este ano (veja quadro abaixo).

Já está em funcionamento a nova subsede do Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo, localizada no bairro paulistano da Lapa.
O endereço do novo local de atendimento ao trabalhador fica na rua 12 de Outubro, 385 - conj. 41. Lá, o trabalhador encontra atendimento médico (clínico geral, ginecologia e pediatria) e odontológico, além do serviço de homologação.
Com a inauguração, que aconteceu ontem, o Sindicato passa a ter quatro subsedes: Pinheiros, Tatuapé, Higienópolis e Lapa. “Nosso objetivo é facilitar o acesso dos comerciários aos serviços do sindicato”, afirma Ricardo Patah, presidente.
Já está em funcionamento a nova subsede do Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo, localizada no bairro paulistano da Lapa.
O endereço do novo local de atendimento ao trabalhador fica na rua 12 de Outubro, 385 - conj. 41. Lá, o trabalhador encontra atendimento médico (clínico geral, ginecologia e pediatria) e odontológico, além do serviço de homologação.
Com a inauguração, que aconteceu ontem, o Sindicato passa a ter quatro subsedes: Pinheiros, Tatuapé, Higienópolis e Lapa. “Nosso objetivo é facilitar o acesso dos comerciários aos serviços do sindicato”, afirma Ricardo Patah, presidente.
Amanhã, às 15 horas, acontece a cerimônia de filiação do Sindicato dos Empregados de Edifícios de São Paulo. O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente.
O evento acontece no Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical, na rua Galvão Bueno, 782, 8º andar, Liberdade, São Paulo (SP).
A Força Sindical possui aproximadamente 1.600 entidades filiadas e mais de 16 milhões de trabalhadores na base. A maioria das entidades (80%) representa os trabalhadores do setor privado.
Amanhã, às 15 horas, acontece a cerimônia de filiação do Sindicato dos Empregados de Edifícios de São Paulo. O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente.
O evento acontece no Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical, na rua Galvão Bueno, 782, 8º andar, Liberdade, São Paulo (SP).
A Força Sindical possui aproximadamente 1.600 entidades filiadas e mais de 16 milhões de trabalhadores na base. A maioria das entidades (80%) representa os trabalhadores do setor privado.
Do Sindicato dos Comerciário de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo firmou Acordo Coletivo de Trabalho com a Têxtil Abril Ltda. da Rua Silva Teles, 695, Brás, que autoriza a abertura das lojas nos domingos e afirma prática não discriminatória racial. Aos 460 funcionários da loja, serão somados mais 200 novos, os quais serão contratados em virtude do acréscimo de um turno, previsto no acordo. Os funcionários irão trabalhar apenas dois domingos consecutivos devendo folgar no terceiro. A jornada no domingo será de oito horas e o excesso, em casos especiais, será remunerado com adicional de 100% de hora extra. Além disso, os comerciários terão direito a uma folga compensatória a ser concedida durante a semana subseqüente ao dia trabalhado, receberão uma bonificação de R$ 15,00 por domingo trabalhado, refeição e vale-transporte. No mesmo acordo a empresa também se compromete reservar, pelo menos 20% de seus postos de trabalho às pessoas de raça negra e afro-descendentes.
“O trabalho aos domingos com essas regras vai gerar cerca de 200 empregos na Têxtil Abril. Espero que sirva de exemplo para todo comércio a importância da humanização do trabalho nesse dia tanto para aumentar os postos de trabalho como para proporcionar ao comerciário o convívio com a família. Outro ponto fundamental é a inclusão do negro no mercado de trabalho, principalmente na área do comércio, pois representam 46% da população brasileira”, afirma Ricardo Patah, presidente do Sindicato.
Do Sindicato dos Comerciário de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo firmou Acordo Coletivo de Trabalho com a Têxtil Abril Ltda. da Rua Silva Teles, 695, Brás, que autoriza a abertura das lojas nos domingos e afirma prática não discriminatória racial. Aos 460 funcionários da loja, serão somados mais 200 novos, os quais serão contratados em virtude do acréscimo de um turno, previsto no acordo. Os funcionários irão trabalhar apenas dois domingos consecutivos devendo folgar no terceiro. A jornada no domingo será de oito horas e o excesso, em casos especiais, será remunerado com adicional de 100% de hora extra. Além disso, os comerciários terão direito a uma folga compensatória a ser concedida durante a semana subseqüente ao dia trabalhado, receberão uma bonificação de R$ 15,00 por domingo trabalhado, refeição e vale-transporte. No mesmo acordo a empresa também se compromete reservar, pelo menos 20% de seus postos de trabalho às pessoas de raça negra e afro-descendentes.
“O trabalho aos domingos com essas regras vai gerar cerca de 200 empregos na Têxtil Abril. Espero que sirva de exemplo para todo comércio a importância da humanização do trabalho nesse dia tanto para aumentar os postos de trabalho como para proporcionar ao comerciário o convívio com a família. Outro ponto fundamental é a inclusão do negro no mercado de trabalho, principalmente na área do comércio, pois representam 46% da população brasileira”, afirma Ricardo Patah, presidente do Sindicato.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Para comprovar a afirmação feita pelo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Eleno José Bezerra, em nota divulgada ontem, a entidade informa os números da rotatividade de mão-de-obra na categoria metalúrgica de São Paulo e Mogi das Cruzes em 2002, 2003 e nos três primeiros meses de 2004. O levantamento feito pela Assessoria Técnica do sindicato apurou o seguinte:
Em 2002, a categoria metalúrgica tinha cerca de 290 mil trabalhadores. A rotatividade média mensal era de 1,66%, ou seja, atingia cerca de 4.814 trabalhadores. Já a rotatividade anual média foi 19,95%. Isso corresponde a 57.855 trabalhadores.
Em 2003, a categoria encolheu para 280 mil trabalhadores. A rotatividade média mensal foi de 1,46%, atingindo 4.088 trabalhadores, e a rotatividade média anual foi de 17,57%, correspondente a cerca de 49.196 trabalhadores.
Em 2004, nos três primeiros meses do ano, o levantamento apurou uma nova perda de trabalhadores na base. Hoje, a categoria é formada por cerca de 260 mil trabalhadores, a rotatividade média mensal está em 1,64% (4.264 trabalhadores), e a rotatividade total até agora é de 4,93% (12.818 trabalhadores).
No total, a rotatividade atingiu 119.860 trabalhadores no período.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Para comprovar a afirmação feita pelo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Eleno José Bezerra, em nota divulgada ontem, a entidade informa os números da rotatividade de mão-de-obra na categoria metalúrgica de São Paulo e Mogi das Cruzes em 2002, 2003 e nos três primeiros meses de 2004. O levantamento feito pela Assessoria Técnica do sindicato apurou o seguinte:
Em 2002, a categoria metalúrgica tinha cerca de 290 mil trabalhadores. A rotatividade média mensal era de 1,66%, ou seja, atingia cerca de 4.814 trabalhadores. Já a rotatividade anual média foi 19,95%. Isso corresponde a 57.855 trabalhadores.
Em 2003, a categoria encolheu para 280 mil trabalhadores. A rotatividade média mensal foi de 1,46%, atingindo 4.088 trabalhadores, e a rotatividade média anual foi de 17,57%, correspondente a cerca de 49.196 trabalhadores.
Em 2004, nos três primeiros meses do ano, o levantamento apurou uma nova perda de trabalhadores na base. Hoje, a categoria é formada por cerca de 260 mil trabalhadores, a rotatividade média mensal está em 1,64% (4.264 trabalhadores), e a rotatividade total até agora é de 4,93% (12.818 trabalhadores).
No total, a rotatividade atingiu 119.860 trabalhadores no período.
A Força Sindical Estadual RN realiza amanhã (28 de maio) o IV Congresso Estadual da entidade. O encontro acontece a partir das 9h30, no Clube de Lazer do Sindicato da Construção Civil, SINTRACON, situado na rua Veríssimo, 35, Igapó, São Gonçalo do Amarante (RN).
O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Juruna Gonçalves, fará uma palestra sobre a Reforma Sindical. O tema será colocado em discussão.
Na programação, consta ainda a leitura e aprovação do estatuto e a posse da nova diretoria.
A Força Sindical Estadual RN realiza amanhã (28 de maio) o IV Congresso Estadual da entidade. O encontro acontece a partir das 9h30, no Clube de Lazer do Sindicato da Construção Civil, SINTRACON, situado na rua Veríssimo, 35, Igapó, São Gonçalo do Amarante (RN).
O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Juruna Gonçalves, fará uma palestra sobre a Reforma Sindical. O tema será colocado em discussão.
Na programação, consta ainda a leitura e aprovação do estatuto e a posse da nova diretoria.
Leia a seguir a nota oficial divulgada hoje pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo:
"Os últimos dados das pesquisas de emprego e desemprego são assustadores. Cada anúncio é um novo recorde e reflete um agravamento do quadro econômico do país porque, associada a essa situação alarmante temos a queda acentuada dos salários. Enquanto isso, os bancos lucro. Só no primeiro trimestre os banqueiros tiveram um ganho extra de 22%, e não empregaram ninguém.
Apesar do esforço exagerado de alguns meios de comunicação em mostrar que está sendo criado emprego no Brasil, as pesquisas põem por terra todos esses esforços. Essas possíveis contratações que os meios de comunicacação se esforçam para mostrar não são nada mais nada menos do que rotatividade de mão-de-obra. As empresas demitem os trabalhadores com salários mais altos e admitem outros pagando metade do salário. Esta é a razão da queda da renda das pessoas com carteira assinada.
Se tivéssemos aumento do emprego, isso seria muito mais facilmente constatado. Só na base dos metalúrgicos de São Paulo, por exemplo, temos 8.000 empresas de pequeno, médio e grande porte. Se cada uma contratasse um trabalhador por mês teríamos um acréscimo de 8.000 empregos mensais só na cidade de São Paulo. Levando em conta todas essas informações, para nós, onde houve alguma contratação na indústria não significou aumento de emprego, mas rotatividade, motivada pela falta de incentivos, pela elevada carga tributária e altas taxas de juros. Dessa maneira, não há como melhorar o nível de emprego no país e seguimos assistindo ao espetáculo do crescimento do desemprego e da redução do poder de compra da sociedade."
Leia a seguir a nota oficial divulgada hoje pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo:
"Os últimos dados das pesquisas de emprego e desemprego são assustadores. Cada anúncio é um novo recorde e reflete um agravamento do quadro econômico do país porque, associada a essa situação alarmante temos a queda acentuada dos salários. Enquanto isso, os bancos lucro. Só no primeiro trimestre os banqueiros tiveram um ganho extra de 22%, e não empregaram ninguém.
Apesar do esforço exagerado de alguns meios de comunicação em mostrar que está sendo criado emprego no Brasil, as pesquisas põem por terra todos esses esforços. Essas possíveis contratações que os meios de comunicacação se esforçam para mostrar não são nada mais nada menos do que rotatividade de mão-de-obra. As empresas demitem os trabalhadores com salários mais altos e admitem outros pagando metade do salário. Esta é a razão da queda da renda das pessoas com carteira assinada.
Se tivéssemos aumento do emprego, isso seria muito mais facilmente constatado. Só na base dos metalúrgicos de São Paulo, por exemplo, temos 8.000 empresas de pequeno, médio e grande porte. Se cada uma contratasse um trabalhador por mês teríamos um acréscimo de 8.000 empregos mensais só na cidade de São Paulo. Levando em conta todas essas informações, para nós, onde houve alguma contratação na indústria não significou aumento de emprego, mas rotatividade, motivada pela falta de incentivos, pela elevada carga tributária e altas taxas de juros. Dessa maneira, não há como melhorar o nível de emprego no país e seguimos assistindo ao espetáculo do crescimento do desemprego e da redução do poder de compra da sociedade."
Já está disponível para download o Jornal da Força número 35.
Para baixá-lo e imprimi-lo, clique aqui ou no link localizado na coluna da direita Jornal da Força nº 35.
Para visualizá-lo, é necessário ter o programa Adobe Reader instalado em seu microcomputador (veja mais instruções na página de download).
Já está disponível para download o Jornal da Força número 35.
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Para visualizá-lo, é necessário ter o programa Adobe Reader instalado em seu microcomputador (veja mais instruções na página de download).
No próximo dia 29, a Secretaria de Políticas para a Mulher da Força Sindical realiza a I Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, o Conselho Estadual da Condição Feminina, demais organizações sindicais, e representantes da sociedade civil e dos movimentos pelos direitos das mulheres.
A conferência acontece a partir das 17h30, no auditório do Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade, São Paulo (SP).
Entre os convidados, estarão presentes a secretária da Cultura do Estado de São Paulo, Cláudia Costin, e deputadas estaduais e federais, como Luiza Erundina e Zulaiê Cobra.
O encontro tem como objetivo eleger delegadas para levar propostas à I Conferência Nacional de Mulheres, marcada para julho, em Brasília.
Estima-se um público de 700 participantes neste próximo sábado, tendo em vista que foram convidadas 1.200 pessoas.
No próximo dia 29, a Secretaria de Políticas para a Mulher da Força Sindical realiza a I Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, o Conselho Estadual da Condição Feminina, demais organizações sindicais, e representantes da sociedade civil e dos movimentos pelos direitos das mulheres.
A conferência acontece a partir das 17h30, no auditório do Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade, São Paulo (SP).
Entre os convidados, estarão presentes a secretária da Cultura do Estado de São Paulo, Cláudia Costin, e deputadas estaduais e federais, como Luiza Erundina e Zulaiê Cobra.
O encontro tem como objetivo eleger delegadas para levar propostas à I Conferência Nacional de Mulheres, marcada para julho, em Brasília.
Estima-se um público de 700 participantes neste próximo sábado, tendo em vista que foram convidadas 1.200 pessoas.
O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Juruna Gonçalves, juntamente com o ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini, e representantes das demais centrais sindicais participam hoje de uma audiência pública para discutir a redução na jornada semanal de trabalho. O encontro acontece às 14 horas na Câmara dos Deputados, Plenário 12, anexo II, em Brasília – DF.
Segundo estudos da Força Sindical, a redução da jornada semanal de trabalho de 44, para 40 horas semanais, acarretaria na criação de 2 milhões de empregos imediatos.
O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Juruna Gonçalves, juntamente com o ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini, e representantes das demais centrais sindicais participam hoje de uma audiência pública para discutir a redução na jornada semanal de trabalho. O encontro acontece às 14 horas na Câmara dos Deputados, Plenário 12, anexo II, em Brasília – DF.
Segundo estudos da Força Sindical, a redução da jornada semanal de trabalho de 44, para 40 horas semanais, acarretaria na criação de 2 milhões de empregos imediatos.
O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Juruna Gonçalves, juntamente com o Ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini, e representantes das demais centrais sindicais participam nesta terça-feira (25 de maio) de uma audiência pública para discutir a redução na jornada semanal de trabalho. O encontro acontece às 14 horas na Câmara dos Deputados, Plenário 12, anexo II, em Brasília – DF.
Segundo estudos da Força Sindical, a redução da jornada semanal de trabalho de 44, para 40 horas semanais, acarretaria na criação de 2 milhões de empregos imediatos.
O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Juruna Gonçalves, juntamente com o Ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini, e representantes das demais centrais sindicais participam nesta terça-feira (25 de maio) de uma audiência pública para discutir a redução na jornada semanal de trabalho. O encontro acontece às 14 horas na Câmara dos Deputados, Plenário 12, anexo II, em Brasília – DF.
Segundo estudos da Força Sindical, a redução da jornada semanal de trabalho de 44, para 40 horas semanais, acarretaria na criação de 2 milhões de empregos imediatos.
Hoje (24 de maio), às 16h30, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical, João Batista Inocentini, participam de reunião sobre a revisão da aposentadoria o presidente do Juizado Federal Previdenciário, José Carlos Mota.
O Juizado fica na avenida Paulista, 1.345, em São Paulo (SP).
Hoje (24 de maio), às 16h30, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical, João Batista Inocentini, participam de reunião sobre a revisão da aposentadoria o presidente do Juizado Federal Previdenciário, José Carlos Mota.
O Juizado fica na avenida Paulista, 1.345, em São Paulo (SP).
Durante o 1º de Maio da Força Sindical o presidente da central, Paulo Pereira da Silva, perguntou à multidão quem concordava com o aumento de R$ 20 no salário mínimo. O resultado foi uma unanimidade de braços levantados, condenando a decisão vergonhosa do governo.
Na semana passada uma pesquisa do Instituto Sensus confirmou a voz do povo no 1º de Maio. A imensa maioria dos entrevistados – 83% - considerou baixo e inadequado o aumento do mínimo. A maioria – 43,4% - também estava de acordo com a Força Sindical ao declarar que o salário deveria subir para um valor acima de R$ 300.
Falando de eleições municipais, a pesquisa Sensus revelou que o apoio do presidente Lula a candidatos pode ter sua importância, mas é pouco decisivo. Há ainda um grande contingente – 22% - que afirmou que deixariam de votar em candidatos apoiados pelo presidente.
E, por fim, uma importante revelação foi que boa parte da população está atrás de um candidato a prefeito que tenha um perfil de bom administrador, e não necessariamente político. Quase 30% afirmou que esse será o critério levado em conta na hora do voto.
Durante o 1º de Maio da Força Sindical o presidente da central, Paulo Pereira da Silva, perguntou à multidão quem concordava com o aumento de R$ 20 no salário mínimo. O resultado foi uma unanimidade de braços levantados, condenando a decisão vergonhosa do governo.
Na semana passada uma pesquisa do Instituto Sensus confirmou a voz do povo no 1º de Maio. A imensa maioria dos entrevistados – 83% - considerou baixo e inadequado o aumento do mínimo. A maioria – 43,4% - também estava de acordo com a Força Sindical ao declarar que o salário deveria subir para um valor acima de R$ 300.
Falando de eleições municipais, a pesquisa Sensus revelou que o apoio do presidente Lula a candidatos pode ter sua importância, mas é pouco decisivo. Há ainda um grande contingente – 22% - que afirmou que deixariam de votar em candidatos apoiados pelo presidente.
E, por fim, uma importante revelação foi que boa parte da população está atrás de um candidato a prefeito que tenha um perfil de bom administrador, e não necessariamente político. Quase 30% afirmou que esse será o critério levado em conta na hora do voto.
O governador Geraldo Alckmin participa hoje, às 12 horas, da inauguração da sede do Centro Meu Guri na Serra da Cantareira, ao lado da presidente do projeto, Elza da Costa Pereira (que também é vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo), e do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho. Também estarão presentes o presidente nacional do PDT, Leonol Brizola; o presidente da Ford do Brasil, Antonio Maciel Neto; o vice-presidente da General Motors, Pinheiro Neto; e o professor Etevaldo Alves da Silva, reitor e presidente da FMU.
A cerimônia, que começa às 12 horas, acontece na nova sede do Centro de Atendimento Biopsicossocial Meu Guri, localizada na avenida Belarmino Pereira de Carvalho, 6.777 (antiga Estrada da Roseira), na Serra da Cantareira (veja mapa abaixo).
O Centro Meu Guri é um projeto social da Força Sindical e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo que abriga crianças e adolescentes em situação de risco social. Com sua nova sede, o projeto poderá atender inicialmente 120 crianças. Atualmente, 33 crianças são atendidas no bairro do Tucuruvi (para mais informações sobre o projeto, clique aqui e baixe o mais recente boletim publicado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo).
O governador Geraldo Alckmin participa hoje, às 12 horas, da inauguração da sede do Centro Meu Guri na Serra da Cantareira, ao lado da presidente do projeto, Elza da Costa Pereira (que também é vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo), e do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho. Também estarão presentes o presidente nacional do PDT, Leonol Brizola; o presidente da Ford do Brasil, Antonio Maciel Neto; o vice-presidente da General Motors, Pinheiro Neto; e o professor Etevaldo Alves da Silva, reitor e presidente da FMU.
A cerimônia, que começa às 12 horas, acontece na nova sede do Centro de Atendimento Biopsicossocial Meu Guri, localizada na avenida Belarmino Pereira de Carvalho, 6.777 (antiga Estrada da Roseira), na Serra da Cantareira (veja mapa abaixo).
O Centro Meu Guri é um projeto social da Força Sindical e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo que abriga crianças e adolescentes em situação de risco social. Com sua nova sede, o projeto poderá atender inicialmente 120 crianças. Atualmente, 33 crianças são atendidas no bairro do Tucuruvi (para mais informações sobre o projeto, clique aqui e baixe o mais recente boletim publicado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo).
Amanhã, quinta-feira (20 de maio), às 12 horas, o governador Geraldo Alckmin participa da inauguração da sede do Centro Meu Guri na Serra da Cantareira, ao lado da presidente do projeto, Elza da Costa Pereira (que também é vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo), e do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho. Também estarão presentes o presidente nacional do PDT, Leonol Brizola; o presidente da Ford do Brasil, Antonio Maciel Neto; o vice-presidente da General Motors, Pinheiro Neto; e o professor Etevaldo Alves da Silva, reitor e presidente da FMU.
A cerimônia, que começa às 12 horas, acontece na nova sede do Centro de Atendimento Biopsicossocial Meu Guri, localizada na avenida Belarmino Pereira de Carvalho, 6.777 (antiga Estrada da Roseira), na Serra da Cantareira (veja mapa abaixo).
O Centro Meu Guri é um projeto social da Força Sindical e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo que abriga crianças e adolescentes em situação de risco social. Com sua nova sede, o projeto poderá atender inicialmente 120 crianças. Atualmente, 33 crianças são atendidas no bairro do Tucuruvi (para mais informações sobre o projeto, clique aqui e baixe o mais recente boletim publicado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo).
Amanhã, quinta-feira (20 de maio), às 12 horas, o governador Geraldo Alckmin participa da inauguração da sede do Centro Meu Guri na Serra da Cantareira, ao lado da presidente do projeto, Elza da Costa Pereira (que também é vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo), e do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho. Também estarão presentes o presidente nacional do PDT, Leonol Brizola; o presidente da Ford do Brasil, Antonio Maciel Neto; o vice-presidente da General Motors, Pinheiro Neto; e o professor Etevaldo Alves da Silva, reitor e presidente da FMU.
A cerimônia, que começa às 12 horas, acontece na nova sede do Centro de Atendimento Biopsicossocial Meu Guri, localizada na avenida Belarmino Pereira de Carvalho, 6.777 (antiga Estrada da Roseira), na Serra da Cantareira (veja mapa abaixo).
O Centro Meu Guri é um projeto social da Força Sindical e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo que abriga crianças e adolescentes em situação de risco social. Com sua nova sede, o projeto poderá atender inicialmente 120 crianças. Atualmente, 33 crianças são atendidas no bairro do Tucuruvi (para mais informações sobre o projeto, clique aqui e baixe o mais recente boletim publicado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo).
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
Segundo o Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo as homologações realizadas no mês de abril desse ano fechou em 5.090 demissões superando 38% em relação ao mesmo mês do ano passado.
O total de homologações realizadas até agora (jan/fev/mar/abril) foi de 18.689 e já ultrapassa 20% em comparação ao mesmo período de 2003 e 50% de 2002. Para Ricardo Patah, presidente da entidade, isso significa que 2004 já é o pior ano em relação as homologações na história do Sindicato.
“No ano passado tivemos juros elevados, falta de acesso aos créditos e massa salarial diminuída. Esse ano estávamos com esperança que o comércio iria recuperar suas forças mas os números do desemprego nos mostra que ele continua estagnado”. A indignação do presidente do sindicato se dá pelo fato de o mês de abril ser um mês estável, pois não faz parte dos períodos de demissões, como é o caso dos meses de fevereiro e março. Ele propõe o incentivo às micro e pequenas empresas para que haja condições de manter os empregados nos postos de trabalho.
“As micros e pequenas empresas são as que mais empregam nesse País e tem que ter o apoio do poder executivo, legislativo, judiciário com o objetivo de conseguirem regras para que não sejam engolidas pelas grandes empresas que possuem apenas a ilusão do emprego mas, na verdade, servem de concorrentes infiéis dos pequenos comerciantes”, afirma Patah.
Outra alternativa é humanizar o trabalho aos domingos. “Temos 70 mil estabelecimentos em São Paulo e se cada loja contratar ‘um’ comerciário teremos 70 mil novos postos de trabalho”, diz Patah.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
Segundo o Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo as homologações realizadas no mês de abril desse ano fechou em 5.090 demissões superando 38% em relação ao mesmo mês do ano passado.
O total de homologações realizadas até agora (jan/fev/mar/abril) foi de 18.689 e já ultrapassa 20% em comparação ao mesmo período de 2003 e 50% de 2002. Para Ricardo Patah, presidente da entidade, isso significa que 2004 já é o pior ano em relação as homologações na história do Sindicato.
“No ano passado tivemos juros elevados, falta de acesso aos créditos e massa salarial diminuída. Esse ano estávamos com esperança que o comércio iria recuperar suas forças mas os números do desemprego nos mostra que ele continua estagnado”. A indignação do presidente do sindicato se dá pelo fato de o mês de abril ser um mês estável, pois não faz parte dos períodos de demissões, como é o caso dos meses de fevereiro e março. Ele propõe o incentivo às micro e pequenas empresas para que haja condições de manter os empregados nos postos de trabalho.
“As micros e pequenas empresas são as que mais empregam nesse País e tem que ter o apoio do poder executivo, legislativo, judiciário com o objetivo de conseguirem regras para que não sejam engolidas pelas grandes empresas que possuem apenas a ilusão do emprego mas, na verdade, servem de concorrentes infiéis dos pequenos comerciantes”, afirma Patah.
Outra alternativa é humanizar o trabalho aos domingos. “Temos 70 mil estabelecimentos em São Paulo e se cada loja contratar ‘um’ comerciário teremos 70 mil novos postos de trabalho”, diz Patah.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo e a AFL-CIO convida a imprensa a participar do Seminário de Capacitação Sindical para Defesa e Implementação de Cláusulas para Promoção de Igualdade de Oportunidades à População Negra que será realizado nos dias 17 e 18 de maio de 2004, das 9:00 às 18:00 horas, no Hotel San Raphael, Largo do Arouche, 150 – Centro.
O objetivo desse evento é despertar e capacitar dirigentes sindicais para introduzir cláusulas nos acordos e convenções coletivas de trabalho com essa finalidade, especialmente aplicáveis ao comércio. Nesse sentido, promover a inclusão dos negros faz parte do papel que deve exercer um sindicato cidadão, através de debates e da propositura de cláusulas que vedem a discriminação e promovam a igualdade de oportunidades. Estarão presentes neste evento, dirigentes sindicais de diversas entidades de comerciários do Brasil além de personalidades e instituições que possam contribuir com a afirmação desta causa.
A motivação para este seminário parte de uma bem sucedida experiência de negociação que o Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo já concluiu com a Camisaria Colombo. O Seminário será encerrado na terça-feira (18/05), às 15:30, com um 'ato afirmativo' em frente a loja Colombo da Praça Patriarca.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo e a AFL-CIO convida a imprensa a participar do Seminário de Capacitação Sindical para Defesa e Implementação de Cláusulas para Promoção de Igualdade de Oportunidades à População Negra que será realizado nos dias 17 e 18 de maio de 2004, das 9:00 às 18:00 horas, no Hotel San Raphael, Largo do Arouche, 150 – Centro.
O objetivo desse evento é despertar e capacitar dirigentes sindicais para introduzir cláusulas nos acordos e convenções coletivas de trabalho com essa finalidade, especialmente aplicáveis ao comércio. Nesse sentido, promover a inclusão dos negros faz parte do papel que deve exercer um sindicato cidadão, através de debates e da propositura de cláusulas que vedem a discriminação e promovam a igualdade de oportunidades. Estarão presentes neste evento, dirigentes sindicais de diversas entidades de comerciários do Brasil além de personalidades e instituições que possam contribuir com a afirmação desta causa.
A motivação para este seminário parte de uma bem sucedida experiência de negociação que o Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo já concluiu com a Camisaria Colombo. O Seminário será encerrado na terça-feira (18/05), às 15:30, com um 'ato afirmativo' em frente a loja Colombo da Praça Patriarca.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, participa amanhã (13 de maio), às 11 horas, de missa em homenagem aos trabalhadores das casas de bingo de todo o país. Cerca de 3 mil pessoas –entre trabalhadores e sindicalistas– devem participar do ato.
O culto acontece na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, localizada no largo Coração de Jesus, 154, próxima à praça Princesa Isabel, em São Paulo (SP).
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, participa amanhã (13 de maio), às 11 horas, de missa em homenagem aos trabalhadores das casas de bingo de todo o país. Cerca de 3 mil pessoas –entre trabalhadores e sindicalistas– devem participar do ato.
O culto acontece na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, localizada no largo Coração de Jesus, 154, próxima à praça Princesa Isabel, em São Paulo (SP).
O Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical fazem hoje (12/05) manifestação em repúdio ao baixo reajuste do salário mínimo. O objetivo é pressionar o governo por um aumento mais justo do salário mínimo. Os organizadores esperam um público de 5 mil pessoas.
Os manifestantes sairão em passeata às 9h30 da sede do Sindicato dos Aposentados da Força, situado na rua do Carmo, 171, e seguirão até a Praça da Sé, onde acontecerá o protesto.
Também está prevista a realização de uma missa especial aos aposentados a partir das 12h, na Catedral da Sé.
O Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical fazem hoje (12/05) manifestação em repúdio ao baixo reajuste do salário mínimo. O objetivo é pressionar o governo por um aumento mais justo do salário mínimo. Os organizadores esperam um público de 5 mil pessoas.
Os manifestantes sairão em passeata às 9h30 da sede do Sindicato dos Aposentados da Força, situado na rua do Carmo, 171, e seguirão até a Praça da Sé, onde acontecerá o protesto.
Também está prevista a realização de uma missa especial aos aposentados a partir das 12h, na Catedral da Sé.
O Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical farão amanhã (12/05) uma manifestação em repúdio ao baixo reajuste do salário mínimo. O objetivo é pressionar o governo por um aumento mais justo do salário mínimo. Sindicalistas esperam um público de 5 mil pessoas.
Os manifestantes sairão em passeata às 9h30 da sede do Sindicato dos Aposentados da Força, situado na rua do Carmo, 171, e seguirão até a Praça da Sé, onde acontecerá o protesto.
Há ainda a possibilidade da realização de uma missa especial aos aposentados a partir das 11h, na Catedral da Sé – o que deve se confirmar até o final da tarde de hoje (11/05).
O Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical farão amanhã (12/05) uma manifestação em repúdio ao baixo reajuste do salário mínimo. O objetivo é pressionar o governo por um aumento mais justo do salário mínimo. Sindicalistas esperam um público de 5 mil pessoas.
Os manifestantes sairão em passeata às 9h30 da sede do Sindicato dos Aposentados da Força, situado na rua do Carmo, 171, e seguirão até a Praça da Sé, onde acontecerá o protesto.
Há ainda a possibilidade da realização de uma missa especial aos aposentados a partir das 11h, na Catedral da Sé – o que deve se confirmar até o final da tarde de hoje (11/05).
Os trabalhadores anseiam há muito pela correção da tabela do Imposto de Renda. A carga tributária no Brasil se tornou insustentável tanto para quem produz, quanto para os trabalhadores. Os brasileiros, a bem da verdade, tem um sócio voraz (Leão) que abocanha quase 1/3 dos seus rendimentos.
A tabela do Imposto de Renda está defasada desde 1996, sendo que apenas em 2002 houve uma correção de 17,5%. Se calcularmos a inflação desse período (IPCA/IBGE) e somarmos a projeção até o final deste ano, teremos um acúmulo de 81,82%. Descontando a correção já feita, falta corrigir a tabela em 54%.
Clique aqui para baixar o documento entregue ao Senado Federal no ano passado na íntegra.
Os trabalhadores anseiam há muito pela correção da tabela do Imposto de Renda. A carga tributária no Brasil se tornou insustentável tanto para quem produz, quanto para os trabalhadores. Os brasileiros, a bem da verdade, tem um sócio voraz (Leão) que abocanha quase 1/3 dos seus rendimentos.
A tabela do Imposto de Renda está defasada desde 1996, sendo que apenas em 2002 houve uma correção de 17,5%. Se calcularmos a inflação desse período (IPCA/IBGE) e somarmos a projeção até o final deste ano, teremos um acúmulo de 81,82%. Descontando a correção já feita, falta corrigir a tabela em 54%.
Clique aqui para baixar o documento entregue ao Senado Federal no ano passado na íntegra.
Diversos sindicatos filiados à Força Sindical promovem uma carreata hoje. Entre as entidades que participam do ato, estão os sindicatos dos metalúrgicos de São Paulo, Osasco, São Caetano do Sul, Guarulhos, a Federação dos Metalúrgicos de São Paulo, os sindicatos das costureiras, dos hoteleiros, gráficos, papeleiros, joalheiros e dos comerciários.
Os manifestantes saem às 11 horas da sede da Federação dos Metalúrgicos de SP, na rua Pará, 66, em direção ao Ministério da Fazenda, na av. Prestes Maia.
O objetivo da manifestação é exigir do governo correção de 56% da tabela do Imposto de Renda, que está defasada desde 1996.
Diversos sindicatos filiados à Força Sindical promovem uma carreata hoje. Entre as entidades que participam do ato, estão os sindicatos dos metalúrgicos de São Paulo, Osasco, São Caetano do Sul, Guarulhos, a Federação dos Metalúrgicos de São Paulo, os sindicatos das costureiras, dos hoteleiros, gráficos, papeleiros, joalheiros e dos comerciários.
Os manifestantes saem às 11 horas da sede da Federação dos Metalúrgicos de SP, na rua Pará, 66, em direção ao Ministério da Fazenda, na av. Prestes Maia.
O objetivo da manifestação é exigir do governo correção de 56% da tabela do Imposto de Renda, que está defasada desde 1996.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Nesta segunda-feira (10 de maio), diversos sindicatos filiados à Força Sindical (entre eles, os sindicatos dos metalúrgicos de São Paulo, Osasco, São Caetano do Sul, Guarulhos, a Federação dos Metalúrgicos de São Paulo, Sindicato das Costureiras de São Paulo, dos hoteleiros, gráficos, papeleiros, joalheiros e comerciários) promovem uma carreata.
Os manifestantes saem às 11 horas da sede da Federação dos Metalúrgicos de SP, na rua Pará, 66, em direção ao Ministério da Fazenda, na av. Prestes Maia.
O objetivo da manifestação é exigir do governo correção de 56% da tabela do Imposto de Renda, que está defasada desde 1996.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Nesta segunda-feira (10 de maio), diversos sindicatos filiados à Força Sindical (entre eles, os sindicatos dos metalúrgicos de São Paulo, Osasco, São Caetano do Sul, Guarulhos, a Federação dos Metalúrgicos de São Paulo, Sindicato das Costureiras de São Paulo, dos hoteleiros, gráficos, papeleiros, joalheiros e comerciários) promovem uma carreata.
Os manifestantes saem às 11 horas da sede da Federação dos Metalúrgicos de SP, na rua Pará, 66, em direção ao Ministério da Fazenda, na av. Prestes Maia.
O objetivo da manifestação é exigir do governo correção de 56% da tabela do Imposto de Renda, que está defasada desde 1996.
Representantes da Força Sindical, a CUT, a FIESP e o Dieese foram convocados para participar de audiência pública na Comissão do Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados. O objetivo é discutir a redução da jornada semanal de trabalho.
A comissão justificou o convite dizendo que a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais "tem sido uma constante na pauta de reivindicações da classe trabalhadora, com o principal objetivo de aumentar o número de postos de trabalho".
No requerimento encaminhado à Força, "tramitam nesta Casa várias iniciativas com este objetivo, nada mais justo que a Comissão tome para si a responsabilidade de reabrir o processo de discussão de tão importante matéria. Contribuindo desta forma para a concretização de mais uma fonte de geração de postos de trabalho".
O documento é assinado pelo deputado Tarcísio Zimmermann (PT/RS).
Representantes da Força Sindical, a CUT, a FIESP e o Dieese foram convocados para participar de audiência pública na Comissão do Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados. O objetivo é discutir a redução da jornada semanal de trabalho.
A comissão justificou o convite dizendo que a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais "tem sido uma constante na pauta de reivindicações da classe trabalhadora, com o principal objetivo de aumentar o número de postos de trabalho".
No requerimento encaminhado à Força, "tramitam nesta Casa várias iniciativas com este objetivo, nada mais justo que a Comissão tome para si a responsabilidade de reabrir o processo de discussão de tão importante matéria. Contribuindo desta forma para a concretização de mais uma fonte de geração de postos de trabalho".
O documento é assinado pelo deputado Tarcísio Zimmermann (PT/RS).
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Os cinco sindicatos de metalúrgicos de São Paulo, Osasco, Guarulhos, Santo André, São Caetano, e a Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, filiados à Força Sindical, decidiram hoje de manhã, durante reunião no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, paralisar as atividades amanhã, sexta-feira, em 62 empresas metalúrgicas, para exigir a correção da tabela do Imposto de Renda. O movimento vai envolver cerca de 50 mil trabalhadores, sem contar as empresas que serão paralisadas em mais de 10 cidades do Interior do Estado.
As empresas vão parar de uma a duas horas, das 6h às 8h. Na capital, o movimento atingirá Cartec, BSH Continental, Supergaus, Monark, Motepino, Metalfrio, Sylvania, Metalúrgica Prada, entre outras, como a General Motors de São Caetano e de Mogi das Cruzes.
"A tabela está defasada em 55%. Essa é a correção que queremos. O ministro Palocci (Fazenda) sinalizou com 11% de defasagem, correspondente ao período do governo Lula. Isso é pouco para corrigir a injustiça que vem sendo praticada contra os trabalhadores. Os trabalhadores votaram nesse governo para mudar, que o governo dê a contrapartida", afirma Eleno José Bezerra, presidente do Sindicato dos dos Metalúrgicos de São Paulo.
Porta de fábrica- Amanhã, Eleno e Paulinho, presidente da Força Sindical, estarão às 5h30 na BSH Continental (av. Henry Ford, 204, Mooca); às 6h na Cartec (av. Presidente Wilson, 2.805, Mooca) e às 7h30 na Itautec (av. Santa Catarina, nº 1, Tatuapé).
São Caetano- Aparecido Inácio da Silva, presidente do Sindicato local, estará às 6h na GM.
Osasco- Jorge Nazareno, presidente, estará às 7h na Corneta.
Santo André- Cícero Firmino, o Martinha, presidente, estará às 5h na Magnetti Marelli.
Guarulhos- José Pereira dos Santos, presidente, estará às 7h na Cames do Brasil.
Carreata na segunda-feira
Os sindicatos decidiram, também, fazer uma carreata na próxima segunda-feira, dia 10 de maio. Os manifestantes vão sair às 11h da sede da Federação dos Metalúrgicos do ESP, na rua Pará, 66, em direção ao Ministério da Fazenda, na av. Prestes Maia. O movimento contará com a participação de outros sindicatos filiados a Força Sindical, como das costureiras, construção civil, hoteleiros, gráficos, papeleiros, joalheiros, comerciários etc.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Os cinco sindicatos de metalúrgicos de São Paulo, Osasco, Guarulhos, Santo André, São Caetano, e a Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, filiados à Força Sindical, decidiram hoje de manhã, durante reunião no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, paralisar as atividades amanhã, sexta-feira, em 62 empresas metalúrgicas, para exigir a correção da tabela do Imposto de Renda. O movimento vai envolver cerca de 50 mil trabalhadores, sem contar as empresas que serão paralisadas em mais de 10 cidades do Interior do Estado.
As empresas vão parar de uma a duas horas, das 6h às 8h. Na capital, o movimento atingirá Cartec, BSH Continental, Supergaus, Monark, Motepino, Metalfrio, Sylvania, Metalúrgica Prada, entre outras, como a General Motors de São Caetano e de Mogi das Cruzes.
"A tabela está defasada em 55%. Essa é a correção que queremos. O ministro Palocci (Fazenda) sinalizou com 11% de defasagem, correspondente ao período do governo Lula. Isso é pouco para corrigir a injustiça que vem sendo praticada contra os trabalhadores. Os trabalhadores votaram nesse governo para mudar, que o governo dê a contrapartida", afirma Eleno José Bezerra, presidente do Sindicato dos dos Metalúrgicos de São Paulo.
Porta de fábrica- Amanhã, Eleno e Paulinho, presidente da Força Sindical, estarão às 5h30 na BSH Continental (av. Henry Ford, 204, Mooca); às 6h na Cartec (av. Presidente Wilson, 2.805, Mooca) e às 7h30 na Itautec (av. Santa Catarina, nº 1, Tatuapé).
São Caetano- Aparecido Inácio da Silva, presidente do Sindicato local, estará às 6h na GM.
Osasco- Jorge Nazareno, presidente, estará às 7h na Corneta.
Santo André- Cícero Firmino, o Martinha, presidente, estará às 5h na Magnetti Marelli.
Guarulhos- José Pereira dos Santos, presidente, estará às 7h na Cames do Brasil.
Carreata na segunda-feira
Os sindicatos decidiram, também, fazer uma carreata na próxima segunda-feira, dia 10 de maio. Os manifestantes vão sair às 11h da sede da Federação dos Metalúrgicos do ESP, na rua Pará, 66, em direção ao Ministério da Fazenda, na av. Prestes Maia. O movimento contará com a participação de outros sindicatos filiados a Força Sindical, como das costureiras, construção civil, hoteleiros, gráficos, papeleiros, joalheiros, comerciários etc.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, fará hoje uma visita na reabetura da Bingo Imperador, considerado o maior bingo da América Latina, com 1.500 funcionários.
Com a derrota da MP (Medida Provisória) ontem no Senado, os bingos já podem ser reabertos.
A reabertura do Bingo Imperador, que fica na av. Sumaré, 581, acontece às 14 horas.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, fará hoje uma visita na reabetura da Bingo Imperador, considerado o maior bingo da América Latina, com 1.500 funcionários.
Com a derrota da MP (Medida Provisória) ontem no Senado, os bingos já podem ser reabertos.
A reabertura do Bingo Imperador, que fica na av. Sumaré, 581, acontece às 14 horas.
Confira a lista de premiados que levaram 10 carros 0km, 5 apartamentos, 2 motos, 60 bolsas de estudo, 4 viagens para o nordeste, um ano de cesta básica e um ano de seguro para acidentes pessoais
Amanhã (4 de maio), a Força Sindical realizará a entrega dos prêmios dos concursos realizados na festa do 1º de Maio da Central. A cerimônia acontecerá às 15 horas, no 13º andar do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade, São Paulo (SP).
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, participará da entrega aos 63 premiados. Ao longo do sábado, foram sorteados 10 carros 0km, 5 apartamentos, 2 motos, 60 bolsas de estudo, 4 viagens para o nordeste, 1 ano de cesta básica e 1 ano de seguro para acidentes pessoais
Confira abaixo a lista dos premiados no evento:
Apartamentos
Antonio Divino Machado - 0655491
Edvan Almeida de Oliveira – 3494896
José Nilcélio Alves Dantas - 3855152
José Alves dos Santos - 4614025
Maria Eunice Alves da Silva - 6381819
Carros
Dalva R. Viana - 3489092
José Almeida dos Santos - 6077294
José de França Tavares - 6304925
Josias Alves da Costa - 1952507
José Edson de Almeida - 6990740
Nair da Cruz Naseh - 1313442
Pedro Gelvando Vieira - 1414665
Rita Pereira Gomes da Silva - 2769202
Rita de Cássia Sales - 3556854
Thiago Rosa de Oliveira - 5206977
Motos
Luana Viega – 5967891
Michelly E. Nunes - 1673601
Pacote turístico para o nordeste
Antonio Carlos da Silva - 6236698
Luciano Luiz Fenícia - 6550832
Manoel Batista Guedes – 3625555
Ricardo Antonio Pequeno – 6887433
Cursos de informática
Genival Matias Gomes - 1721313
Natália Alves Ferreira - 4964967
Roberto Estevão - 6316630
Everaldo dos S. Franco - 4401109
Magnólia Cordeiro de Souza - 6269815
Luiz Carlos do Carmo - 6606716
Cristiane F. Villa - 0079359
Severino Pedro Reinato - 6702427
Maria da Conceição Batista Pereira - 1252780
Nilce Barbosa da Costa Conceição - 1505824
Otacílio Pereira Filho - 6166056
Irene de Oliveira - 5599535
Maria de Jesus Silveira - 6886103
Lecy Cordeiro de Oliveira - 1215763
Liete R. Silva - 5873682
Angélica Aparecida Barreto - 5749651
José Juscelino Gomes - 0498009
Cristiane dos Santos - 4795368
Juraci Santos Silva - 1985909
Melquíades José Farias Neto - 4461709
Lécio Bezerra de Moura - 0897670
Raimundo de O. Gama - 5608985
André C. - 0321402
Luiz Felipe Pereira dos Santos - 3249814
Rubens Alberto de Souza - 0595078
Nilma Viana do Carmo - 1012817
Nídia - 6471784
Ana Paulo de Freitas - 4433323
Marcelo Corais dos Santos - 5557943
Cristiano Mendonça de Oliveira - 3613923
Valdirene Soares da Rocha Lima - 4496611
Severino A. Alves - 2559458
Lenira Lucena do Nascimento - 0748809
Recenvindo Saraiva da Fonseca - 4959481
José Raimundo P. de Sousa - 6291017
Romério Rubio da Costa Paes - 1948479
Antonio Carlos dos Santos - 1955586
Lauzenor Cornélio de Lima - 1267631
1 ano de cesta básica e
1 ano de seguro para acidentes pessoais
Cristiane Gomes de Freitas - 3782528
Dirceu Morandi - 1321284
Josuel Soares da Cruz - 3859026
José Carlos Santos - 5891207
Recenvindo Saraiva da Fonseca - 3459480
Confira a lista de premiados que levaram 10 carros 0km, 5 apartamentos, 2 motos, 60 bolsas de estudo, 4 viagens para o nordeste, um ano de cesta básica e um ano de seguro para acidentes pessoais
Amanhã (4 de maio), a Força Sindical realizará a entrega dos prêmios dos concursos realizados na festa do 1º de Maio da Central. A cerimônia acontecerá às 15 horas, no 13º andar do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade, São Paulo (SP).
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, participará da entrega aos 63 premiados. Ao longo do sábado, foram sorteados 10 carros 0km, 5 apartamentos, 2 motos, 60 bolsas de estudo, 4 viagens para o nordeste, 1 ano de cesta básica e 1 ano de seguro para acidentes pessoais
Confira abaixo a lista dos premiados no evento:
Apartamentos
Antonio Divino Machado - 0655491
Edvan Almeida de Oliveira – 3494896
José Nilcélio Alves Dantas - 3855152
José Alves dos Santos - 4614025
Maria Eunice Alves da Silva - 6381819
Carros
Dalva R. Viana - 3489092
José Almeida dos Santos - 6077294
José de França Tavares - 6304925
Josias Alves da Costa - 1952507
José Edson de Almeida - 6990740
Nair da Cruz Naseh - 1313442
Pedro Gelvando Vieira - 1414665
Rita Pereira Gomes da Silva - 2769202
Rita de Cássia Sales - 3556854
Thiago Rosa de Oliveira - 5206977
Motos
Luana Viega – 5967891
Michelly E. Nunes - 1673601
Pacote turístico para o nordeste
Antonio Carlos da Silva - 6236698
Luciano Luiz Fenícia - 6550832
Manoel Batista Guedes – 3625555
Ricardo Antonio Pequeno – 6887433
Cursos de informática
Genival Matias Gomes - 1721313
Natália Alves Ferreira - 4964967
Roberto Estevão - 6316630
Everaldo dos S. Franco - 4401109
Magnólia Cordeiro de Souza - 6269815
Luiz Carlos do Carmo - 6606716
Cristiane F. Villa - 0079359
Severino Pedro Reinato - 6702427
Maria da Conceição Batista Pereira - 1252780
Nilce Barbosa da Costa Conceição - 1505824
Otacílio Pereira Filho - 6166056
Irene de Oliveira - 5599535
Maria de Jesus Silveira - 6886103
Lecy Cordeiro de Oliveira - 1215763
Liete R. Silva - 5873682
Angélica Aparecida Barreto - 5749651
José Juscelino Gomes - 0498009
Cristiane dos Santos - 4795368
Juraci Santos Silva - 1985909
Melquíades José Farias Neto - 4461709
Lécio Bezerra de Moura - 0897670
Raimundo de O. Gama - 5608985
André C. - 0321402
Luiz Felipe Pereira dos Santos - 3249814
Rubens Alberto de Souza - 0595078
Nilma Viana do Carmo - 1012817
Nídia - 6471784
Ana Paulo de Freitas - 4433323
Marcelo Corais dos Santos - 5557943
Cristiano Mendonça de Oliveira - 3613923
Valdirene Soares da Rocha Lima - 4496611
Severino A. Alves - 2559458
Lenira Lucena do Nascimento - 0748809
Recenvindo Saraiva da Fonseca - 4959481
José Raimundo P. de Sousa - 6291017
Romério Rubio da Costa Paes - 1948479
Antonio Carlos dos Santos - 1955586
Lauzenor Cornélio de Lima - 1267631
1 ano de cesta básica e
1 ano de seguro para acidentes pessoais
Cristiane Gomes de Freitas - 3782528
Dirceu Morandi - 1321284
Josuel Soares da Cruz - 3859026
José Carlos Santos - 5891207
Recenvindo Saraiva da Fonseca - 3459480
Trabalhadores, sindicalistas, aposentados, estudantes, associações de bairro, partidos políticos e empresários descontentes com a política econômica do governo fazem ato contra o desemprego no dia 30 de abril. O evento está sendo organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região, José Pereira dos Santos.
"Convidamos os trabalhadores para participar e exigir o sagrado direito de trabalhar e sustentar sua família", convoca o presidente do sindicato.
O evento acontece às 17 horas, na praça Getúlio Vargas, Centro - Guarulhos (SP).
Trabalhadores, sindicalistas, aposentados, estudantes, associações de bairro, partidos políticos e empresários descontentes com a política econômica do governo fazem ato contra o desemprego no dia 30 de abril. O evento está sendo organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região, José Pereira dos Santos.
"Convidamos os trabalhadores para participar e exigir o sagrado direito de trabalhar e sustentar sua família", convoca o presidente do sindicato.
O evento acontece às 17 horas, na praça Getúlio Vargas, Centro - Guarulhos (SP).
A Direção Nacional da Força Sindical decidiu cobrar do governo federal que o valor do salário mínimo passe para R$ 320.
A Força Sindical defende que esta é a única forma de o governo cumprir uma das promessas da campanha eleitoral, quando o então candidato Lula se comprometeu publicamente a dobrar o valor real do salário mínimo em 4 anos (na época, era de R$ 200).
Para isso, o governo deve promover já neste ano um aumento de 33% no valor do salário mínimo. O reajuste é tradicionalmente anunciado no dia 1º de maio, Dia Internacional do Trabalho.
Apenas para dobrar o valor nominal do salário mínimo (desprezando a inflação do período), o governo precisaria promover um reajuste de 24,39% neste e nos próximos dois anos. Para que o aumento seja real, é imprescindível que o reajuste leve em consideração também a inflação anual – o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do IBGE, por exemplo.
Os 33% equivalem, portanto, à soma do INPC acumulado de abril de 2003 até o mesmo mês de 2004, de 6,93%, com os 24,39%.
“O governo precisa ter sensibilidade e respeito com os trabalhadores. Um aumento digno para o mínimo é uma boa maneira de promover a distribuição de renda no país”, afirma Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical.
A Direção Nacional da Força Sindical decidiu cobrar do governo federal que o valor do salário mínimo passe para R$ 320.
A Força Sindical defende que esta é a única forma de o governo cumprir uma das promessas da campanha eleitoral, quando o então candidato Lula se comprometeu publicamente a dobrar o valor real do salário mínimo em 4 anos (na época, era de R$ 200).
Para isso, o governo deve promover já neste ano um aumento de 33% no valor do salário mínimo. O reajuste é tradicionalmente anunciado no dia 1º de maio, Dia Internacional do Trabalho.
Apenas para dobrar o valor nominal do salário mínimo (desprezando a inflação do período), o governo precisaria promover um reajuste de 24,39% neste e nos próximos dois anos. Para que o aumento seja real, é imprescindível que o reajuste leve em consideração também a inflação anual – o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do IBGE, por exemplo.
Os 33% equivalem, portanto, à soma do INPC acumulado de abril de 2003 até o mesmo mês de 2004, de 6,93%, com os 24,39%.
“O governo precisa ter sensibilidade e respeito com os trabalhadores. Um aumento digno para o mínimo é uma boa maneira de promover a distribuição de renda no país”, afirma Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical.
Mais uma vitória. Em reunião ontem com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Osvaldo Bargas, a Força Sindical e as demais centrais -CUT, CGT, SDS e CAT- conseguiram fazer com que o governo suspendesse temporariamente a Portaria 160. A lei proibia a cobrança, por parte dos sindicatos, das contribuições confederativa e assistencial de trabalhadores não-sindicalizados.
"Foi uma grande vitória nossa. E isso só foi possível graças à mobilização e à pressão da Força e das demais centrais sobre o governo", comemora Paulinho.
"O recuo é importante porque o governo tomou a medida sem consultar ninguém”, disse. A suspensão será mantida até 31 de maio de 2005.
Confira aqui o termo de compromisso assinado pelo secretário de Relações do Trabalho do MTE, Osvaldo Bargas, que determina a suspensão da Portaria 160 até 31 de maio de 2005.
Mais uma vitória. Em reunião ontem com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Osvaldo Bargas, a Força Sindical e as demais centrais -CUT, CGT, SDS e CAT- conseguiram fazer com que o governo suspendesse temporariamente a Portaria 160. A lei proibia a cobrança, por parte dos sindicatos, das contribuições confederativa e assistencial de trabalhadores não-sindicalizados.
"Foi uma grande vitória nossa. E isso só foi possível graças à mobilização e à pressão da Força e das demais centrais sobre o governo", comemora Paulinho.
"O recuo é importante porque o governo tomou a medida sem consultar ninguém”, disse. A suspensão será mantida até 31 de maio de 2005.
Confira aqui o termo de compromisso assinado pelo secretário de Relações do Trabalho do MTE, Osvaldo Bargas, que determina a suspensão da Portaria 160 até 31 de maio de 2005.
A direção nacional da Força Sindical se reúne hoje (22 de abril) – juntamente com as centrais CUT, CGT, SDS e CAT – com o ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini, para discutir a Portaria nº 160, que proíbe o desconto da contribuição confederativa e assistencial para não-sócios.
A reunião acontece hoje, às 15 horas, no edifício sede do Ministério do Trabalho e Emprego, 4º andar, sala 433, em Brasília (DF).
A direção nacional da Força Sindical se reúne hoje (22 de abril) – juntamente com as centrais CUT, CGT, SDS e CAT – com o ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini, para discutir a Portaria nº 160, que proíbe o desconto da contribuição confederativa e assistencial para não-sócios.
A reunião acontece hoje, às 15 horas, no edifício sede do Ministério do Trabalho e Emprego, 4º andar, sala 433, em Brasília (DF).
A Portaria 160 do Ministério do Trabalho, publicada no Diário Oficial em 13 de abril, passa por cima de todo o debate democrático estabelecido no Fórum Nacional do Trabalho.
Nesta portaria, arbitrariamente o Ministério suspende o recolhimento, pelos sindicatos, das contribuições confederativas e assistenciais. Ora, o custeio das organizações sindicais foi exaustivamente discutida no Fórum e ficou estabelecido que, na reforma, todas as taxas serão substituídas pela contribuição negocial, definida em assembléia. Mas antes disso o governo esvazia financeiramente as organizações e coloca em risco sua força para uma futura reforma trabalhista. E, mais grave, passa por cima da democracia.
“A Força Sindical, de forma transparente, buscou negociar a Reforma Sindical nas discussões do Fórum do Trabalho, e espera que a forma democrática de negociação continue permeando as relações entre governo e trabalhadores”, diz a Nota Oficial divulgada pela Força. No texto, a central exige uma reunião com o ministro do Trabalho e retira sua participação do Fórum enquanto essa questão não for resolvida.
A Portaria 160 do Ministério do Trabalho, publicada no Diário Oficial em 13 de abril, passa por cima de todo o debate democrático estabelecido no Fórum Nacional do Trabalho.
Nesta portaria, arbitrariamente o Ministério suspende o recolhimento, pelos sindicatos, das contribuições confederativas e assistenciais. Ora, o custeio das organizações sindicais foi exaustivamente discutida no Fórum e ficou estabelecido que, na reforma, todas as taxas serão substituídas pela contribuição negocial, definida em assembléia. Mas antes disso o governo esvazia financeiramente as organizações e coloca em risco sua força para uma futura reforma trabalhista. E, mais grave, passa por cima da democracia.
“A Força Sindical, de forma transparente, buscou negociar a Reforma Sindical nas discussões do Fórum do Trabalho, e espera que a forma democrática de negociação continue permeando as relações entre governo e trabalhadores”, diz a Nota Oficial divulgada pela Força. No texto, a central exige uma reunião com o ministro do Trabalho e retira sua participação do Fórum enquanto essa questão não for resolvida.
Confira abaixo a íntegra da Portaria 160, que determina ilegalmente o não-desconto da contribuição assistencial e confederativa.
O link do texto publicado originalmente no Diário Oficial da União é http://www.in.gov.br/materias/xml/do/secao1/927205.xml (basta clicar no endereço).
Edição Número 73 de 16/04/2004
Ministério do Trabalho e Emprego Gabinete do Ministro
PORTARIA Nº 160, DE 13 DE ABRIL DE 2004
Dispõe sobre o desconto em folha de pagamento de salário das contribuições instituídas pelos sindicatos.
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 87, parágrafo único, II, da Constituição Federal, e o art. 913 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943,
CONSIDERANDO o disposto no art. 8º, V, da Constituição Federal, que dispõe sobre a liberdade de filiação;
CONSIDERANDO o disposto no art. 513, inciso e, da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, que dispõe sobre a prerrogativa do sindicato de impor contribuições a todos aqueles que participem das categorias econômicas ou profissionais, ou das profissões liberais representadas;
CONSIDERANDO o disposto no art. 8º, inciso IV da Constituição Federal, que autoriza a fixação de contribuição confederativa em assembléia geral da categoria a ser descontada em folha de pagamento de salário;
CONSIDERANDO o disposto no art. 545 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, que condiciona o desconto em folha de pagamento das contribuições devidas ao sindicato à prévia autorização do empregado, salvo quanto à contribuição sindical;
CONSIDERANDO o Enunciado da Súmula nº 666 do Supremo Tribunal Federal, que estabelece que a contribuição confederativa de que trata o art. 8º, inciso IV, da Constituição Federal, só é exigível dos filiados ao sindicato respectivo;
CONSIDERANDO o Precedente Normativo nº 119 do Tribunal Superior do Trabalho, segundo o qual é ofensivo ao direito de livre associação e sindicalização, previsto nos arts. 5º, inciso XX, e 8º, inciso V, da Constituição Federal, cláusula constante de convenção, acordo coletivo ou sentença normativa estabelecendo contribuição em favor de entidade sindical a título de taxa para custeio do sistema confederativo, assistencial, revigoramento ou fortalecimento sindical e outras da mesma espécie, obrigando trabalhadores não sindicalizados; e
CONSIDERANDO a necessidade de orientar empregadores, sindicatos e trabalhadores acerca do procedimento para recolhimento das contribuições instituídas pelas entidades sindicais, resolve:
Art. 1º As contribuições instituídas pelos sindicatos em assembléia geral da categoria, em especial a confederativa e/ou as constantes de convenção ou acordo coletivo e sentença normativa, em especial a contribuição assistencial, são obrigatórias apenas para os empregados sindicalizados.
§1º A contribuição confederativa, prevista no inciso IV, do art. 8º da Constituição Federal, fixada pela assembléia geral do sindicato, tem por finalidade custear o sistema confederativo.
§ 2º A contribuição assistencial, prevista na alínea "e", do art. 513, da CLT, e demais decorrentes do mesmo diploma legal, deverão constar de convenção ou acordo coletivo de trabalho, devidamente registrado no setor competente do órgão local do Ministério do T rabalho e Emprego, ou de sentença normativa, e tem por finalidade custear as atividades assistenciais, melhorias e o crescimento sindical, além da participação da entidade nas negociações por melhores condições de trabalho.
Art. 2º O empregador poderá efetuar o desconto, em folha de pagamento de salário, do valor correspondente às contribuições devidas pelos empregados aos sindicatos respectivos e previstas em convenção ou acordo coletivo de trabalho registrados no Ministério do Trabalho e Emprego, em sentença normativa ou em assembléia geral sindical, quando notificado do valor das contribuições.
§1º Para os empregados não sindicalizados, o desconto em folha de pagamento somente poderá ser efetuado mediante prévia e expressa autorização do empregado
I - A autorização de que trata o parágrafo 1º será efetuada por escrito, e conterá as seguintes informações:
A) nome do sindicato para o qual será creditada a contribuição;
B) identificação do instrumento coletivo que instituiu a contribuição e o período de vigência;
C) identificação do valor ou da forma de cálculo da contribuição;
D) identificação e assinatura do empregado.
II A autorização terá validade pelo período de vigência do instrumento coletivo e poderá ser revogada pelo empregado a qualquer tempo.
§ 2º O desconto em folha de pagamento efetuado sem a devida autorização do empregado não sindicalizado ou com base em instrumento coletivo não registrado no MTE sujeita o empregador a autuação administrativa pela fiscalização do trabalho (Ementa nº 000365-4 Efetuar descontos nos salários do empregado, salvo os resultantes de adiantamentos, de dispositivos de lei ou convenção coletiva de trabalho).
Art. 3º O empregador fará o recolhimento da contribuição à entidade sindical até o décimo dia do mês subseqüente ao do desconto, de acordo com o parágrafo único do art. 545 da CLT.
Parágrafo único. O não recolhimento da contribuição descontada do empregado no prazo mencionado no caput implica na incidência de juros de mora de 10% sobre o montante retido, sem prejuízo da multa administrativa prevista no art. 553 da CLT, e das cominações penais.
Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
RICARDO BERZOINI
Confira abaixo a íntegra da Portaria 160, que determina ilegalmente o não-desconto da contribuição assistencial e confederativa.
O link do texto publicado originalmente no Diário Oficial da União é http://www.in.gov.br/materias/xml/do/secao1/927205.xml (basta clicar no endereço).
Edição Número 73 de 16/04/2004
Ministério do Trabalho e Emprego Gabinete do Ministro
PORTARIA Nº 160, DE 13 DE ABRIL DE 2004
Dispõe sobre o desconto em folha de pagamento de salário das contribuições instituídas pelos sindicatos.
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 87, parágrafo único, II, da Constituição Federal, e o art. 913 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943,
CONSIDERANDO o disposto no art. 8º, V, da Constituição Federal, que dispõe sobre a liberdade de filiação;
CONSIDERANDO o disposto no art. 513, inciso e, da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, que dispõe sobre a prerrogativa do sindicato de impor contribuições a todos aqueles que participem das categorias econômicas ou profissionais, ou das profissões liberais representadas;
CONSIDERANDO o disposto no art. 8º, inciso IV da Constituição Federal, que autoriza a fixação de contribuição confederativa em assembléia geral da categoria a ser descontada em folha de pagamento de salário;
CONSIDERANDO o disposto no art. 545 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, que condiciona o desconto em folha de pagamento das contribuições devidas ao sindicato à prévia autorização do empregado, salvo quanto à contribuição sindical;
CONSIDERANDO o Enunciado da Súmula nº 666 do Supremo Tribunal Federal, que estabelece que a contribuição confederativa de que trata o art. 8º, inciso IV, da Constituição Federal, só é exigível dos filiados ao sindicato respectivo;
CONSIDERANDO o Precedente Normativo nº 119 do Tribunal Superior do Trabalho, segundo o qual é ofensivo ao direito de livre associação e sindicalização, previsto nos arts. 5º, inciso XX, e 8º, inciso V, da Constituição Federal, cláusula constante de convenção, acordo coletivo ou sentença normativa estabelecendo contribuição em favor de entidade sindical a título de taxa para custeio do sistema confederativo, assistencial, revigoramento ou fortalecimento sindical e outras da mesma espécie, obrigando trabalhadores não sindicalizados; e
CONSIDERANDO a necessidade de orientar empregadores, sindicatos e trabalhadores acerca do procedimento para recolhimento das contribuições instituídas pelas entidades sindicais, resolve:
Art. 1º As contribuições instituídas pelos sindicatos em assembléia geral da categoria, em especial a confederativa e/ou as constantes de convenção ou acordo coletivo e sentença normativa, em especial a contribuição assistencial, são obrigatórias apenas para os empregados sindicalizados.
§1º A contribuição confederativa, prevista no inciso IV, do art. 8º da Constituição Federal, fixada pela assembléia geral do sindicato, tem por finalidade custear o sistema confederativo.
§ 2º A contribuição assistencial, prevista na alínea "e", do art. 513, da CLT, e demais decorrentes do mesmo diploma legal, deverão constar de convenção ou acordo coletivo de trabalho, devidamente registrado no setor competente do órgão local do Ministério do T rabalho e Emprego, ou de sentença normativa, e tem por finalidade custear as atividades assistenciais, melhorias e o crescimento sindical, além da participação da entidade nas negociações por melhores condições de trabalho.
Art. 2º O empregador poderá efetuar o desconto, em folha de pagamento de salário, do valor correspondente às contribuições devidas pelos empregados aos sindicatos respectivos e previstas em convenção ou acordo coletivo de trabalho registrados no Ministério do Trabalho e Emprego, em sentença normativa ou em assembléia geral sindical, quando notificado do valor das contribuições.
§1º Para os empregados não sindicalizados, o desconto em folha de pagamento somente poderá ser efetuado mediante prévia e expressa autorização do empregado
I - A autorização de que trata o parágrafo 1º será efetuada por escrito, e conterá as seguintes informações:
A) nome do sindicato para o qual será creditada a contribuição;
B) identificação do instrumento coletivo que instituiu a contribuição e o período de vigência;
C) identificação do valor ou da forma de cálculo da contribuição;
D) identificação e assinatura do empregado.
II A autorização terá validade pelo período de vigência do instrumento coletivo e poderá ser revogada pelo empregado a qualquer tempo.
§ 2º O desconto em folha de pagamento efetuado sem a devida autorização do empregado não sindicalizado ou com base em instrumento coletivo não registrado no MTE sujeita o empregador a autuação administrativa pela fiscalização do trabalho (Ementa nº 000365-4 Efetuar descontos nos salários do empregado, salvo os resultantes de adiantamentos, de dispositivos de lei ou convenção coletiva de trabalho).
Art. 3º O empregador fará o recolhimento da contribuição à entidade sindical até o décimo dia do mês subseqüente ao do desconto, de acordo com o parágrafo único do art. 545 da CLT.
Parágrafo único. O não recolhimento da contribuição descontada do empregado no prazo mencionado no caput implica na incidência de juros de mora de 10% sobre o montante retido, sem prejuízo da multa administrativa prevista no art. 553 da CLT, e das cominações penais.
Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
RICARDO BERZOINI
Confira na seção Banco de Imagens imagens do Congresso Estadual da Força Sindical Rio Grande do Sul, que aconteceu no dia 23 de março.
Para entrar na seção, clique aqui.
Confira na seção Banco de Imagens imagens do Congresso Estadual da Força Sindical Rio Grande do Sul, que aconteceu no dia 23 de março.
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Em reunião esta semana, a Direção Nacional da Força Sindical decidiu cobrar do governo federal que o aumento do salário mínimo seja de R$ 80, elevando o valor dos atuais R$ 240 para R$ 320.
Durante a campanha eleitoral para a presidência, o presidente Lula se comprometeu publicamente a dobrar o valor real do salário mínimo em 4 anos (na época, era de R$ 200).
Para cumprir essa promessa até o final do mandato, o governo deve promover já neste ano um aumento de 33% no valor do salário mínimo. O reajuste é tradicionalmente anunciado no dia 1º de maio, Dia Internacional do Trabalho.
Só para dobrar o valor nominal do salário mínimo (desprezando a inflação do período), o governo precisaria promover um reajuste de 24,39% neste e nos próximos dois anos. Para que o aumento seja real, é imprescindível que o reajuste leve em consideração também a inflação anual – o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do IBGE, por exemplo.
Os 33% equivalem, portanto, à soma do INPC acumulado de abril de 2003 até o mesmo mês de 2004, de 6,93%, com os 24,39%.
“O governo precisa ter sensibilidade para as questões sociais. Um aumento digno para o mínimo é uma oportunidade de promover a distribuição de renda no país”, afirma Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical.
Em reunião esta semana, a Direção Nacional da Força Sindical decidiu cobrar do governo federal que o aumento do salário mínimo seja de R$ 80, elevando o valor dos atuais R$ 240 para R$ 320.
Durante a campanha eleitoral para a presidência, o presidente Lula se comprometeu publicamente a dobrar o valor real do salário mínimo em 4 anos (na época, era de R$ 200).
Para cumprir essa promessa até o final do mandato, o governo deve promover já neste ano um aumento de 33% no valor do salário mínimo. O reajuste é tradicionalmente anunciado no dia 1º de maio, Dia Internacional do Trabalho.
Só para dobrar o valor nominal do salário mínimo (desprezando a inflação do período), o governo precisaria promover um reajuste de 24,39% neste e nos próximos dois anos. Para que o aumento seja real, é imprescindível que o reajuste leve em consideração também a inflação anual – o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do IBGE, por exemplo.
Os 33% equivalem, portanto, à soma do INPC acumulado de abril de 2003 até o mesmo mês de 2004, de 6,93%, com os 24,39%.
“O governo precisa ter sensibilidade para as questões sociais. Um aumento digno para o mínimo é uma oportunidade de promover a distribuição de renda no país”, afirma Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical.
Decisão do Copom é uma vergonha!
A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de baixar os juros básicos da economia em 0,25 pontos não é uma decepção, mas uma vergonha! A decisão demonstra que o Brasil vai continuar seguindo na contramão do crescimento e que os brasileiros vão continuar sem nenhuma expectativa de geração de empregos, melhoria da renda e das condições de vida. Os bancos, estes sim, continuarão aumentando seus lucros, já que a redução de apenas 0,25 pontos na taxa não vai refletir em nenhum benefício para a população e para as empresas que tanto necessitam de empréstimos para garantir sua produção. Enquanto a Argentina cresceu 10% no primeiro trimestre, o Brasil corre o risco de repetir a dose de 2003 e não ter crescimento. O Copom joga tanto na retaguarda que não adotou viés, mecanismo que permitiria alterar a taxa Selic antes da próxima reunião. Isso demonstra que o governo tem medo de ousar, mesmo quando a ousadia significa beneficiar a população.
Eleno José Bezerra
Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região
Decisão do Copom é uma vergonha!
A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de baixar os juros básicos da economia em 0,25 pontos não é uma decepção, mas uma vergonha! A decisão demonstra que o Brasil vai continuar seguindo na contramão do crescimento e que os brasileiros vão continuar sem nenhuma expectativa de geração de empregos, melhoria da renda e das condições de vida. Os bancos, estes sim, continuarão aumentando seus lucros, já que a redução de apenas 0,25 pontos na taxa não vai refletir em nenhum benefício para a população e para as empresas que tanto necessitam de empréstimos para garantir sua produção. Enquanto a Argentina cresceu 10% no primeiro trimestre, o Brasil corre o risco de repetir a dose de 2003 e não ter crescimento. O Copom joga tanto na retaguarda que não adotou viés, mecanismo que permitiria alterar a taxa Selic antes da próxima reunião. Isso demonstra que o governo tem medo de ousar, mesmo quando a ousadia significa beneficiar a população.
Eleno José Bezerra
Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Um processo de negociação mantido entre o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e a Lorenzetti Ind. Bras. Eletro Metalúrgicas, na Mooca, para produção e lançamento de nova linha de produtos (torneiras e acessórios), resultou na contratação direta de 295 funcionários. O projeto da empresa visava fabricar os novos produtos na China e depois importá-los. No processo de negociação, a empresa decidiu investir na produção no Brasil, comprou uma fábrica de capacitores e contratou trabalhadores para dar conta da produção. Outros 100 empregos indiretos também foram criados.
"Este é o tipo de negociação positiva, que resulta em benefícios para a empresa, para os trabalhadores e para o país. A empresa tinha cerca de 600 funcionários e hoje tem 900", afirma Eleno José Bezerra, presidente do Sindicato.
A Lorenzetti está expondo seus produtos na Feicon 2004 (Feira Internacional da Indústria da Construção), que acontece no Expo Center Norte até o próximo sábado.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Um processo de negociação mantido entre o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e a Lorenzetti Ind. Bras. Eletro Metalúrgicas, na Mooca, para produção e lançamento de nova linha de produtos (torneiras e acessórios), resultou na contratação direta de 295 funcionários. O projeto da empresa visava fabricar os novos produtos na China e depois importá-los. No processo de negociação, a empresa decidiu investir na produção no Brasil, comprou uma fábrica de capacitores e contratou trabalhadores para dar conta da produção. Outros 100 empregos indiretos também foram criados.
"Este é o tipo de negociação positiva, que resulta em benefícios para a empresa, para os trabalhadores e para o país. A empresa tinha cerca de 600 funcionários e hoje tem 900", afirma Eleno José Bezerra, presidente do Sindicato.
A Lorenzetti está expondo seus produtos na Feicon 2004 (Feira Internacional da Indústria da Construção), que acontece no Expo Center Norte até o próximo sábado.
A Direção Nacional da Força Sindical se reúne para discutir o texto final da reforma sindical hoje e amanhã, às 9 horas.
O encontro acontece no Centro Educacional e Recreativo da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, localizado na rua Armando Sales de Oliveira, 1.428 – Vargem (SP).
A Direção Nacional da Força Sindical se reúne para discutir o texto final da reforma sindical hoje e amanhã, às 9 horas.
O encontro acontece no Centro Educacional e Recreativo da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, localizado na rua Armando Sales de Oliveira, 1.428 – Vargem (SP).
A Direção Nacional da Força Sindical se reúne para discutir o texto final da reforma sindical amanhã (12 de abril), às 9 horas, e na quarta-feira no mesmo horário.
O encontro acontece no Centro Educacional e Recreativo da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, localizado na rua Armando Sales de Oliveira, 1.428 – Vargem (SP).
A Direção Nacional da Força Sindical se reúne para discutir o texto final da reforma sindical amanhã (12 de abril), às 9 horas, e na quarta-feira no mesmo horário.
O encontro acontece no Centro Educacional e Recreativo da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, localizado na rua Armando Sales de Oliveira, 1.428 – Vargem (SP).
O presidente da Força Sindical, Paulinho da Força, reuniu-se esta tarde com o presidente Lula em Brasília para tratar das expectativas da população em relação ao governo. Expectativas que -segundo a carta entre ao presidente e assinada pela Força Sindical e seus sindicatos- não estão sendo atendidas.
Leia abaixo, na íntegra, a carta entregue ao presidente da República.
Brasília, 7 de abril de 2004.
Exmo. Sr.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
DD. Presidente da República
BRASÍLIA – DF
Senhor Presidente,
A Força Sindical e seus 1.800 sindicatos filiados, preocupados com a atual situação econômica do país, vêm à presença de V. Excia. para, com respeito e transparência, expor o seguinte:
Há muito tempo, os trabalhadores brasileiros anseiam por um país voltado para o desenvolvimento, crescimento econômico e justiça social. O senhor foi eleito com a promessa de mudar o Brasil para melhor, construindo um novo modelo estruturado no desenvolvimento, na produção, na geração de renda e no emprego.
Passado cerca de 1/3 de vosso mandato, vislumbramos um cenário desalentador e um quadro de preocupação. Estamos vivendo uma equação perversa que tem resultado em retrocessos. Nossa economia tem sofrido atrasos. Éramos classificados como a 8ª economia e, hoje, estamos amargando expressiva queda nesta pontuação. Nosso PIB (Produto Interno Bruto) teve um decréscimo de 0,2% em 2003, resultado só comparado ao período de turbulência política na queda do governo Collor (1992).
Os juros de 16,25% a.a. estabelecido pelo Copom (Comitê de Política Monetária) continuam extremamente altos, tornando-se uma trava para o setor produtivo. Uma das maiores do mundo, a taxa de juros no Brasil apenas privilegia os especuladores em detrimento da produção. Isso sem falar dos praticados pelo mercado, que chegam a 180% a.a, e se tornam proibitivos para o setor produtivo, gerador de empregos e divisas.
Esse modelo econômico, ditado por V. Excia. e conduzido por insensíveis tecnocratas, tem apenas semeado a desilusão para os trabalhadores. O desemprego atinge patamares antes nunca vistos. A renda dos trabalhadores despenca de forma assustadora. Medidas repentinas e arbitrárias, como a Medida Provisória que fechou as casas de bingo, fazem apenas aumentar as já quilométricas e desumanas filas por emprego.
Resolução de questões sociais, como o pagamento das perdas das aposentadorias geradas por planos mal sucedidos, também não devem continuar a ser proteladas, como temos visto acontecer por sucessivos ministros. Precisamos e temos o dever de honrar urgentemente esse passivo com quem tem direito.
Diante do exposto, gostaria de fazer 5 considerações:
Salário Mínimo - Uma das bandeiras do novo governo é o restabelecimento da dignidade do trabalhador. Nas sociedades contemporâneas, esse objetivo é alcançado, entre outras medidas, com a elevação dos salários. Dado que o salário mínimo constitui uma referência importante para essa mensuração, o atual governo estabeleceu em campanha o objetivo da duplicação de seu valor real em quatro anos. Em 2003, tivemos um reajuste real irrisório.
Para cumprir tal promessa, o governo precisa reajustar o valor do salário mínimo em 33% por ano, além de contemplar a inflação acumulada nos últimos 12 meses. Portanto, o reajuste do salário mínimo para o próximo mês deve ser de, pelo menos, 33% mais a inflação acumulada no período de maio de 2003 até abril de 2004.
Pagamento da revisão das aposentadorias - Sabemos que V. Excia. herdou uma dívida social, que nada mais é que o resultado de planos mal gerenciados no passado. A União tem um passivo com os aposentados, já reconhecido pela Justiça, mas ainda não acertado com os aposentados e pensionistas do país.
Propomos, assim, que o governo resolva rapidamente o pagamento dessa dívida social. Protelar essa negociação é apenas criar expectativas e punir ainda mais quem passou a vida trabalhando e ajudando a construir as riquezas deste país.
Redução da Jornada - Os brasileiros convivem hoje com elevadas taxas de desemprego, além de enfrentar, muitas vezes, ocupações precárias. Levantamentos divulgados pelos institutos de pesquisa revelam que o desemprego chegou ao estado de calamidade pública.
Propomos a redução de 10% da jornada de trabalho, sem redução salarial. Essa medida, ressalte-se, criaria 2 milhões de novos postos de trabalho. O governo poderia pagar os custos dessa medida, reduzindo encargos e impostos.
Questão social dos bingos - Recentemente, o Palácio do Planalto editou e enviou para apreciação e votação do Congresso Nacional uma Medida Provisória fechando as casas de bingo no país. É importante ressaltarmos algumas considerações em torno deste fato. Em primeiro lugar, estamos sacrificando 120 mil empregos diretos. São trabalhadores com carteira assinada que se juntaram ao exército de 12 milhões de desempregados no país. Isso sem contar os milhares de empregos indiretos que se perderam no processo.
Com o brutal fechamento dos bingos, esses trabalhadores –que estavam empregados há anos, com suas vidas estruturadas– foram lançados de um dia para o outro no desconsolo e na humilhação em que vivem milhões de desempregados crônicos. O social mais uma vez foi castigado de forma arbitrária. É preciso sensibilidade para resolvermos essa questão. Deveríamos, imediatamente, discutirmos uma nova legislação para este setor.
Taxas de juros - A últimas decisões do Copom (Comitê de Política Monetária) têm causado desalento e desesperança constantes, que se repetem a cada divulgação mensal do Banco Central. Temos hoje uma das maiores taxas de juros do mundo que, entre outras coisas, asfixia a produção e compromete o crescimento do PIB. Como bem sabe V. Excia., tivemos uma redução do PIB de 0,2% em 2003.
O argumento usado de controle da inflação já se tornou banal diante da grave crise de falta de emprego e produção que vivemos. É salutar lembrar que temos registrado deflação, em diversos períodos. Temos, na verdade, notado a seguinte lógica nefasta: se não há renda, não há consumo e, sem consumo, não há produção. Portanto como podemos temer a volta da inflação se estamos engessando o mercado consumidor?
Na outra ponta, temos os empresários descapitalizados que evitam empreender, pois as atuais taxas se tornaram proibitivas. Os juros beneficiam apenas o capital especulativo em detrimento do fomento da produção e do emprego.
Como podemos perceber, a sociedade anseia por mudanças no atual modelo econômico. Se isso não ocorrer, temo que um governo que começou sob o signo da mudança e da esperança não consiga atender de forma contundente e criativa as aspirações populares de crescimento, geração de empregos e justiça social.
Atenciosamente,
Paulo Pereira da Silva
Presidente da Força Sindical
O presidente da Força Sindical, Paulinho da Força, reuniu-se esta tarde com o presidente Lula em Brasília para tratar das expectativas da população em relação ao governo. Expectativas que -segundo a carta entre ao presidente e assinada pela Força Sindical e seus sindicatos- não estão sendo atendidas.
Leia abaixo, na íntegra, a carta entregue ao presidente da República.
Brasília, 7 de abril de 2004.
Exmo. Sr.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
DD. Presidente da República
BRASÍLIA – DF
Senhor Presidente,
A Força Sindical e seus 1.800 sindicatos filiados, preocupados com a atual situação econômica do país, vêm à presença de V. Excia. para, com respeito e transparência, expor o seguinte:
Há muito tempo, os trabalhadores brasileiros anseiam por um país voltado para o desenvolvimento, crescimento econômico e justiça social. O senhor foi eleito com a promessa de mudar o Brasil para melhor, construindo um novo modelo estruturado no desenvolvimento, na produção, na geração de renda e no emprego.
Passado cerca de 1/3 de vosso mandato, vislumbramos um cenário desalentador e um quadro de preocupação. Estamos vivendo uma equação perversa que tem resultado em retrocessos. Nossa economia tem sofrido atrasos. Éramos classificados como a 8ª economia e, hoje, estamos amargando expressiva queda nesta pontuação. Nosso PIB (Produto Interno Bruto) teve um decréscimo de 0,2% em 2003, resultado só comparado ao período de turbulência política na queda do governo Collor (1992).
Os juros de 16,25% a.a. estabelecido pelo Copom (Comitê de Política Monetária) continuam extremamente altos, tornando-se uma trava para o setor produtivo. Uma das maiores do mundo, a taxa de juros no Brasil apenas privilegia os especuladores em detrimento da produção. Isso sem falar dos praticados pelo mercado, que chegam a 180% a.a, e se tornam proibitivos para o setor produtivo, gerador de empregos e divisas.
Esse modelo econômico, ditado por V. Excia. e conduzido por insensíveis tecnocratas, tem apenas semeado a desilusão para os trabalhadores. O desemprego atinge patamares antes nunca vistos. A renda dos trabalhadores despenca de forma assustadora. Medidas repentinas e arbitrárias, como a Medida Provisória que fechou as casas de bingo, fazem apenas aumentar as já quilométricas e desumanas filas por emprego.
Resolução de questões sociais, como o pagamento das perdas das aposentadorias geradas por planos mal sucedidos, também não devem continuar a ser proteladas, como temos visto acontecer por sucessivos ministros. Precisamos e temos o dever de honrar urgentemente esse passivo com quem tem direito.
Diante do exposto, gostaria de fazer 5 considerações:
Salário Mínimo - Uma das bandeiras do novo governo é o restabelecimento da dignidade do trabalhador. Nas sociedades contemporâneas, esse objetivo é alcançado, entre outras medidas, com a elevação dos salários. Dado que o salário mínimo constitui uma referência importante para essa mensuração, o atual governo estabeleceu em campanha o objetivo da duplicação de seu valor real em quatro anos. Em 2003, tivemos um reajuste real irrisório.
Para cumprir tal promessa, o governo precisa reajustar o valor do salário mínimo em 33% por ano, além de contemplar a inflação acumulada nos últimos 12 meses. Portanto, o reajuste do salário mínimo para o próximo mês deve ser de, pelo menos, 33% mais a inflação acumulada no período de maio de 2003 até abril de 2004.
Pagamento da revisão das aposentadorias - Sabemos que V. Excia. herdou uma dívida social, que nada mais é que o resultado de planos mal gerenciados no passado. A União tem um passivo com os aposentados, já reconhecido pela Justiça, mas ainda não acertado com os aposentados e pensionistas do país.
Propomos, assim, que o governo resolva rapidamente o pagamento dessa dívida social. Protelar essa negociação é apenas criar expectativas e punir ainda mais quem passou a vida trabalhando e ajudando a construir as riquezas deste país.
Redução da Jornada - Os brasileiros convivem hoje com elevadas taxas de desemprego, além de enfrentar, muitas vezes, ocupações precárias. Levantamentos divulgados pelos institutos de pesquisa revelam que o desemprego chegou ao estado de calamidade pública.
Propomos a redução de 10% da jornada de trabalho, sem redução salarial. Essa medida, ressalte-se, criaria 2 milhões de novos postos de trabalho. O governo poderia pagar os custos dessa medida, reduzindo encargos e impostos.
Questão social dos bingos - Recentemente, o Palácio do Planalto editou e enviou para apreciação e votação do Congresso Nacional uma Medida Provisória fechando as casas de bingo no país. É importante ressaltarmos algumas considerações em torno deste fato. Em primeiro lugar, estamos sacrificando 120 mil empregos diretos. São trabalhadores com carteira assinada que se juntaram ao exército de 12 milhões de desempregados no país. Isso sem contar os milhares de empregos indiretos que se perderam no processo.
Com o brutal fechamento dos bingos, esses trabalhadores –que estavam empregados há anos, com suas vidas estruturadas– foram lançados de um dia para o outro no desconsolo e na humilhação em que vivem milhões de desempregados crônicos. O social mais uma vez foi castigado de forma arbitrária. É preciso sensibilidade para resolvermos essa questão. Deveríamos, imediatamente, discutirmos uma nova legislação para este setor.
Taxas de juros - A últimas decisões do Copom (Comitê de Política Monetária) têm causado desalento e desesperança constantes, que se repetem a cada divulgação mensal do Banco Central. Temos hoje uma das maiores taxas de juros do mundo que, entre outras coisas, asfixia a produção e compromete o crescimento do PIB. Como bem sabe V. Excia., tivemos uma redução do PIB de 0,2% em 2003.
O argumento usado de controle da inflação já se tornou banal diante da grave crise de falta de emprego e produção que vivemos. É salutar lembrar que temos registrado deflação, em diversos períodos. Temos, na verdade, notado a seguinte lógica nefasta: se não há renda, não há consumo e, sem consumo, não há produção. Portanto como podemos temer a volta da inflação se estamos engessando o mercado consumidor?
Na outra ponta, temos os empresários descapitalizados que evitam empreender, pois as atuais taxas se tornaram proibitivas. Os juros beneficiam apenas o capital especulativo em detrimento do fomento da produção e do emprego.
Como podemos perceber, a sociedade anseia por mudanças no atual modelo econômico. Se isso não ocorrer, temo que um governo que começou sob o signo da mudança e da esperança não consiga atender de forma contundente e criativa as aspirações populares de crescimento, geração de empregos e justiça social.
Atenciosamente,
Paulo Pereira da Silva
Presidente da Força Sindical
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Os cerca de cem trabalhadores metalúrgicos da Fábrica Eletro Metalúrgica (FEM), na zona norte da capital paulista, entraram em greve hoje de manhã, porque a direção da empresa está querendo aplicar um golpe e deixar de pagar os direitos trabalhistas corretamente. A decisão foi tomada em assembléia na porta da fábrica.
A empresa foi vendida para a CC Instrumentos de Medição Ltda, não quer assumir os encargos e está dizendo para os trabalhadores procurarem a Justiça do Trabalho, porque sabe que um processo leva anos para ser resolvido. A CC, por sua vez, também não quer assumir os encargos trabalhistas.Nem mesmo os trabalhadores com estabilidade provisória - gravidez, acidente de trabalho, cipeiros-, estão com os direitos garantidos.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região, está tentando negociar a questão com a empresa e vai denunciar o caso à Justiça. "Se houve transferência das atividades, queremos que o novo proprietário mantenha os empregos e os direitos dos trabalhadores. É o que é justo", afirma Eleno José Bezerra, presidente do Sindicato.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Os cerca de cem trabalhadores metalúrgicos da Fábrica Eletro Metalúrgica (FEM), na zona norte da capital paulista, entraram em greve hoje de manhã, porque a direção da empresa está querendo aplicar um golpe e deixar de pagar os direitos trabalhistas corretamente. A decisão foi tomada em assembléia na porta da fábrica.
A empresa foi vendida para a CC Instrumentos de Medição Ltda, não quer assumir os encargos e está dizendo para os trabalhadores procurarem a Justiça do Trabalho, porque sabe que um processo leva anos para ser resolvido. A CC, por sua vez, também não quer assumir os encargos trabalhistas.Nem mesmo os trabalhadores com estabilidade provisória - gravidez, acidente de trabalho, cipeiros-, estão com os direitos garantidos.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região, está tentando negociar a questão com a empresa e vai denunciar o caso à Justiça. "Se houve transferência das atividades, queremos que o novo proprietário mantenha os empregos e os direitos dos trabalhadores. É o que é justo", afirma Eleno José Bezerra, presidente do Sindicato.
Quem perdeu a transmissão ao vivo do debate que a Força Sindical e a rádio CBN promoveram sobre as reformas sindical e trabalhista tem a oportunidade de ouvi-lo pela Internet. Basta clicar aqui para entrar na seção de Debates do site da CBN. O debate está divido em três partes.
O evento foi mediado pelo apresentador da rádio CBN Heródoto Barbeiro, que também é coordenador de jornalismo da rádio e apresentador da TV Cultura. Participaram do evento representantes dos trabalhadores, dos empresários e do governo. Confira a lista os nomes:
• Paulo Pereira da Silva – presidente da Força Sindical
• Ricardo Berzoini – ministro do Trabalho e Emprego
• Artur Santos – secretário de Organização da Cut
• Nildo Masini – vice-presidente da Fiesp
• José Pastore – professor da USP especialista em relações do trabalho
O debate contou com a participação de uma platéia de 100 pessoas, entre trabalhadores e convidados da central. A imprensa teve livre acesso ao evento, que aconteceu no Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical, no último dia 29 de março.
Quem perdeu a transmissão ao vivo do debate que a Força Sindical e a rádio CBN promoveram sobre as reformas sindical e trabalhista tem a oportunidade de ouvi-lo pela Internet. Basta clicar aqui para entrar na seção de Debates do site da CBN. O debate está divido em três partes.
O evento foi mediado pelo apresentador da rádio CBN Heródoto Barbeiro, que também é coordenador de jornalismo da rádio e apresentador da TV Cultura. Participaram do evento representantes dos trabalhadores, dos empresários e do governo. Confira a lista os nomes:
• Paulo Pereira da Silva – presidente da Força Sindical
• Ricardo Berzoini – ministro do Trabalho e Emprego
• Artur Santos – secretário de Organização da Cut
• Nildo Masini – vice-presidente da Fiesp
• José Pastore – professor da USP especialista em relações do trabalho
O debate contou com a participação de uma platéia de 100 pessoas, entre trabalhadores e convidados da central. A imprensa teve livre acesso ao evento, que aconteceu no Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical, no último dia 29 de março.
O Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical realiza amanhã (01/04), uma assembléia com dezenas de representantes sindicais para discutir sobre a revisão e acordo dos benefícios. O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente.
A assembléia acontece a partir das 9h na Sede Social do Sindicato dos Aposentados, que fica na Rua do Carmo, 171 – Centro de São Paulo.
O Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical realiza amanhã (01/04), uma assembléia com dezenas de representantes sindicais para discutir sobre a revisão e acordo dos benefícios. O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente.
A assembléia acontece a partir das 9h na Sede Social do Sindicato dos Aposentados, que fica na Rua do Carmo, 171 – Centro de São Paulo.
A Força Sindical promove hoje, das 10h às 11h30, debate sobre a reforma sindical. Além da reforma sindical, o debate abordará temas relativos a reforma trabalhista.
O debate será mediado pelo apresentador da rádio CBN Heródoto Barbeiro, que também é coordenador de jornalismo da rádio e apresentador da TV Cultura. Participam do evento representantes dos trabalhadores, dos empresários e do governo. Confira a lista de participantes:
• Paulo Pereira da Silva – presidente da Força Sindical
• Ricardo Berzoini – ministro do Trabalho e Emprego
• Artur Santos – secretário de Organização da Cut
• Nildo Masini – vice-presidente da Fiesp
• José Pastore – professor da USP especialista em relações do trabalho
O debate será acompanhado por uma platéia composta por 100 pessoas, entre trabalhadores e convidados da central. A imprensa terá livre acesso ao local.
O evento acontece no Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, 8º andar, Liberdade – São Paulo/SP.
A Força Sindical promove hoje, das 10h às 11h30, debate sobre a reforma sindical. Além da reforma sindical, o debate abordará temas relativos a reforma trabalhista.
O debate será mediado pelo apresentador da rádio CBN Heródoto Barbeiro, que também é coordenador de jornalismo da rádio e apresentador da TV Cultura. Participam do evento representantes dos trabalhadores, dos empresários e do governo. Confira a lista de participantes:
• Paulo Pereira da Silva – presidente da Força Sindical
• Ricardo Berzoini – ministro do Trabalho e Emprego
• Artur Santos – secretário de Organização da Cut
• Nildo Masini – vice-presidente da Fiesp
• José Pastore – professor da USP especialista em relações do trabalho
O debate será acompanhado por uma platéia composta por 100 pessoas, entre trabalhadores e convidados da central. A imprensa terá livre acesso ao local.
O evento acontece no Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, 8º andar, Liberdade – São Paulo/SP.
A Força Sindical, a rádio CBN e o Diário de S. Paulo promovem debate sobre a reforma sindical na próxima segunda-feira, 29 de março, das 10h às 11h30. Além da reforma sindical o debate abordará temas relativos a reforma trabalhista.
O debate será mediado pelo apresentador da rádio CBN Heródoto Barbeiro, que também é coordenador de jornalismo da rádio e apresentador da TV Cultura. Participam do evento representantes dos trabalhadores, dos empresários e do governo. Confira a lista de participantes:
• Paulo Pereira da Silva – presidente da Força Sindical
• Ricardo Berzoini – ministro do Trabalho e Emprego
• Artur Santos – secretário de Organização da CUT
• Nildo Masini – vice-presidente da Fiesp
• José Pastore – professor da USP especialista em relações do trabalho
O debate será acompanhado por uma platéia composta por 100 pessoas, entre trabalhadores e convidados da central. A imprensa terá livre acesso ao local.
O evento acontece no Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, 8º andar, Liberdade – São Paulo/SP.
A Força Sindical, a rádio CBN e o Diário de S. Paulo promovem debate sobre a reforma sindical na próxima segunda-feira, 29 de março, das 10h às 11h30. Além da reforma sindical o debate abordará temas relativos a reforma trabalhista.
O debate será mediado pelo apresentador da rádio CBN Heródoto Barbeiro, que também é coordenador de jornalismo da rádio e apresentador da TV Cultura. Participam do evento representantes dos trabalhadores, dos empresários e do governo. Confira a lista de participantes:
• Paulo Pereira da Silva – presidente da Força Sindical
• Ricardo Berzoini – ministro do Trabalho e Emprego
• Artur Santos – secretário de Organização da CUT
• Nildo Masini – vice-presidente da Fiesp
• José Pastore – professor da USP especialista em relações do trabalho
O debate será acompanhado por uma platéia composta por 100 pessoas, entre trabalhadores e convidados da central. A imprensa terá livre acesso ao local.
O evento acontece no Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, 8º andar, Liberdade – São Paulo/SP.
A Força Sindical Rio Grande do Sul realiza amanhã (26 de março), das 10h às 17 horas, o seu congresso estadual.
O congresso acontecerá na rua Voluntários da Pátria, 1074, no Centro de Pelotas. O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Juruna Gonçalves, participará do evento.
Um dos objetivos do encontro é discutir e buscar alternativas para o problema do desemprego.
A Força Sindical Rio Grande do Sul realiza amanhã (26 de março), das 10h às 17 horas, o seu congresso estadual.
O congresso acontecerá na rua Voluntários da Pátria, 1074, no Centro de Pelotas. O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Juruna Gonçalves, participará do evento.
Um dos objetivos do encontro é discutir e buscar alternativas para o problema do desemprego.
Amanhã, das 10h30 às 12 horas, acontece o lançamento do 1º de Maio da Força Sindical no Viaduto do Chá, na região central de São Paulo (SP).
Diversos sindicalistas e militantes participarão do evento, distribuindo folhetos e impressos para concorrer a 10 carros 0 km e 5 apartamentos.
O slogan da Festa do Trabalhador deste ano é “Mais Empregos Mais Salários”, um resumo das bandeiras de luta da Força Sindical para promover as condições de vida do trabalhador brasileiro.
Seguindo a tradição, o evento também contará com dezenas de shows de artistas consagrados e prêmios. Entre os cantores, já estão confirmadas as presenças de os cantores Leonardo, Daniel, Alexandre Pires, a cantora Wanessa Camargo, o grupo KLB e a dupla Rio Negro e Solimões, entre outros. Há ainda diversos outros artistas que devem confirmar participação nos próximos dias.
Amanhã, das 10h30 às 12 horas, acontece o lançamento do 1º de Maio da Força Sindical no Viaduto do Chá, na região central de São Paulo (SP).
Diversos sindicalistas e militantes participarão do evento, distribuindo folhetos e impressos para concorrer a 10 carros 0 km e 5 apartamentos.
O slogan da Festa do Trabalhador deste ano é “Mais Empregos Mais Salários”, um resumo das bandeiras de luta da Força Sindical para promover as condições de vida do trabalhador brasileiro.
Seguindo a tradição, o evento também contará com dezenas de shows de artistas consagrados e prêmios. Entre os cantores, já estão confirmadas as presenças de os cantores Leonardo, Daniel, Alexandre Pires, a cantora Wanessa Camargo, o grupo KLB e a dupla Rio Negro e Solimões, entre outros. Há ainda diversos outros artistas que devem confirmar participação nos próximos dias.
Ato em São Paulo reuniu cerca de 15 mil pessoas
A Força Sindical realizou hoje manifestações em todo o país pelo Dia Nacional de Luta Contra o Desemprego. Ocorreram atos em São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Pará e Maranhão.
Em São Paulo, o ato aconteceu na Praça da República (centro de São Paulo) e reuniu cerca de 15 mil trabalhadores, entre metalúrgicos, químicos, padeiros, costureiras, têxteis, comerciários e trabalhadores das casas de bingo. A GM de São Caetano do Sul parou por duas horas em solidariedade aos desempregados.
Segundo o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, o objetivo dos protestos foi sensibilizar o governo para a questão do desemprego, que chegou ao estado de calamidade pública. "Queremos mudanças urgentes na política econômica que privilegia banqueiros em detrimento da produção e do emprego", diz.
Confira abaixo como foram as manifestações no estados:
Alagoas
Passeata da Praia Ponta Verde até o Palácio do Governo - Maceió, com presença de 1000 pessoas
Bahia
Cerca de 1.500 pessoas saíram em passeata da Praça Campo Grande até a Praça Castro Alves, Centro - Salvador
Maranhão
Manifestação com 500 pessoas na Praça Deodoro, Centro, São Luis.
Minas Gerais
Ato na Praça 7 - Belo Horizonte, com 3.000 pessoas
Pará
Concentração na Praça do Operário com 7.000 manifestantes em Belém
Pernambuco
Café da manhã com 1.200 pessoas e distribuição de dezenas de cestas básicas em frente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador, rua da Concórdia, 773 - Recife.
Rio Grande do Sul
Passeata com 2.000 pessoas que saíram da sede da Força Sindical e doram até o centro de Porto Alegre.
Rio de Janeiro
3.000 manifestantes se reuniram no ato realizado na Cinelândia, Centro - Rio de Janeiro.
Santa Catarina
800 manifestantes se reuniram na Catedral metropolitana, Praça 15, Centro - Florianópolis.
São Paulo
15 mil pessoas protestaram na Praça da República, Centro da capital paulista.
Ato em São Paulo reuniu cerca de 15 mil pessoas
A Força Sindical realizou hoje manifestações em todo o país pelo Dia Nacional de Luta Contra o Desemprego. Ocorreram atos em São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Pará e Maranhão.
Em São Paulo, o ato aconteceu na Praça da República (centro de São Paulo) e reuniu cerca de 15 mil trabalhadores, entre metalúrgicos, químicos, padeiros, costureiras, têxteis, comerciários e trabalhadores das casas de bingo. A GM de São Caetano do Sul parou por duas horas em solidariedade aos desempregados.
Segundo o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, o objetivo dos protestos foi sensibilizar o governo para a questão do desemprego, que chegou ao estado de calamidade pública. "Queremos mudanças urgentes na política econômica que privilegia banqueiros em detrimento da produção e do emprego", diz.
Confira abaixo como foram as manifestações no estados:
Alagoas
Passeata da Praia Ponta Verde até o Palácio do Governo - Maceió, com presença de 1000 pessoas
Bahia
Cerca de 1.500 pessoas saíram em passeata da Praça Campo Grande até a Praça Castro Alves, Centro - Salvador
Maranhão
Manifestação com 500 pessoas na Praça Deodoro, Centro, São Luis.
Minas Gerais
Ato na Praça 7 - Belo Horizonte, com 3.000 pessoas
Pará
Concentração na Praça do Operário com 7.000 manifestantes em Belém
Pernambuco
Café da manhã com 1.200 pessoas e distribuição de dezenas de cestas básicas em frente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador, rua da Concórdia, 773 - Recife.
Rio Grande do Sul
Passeata com 2.000 pessoas que saíram da sede da Força Sindical e doram até o centro de Porto Alegre.
Rio de Janeiro
3.000 manifestantes se reuniram no ato realizado na Cinelândia, Centro - Rio de Janeiro.
Santa Catarina
800 manifestantes se reuniram na Catedral metropolitana, Praça 15, Centro - Florianópolis.
São Paulo
15 mil pessoas protestaram na Praça da República, Centro da capital paulista.
Começaram agora há pouco os atos pelo Dia Nacional de Luta Contra o Desemprego, promovido pela Força Sindical em diversas capitais do Brasil.
As manifestações estão acontecendo no Rio de Janeiro, Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Amazonas, Pará e Maranhão. Em São Paulo, além do ato, diversas fábricas serão paralisadas.
Confira abaixo os locais dos protestos.
Alagoas
Passeata da Praia Ponta Verde até o Palácio do Governo - Maceió.
Amazonas
Estação central de ônibus - Manaus.
Bahia
Passeata da Praça Campo Grande até a Praça Castro Alves, Centro - Salvador.
Maranhão
Praça Deodoro, Centro, São Luis.
Minas Gerais
Ato na Praça 7 - Belo Horizonte.
Pará
Concentração na Praça do Operário. Passeata até a prefeitura de Belém.
Pernambuco
Café da manhã e distribuição de cestas básicas em frente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador, rua da Concórdia, 773 - Recife.
Rio de Janeiro
Ato na Cinelândia, Centro - Rio de Janeiro.
Rio Grande do Sul
Passeata da sede da Força Sindical até a Esquina Democrática, Centro, Porto Alegre.
Santa Catarina
Catedral metropolitana, Praça 15, Centro - Florianópolis.
São Paulo
Praça da República, Centro, São Paulo.
Começaram agora há pouco os atos pelo Dia Nacional de Luta Contra o Desemprego, promovido pela Força Sindical em diversas capitais do Brasil.
As manifestações estão acontecendo no Rio de Janeiro, Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Amazonas, Pará e Maranhão. Em São Paulo, além do ato, diversas fábricas serão paralisadas.
Confira abaixo os locais dos protestos.
Alagoas
Passeata da Praia Ponta Verde até o Palácio do Governo - Maceió.
Amazonas
Estação central de ônibus - Manaus.
Bahia
Passeata da Praça Campo Grande até a Praça Castro Alves, Centro - Salvador.
Maranhão
Praça Deodoro, Centro, São Luis.
Minas Gerais
Ato na Praça 7 - Belo Horizonte.
Pará
Concentração na Praça do Operário. Passeata até a prefeitura de Belém.
Pernambuco
Café da manhã e distribuição de cestas básicas em frente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador, rua da Concórdia, 773 - Recife.
Rio de Janeiro
Ato na Cinelândia, Centro - Rio de Janeiro.
Rio Grande do Sul
Passeata da sede da Força Sindical até a Esquina Democrática, Centro, Porto Alegre.
Santa Catarina
Catedral metropolitana, Praça 15, Centro - Florianópolis.
São Paulo
Praça da República, Centro, São Paulo.
A Força Sindical realiza amanhã, 24 de março, a partir das 10 horas, manifestações em todo o país pelo Dia Nacional da Luta Contra o Desemprego. Haverá atos no Rio de Janeiro, Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Amazonas, Pará e Maranhão. Em São Paulo, além do ato, diversas fábricas serão paralisadas.
Em SP, o ato acontecerá na Praça da República (centro de São Paulo). A previsão é reunir cerca de 20 mil pessoas, entre metalúrgicos, químicos, padeiros, costureiras, têxteis, comerciários e trabalhadores das casas de bingo. Nos outros Estados, estima-se um público de 5 mil trabalhadores em cada local.
"Não podemos nos calar diante da famigerada situação em que se encontra o país, com índices recordes de desemprego e queda brusca na renda dos trabalhadores", afirma o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
Confira abaixo os locais das manifestaçõs nos Estados.
Alagoas
Passeata da Praia Ponta Verde até o Palácio do Governo - Maceió.
Amazonas
Estação central de ônibus - Manaus.
Bahia
Passeata da Praça Campo Grande até a Praça Castro Alves, Centro - Salvador.
Maranhão
Praça Deodoro, Centro, São Luis.
Minas Gerais
Ato na Praça 7 - Belo Horizonte.
Pará
Concentração na Praça do Operário. Passeata até a prefeitura de Belém.
Pernambuco
Café da manhã e distribuição de cestas básicas em frente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador, rua da Concórdia, 773 - Recife.
Rio de Janeiro
Ato na Cinelândia, Centro - Rio de Janeiro.
Rio Grande do Sul
Passeata da sede da Força Sindical até a Esquina Democrática, Centro, Porto Alegre.
Santa Catarina
Catedral metropolitana, Praça 15, Centro - Florianópolis.
São Paulo
Praça da República, Centro, São Paulo.
A Força Sindical realiza amanhã, 24 de março, a partir das 10 horas, manifestações em todo o país pelo Dia Nacional da Luta Contra o Desemprego. Haverá atos no Rio de Janeiro, Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Amazonas, Pará e Maranhão. Em São Paulo, além do ato, diversas fábricas serão paralisadas.
Em SP, o ato acontecerá na Praça da República (centro de São Paulo). A previsão é reunir cerca de 20 mil pessoas, entre metalúrgicos, químicos, padeiros, costureiras, têxteis, comerciários e trabalhadores das casas de bingo. Nos outros Estados, estima-se um público de 5 mil trabalhadores em cada local.
"Não podemos nos calar diante da famigerada situação em que se encontra o país, com índices recordes de desemprego e queda brusca na renda dos trabalhadores", afirma o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
Confira abaixo os locais das manifestaçõs nos Estados.
Alagoas
Passeata da Praia Ponta Verde até o Palácio do Governo - Maceió.
Amazonas
Estação central de ônibus - Manaus.
Bahia
Passeata da Praça Campo Grande até a Praça Castro Alves, Centro - Salvador.
Maranhão
Praça Deodoro, Centro, São Luis.
Minas Gerais
Ato na Praça 7 - Belo Horizonte.
Pará
Concentração na Praça do Operário. Passeata até a prefeitura de Belém.
Pernambuco
Café da manhã e distribuição de cestas básicas em frente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador, rua da Concórdia, 773 - Recife.
Rio de Janeiro
Ato na Cinelândia, Centro - Rio de Janeiro.
Rio Grande do Sul
Passeata da sede da Força Sindical até a Esquina Democrática, Centro, Porto Alegre.
Santa Catarina
Catedral metropolitana, Praça 15, Centro - Florianópolis.
São Paulo
Praça da República, Centro, São Paulo.
Da Força Sindical Bahia
A Força Sindical realizará amanhã, quarta-feira, dia 24 de março, nas principais capitais do país, o Dia Nacional de Luta Contra o Desemprego. Em Salvador, o ato será realizado a partir das 9h, no Campo Grande, de onde os manifestantes seguirão em passeata pela Avenida Sete. A previsão é de que ao meio-dia haja uma grande concentração na Praça Castro Alves.
Durante a manifestação, a Força Sindical Bahia estará distribuindo uma Carta Aberta para a população denunciando a paralisia do governo federal e cobrando medidas concretas contra o desemprego. A central reinvindica, entre outras medidas, o repasse imediato de verbas federais para as obras do Metrô de Salvador e uma solução para os trabalhadores que estão sendo demitidos por causa do fechamento dos bingos.
A central de trabalhadores também exige do governo Lula mudanças na política econômica, com a redução mais significativa na taxa básica de juros (Selic). Outra proposta, já lançada em campanha unificada com outras cinco centrais sindicais do país, é a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e a suspensão das horas extras. A Força Sindical iniciará a coleta de assinaturas para o encaminhamento de uma proposta popular de emenda constitucional alterando a jornada.
Apesar da promessa feita pelo candidato Lula de gerar 10 milhões de empregos, nenhum posto foi criado no primeiro ano do atual governo. Ao contrário, a atual gestão do PT já desempregou 800 mil brasileiros, que se juntaram a uma legião de 12 milhões de desempregados em todo o país. Conforme projeção do Dieese, a redução na jornada de trabalho e o fim das horas extras abririam a possibilidade de criação de quase 3 milhões de postos de trabalho em todo o país.
A Região Metropolitana de Salvador (RMS) possui 480 mil trabalhadores desempregados, o que corresponde a 26% da população economicamente ativa (Dieese-janeiro de 2004). Com a redução da jornada em 4 horas semanais e a suspensão das horas extras, poderiam ser gerados mais de 50 mil postos de trabalho na região.
Além de Salvador, haverá manifestações em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre, Florianópolis, Fortaleza, Manaus e Brasília.
Da Força Sindical Bahia
A Força Sindical realizará amanhã, quarta-feira, dia 24 de março, nas principais capitais do país, o Dia Nacional de Luta Contra o Desemprego. Em Salvador, o ato será realizado a partir das 9h, no Campo Grande, de onde os manifestantes seguirão em passeata pela Avenida Sete. A previsão é de que ao meio-dia haja uma grande concentração na Praça Castro Alves.
Durante a manifestação, a Força Sindical Bahia estará distribuindo uma Carta Aberta para a população denunciando a paralisia do governo federal e cobrando medidas concretas contra o desemprego. A central reinvindica, entre outras medidas, o repasse imediato de verbas federais para as obras do Metrô de Salvador e uma solução para os trabalhadores que estão sendo demitidos por causa do fechamento dos bingos.
A central de trabalhadores também exige do governo Lula mudanças na política econômica, com a redução mais significativa na taxa básica de juros (Selic). Outra proposta, já lançada em campanha unificada com outras cinco centrais sindicais do país, é a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e a suspensão das horas extras. A Força Sindical iniciará a coleta de assinaturas para o encaminhamento de uma proposta popular de emenda constitucional alterando a jornada.
Apesar da promessa feita pelo candidato Lula de gerar 10 milhões de empregos, nenhum posto foi criado no primeiro ano do atual governo. Ao contrário, a atual gestão do PT já desempregou 800 mil brasileiros, que se juntaram a uma legião de 12 milhões de desempregados em todo o país. Conforme projeção do Dieese, a redução na jornada de trabalho e o fim das horas extras abririam a possibilidade de criação de quase 3 milhões de postos de trabalho em todo o país.
A Região Metropolitana de Salvador (RMS) possui 480 mil trabalhadores desempregados, o que corresponde a 26% da população economicamente ativa (Dieese-janeiro de 2004). Com a redução da jornada em 4 horas semanais e a suspensão das horas extras, poderiam ser gerados mais de 50 mil postos de trabalho na região.
Além de Salvador, haverá manifestações em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre, Florianópolis, Fortaleza, Manaus e Brasília.
A Força Sindical realiza amanhã, 24 de março, a partir das 10 horas, manifestações em todo o país pelo Dia Nacional da Luta Contra o Desemprego. No Rio de Janeiro, o ato acontecerá na Cinelândia – centro da capital fluminense. O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, estará presente.
Também haverá atos em Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Amazonas, Pará e Maranhão. Em São Paulo, além do ato, diversas fábricas serão paralisadas.
Em SP, a manifestação acontecerá na Praça da República (centro de São Paulo). A previsão é reunir cerca de 20 mil pessoas, entre metalúrgicos, químicos, padeiros, costureiras, têxteis, comerciários e trabalhadores das casas de bingo. Nos outros Estados, estima-se um público de 5 mil trabalhadores em cada local.
"Não podemos nos calar diante da famigerada situação em que se encontra o país, com índices recordes de desemprego e queda brusca na renda dos trabalhadores", afirma o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
A Força Sindical realiza amanhã, 24 de março, a partir das 10 horas, manifestações em todo o país pelo Dia Nacional da Luta Contra o Desemprego. No Rio de Janeiro, o ato acontecerá na Cinelândia – centro da capital fluminense. O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, estará presente.
Também haverá atos em Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Amazonas, Pará e Maranhão. Em São Paulo, além do ato, diversas fábricas serão paralisadas.
Em SP, a manifestação acontecerá na Praça da República (centro de São Paulo). A previsão é reunir cerca de 20 mil pessoas, entre metalúrgicos, químicos, padeiros, costureiras, têxteis, comerciários e trabalhadores das casas de bingo. Nos outros Estados, estima-se um público de 5 mil trabalhadores em cada local.
"Não podemos nos calar diante da famigerada situação em que se encontra o país, com índices recordes de desemprego e queda brusca na renda dos trabalhadores", afirma o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
A Força Sindical realiza amanhã, 24 de março, a partir das 10 horas, manifestações em todo o país pelo Dia Nacional da Luta Contra o Desemprego. Em Minas Gerais, o ato acontecerá na Praça 7 - Belo Horizonte.
O vice-presidente da Força Sindical, Geraldino Santos, estará presente no evento.
Também haverá atos no Rio de Janeiro, Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Amazonas, Pará e Maranhão. Em São Paulo, além do ato, diversas fábricas serão paralisadas.
Em SP, a manifestação acontecerá na Praça da República (centro de São Paulo). A previsão é reunir cerca de 20 mil pessoas, entre metalúrgicos, químicos, padeiros, costureiras, têxteis, comerciários e trabalhadores das casas de bingo. Nos outros Estados, estima-se um público de 5 mil trabalhadores em cada local.
"Não podemos nos calar diante da famigerada situação em que se encontra o país, com índices recordes de desemprego e queda brusca na renda dos trabalhadores", afirma o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
A Força Sindical realiza amanhã, 24 de março, a partir das 10 horas, manifestações em todo o país pelo Dia Nacional da Luta Contra o Desemprego. Em Minas Gerais, o ato acontecerá na Praça 7 - Belo Horizonte.
O vice-presidente da Força Sindical, Geraldino Santos, estará presente no evento.
Também haverá atos no Rio de Janeiro, Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Amazonas, Pará e Maranhão. Em São Paulo, além do ato, diversas fábricas serão paralisadas.
Em SP, a manifestação acontecerá na Praça da República (centro de São Paulo). A previsão é reunir cerca de 20 mil pessoas, entre metalúrgicos, químicos, padeiros, costureiras, têxteis, comerciários e trabalhadores das casas de bingo. Nos outros Estados, estima-se um público de 5 mil trabalhadores em cada local.
"Não podemos nos calar diante da famigerada situação em que se encontra o país, com índices recordes de desemprego e queda brusca na renda dos trabalhadores", afirma o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo vai participar do Dia Nacional da Luta Contra o Desemprego que será realizado pela Força Sindical, na próxima quarta-feira, 24 de março, às 10 horas, na Praça da República. O objetivo será sensibilizar os poderes executivo, legislativo e judiciário da importância de haver Convenção Coletiva de Trabalho no que diz respeito ao trabalho no comércio aos domingos. Os comerciários querem direitos específicos para trabalhar nesse dia:
- horas extras em dobro
- vale-refeição
- vale-transporte
- trabalho somente em domingos alternados
“Somos favoráveis à abertura do comércio aos domingos desde que ele seja humanizado e gere empregos. No comércio há 70 mil estabelecimentos e se houver a contratação de uma pessoa por loja para trabalhar no comércio aos domingos serão abertos 70 mil novos postos de trabalho”, afirma Ricardo Patah, presidente do Sindicato.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo vai participar do Dia Nacional da Luta Contra o Desemprego que será realizado pela Força Sindical, na próxima quarta-feira, 24 de março, às 10 horas, na Praça da República. O objetivo será sensibilizar os poderes executivo, legislativo e judiciário da importância de haver Convenção Coletiva de Trabalho no que diz respeito ao trabalho no comércio aos domingos. Os comerciários querem direitos específicos para trabalhar nesse dia:
- horas extras em dobro
- vale-refeição
- vale-transporte
- trabalho somente em domingos alternados
“Somos favoráveis à abertura do comércio aos domingos desde que ele seja humanizado e gere empregos. No comércio há 70 mil estabelecimentos e se houver a contratação de uma pessoa por loja para trabalhar no comércio aos domingos serão abertos 70 mil novos postos de trabalho”, afirma Ricardo Patah, presidente do Sindicato.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e o secretário-geral da entidade, João Carlos Gonçalves, o Juruna, se reuniram hoje com o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, no hotel Meliá, em São Paulo.
Os sindicalistas pediram apoio à Campanha de Redução da Jornada de Trabalho para 40 Horas Semanais Sem Redução de Salários. A redução acarretaria a abertura de 2 milhões de novos postos de trabalho. Paulinho pediu ainda uma definição sobre o fechamento das casas de bingos.
“Se o governo estiver disposto a reabrir os bingos, os contratos dos trabalhadores poderão ser congelados temporariamente”, disse Paulinho. “O governo poderia arcar com as despesas dos transtornos causados pelo fechamento”, completou.
A Força sugeriu ainda a proibição apenas das máquinas caça-níqueis e a legalização e reabertura imediata dos bingos. Dirceu prometeu levar as propostas para discussão no Congresso.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e o secretário-geral da entidade, João Carlos Gonçalves, o Juruna, se reuniram hoje com o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, no hotel Meliá, em São Paulo.
Os sindicalistas pediram apoio à Campanha de Redução da Jornada de Trabalho para 40 Horas Semanais Sem Redução de Salários. A redução acarretaria a abertura de 2 milhões de novos postos de trabalho. Paulinho pediu ainda uma definição sobre o fechamento das casas de bingos.
“Se o governo estiver disposto a reabrir os bingos, os contratos dos trabalhadores poderão ser congelados temporariamente”, disse Paulinho. “O governo poderia arcar com as despesas dos transtornos causados pelo fechamento”, completou.
A Força sugeriu ainda a proibição apenas das máquinas caça-níqueis e a legalização e reabertura imediata dos bingos. Dirceu prometeu levar as propostas para discussão no Congresso.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Mais de 21 mil trabalhadores metalúrgicos de São Paulo vão paralisar as atividades em 52 empresas da base no dia 24 de março, e participar da grande manifestação convocada pela Força Sindical para o mesmo dia, às 10h, na praça da República, contra o desemprego, pela melhoria da renda, redução dos juros e correção da tabela do Imposto de Renda. A manifestação será realizada nas principais capitais do País.
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região, Eleno José Bezerra, considera interessante a intenção do governo Lula de voltar a discutir a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para os carros, mas afirma que "gostaria que o governo discutisse a redução da jornada de trabalho para todos os setores de atividades, com compensação nos impostos para as empresas que adotarem a redução, e pensasse em mais investimentos para a construção civil. "A geração de empregos em toda a cadeia produtiva seria muito maior. Certamente, os demais setores abririam mais vagas do que as montadoras."
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Mais de 21 mil trabalhadores metalúrgicos de São Paulo vão paralisar as atividades em 52 empresas da base no dia 24 de março, e participar da grande manifestação convocada pela Força Sindical para o mesmo dia, às 10h, na praça da República, contra o desemprego, pela melhoria da renda, redução dos juros e correção da tabela do Imposto de Renda. A manifestação será realizada nas principais capitais do País.
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região, Eleno José Bezerra, considera interessante a intenção do governo Lula de voltar a discutir a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para os carros, mas afirma que "gostaria que o governo discutisse a redução da jornada de trabalho para todos os setores de atividades, com compensação nos impostos para as empresas que adotarem a redução, e pensasse em mais investimentos para a construção civil. "A geração de empregos em toda a cadeia produtiva seria muito maior. Certamente, os demais setores abririam mais vagas do que as montadoras."
A direção da Força Sindical realiza nesta quarta-feira, 24 de março, uma série de manifestações. Nessa data, batizada pela central de Dia Nacional da Luta Contra o Desemprego, haverá atos em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Ceará, Amazonas e Distrito Federal.
Em São Paulo, o ato acontecerá na Praça da República (centro de São Paulo), a partir das 10 horas. A previsão é reunir cerca de 20 mil pessoas, entre metalúrgicos, químicos, padeiros, costureiras, têxteis, comerciários e trabalhadores das casas de bingo.
"Não podemos nos calar diante da famigerada situação em que se encontra o país, com índices recordes de desemprego e queda brusca na renda dos trabalhadores", afirma o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
A direção da Força Sindical realiza nesta quarta-feira, 24 de março, uma série de manifestações. Nessa data, batizada pela central de Dia Nacional da Luta Contra o Desemprego, haverá atos em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Ceará, Amazonas e Distrito Federal.
Em São Paulo, o ato acontecerá na Praça da República (centro de São Paulo), a partir das 10 horas. A previsão é reunir cerca de 20 mil pessoas, entre metalúrgicos, químicos, padeiros, costureiras, têxteis, comerciários e trabalhadores das casas de bingo.
"Não podemos nos calar diante da famigerada situação em que se encontra o país, com índices recordes de desemprego e queda brusca na renda dos trabalhadores", afirma o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
Será realizado amanhã (20/03), o 2º Congresso Municipal de São Paulo do Sindicato Nacional dos Aposentados da Força Sindical. Na reunião serão discutidas propostas para o pagamento da revisão dos benefícios que serão encaminhadas para o ministro da Previdência, Amir Lando. Os aposentados vão definir um “plano de luta” para garantir suas reivindicações.
O evento acontece a partir das 9h30, na Sede Social dos Aposentados da Força, que fica na Rua do Carmo, 171, Centro de São Paulo.
Estarão presentes no Congresso o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, os deputado federal Luiz Antônio de Medeiros, o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, João Batista Inocentini e o vereador Toninho Campanha.
Será realizado amanhã (20/03), o 2º Congresso Municipal de São Paulo do Sindicato Nacional dos Aposentados da Força Sindical. Na reunião serão discutidas propostas para o pagamento da revisão dos benefícios que serão encaminhadas para o ministro da Previdência, Amir Lando. Os aposentados vão definir um “plano de luta” para garantir suas reivindicações.
O evento acontece a partir das 9h30, na Sede Social dos Aposentados da Força, que fica na Rua do Carmo, 171, Centro de São Paulo.
Estarão presentes no Congresso o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, os deputado federal Luiz Antônio de Medeiros, o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, João Batista Inocentini e o vereador Toninho Campanha.
Confira agora no Banco de Imagens a nova galeria de fotos dos protestos em Brasília contra o desemprego nas casas de bingo.
Para entrar no Banco de Imagens, clique aqui.
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Em uma grande festa que acontecerá amanhã (18/3, quinta-feira), às 17 horas, na Casa de Portugal, na Avenida Liberdade, 602, com a presença do presidente nacional do PDT, Leonel Brizola, presidentes de diversos partidos políticos, deputados federais, estaduais, prefeitos, vereadores e caravanas procedentes de várias cidades do interior, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical, toma posse na presidência estadual da legenda. O ex-governador Brizola presidia o PDT paulista.
Junto com Paulinho será empossada a nova Executiva Estadual do PDT, que já está trabalhando na reestruturação do partido e se preparando para disputar a campanha municipal com candidatos próprios em um grande número de cidades do Estado.
Na Capital, Paulinho será o candidato do PDT na disputa da sucessão da prefeita Marta. A Executiva designou o vereador Carlos Apolinário, líder do partido na Câmara, para a coordenação política da campanha à Prefeitura de São Paulo.
O presidente da Força Sindical está mantendo entendimentos com outras legendas que poderão participar com o nome vice de sua chapa para concorrer à Prefeitura. É grande o interesse de outros partidos numa possível composição em torno da candidatura de Paulinho porque ele está muito bem situado nas primeiras pesquisas eleitorais, praticamente tem rejeição zero e uma grande penetração junto aos trabalhadores. Além disso, possui um bom tempo no horário eleitoral de rádio e televisão, é profundo conhecedor dos problemas de São Paulo e uma liderança nacional no combate ao desemprego.
DIA: 18/03
HORÁRIO: 17 HORAS
LOCAL: CASA DE PORTUGAL – AV. LIBERDADE, 602.
Em uma grande festa que acontecerá amanhã (18/3, quinta-feira), às 17 horas, na Casa de Portugal, na Avenida Liberdade, 602, com a presença do presidente nacional do PDT, Leonel Brizola, presidentes de diversos partidos políticos, deputados federais, estaduais, prefeitos, vereadores e caravanas procedentes de várias cidades do interior, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical, toma posse na presidência estadual da legenda. O ex-governador Brizola presidia o PDT paulista.
Junto com Paulinho será empossada a nova Executiva Estadual do PDT, que já está trabalhando na reestruturação do partido e se preparando para disputar a campanha municipal com candidatos próprios em um grande número de cidades do Estado.
Na Capital, Paulinho será o candidato do PDT na disputa da sucessão da prefeita Marta. A Executiva designou o vereador Carlos Apolinário, líder do partido na Câmara, para a coordenação política da campanha à Prefeitura de São Paulo.
O presidente da Força Sindical está mantendo entendimentos com outras legendas que poderão participar com o nome vice de sua chapa para concorrer à Prefeitura. É grande o interesse de outros partidos numa possível composição em torno da candidatura de Paulinho porque ele está muito bem situado nas primeiras pesquisas eleitorais, praticamente tem rejeição zero e uma grande penetração junto aos trabalhadores. Além disso, possui um bom tempo no horário eleitoral de rádio e televisão, é profundo conhecedor dos problemas de São Paulo e uma liderança nacional no combate ao desemprego.
DIA: 18/03
HORÁRIO: 17 HORAS
LOCAL: CASA DE PORTUGAL – AV. LIBERDADE, 602.
Acontece hoje o lançamento da Campanha Nacional Unificada pela Redução da Jornada de Trabalho, com o slogan "Reduzir a jornada é gerar empregos". O movimento é liderado pelas seis maiores centrais sindicais brasileiras – CUT, Força Sindical, CGT, SDS, CAT e CGTB – e tem o apoio do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese).
A cerimônia de lançamento será realizada na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, no auditório Franco Montoro, a partir das 14h30.
Estarão presentes os presidentes das seis centrais sindicais; o coordenador de Relações Sindicais do Dieese, Ademir Figueiredo; o senador Paulo Paim (PT-RS) e o deputado federal Inácio Arruda (PC do B – CE); o delegado da DRT-SP, Heiguiberto Guiba Della Bella Navarro; a presidente do TRT-SP (2ª Região), Maria Aparecida Pellegrina; e o representante da OIT no Brasil, Armand Pereira.
O lançamento marcará o início da coleta de assinaturas para um abaixo-assinado que pretende agilizar a tramitação do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 393/01, que determina a redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas sem a redução de salário. A PEC é de autoria do senador Paim e do deputado Arruda.
A Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo fica na avenida Pedro Álvares Cabral, 201, capital.
Acontece hoje o lançamento da Campanha Nacional Unificada pela Redução da Jornada de Trabalho, com o slogan "Reduzir a jornada é gerar empregos". O movimento é liderado pelas seis maiores centrais sindicais brasileiras – CUT, Força Sindical, CGT, SDS, CAT e CGTB – e tem o apoio do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese).
A cerimônia de lançamento será realizada na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, no auditório Franco Montoro, a partir das 14h30.
Estarão presentes os presidentes das seis centrais sindicais; o coordenador de Relações Sindicais do Dieese, Ademir Figueiredo; o senador Paulo Paim (PT-RS) e o deputado federal Inácio Arruda (PC do B – CE); o delegado da DRT-SP, Heiguiberto Guiba Della Bella Navarro; a presidente do TRT-SP (2ª Região), Maria Aparecida Pellegrina; e o representante da OIT no Brasil, Armand Pereira.
O lançamento marcará o início da coleta de assinaturas para um abaixo-assinado que pretende agilizar a tramitação do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 393/01, que determina a redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas sem a redução de salário. A PEC é de autoria do senador Paim e do deputado Arruda.
A Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo fica na avenida Pedro Álvares Cabral, 201, capital.
Campanha Nacional Unificada pela Redução da Jornada de Trabalho será lançada nesta segunda-feira
Acontece nesta segunda-feira, 15 de março, o lançamento da Campanha Nacional Unificada pela Redução da Jornada de Trabalho, com o slogan "Reduzir a jornada é gerar empregos". O movimento é liderado pelas seis maiores centrais sindicais brasileiras – CUT, Força Sindical, CGT, SDS, CAT e CGTB – e tem o apoio do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese).
A cerimônia de lançamento acontece na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, no auditório Franco Montoro, a partir das 14h30.
Estarão presentes os presidentes das seis centrais sindicais; o coordenador de Relações Sindicais do Dieese, Ademir Figueiredo; o senador Paulo Paim (PT-RS) e o deputado federal Inácio Arruda (PC do B – CE); o delegado da DRT-SP, Heiguiberto Guiba Della Bella Navarro; a presidente do TRT-SP (2ª Região), Maria Aparecida Pellegrina; e o representante da OIT no Brasil, Armand Pereira.
O lançamento marcará o início da coleta de assinaturas para um abaixo-assinado que pretende agilizar a tramitação do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 393/01, que determina a redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas sem a redução de salário. A PEC é de autoria do senador Paim e do deputado Arruda.
A Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo fica na avenida Pedro Álvares Cabral, 201, capital.
Campanha Nacional Unificada pela Redução da Jornada de Trabalho será lançada nesta segunda-feira
Acontece nesta segunda-feira, 15 de março, o lançamento da Campanha Nacional Unificada pela Redução da Jornada de Trabalho, com o slogan "Reduzir a jornada é gerar empregos". O movimento é liderado pelas seis maiores centrais sindicais brasileiras – CUT, Força Sindical, CGT, SDS, CAT e CGTB – e tem o apoio do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese).
A cerimônia de lançamento acontece na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, no auditório Franco Montoro, a partir das 14h30.
Estarão presentes os presidentes das seis centrais sindicais; o coordenador de Relações Sindicais do Dieese, Ademir Figueiredo; o senador Paulo Paim (PT-RS) e o deputado federal Inácio Arruda (PC do B – CE); o delegado da DRT-SP, Heiguiberto Guiba Della Bella Navarro; a presidente do TRT-SP (2ª Região), Maria Aparecida Pellegrina; e o representante da OIT no Brasil, Armand Pereira.
O lançamento marcará o início da coleta de assinaturas para um abaixo-assinado que pretende agilizar a tramitação do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 393/01, que determina a redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas sem a redução de salário. A PEC é de autoria do senador Paim e do deputado Arruda.
A Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo fica na avenida Pedro Álvares Cabral, 201, capital.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, se reúne hoje com o presidente nacional do PT, José Genoino, para discutir a MP que proíbe o funcionamento de bingos no país.
O encontro acontece às 17h30, na sede nacional do PT em São Paulo, que fica na rua Silveira Martins, 132, Sé.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, se reúne hoje com o presidente nacional do PT, José Genoino, para discutir a MP que proíbe o funcionamento de bingos no país.
O encontro acontece às 17h30, na sede nacional do PT em São Paulo, que fica na rua Silveira Martins, 132, Sé.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, se reúne hoje, em Brasília, com líderes políticos no Congresso Nacional. O objetivo dos encontros é buscar uma solução para a situação dos 320 mil trabalhadores que podem ser demitidos com a proibição das casas de bingo no país.
Confira abaixo a agenda do presidente da Força Sindical.
13 horas
Reunião com dep. fed. Valdemar Costa Neto
Local: Câmara Federal, Anexo IV – gabinete 542 – 5º andar
13h30
Reunião com dep. fed. Julio Delgado (PPS)
Local: Câmara Federal, Anexo II, sala 25, ao lado da CCJ
14 horas
Reunião com dep. fed. Pedro Correia (PP)
Local: Edifício Principal, próximo ao Salão Verde
14h30
Reunião com dep. fed. Roberto Freire (PPS)
Local: Câmara Federal, Anexo IV, gabinete 637, 6º andar
15 horas
Reunião com senador Jorge Bornhausen
Local: Senado Federal, Anexo I, Ala Nilo Coelho, gabinete 4
15h30
Reunião com senador Antonio Carlos Magalhães
Local: Senado Federal, 1º andar, gabinete 5
16 horas
Reunião com dep. Fed. Michel Temer
Local: Praça dos Três Poderes, Câmara Federal, Edifício Principal, sala T4
17 horas
Reunião com dep. fed. Roberto Jéferson (PTB)
Local: Câmara Federal, Anexo IV, gabinete 208, 2º andar
17h30
Reunião com dep. fed. Roberto Magalhães (PTB)
Local: Câmara Federal, Anexo IV, gabinete 503, 5º andar
18 horas
Reunião com o senador Arthur Virgilio (PSDB)
Local: Em frente ao Plenário, Anexo I
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, se reúne hoje, em Brasília, com líderes políticos no Congresso Nacional. O objetivo dos encontros é buscar uma solução para a situação dos 320 mil trabalhadores que podem ser demitidos com a proibição das casas de bingo no país.
Confira abaixo a agenda do presidente da Força Sindical.
13 horas
Reunião com dep. fed. Valdemar Costa Neto
Local: Câmara Federal, Anexo IV – gabinete 542 – 5º andar
13h30
Reunião com dep. fed. Julio Delgado (PPS)
Local: Câmara Federal, Anexo II, sala 25, ao lado da CCJ
14 horas
Reunião com dep. fed. Pedro Correia (PP)
Local: Edifício Principal, próximo ao Salão Verde
14h30
Reunião com dep. fed. Roberto Freire (PPS)
Local: Câmara Federal, Anexo IV, gabinete 637, 6º andar
15 horas
Reunião com senador Jorge Bornhausen
Local: Senado Federal, Anexo I, Ala Nilo Coelho, gabinete 4
15h30
Reunião com senador Antonio Carlos Magalhães
Local: Senado Federal, 1º andar, gabinete 5
16 horas
Reunião com dep. Fed. Michel Temer
Local: Praça dos Três Poderes, Câmara Federal, Edifício Principal, sala T4
17 horas
Reunião com dep. fed. Roberto Jéferson (PTB)
Local: Câmara Federal, Anexo IV, gabinete 208, 2º andar
17h30
Reunião com dep. fed. Roberto Magalhães (PTB)
Local: Câmara Federal, Anexo IV, gabinete 503, 5º andar
18 horas
Reunião com o senador Arthur Virgilio (PSDB)
Local: Em frente ao Plenário, Anexo I
A direção da Força Sindical decidiu hoje realizar no dia 24 de março uma série de manifestações no Dia Nacional da Luta Contra o Desemprego. Os atos acontecerão nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Ceará, Amazonas e Distrito Federal.
Em São Paulo, o ato acontecerá na Praça da República (centro de São Paulo), a partir das 10 horas. A previsão é reunir cerca de 20 mil pessoas, entre metalúrgicos, químicos, padeiros, costureiras, têxteis, comerciários e trabalhadores das casas de bingo.
"Não podemos nos calar diante da famigerada situação em que se encontra o país, com índices recordes de desemprego e queda brusca na renda dos trabalhadores", afirma o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
A direção da Força Sindical decidiu hoje realizar no dia 24 de março uma série de manifestações no Dia Nacional da Luta Contra o Desemprego. Os atos acontecerão nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Ceará, Amazonas e Distrito Federal.
Em São Paulo, o ato acontecerá na Praça da República (centro de São Paulo), a partir das 10 horas. A previsão é reunir cerca de 20 mil pessoas, entre metalúrgicos, químicos, padeiros, costureiras, têxteis, comerciários e trabalhadores das casas de bingo.
"Não podemos nos calar diante da famigerada situação em que se encontra o país, com índices recordes de desemprego e queda brusca na renda dos trabalhadores", afirma o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, se reúne amanhã (11 de março), em Brasília, com líderes políticos no Congresso Nacional. O objetivo dos encontros é buscar uma solução para a situação dos 320 mil trabalhadores que podem ser demitidos com a proibição das casas de bingo no país.
Confira abaixo a agenda do presidente da Força Sindical.
13 horas Reunião com dep. fed. Valdemar Costa Neto
Local: Câmara Federal, Anexo IV – gabinete 542 – 5º andar
13h30 Reunião com dep. fed. Julio Delgado (PPS)
Local: Câmara Federal, Anexo II, sala 25, ao lado da CCJ
14 horas Reunião com dep. fed. Pedro Correia (PP)
Local: Edifício Principal, próximo ao Salão Verde
14h30 Reunião com dep. fed. Roberto Freire (PPS)
Local: Câmara Federal, Anexo IV, gabinete 637, 6º andar
15 horas Reunião com senador Jorge Bornhausen
Local: Senado Federal, Anexo I, Ala Nilo Coelho, gabinete 4
15h30 Reunião com senador Antonio Carlos Magalhães
Local: Senado Federal, 1º andar, gabinete 5
16 horas Reunião com dep. Fed. Michel Temer
Local: Praça dos Três Poderes, Câmara Federal, Edifício Principal,
sala T4
18 horas Reunião com o senador Arthur Virgilio (PSDB)
Local: Em frente ao Plenário, Anexo I
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, se reúne amanhã (11 de março), em Brasília, com líderes políticos no Congresso Nacional. O objetivo dos encontros é buscar uma solução para a situação dos 320 mil trabalhadores que podem ser demitidos com a proibição das casas de bingo no país.
Confira abaixo a agenda do presidente da Força Sindical.
13 horas Reunião com dep. fed. Valdemar Costa Neto
Local: Câmara Federal, Anexo IV – gabinete 542 – 5º andar
13h30 Reunião com dep. fed. Julio Delgado (PPS)
Local: Câmara Federal, Anexo II, sala 25, ao lado da CCJ
14 horas Reunião com dep. fed. Pedro Correia (PP)
Local: Edifício Principal, próximo ao Salão Verde
14h30 Reunião com dep. fed. Roberto Freire (PPS)
Local: Câmara Federal, Anexo IV, gabinete 637, 6º andar
15 horas Reunião com senador Jorge Bornhausen
Local: Senado Federal, Anexo I, Ala Nilo Coelho, gabinete 4
15h30 Reunião com senador Antonio Carlos Magalhães
Local: Senado Federal, 1º andar, gabinete 5
16 horas Reunião com dep. Fed. Michel Temer
Local: Praça dos Três Poderes, Câmara Federal, Edifício Principal,
sala T4
18 horas Reunião com o senador Arthur Virgilio (PSDB)
Local: Em frente ao Plenário, Anexo I
Na semana passada, trabalhadores de várias partes do país mobilizaram-se junto com a Força Sindical por causa da atitude escandalosa do governo federal de fechar, por medida provisória, as casas de bingo de todo o país. Com isso, colocou em risco o emprego de 320 mil pessoas (entre diretos e indiretos) em todo o país.
Em Brasília, em manifestação que reuniu 30 mil trabalhadores que fizeram passeata até o Congresso Nacional, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, foi incisivo em seu discurso. “Depois que Lula virou presidente, mudou de lado. Está demitindo todos vocês”, disse Paulinho.
É a triste realidade. Por isso, o trabalhador está indo às ruas, nas maiores manifestações populares contra o novo governo desde que este tomou posse. Em São Paulo, passeata na avenida Paulista reuniu 20 mil pessoas. No Rio, 5 mil protestaram na Cinelândia.
Além de mobilizar a população, a Força tem se reunido com líderes políticos para evitar o pior. Em Brasília, Paulinho reuniu-se com o presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha, com o ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, e com o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini. “Vamos fazer o que for preciso para evitar a demissão em massa”, afirmou Paulinho.
Na semana passada, trabalhadores de várias partes do país mobilizaram-se junto com a Força Sindical por causa da atitude escandalosa do governo federal de fechar, por medida provisória, as casas de bingo de todo o país. Com isso, colocou em risco o emprego de 320 mil pessoas (entre diretos e indiretos) em todo o país.
Em Brasília, em manifestação que reuniu 30 mil trabalhadores que fizeram passeata até o Congresso Nacional, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, foi incisivo em seu discurso. “Depois que Lula virou presidente, mudou de lado. Está demitindo todos vocês”, disse Paulinho.
É a triste realidade. Por isso, o trabalhador está indo às ruas, nas maiores manifestações populares contra o novo governo desde que este tomou posse. Em São Paulo, passeata na avenida Paulista reuniu 20 mil pessoas. No Rio, 5 mil protestaram na Cinelândia.
Além de mobilizar a população, a Força tem se reunido com líderes políticos para evitar o pior. Em Brasília, Paulinho reuniu-se com o presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha, com o ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, e com o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini. “Vamos fazer o que for preciso para evitar a demissão em massa”, afirmou Paulinho.
De acordo com a Lei Zico e a Lei Pelé, os bingos são obrigados a repassar verbas para as entidades esportivas. Na Federação Paulista de Atletismo – FPA –, por exemplo, os recursos chegam a cobrir cerca de 30% das despesas com competições, setor administrativo e infra-estrutura.
Isso significa que o ano olímpico pode ser marcado pela falta de verbas e dificuldade para os atletas chegarem em Atenas. A previsão é que o esporte brasileiro – nunca agraciado por grandes patrocínios – entre em crise ainda maior.
“É com profunda preocupação que a família do atletismo vê o impasse entre o governo e o sistema de bingos”, afirma José Antonio Martins Fernandes, presidente da FPA e do Sindicato dos Profissionais de Educação Física de São Paulo. Fernandes lamenta que o assunto não esteja na mídia. “Algo precisa ser feito em nome do esporte”, completa.
De acordo com a Lei Zico e a Lei Pelé, os bingos são obrigados a repassar verbas para as entidades esportivas. Na Federação Paulista de Atletismo – FPA –, por exemplo, os recursos chegam a cobrir cerca de 30% das despesas com competições, setor administrativo e infra-estrutura.
Isso significa que o ano olímpico pode ser marcado pela falta de verbas e dificuldade para os atletas chegarem em Atenas. A previsão é que o esporte brasileiro – nunca agraciado por grandes patrocínios – entre em crise ainda maior.
“É com profunda preocupação que a família do atletismo vê o impasse entre o governo e o sistema de bingos”, afirma José Antonio Martins Fernandes, presidente da FPA e do Sindicato dos Profissionais de Educação Física de São Paulo. Fernandes lamenta que o assunto não esteja na mídia. “Algo precisa ser feito em nome do esporte”, completa.
Cerca de 3 mil mulheres de sindicatos ligados à Força Sindical e às casas de Bingo fazem hoje (8 de março), uma manifestação na frente da casa do presidente Lula, em São Bernardo do Campo.
A manifestação terá início às 14 horas na Praça da Matriz, em São Bernardo do Campo, e seguirá em passeata até a casa do Presidente, onde depositarão milhares de flores.
A intenção é sensibilizar a primeira-dama, neste Dia Internacional da Mulher, sobre o desemprego causado pela Medida Provisória que proibiu a abertura das casas de Bingo em todo opaís. Vale ressaltar que milhares de trabalhadoras perderam o emprego devido a medida do governo.
Cerca de 3 mil mulheres de sindicatos ligados à Força Sindical e às casas de Bingo fazem hoje (8 de março), uma manifestação na frente da casa do presidente Lula, em São Bernardo do Campo.
A manifestação terá início às 14 horas na Praça da Matriz, em São Bernardo do Campo, e seguirá em passeata até a casa do Presidente, onde depositarão milhares de flores.
A intenção é sensibilizar a primeira-dama, neste Dia Internacional da Mulher, sobre o desemprego causado pela Medida Provisória que proibiu a abertura das casas de Bingo em todo opaís. Vale ressaltar que milhares de trabalhadoras perderam o emprego devido a medida do governo.
Cerca de 3 mil mulheres de sindicatosligados à Força Sindical e às casas de Bingo farão nesta segunda-feira (8 de março), uma manifestação em frente da casa do presidente Lula, em São Bernardo do Campo.
A manifestação terá início às 14 horas na Praça da Matriz, em São Bernardo do Campo, e seguirá em passeata até a casa do Presidente, onde depositarão milhares de flores.
A intenção é sensibilizar a primeira-dama, neste Dia Internacional da Mulher, sobre o desemprego causado pela Medida Provisória que proibiu a abertura das casas de Bingo em todo opaís. Vale ressaltar que milhares de trabalhadoras perderam o emprego devido a medida do governo.
Cerca de 3 mil mulheres de sindicatosligados à Força Sindical e às casas de Bingo farão nesta segunda-feira (8 de março), uma manifestação em frente da casa do presidente Lula, em São Bernardo do Campo.
A manifestação terá início às 14 horas na Praça da Matriz, em São Bernardo do Campo, e seguirá em passeata até a casa do Presidente, onde depositarão milhares de flores.
A intenção é sensibilizar a primeira-dama, neste Dia Internacional da Mulher, sobre o desemprego causado pela Medida Provisória que proibiu a abertura das casas de Bingo em todo opaís. Vale ressaltar que milhares de trabalhadoras perderam o emprego devido a medida do governo.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, reúne-se hoje com o presidente da Câmara dos Deputados e os ministros da Justiça e do Trabalho para tratar do fechamento das casas de bingo.
A reunião com o presidente da Câmara, João Paulo Cunha, acontece às 12 horas, no gabinete da presidência, no edifício principal.
Já o encontro com os ministros Márcio Thomaz Bastos, da Justiça, e Ricardo Berzoini, do Trabalho, será às 16 horas, na Esplanada dos Ministérios, Bloco T, 4º andar, Edifício Sede.
As reuniões acontecem após a manifestação dos trabalhadores em casas de bingo de Brasília, marcada para hoje, às 10 horas.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, reúne-se hoje com o presidente da Câmara dos Deputados e os ministros da Justiça e do Trabalho para tratar do fechamento das casas de bingo.
A reunião com o presidente da Câmara, João Paulo Cunha, acontece às 12 horas, no gabinete da presidência, no edifício principal.
Já o encontro com os ministros Márcio Thomaz Bastos, da Justiça, e Ricardo Berzoini, do Trabalho, será às 16 horas, na Esplanada dos Ministérios, Bloco T, 4º andar, Edifício Sede.
As reuniões acontecem após a manifestação dos trabalhadores em casas de bingo de Brasília, marcada para hoje, às 10 horas.
Cerca de 30 mil trabalhadores das casas de bingo de todo o Brasil fazem manifestação hoje em Brasília. A passeata está marcada para às 10h, em frente à Catedral que fica ao lado do Ministério do Desenvolvimento Agrário, e irá até o Congresso Nacional.
Os atos que estão ocorrendo desde a última quinta-feira fazem parte de um protesto contra o fechamento dos estabelecimentos, que empregam cerca de 320 mil pessoas em todo o país.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente.
Cerca de 30 mil trabalhadores das casas de bingo de todo o Brasil fazem manifestação hoje em Brasília. A passeata está marcada para às 10h, em frente à Catedral que fica ao lado do Ministério do Desenvolvimento Agrário, e irá até o Congresso Nacional.
Os atos que estão ocorrendo desde a última quinta-feira fazem parte de um protesto contra o fechamento dos estabelecimentos, que empregam cerca de 320 mil pessoas em todo o país.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente.
O anúncio oficial feito na 6a feira caiu como uma bomba na esperança do brasileiro. O PIB, medida da riqueza nacional, recuou 0,2% em 2003, primeiro ano do governo Lula. Trocando em miúdos, somos hoje um país mais pobre, o que é facilmente perceptível pelos índices que mostram que a produção diminuiu, o consumo idem, o desemprego aumentou e a renda do trabalhador caiu.
Foi o pior ano para a economia brasileira desde 92, ano da queda do presidente Collor. Mas dessa vez a estagnação não veio por fatos políticos, mas econômicos. Os juros altos foram um dos principais culpados, dizem os especialistas. Mesmo assim, em ata do Copom divulgada na 5a feira, o Banco Central diz nas entrelinhas que não pretende baixar a taxa básica tão cedo.
No início de 2003, o novo governo assumiu prometendo 10 milhões de empregos. Previa crescimento de mais de 5%. Depois, baixou a bola para 3,5%. E foi caindo, caindo, até gerar um resultado abaixo de zero.
“O mais espantoso é que o governo acompanha a catástrofe de braços cruzados, sem mudar o rumo da política econômica e sem investimento social”, afirma Melquíades Araújo, presidente da Federação da Alimentação de São Paulo e vice da Força Sindical.
O anúncio oficial feito na 6a feira caiu como uma bomba na esperança do brasileiro. O PIB, medida da riqueza nacional, recuou 0,2% em 2003, primeiro ano do governo Lula. Trocando em miúdos, somos hoje um país mais pobre, o que é facilmente perceptível pelos índices que mostram que a produção diminuiu, o consumo idem, o desemprego aumentou e a renda do trabalhador caiu.
Foi o pior ano para a economia brasileira desde 92, ano da queda do presidente Collor. Mas dessa vez a estagnação não veio por fatos políticos, mas econômicos. Os juros altos foram um dos principais culpados, dizem os especialistas. Mesmo assim, em ata do Copom divulgada na 5a feira, o Banco Central diz nas entrelinhas que não pretende baixar a taxa básica tão cedo.
No início de 2003, o novo governo assumiu prometendo 10 milhões de empregos. Previa crescimento de mais de 5%. Depois, baixou a bola para 3,5%. E foi caindo, caindo, até gerar um resultado abaixo de zero.
“O mais espantoso é que o governo acompanha a catástrofe de braços cruzados, sem mudar o rumo da política econômica e sem investimento social”, afirma Melquíades Araújo, presidente da Federação da Alimentação de São Paulo e vice da Força Sindical.
Amanhã (2 de março), é a vez de os trabalhadores das casas de bingo do Rio de Janeiro (RJ) protestarem. A manifestação acontece às 10 horas, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia.
Os atos que estão ocorrendo desde a última quinta-feira fazem parte de um protesto contra o fechamento dos estabelecimentos, que empregam cerca de 320 mil pessoas em todo o país.
O protesto deve reunir milhares de pessoas. E o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente.
Amanhã (2 de março), é a vez de os trabalhadores das casas de bingo do Rio de Janeiro (RJ) protestarem. A manifestação acontece às 10 horas, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia.
Os atos que estão ocorrendo desde a última quinta-feira fazem parte de um protesto contra o fechamento dos estabelecimentos, que empregam cerca de 320 mil pessoas em todo o país.
O protesto deve reunir milhares de pessoas. E o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente.
Hoje, a partir das 10 horas, 20 mil trabalhadores de casas de bingo vindos de todo o Estado de São Paulo farão uma passeata na avenida Paulista. O ato terá concentração no vão livre do MASP e seguirá até a Assembléia Legislativa de São Paulo.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente no evento.
A passeata faz parte de uma série de protestos que se espalharam por todo o país desde a última quinta-feira. Estimativas do setor revelam que cerca de 320 mil postos de trabalho serão fechados devido à proibição de funcionamento das casas de bingos no Brasil.
Hoje, a partir das 10 horas, 20 mil trabalhadores de casas de bingo vindos de todo o Estado de São Paulo farão uma passeata na avenida Paulista. O ato terá concentração no vão livre do MASP e seguirá até a Assembléia Legislativa de São Paulo.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente no evento.
A passeata faz parte de uma série de protestos que se espalharam por todo o país desde a última quinta-feira. Estimativas do setor revelam que cerca de 320 mil postos de trabalho serão fechados devido à proibição de funcionamento das casas de bingos no Brasil.
Nesta segunda-feira (1º de março), 20 mil trabalhadores de casas de bingo farão uma passeata na avenida Paulista. O ato, que acontece a partir das 10 horas, terá concentração no vão livre do MASP e seguirá até a Assembléia Legislativa de São Paulo.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente no evento.
A passeata faz parte de uma série de protestos que se espalharam por todo o país desde a última quinta-feira. Estimativas do setor revelam que cerca de 320 mil postos de trabalho serão fechados devido à proibição de funcionamento das casas de bingos no Brasil.
Nesta segunda-feira (1º de março), 20 mil trabalhadores de casas de bingo farão uma passeata na avenida Paulista. O ato, que acontece a partir das 10 horas, terá concentração no vão livre do MASP e seguirá até a Assembléia Legislativa de São Paulo.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente no evento.
A passeata faz parte de uma série de protestos que se espalharam por todo o país desde a última quinta-feira. Estimativas do setor revelam que cerca de 320 mil postos de trabalho serão fechados devido à proibição de funcionamento das casas de bingos no Brasil.
As manifestações da Força Sindical pela preservação dos empregos dos trabalhadores das casas de bingo chegam em Recife (PE) na próxima segunda-feira (1º de março). A passeata sai às 10 horas da rua da Concórdia, 773, e segue até a Praça Joaquim Nabuco.
Os atos que estão ocorrendo desde a última quinta-feira em todo o Brasil fazem parte de uma série de protestos contra o fechamento das casas de bingo, que empregam cerca de 320 mil pessoas em todo o país.
Ainda nesta segunda-feira acontece na av. Paulista (vão livre do MASP), em São Paulo (SP), também a partir das 10 horas, uma passeata com 10 mil trabalhadores, que irá até a Assembléia Legislativa de São Paulo.
As manifestações da Força Sindical pela preservação dos empregos dos trabalhadores das casas de bingo chegam em Recife (PE) na próxima segunda-feira (1º de março). A passeata sai às 10 horas da rua da Concórdia, 773, e segue até a Praça Joaquim Nabuco.
Os atos que estão ocorrendo desde a última quinta-feira em todo o Brasil fazem parte de uma série de protestos contra o fechamento das casas de bingo, que empregam cerca de 320 mil pessoas em todo o país.
Ainda nesta segunda-feira acontece na av. Paulista (vão livre do MASP), em São Paulo (SP), também a partir das 10 horas, uma passeata com 10 mil trabalhadores, que irá até a Assembléia Legislativa de São Paulo.
As manifestações dos trabalhadores das casas de bingo continuam hoje em Jundiaí, São Paulo e Santo André. Os atos são um protesto contra o fechamento dos estabelecimentos, que empregam cerca de 320 mil pessoas em todo o país.
Confira abaixo os horários e os locais dos protestos.
10 horas - Bingo Marechal (rua Marechal Deodoro, 793, Centro - Jundiaí)
13 horas - Bingo Imperador (av. Sumaré, 581, Sumaré - São Paulo)
15 horas - Bingo Senador (av. Senador Flaquer, 87 - Santo André)
Os protestos devem reunir milhares de pessoas. O Presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará novamente presente em todos os atos.
Na próxima segunda-feira (1º de março), está programado um grande ato a partir das 10 horas no vão livre do Masp (Av. Paulista). Cerca de 10 mil trabalhadores farão uma passeata até a Assembléia Legislativa de São Paulo.
As manifestações dos trabalhadores das casas de bingo continuam hoje em Jundiaí, São Paulo e Santo André. Os atos são um protesto contra o fechamento dos estabelecimentos, que empregam cerca de 320 mil pessoas em todo o país.
Confira abaixo os horários e os locais dos protestos.
10 horas - Bingo Marechal (rua Marechal Deodoro, 793, Centro - Jundiaí)
13 horas - Bingo Imperador (av. Sumaré, 581, Sumaré - São Paulo)
15 horas - Bingo Senador (av. Senador Flaquer, 87 - Santo André)
Os protestos devem reunir milhares de pessoas. O Presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará novamente presente em todos os atos.
Na próxima segunda-feira (1º de março), está programado um grande ato a partir das 10 horas no vão livre do Masp (Av. Paulista). Cerca de 10 mil trabalhadores farão uma passeata até a Assembléia Legislativa de São Paulo.
Os trabalhadores das casas de bingo continuam amanhã (27 de fevereiro) - em São Paulo, Santo André e Jundiaí - a série de atos contra o fechamento dos estabelecimentos. Confira abaixo os horários e os locais dos protestos.
10 horas - Bingo Marechal (rua Marechal Deodoro, 793, Centro - Jundiaí)
13 horas - Bingo Imperador (av. Sumaré, 581, Sumaré - São Paulo)
15 horas - Bingo Senador (av. Senador Flaquer, 87 - Santo André)
Estimativas do setor revelam que cerca de 320 mil postos de trabalho serão fechados devido à proibição de funcionamento das casas de bingos em todo o país.
Os protestos devem reunir milhares de pessoas. O Presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará novamente presente em todos os atos.
Na próxima segunda-feira (1º de março), está programado um grande ato a partir das 10 horas no vão livre do Masp (Av. Paulista). Cerca de 10 mil trabalhadores farão uma passeata até a Assembléia Legislativa de São Paulo.
Os trabalhadores das casas de bingo continuam amanhã (27 de fevereiro) - em São Paulo, Santo André e Jundiaí - a série de atos contra o fechamento dos estabelecimentos. Confira abaixo os horários e os locais dos protestos.
10 horas - Bingo Marechal (rua Marechal Deodoro, 793, Centro - Jundiaí)
13 horas - Bingo Imperador (av. Sumaré, 581, Sumaré - São Paulo)
15 horas - Bingo Senador (av. Senador Flaquer, 87 - Santo André)
Estimativas do setor revelam que cerca de 320 mil postos de trabalho serão fechados devido à proibição de funcionamento das casas de bingos em todo o país.
Os protestos devem reunir milhares de pessoas. O Presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará novamente presente em todos os atos.
Na próxima segunda-feira (1º de março), está programado um grande ato a partir das 10 horas no vão livre do Masp (Av. Paulista). Cerca de 10 mil trabalhadores farão uma passeata até a Assembléia Legislativa de São Paulo.
Os trabalhadores das casas de bingo fazem hoje um protesto contra o fechamento dos bingos. Estimativas do setor revelam que cerca de 320 mil postos de trabalho serão fechados devido à proibição de funcionamento das casas de bingos em todo o país.
Os protestos, que devem reunir cerca de 5 mil pessoas, acontecerão em diversos locais de São Paulo e Santos. O Presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente em todos os atos.
10 horas - Bingo Sampa (Av. Ipiranga, 866, São Paulo)
11 horas - Bingo Augusta (Rua Augusta, 2380, São Paulo)
12 horas - Bingo Taquari (Rua Taquari, 172 - Moóca, São Paulo)
15 horas - Palácio de Santos (Av. Ana Costa, 525, Santos)
Na próxima segunda-feira (1º de março), está programado um grande ato a partir das 10 horas no vão livre do Masp (Av. Paulista). Cerca de 10 mil trabalhadores farão uma passeata até a Assembléia Legislativa de São Paulo.
Os trabalhadores das casas de bingo fazem hoje um protesto contra o fechamento dos bingos. Estimativas do setor revelam que cerca de 320 mil postos de trabalho serão fechados devido à proibição de funcionamento das casas de bingos em todo o país.
Os protestos, que devem reunir cerca de 5 mil pessoas, acontecerão em diversos locais de São Paulo e Santos. O Presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, estará presente em todos os atos.
10 horas - Bingo Sampa (Av. Ipiranga, 866, São Paulo)
11 horas - Bingo Augusta (Rua Augusta, 2380, São Paulo)
12 horas - Bingo Taquari (Rua Taquari, 172 - Moóca, São Paulo)
15 horas - Palácio de Santos (Av. Ana Costa, 525, Santos)
Na próxima segunda-feira (1º de março), está programado um grande ato a partir das 10 horas no vão livre do Masp (Av. Paulista). Cerca de 10 mil trabalhadores farão uma passeata até a Assembléia Legislativa de São Paulo.
Os 1.400 trabalhadores da montadora Peugeot no Brasil, localizada no município de Porto Real, no estado do Rio de Janeiro, estão em greve por tempo indeterminado desde sexta-feira, dia 13. A paralisação foi iniciada depois que a direção da empresa rompeu unilateralmente a negociação salarial que vinha mantendo com o Sindicato dos Metalúrgicos local e se negou a discutir a garantia de direitos trabalhistas básicos. Além de não negociar a proposta de reposição, a montadora de origem francesa se recusa a pagar adicional noturno, a fornecer vale alimentação e a garantir transporte dos empregados para o trabalho.
“A Peugeot brasileira chamou a Polícia Militar para intimidar os dirigentes sindicais e adotou uma política de terror, telefonando para as casas dos empregados e ameaçando demitir quem não retornar ao trabalho”, afirma o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda e região, Carlos Henrique Perrut. Segundo ele, a montadora está descumprindo a Convenção 98 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário desde 1952. “Vamos denunciar a Peugeot à OIT e à Federação Internacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (Fitim)”, completa Perrut.
Os metalúrgicos da Peugeot estão reivindicando reposição integral da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), entre fevereiro de 2003 e janeiro de 2004, acrescida de ganho real de 10%. Isto representaria um reajuste de 18,74% para todos os salários. Além disso, reivindicam cesta básica de R$150, hora extra de 100%, transporte gratuito, adicional noturno, convênio farmácia, participação nos lucros e redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. “Os trabalhadores têm que se sacrificar para chegar ao local de trabalho, pois nem mesmo vale-transporte a empresa fornece. Os empregados trabalham sob pressão e não contam sequer com alimentação. Além disso, de forma arbitrária e sem discussão com o sindicato, a empresa impõe jornadas abusivas de trabalho”, denuncia Perrut.
Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), Luiz de Oliveira Rodrigues, a montadora multinacional está agindo de forma arbitrária e tentando impor sua decisão aos trabalhadores, através da força, sem qualquer tipo de negociação. Ele diz que o problema é particularmente grave, por se tratar de uma indústria multinacional que tem fábricas em vários países, e reafirma a intenção de levar a denúncia à OIT.
Da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM)
Os 1.400 trabalhadores da montadora Peugeot no Brasil, localizada no município de Porto Real, no estado do Rio de Janeiro, estão em greve por tempo indeterminado desde sexta-feira, dia 13. A paralisação foi iniciada depois que a direção da empresa rompeu unilateralmente a negociação salarial que vinha mantendo com o Sindicato dos Metalúrgicos local e se negou a discutir a garantia de direitos trabalhistas básicos. Além de não negociar a proposta de reposição, a montadora de origem francesa se recusa a pagar adicional noturno, a fornecer vale alimentação e a garantir transporte dos empregados para o trabalho.
“A Peugeot brasileira chamou a Polícia Militar para intimidar os dirigentes sindicais e adotou uma política de terror, telefonando para as casas dos empregados e ameaçando demitir quem não retornar ao trabalho”, afirma o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda e região, Carlos Henrique Perrut. Segundo ele, a montadora está descumprindo a Convenção 98 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário desde 1952. “Vamos denunciar a Peugeot à OIT e à Federação Internacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (Fitim)”, completa Perrut.
Os metalúrgicos da Peugeot estão reivindicando reposição integral da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), entre fevereiro de 2003 e janeiro de 2004, acrescida de ganho real de 10%. Isto representaria um reajuste de 18,74% para todos os salários. Além disso, reivindicam cesta básica de R$150, hora extra de 100%, transporte gratuito, adicional noturno, convênio farmácia, participação nos lucros e redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. “Os trabalhadores têm que se sacrificar para chegar ao local de trabalho, pois nem mesmo vale-transporte a empresa fornece. Os empregados trabalham sob pressão e não contam sequer com alimentação. Além disso, de forma arbitrária e sem discussão com o sindicato, a empresa impõe jornadas abusivas de trabalho”, denuncia Perrut.
Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), Luiz de Oliveira Rodrigues, a montadora multinacional está agindo de forma arbitrária e tentando impor sua decisão aos trabalhadores, através da força, sem qualquer tipo de negociação. Ele diz que o problema é particularmente grave, por se tratar de uma indústria multinacional que tem fábricas em vários países, e reafirma a intenção de levar a denúncia à OIT.
Da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM)
O Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical inaugura nesta quarta-feira (18/02) um espaço de convivência e de lazer para sócios, suas famílias e amigos.
A cerimônia de inauguração acontece a partir das 15h no local da barraca, que fica na Praia de Santos, Embaré, Avenida Bartolomeu de Gusmão – esquina com a rua Alexandre Martins (na frente da “Fonte do Sapo”).
O local promete ser o ponto de encontro de idosos para atividades recreativas e esportivas durante todo o dia.
O Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical inaugura nesta quarta-feira (18/02) um espaço de convivência e de lazer para sócios, suas famílias e amigos.
A cerimônia de inauguração acontece a partir das 15h no local da barraca, que fica na Praia de Santos, Embaré, Avenida Bartolomeu de Gusmão – esquina com a rua Alexandre Martins (na frente da “Fonte do Sapo”).
O local promete ser o ponto de encontro de idosos para atividades recreativas e esportivas durante todo o dia.
O Força Online inaugura hoje a sessão Material Oficial, que tem disponíveis para download fotos de dirigentes da central e logotipos da entidades.
O internauta pode encontrar imagens do presidente da Força Sindical, Paulinho; do secretário-geral, João Carlos Juruna Gonçalves; do presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados da Força Sindical, João Batista Inocentini; e do coordenador-geral do Centro de Solidariedade ao Trabalhador, Tadeu Morais de Sousa.
As fotos estão em alta resolução, de 300 dpi, e podem ser utilizadas em publicações impressas ou adaptadas para sites. Já os logotipos - da Força e de departamentos e serviços da central - podem ser encontrados em diversos formatos: para Corel Draw! (a partir do 8.0), WMF (Windows Meta File), para Adobe Illustrator (AI) e EPS (Encapsulated Post-Script). Este último formato (vetorial) é compatível com todos os programas de edição de imagens.
Confira agora a sessão Material Oficial.
O Força Online inaugura hoje a sessão Material Oficial, que tem disponíveis para download fotos de dirigentes da central e logotipos da entidades.
O internauta pode encontrar imagens do presidente da Força Sindical, Paulinho; do secretário-geral, João Carlos Juruna Gonçalves; do presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados da Força Sindical, João Batista Inocentini; e do coordenador-geral do Centro de Solidariedade ao Trabalhador, Tadeu Morais de Sousa.
As fotos estão em alta resolução, de 300 dpi, e podem ser utilizadas em publicações impressas ou adaptadas para sites. Já os logotipos - da Força e de departamentos e serviços da central - podem ser encontrados em diversos formatos: para Corel Draw! (a partir do 8.0), WMF (Windows Meta File), para Adobe Illustrator (AI) e EPS (Encapsulated Post-Script). Este último formato (vetorial) é compatível com todos os programas de edição de imagens.
Confira agora a sessão Material Oficial.
Assentados do interior paulista que não receberam verbas do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), juntamente com o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, vão se reunir hoje, às 16h30, com o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. A reunião acontece no Prédio do Incra – 6º andar.
Centenas de agricultores estarão acampados hoje, por tempo indeterminado, a partir das 12h, na frente do Ministério, em Brasília. Eles reclamam da arbitrariedade dos técnicos do Pronaf em não liberar verbas para os assentamentos.
Essas verbas deveriam ter sido liberadas há meses, mas continuam retidas, prejudicando os agricultores, beneficiados pelo Banco da Terra, que foram obrigados a parar a produção agrícola. Devido a esse equívoco do orgão governamental, muitas famílias que deveriam estar em plena produção estão, na verdade, passando necessidades.
Assentados do interior paulista que não receberam verbas do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), juntamente com o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, vão se reunir hoje, às 16h30, com o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. A reunião acontece no Prédio do Incra – 6º andar.
Centenas de agricultores estarão acampados hoje, por tempo indeterminado, a partir das 12h, na frente do Ministério, em Brasília. Eles reclamam da arbitrariedade dos técnicos do Pronaf em não liberar verbas para os assentamentos.
Essas verbas deveriam ter sido liberadas há meses, mas continuam retidas, prejudicando os agricultores, beneficiados pelo Banco da Terra, que foram obrigados a parar a produção agrícola. Devido a esse equívoco do orgão governamental, muitas famílias que deveriam estar em plena produção estão, na verdade, passando necessidades.
Centenas de assentados do interior paulista farão amanhã (11 de fevereiro), a partir das 7 horas da manhã, um acampamento por tempo indeterminado na frente do Ministério do Desenvolvimento Agrário, em Brasília. Os agricultores reclamam da arbitrariedade dos técnicos do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) em não liberar verbas para os assentamentos.
Essas verbas deveriam ter sido liberadas há meses, mas continuam retidas, prejudicando os agricultores, beneficiados pelo Banco da Terra, que foram obrigados a parar a produção agrícola. Devido a esse equívoco do orgão governamental, muitas famílias que deveriam estar em plena produção estão, na verdade, passando necessidades.
Centenas de assentados do interior paulista farão amanhã (11 de fevereiro), a partir das 7 horas da manhã, um acampamento por tempo indeterminado na frente do Ministério do Desenvolvimento Agrário, em Brasília. Os agricultores reclamam da arbitrariedade dos técnicos do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) em não liberar verbas para os assentamentos.
Essas verbas deveriam ter sido liberadas há meses, mas continuam retidas, prejudicando os agricultores, beneficiados pelo Banco da Terra, que foram obrigados a parar a produção agrícola. Devido a esse equívoco do orgão governamental, muitas famílias que deveriam estar em plena produção estão, na verdade, passando necessidades.
A Força Sindical e o Banco BMG lançam hoje, às 16h30, o cartão de crédito Força Mais para funcionários de empresas privadas conveniadas com o banco e a entidade. O grande atrativo são as taxas de juros, muito mais baixas que as praticadas pelo mercado, e uma novidade é que ele constitui outra opção de desconto em folha para os trabalhadores.
O evento acontece no Palácio do Trabalhador, sede da central, que fica na Rua Galvão Bueno, 782, 13º andar, Liberdade, São Paulo/SP.
O funcionário que optar pelo Força Mais não pagará taxa de adesão ou anuidade e os juros serão de 5,5% ao mês – o índice praticado pelo mercado é de no mínimo 7,9% ao mês. O banco não realiza consulta ao SPC/Serasa e não cobra multa por atraso de pagamento. A cobrança do cartão será feita através do desconto em folha, conforme a Lei nº 10.820 de 17/12/2003 (que regulamentou o crédito consignado em folha de pagamento para a empresa privada), que determina um desconto de, no máximo, 30% do salário líquido.
Além de ser um cartão de crédito, o Força Mais também faz parte de um programa de fidelidade com descontos em redes de estabelecimentos credenciados e sorteios de eletroeletrônicos.
A expectativa da Força Sindical e do BMG é atingir 1 milhão de trabalhadores em três anos de operação. Diferente do crédito com desconto em folha, usado para pagar dívidas, o Força Mais tem como principal finalidade o consumo.
A Força Sindical e o Banco BMG lançam hoje, às 16h30, o cartão de crédito Força Mais para funcionários de empresas privadas conveniadas com o banco e a entidade. O grande atrativo são as taxas de juros, muito mais baixas que as praticadas pelo mercado, e uma novidade é que ele constitui outra opção de desconto em folha para os trabalhadores.
O evento acontece no Palácio do Trabalhador, sede da central, que fica na Rua Galvão Bueno, 782, 13º andar, Liberdade, São Paulo/SP.
O funcionário que optar pelo Força Mais não pagará taxa de adesão ou anuidade e os juros serão de 5,5% ao mês – o índice praticado pelo mercado é de no mínimo 7,9% ao mês. O banco não realiza consulta ao SPC/Serasa e não cobra multa por atraso de pagamento. A cobrança do cartão será feita através do desconto em folha, conforme a Lei nº 10.820 de 17/12/2003 (que regulamentou o crédito consignado em folha de pagamento para a empresa privada), que determina um desconto de, no máximo, 30% do salário líquido.
Além de ser um cartão de crédito, o Força Mais também faz parte de um programa de fidelidade com descontos em redes de estabelecimentos credenciados e sorteios de eletroeletrônicos.
A expectativa da Força Sindical e do BMG é atingir 1 milhão de trabalhadores em três anos de operação. Diferente do crédito com desconto em folha, usado para pagar dívidas, o Força Mais tem como principal finalidade o consumo.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, acaba de assinar um convênio com a Universidade Camilo Castelo Branco – Unicastelo que concederá bolsa de estudo de 60% a cerca de 2 mil trabalhadores neste ano.
O acordo prevê a concessão de bolsa de estudos de 20% pela Unicastelo àqueles trabalhadores cujas empresas em que trabalham se comprometam a arcar com 40% do valor total da mensalidade - o que equivale a uma bolsa de 60%. Isto significa que o trabalhador poderá fazer um curso superior pagando apenas 40% do valor que pagaria se não houvesse o convênio.
"É uma satisfação fazer esse convênio. Vamos trabalhar para levar a oportunidade para outros setores, não só o metalúrgico", afirmou presidente da Força Sindical.
Segundo Eleno José Bezerra, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, "um dos objetivos da campanha salarial deste semestre será debater o acesso à educação".
Presente à cerimônia de assinatura do convênio, o reitor e fundador da Unicastelo, professor João Maurício Alves, informou que, no caso do rompimento da parceria entre a central sindical e a instituição, o benefício será mantido para os trabalhadores já matriculados até a conclusão do curso.
No futuro, de acordo com a Unicastelo, a idéia é estender o benefício aos cursos de pós-graduação para os trabalhadores já beneficiados por esta bolsa.
A estimativa é que 2 mil trabalhadores sejam beneficiados no vestibular que a Unicastelo realizará no meio deste ano. A universidade contará com equipes que visitarão empresas para propor a parceria.
“O objetivo deste projeto é qualificar o trabalhador que já está no mercado de trabalho e ajudá-lo a manter seu emprego com qualidade”, afirma Paulinho.
A cerimônia de assinatura ocorreu no 8º andar do Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, acaba de assinar um convênio com a Universidade Camilo Castelo Branco – Unicastelo que concederá bolsa de estudo de 60% a cerca de 2 mil trabalhadores neste ano.
O acordo prevê a concessão de bolsa de estudos de 20% pela Unicastelo àqueles trabalhadores cujas empresas em que trabalham se comprometam a arcar com 40% do valor total da mensalidade - o que equivale a uma bolsa de 60%. Isto significa que o trabalhador poderá fazer um curso superior pagando apenas 40% do valor que pagaria se não houvesse o convênio.
"É uma satisfação fazer esse convênio. Vamos trabalhar para levar a oportunidade para outros setores, não só o metalúrgico", afirmou presidente da Força Sindical.
Segundo Eleno José Bezerra, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, "um dos objetivos da campanha salarial deste semestre será debater o acesso à educação".
Presente à cerimônia de assinatura do convênio, o reitor e fundador da Unicastelo, professor João Maurício Alves, informou que, no caso do rompimento da parceria entre a central sindical e a instituição, o benefício será mantido para os trabalhadores já matriculados até a conclusão do curso.
No futuro, de acordo com a Unicastelo, a idéia é estender o benefício aos cursos de pós-graduação para os trabalhadores já beneficiados por esta bolsa.
A estimativa é que 2 mil trabalhadores sejam beneficiados no vestibular que a Unicastelo realizará no meio deste ano. A universidade contará com equipes que visitarão empresas para propor a parceria.
“O objetivo deste projeto é qualificar o trabalhador que já está no mercado de trabalho e ajudá-lo a manter seu emprego com qualidade”, afirma Paulinho.
A cerimônia de assinatura ocorreu no 8º andar do Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical.
A Força Sindical e o Banco BMG lançam amanhã (10 de fevereiro), às 16h30, o cartão de crédito Força Mais para funcionários de empresas privadas conveniadas com o banco e a entidade. O grande atrativo são as taxas de juros, muito mais baixas que as praticadas pelo mercado, e uma novidade é que ele constitui outra opção de desconto em folha para os trabalhadores.
O evento acontece no Palácio do Trabalhador, sede da central, que fica na Rua Galvão Bueno, 782, 13º andar, Liberdade, São Paulo/SP.
O funcionário que optar pelo Força Mais não pagará taxa de adesão ou anuidade e os juros serão de 5,5% ao mês – o índice praticado pelo mercado é de no mínimo 7,9% ao mês. O banco não realiza consulta ao SPC/Serasa e não cobra multa por atraso de pagamento. A cobrança do cartão será feita através do desconto em folha, conforme a Lei nº 10.820 de 17/12/2003 (que regulamentou o crédito consignado em folha de pagamento para a empresa privada), que determina um desconto de, no máximo, 30% do salário líquido.
Além de ser um cartão de crédito, o Força Mais também faz parte de um programa de fidelidade com descontos em redes de estabelecimentos credenciados e sorteios de eletroeletrônicos.
A expectativa da Força Sindical e do BMG é atingir 1 milhão de trabalhadores em três anos de operação. Diferente do crédito com desconto em folha, usado para pagar dívidas, o Força Mais tem como principal finalidade o consumo.
A Força Sindical e o Banco BMG lançam amanhã (10 de fevereiro), às 16h30, o cartão de crédito Força Mais para funcionários de empresas privadas conveniadas com o banco e a entidade. O grande atrativo são as taxas de juros, muito mais baixas que as praticadas pelo mercado, e uma novidade é que ele constitui outra opção de desconto em folha para os trabalhadores.
O evento acontece no Palácio do Trabalhador, sede da central, que fica na Rua Galvão Bueno, 782, 13º andar, Liberdade, São Paulo/SP.
O funcionário que optar pelo Força Mais não pagará taxa de adesão ou anuidade e os juros serão de 5,5% ao mês – o índice praticado pelo mercado é de no mínimo 7,9% ao mês. O banco não realiza consulta ao SPC/Serasa e não cobra multa por atraso de pagamento. A cobrança do cartão será feita através do desconto em folha, conforme a Lei nº 10.820 de 17/12/2003 (que regulamentou o crédito consignado em folha de pagamento para a empresa privada), que determina um desconto de, no máximo, 30% do salário líquido.
Além de ser um cartão de crédito, o Força Mais também faz parte de um programa de fidelidade com descontos em redes de estabelecimentos credenciados e sorteios de eletroeletrônicos.
A expectativa da Força Sindical e do BMG é atingir 1 milhão de trabalhadores em três anos de operação. Diferente do crédito com desconto em folha, usado para pagar dívidas, o Força Mais tem como principal finalidade o consumo.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, assina hoje (9 de fevereiro), às 15 horas, convênio com a Universidade Camilo Castelo Branco – Unicastelo que beneficiará 2 mil trabalhadores.
A cerimônia de assinatura acontece no 8º andar do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, 9º andar, Liberdade – São Paulo/SP.
O acordo prevê a concessão de bolsa de estudos de 20% pela Unicastelo àqueles trabalhadores cujas empresas em que trabalham se comprometam a arcar com 40% do valor total da mensalidade. Desta forma, o trabalhador poderá fazer um curso superior pagando apenas 40% do valor que pagaria se não houvesse o convênio.
A estimativa é que 2 mil trabalhadores sejam beneficiados no vestibular que a Unicastelo realizará no meio deste ano. A universidade contará com equipes que visitarão empresas para propor a parceria.
“O objetivo deste projeto é qualificar o trabalhador que já está no mercado de trabalho e ajudá-lo a manter seu emprego com qualidade”, afirma Paulinho.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, assina hoje (9 de fevereiro), às 15 horas, convênio com a Universidade Camilo Castelo Branco – Unicastelo que beneficiará 2 mil trabalhadores.
A cerimônia de assinatura acontece no 8º andar do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, 9º andar, Liberdade – São Paulo/SP.
O acordo prevê a concessão de bolsa de estudos de 20% pela Unicastelo àqueles trabalhadores cujas empresas em que trabalham se comprometam a arcar com 40% do valor total da mensalidade. Desta forma, o trabalhador poderá fazer um curso superior pagando apenas 40% do valor que pagaria se não houvesse o convênio.
A estimativa é que 2 mil trabalhadores sejam beneficiados no vestibular que a Unicastelo realizará no meio deste ano. A universidade contará com equipes que visitarão empresas para propor a parceria.
“O objetivo deste projeto é qualificar o trabalhador que já está no mercado de trabalho e ajudá-lo a manter seu emprego com qualidade”, afirma Paulinho.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, assina na próxima segunda-feira (9 de fevereiro), às 15 horas, convênio com a Universidade Camilo Castelo Branco – Unicastelo que beneficiará 2 mil trabalhadores.
A cerimônia de assinatura acontece no 8º andar do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, 9º andar, Liberdade – São Paulo/SP.
O acordo prevê a concessão de bolsa de estudos de 20% pela Unicastelo àqueles trabalhadores cujas empresas em que trabalham se comprometam a arcar com 40% do valor total da mensalidade. Desta forma, o trabalhador poderá fazer um curso superior pagando apenas 40% do valor que pagaria se não houvesse o convênio.
A estimativa é que 2 mil trabalhadores sejam beneficiados no vestibular que a Unicastelo realizará no meio deste ano. A universidade contará com equipes que visitarão empresas para propor a parceria.
“O objetivo deste projeto é qualificar o trabalhador que já está no mercado de trabalho e ajudá-lo a manter seu emprego com qualidade”, afirma Paulinho.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, assina na próxima segunda-feira (9 de fevereiro), às 15 horas, convênio com a Universidade Camilo Castelo Branco – Unicastelo que beneficiará 2 mil trabalhadores.
A cerimônia de assinatura acontece no 8º andar do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, 9º andar, Liberdade – São Paulo/SP.
O acordo prevê a concessão de bolsa de estudos de 20% pela Unicastelo àqueles trabalhadores cujas empresas em que trabalham se comprometam a arcar com 40% do valor total da mensalidade. Desta forma, o trabalhador poderá fazer um curso superior pagando apenas 40% do valor que pagaria se não houvesse o convênio.
A estimativa é que 2 mil trabalhadores sejam beneficiados no vestibular que a Unicastelo realizará no meio deste ano. A universidade contará com equipes que visitarão empresas para propor a parceria.
“O objetivo deste projeto é qualificar o trabalhador que já está no mercado de trabalho e ajudá-lo a manter seu emprego com qualidade”, afirma Paulinho.
Hoje, às 18 horas, 34 turmas do Programa de Qualificação e Requalificação Profissional da Força Sindical concluem seus cursos, somando 1.340 alunos formados.
A cerimônia de formatura acontece no auditório executivo do Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical, na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade, São Paulo/SP.
As 34 turmas que se formam hoje freqüentaram os cursos de 5 a 30 de janeiro, totalizando carga horário de 120 horas.
O principal objetivo é recolocar trabalhadores no mercado. "Esse programa trocou a experiência pela capacitação e os cursos realizados", diz Tadeu Morais de Sousa, coordenador-geral do Centro de Solidariedade ao Trabalhador da Força Sindical.
A alta qualidade dos cursos pode ser comprovada pelo fato de algumas empresas já terem contratado formados, enquanto outras planejam fazer seleção entre os ex-alunos.
Hoje, às 18 horas, 34 turmas do Programa de Qualificação e Requalificação Profissional da Força Sindical concluem seus cursos, somando 1.340 alunos formados.
A cerimônia de formatura acontece no auditório executivo do Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical, na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade, São Paulo/SP.
As 34 turmas que se formam hoje freqüentaram os cursos de 5 a 30 de janeiro, totalizando carga horário de 120 horas.
O principal objetivo é recolocar trabalhadores no mercado. "Esse programa trocou a experiência pela capacitação e os cursos realizados", diz Tadeu Morais de Sousa, coordenador-geral do Centro de Solidariedade ao Trabalhador da Força Sindical.
A alta qualidade dos cursos pode ser comprovada pelo fato de algumas empresas já terem contratado formados, enquanto outras planejam fazer seleção entre os ex-alunos.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e o vice-presidente do Sindicato dos Frentistas de São Paulo, Vanderlei dos Santos, se reúnem hoje (05/02) com o secretário da Casa Civil, Arnaldo Madeira, para discutir a situação dos frentistas. O encontro acontece às 15 horas, no Palácio dos Bandeirantes.
Recentemente, o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra os artigos 1º ao 5º da Lei 9796/97, que proíbem a instalação de bombas de auto-serviço em posto de abastecimento de combustíveis.
Segundo dados preliminares do Sindicato dos Frentistas de São Paulo, a medida ameaça imediatamente cerca 40 mil postos de trabalho no Estado.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e o vice-presidente do Sindicato dos Frentistas de São Paulo, Vanderlei dos Santos, se reúnem hoje (05/02) com o secretário da Casa Civil, Arnaldo Madeira, para discutir a situação dos frentistas. O encontro acontece às 15 horas, no Palácio dos Bandeirantes.
Recentemente, o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra os artigos 1º ao 5º da Lei 9796/97, que proíbem a instalação de bombas de auto-serviço em posto de abastecimento de combustíveis.
Segundo dados preliminares do Sindicato dos Frentistas de São Paulo, a medida ameaça imediatamente cerca 40 mil postos de trabalho no Estado.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, se reúne esta manhã, às 11 horas, com diretores da Parmalat. O objetivo do encontro é discutir a questão do emprego e o pagamento dos funcionários da empresa.
Também estará presente o presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação do Estado de São Paulo, Melquíades de Araújo.
A reunião acontece no Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, 9º andar, Liberdade, São Paulo/SP.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, se reúne esta manhã, às 11 horas, com diretores da Parmalat. O objetivo do encontro é discutir a questão do emprego e o pagamento dos funcionários da empresa.
Também estará presente o presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação do Estado de São Paulo, Melquíades de Araújo.
A reunião acontece no Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, 9º andar, Liberdade, São Paulo/SP.
Estão disponíveis 5 fotos dos dois eventos da Força Sindical em comemoração aos 450 anos da cidade de São Paulo.
Para abrir a galeria, clique aqui.
Estão disponíveis 5 fotos dos dois eventos da Força Sindical em comemoração aos 450 anos da cidade de São Paulo.
Para abrir a galeria, clique aqui.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e o vice-presidente do Sindicato dos Frentistas de São Paulo, Vanderlei dos Santos, irão se reunir amanhã (05/02) com o secretário da Casa Civil, Arnaldo Madeira, para discutir a situação dos frentistas. O encontro acontece às 15 horas, no Palácio dos Bandeirantes.
Recentemente, o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra os artigos 1º ao 5º da Lei 9796/97, que proíbem a instalação de bombas de auto-serviço em posto de abastecimento de combustíveis.
Segundo dados preliminares do Sindicato dos Frentistas de São Paulo, a medida ameaça imediatamente cerca 40 mil postos de trabalho no Estado.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e o vice-presidente do Sindicato dos Frentistas de São Paulo, Vanderlei dos Santos, irão se reunir amanhã (05/02) com o secretário da Casa Civil, Arnaldo Madeira, para discutir a situação dos frentistas. O encontro acontece às 15 horas, no Palácio dos Bandeirantes.
Recentemente, o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra os artigos 1º ao 5º da Lei 9796/97, que proíbem a instalação de bombas de auto-serviço em posto de abastecimento de combustíveis.
Segundo dados preliminares do Sindicato dos Frentistas de São Paulo, a medida ameaça imediatamente cerca 40 mil postos de trabalho no Estado.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e o vice-presidente do Sindicato dos Frentistas de São Paulo, Vanderlei dos Santos, irão se reunir nesta segunda-feira (02/02) com o secretário da casa civil, Arnaldo Madeira para discutir a situação dos frentistas. O encontro acontece às 15h30 no Palácio dos Bandeirantes.
Recentemente, o governador do estado de São Paulo Geraldo Alckmin ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra os artigos 1º ao 5º da Lei 9796/97, que proíbe a instalação de bombas de auto-serviço em posto de abastecimento de combustíveis.
Segundo dados preliminares do Sindicato dos Frentistas de São Paulo, a medida ameaça imediatamente cerca 40 mil postos de trabalho no Estado.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e o vice-presidente do Sindicato dos Frentistas de São Paulo, Vanderlei dos Santos, irão se reunir nesta segunda-feira (02/02) com o secretário da casa civil, Arnaldo Madeira para discutir a situação dos frent