"A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou ontem projeto que suspende os efeitos da portaria nº 160, editada em abril pelo Ministério do Trabalho, que proíbe a cobrança de contribuições confederativa e assistencial de trabalhadores não-sindicalizados.
O projeto de decreto legislativo, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), foi aprovado ontem com o compromisso da comissão de votar hoje um projeto de lei estabelecendo um limite para essa contribuição. Esse projeto, entretanto, ainda terá de ser aprovado no plenário do Senado e depois na Câmara dos Deputados.
"Se simplesmente revogarmos a portaria nº 160, isso vai permitir que a prática abusiva da cobrança dessas contribuições continue. Há sindicato cobrando até 42% do salário", disse o líder do governo, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que ficou responsável pela elaboração do projeto de lei.
A Folha mostrou em reportagem publicada na última segunda-feira que os sindicatos recolhem no ano --de sócios e de não-sócios-- entre 25% e 40% de um salário mensal. O cálculo leva em conta a cobrança do imposto sindical obrigatório (equivale a um dia de trabalho por ano do trabalhador ou 3,3% do salário de um mês), da contribuição assistencial (cobrada como resultado das negociações salariais feitas pelos sindicatos) e da contribuição confederativa (sustenta a estrutura sindical: confederações nacionais, federações estaduais e sindicatos). O levantamento não inclui os valores de mensalidades de sócios.
Segundo o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Luiz Marinho, a média cobrada no Brasil é de 25% do salário mensal do trabalhador. Há também situações de categorias cujas contribuições representam uma parcela pequena do salário anual, informa.
Limite
O limite para as contribuições deve ser fixado em até 1% do salário líquido recebido no ano anterior, mas a questão ainda estava sendo negociada ontem, já que algumas centrais sindicais querem que esse percentual fique em 1,5%, segundo Mercadante.
A Folha apurou que o governo considerou alto o percentual de 1,5% reivindicado pelas centrais.
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, disse que a central defende a cobrança de 1,5% durante o prazo de um ano. Após esse período, o percentual passaria para 1%. "Com esses percentuais nesses dois anos, os sindicatos terão um prazo para se adaptar", disse. Segundo o sindicalista, o imposto sindical continuaria a ser recolhido.
O governo quer evitar também, segundo a Folha apurou, que as centrais e os sindicatos ganhem, na prática, cinco anos para mudarem a sua forma de sustentação. Dois anos seriam referentes ao decreto proposto no Senado; os outros três, previstos no projeto de reforma sindical.
O secretário de Relações do Trabalho, Osvaldo Bargas, disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não iria comentar um projeto que ainda desconhece. "Entre os interesse dos dirigentes sindicais e os interesses dos trabalhadores, o Ministério do Trabalho pretende ficar do lado dos trabalhadores e acredita que o Congresso fará o mesmo", informou, por meio de sua assessoria."
Leone Farias
Do Diário do Grande ABC
"Empresas do setor plástico no Grande ABC já estão alavancando resultados com base no projeto de APL (Arranjo Produtivo Local), articulado pela Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC. Concretizadas em termos de intercâmbio comercial e tecnológico, as ações antecipam os passos do programa, criado para fazer o setor plástico do Grande ABC deixar de ser um aglomerado de indústrias e passar a ser um arranjo produtivo, que pressupõe a cooperação entre pequenas companhias de um mesmo setor e a interação para atividades conjuntas que possibilitem ganhos de competitividade no mercado.
No projeto, que é realizado pela Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC em parceria com o Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), a escolha do segmento não ocorreu por acaso. A região congrega hoje em torno de 500 empresas formais e mais de 20 mil empregos diretos, segundo estimativa do Observatório Econômico de Santo André.
Há três meses reunidos, os 18 pequenos empresários do setor que integram o programa da Agência têm trocado experiências. Em alguns casos, há efetivação de negócios. O diretor da Qualyplas, de Diadema, Valdir de Oliveira, conta que tinha muitas encomendas para cumprir e repassou trabalhos para uma empresa participante do grupo. Outra integrante possuía um pedido para fabricar tipos específicos de peças, para as quais a Qualyplas possuía disponibilidade para fazer. “Pegamos o serviço. Uma mão lava a outra. Percebemos que empresas que eram concorrentes podem ser parceiras”, disse Oliveira.
O executivo afirmou ainda que a empresa, que possui 60 funcionários e produz peças plásticas para a área automobilística, potes alimentícios, bicos de mangueira de jardim, entre outros itens, trocou recentemente maquinários por outros mais modernos, que requerem menor consumo de energia. “Levei a idéia para outros empresários do grupo, que devem trocar também os equipamentos. A energia subiu mais de 20% este ano”, acrescentou o empresário, que projeta que será possível ter uma expansão em vendas de 10% neste ano.
Um dos representantes do grupo, Nelson Bellotti Júnior, diretor da companhia Polibel, acrescentou que há um intercâmbio que vai além do que está no projeto. Passaram por um workshop sobre planejamento estratégico e terão um diagnóstico do chão de fábrica, que será feito pelo Senai Mario Amato e a FEI (Fundação Educacional Inaciana), a partir desta semana – passos que estão dentro da programação – mas Bellotti Júnior afirmou que, por iniciativa própria, os empresários se reúnem semanalmente e uma das idéias que tiveram foi desenvolver uma cartilha com informações sobre os APLs existentes no país. Também repassam nos encontros os pontos fortes de cada um dos integrantes. “A Polibel tem bom sistema de controle de custos e fluxos de caixa e passamos isso”, disse o executivo.
Levantamento feito pela Umesp (Universidade Metodista de São Paulo) no ano passado e que orientou os passos do projeto do APL apontou os principais problemas entre os pequenos empresários do setor: falta de planejamento estratégico, dificuldades no gerenciamento global e a necessidade de melhorias de produtos e de qualificação dos funcionários.
“A partir desse levantamento, os empresários apontaram que gostariam de ter um diagnóstico do chão de fábrica”, disse o assessor da Agência, Ciomar Kobayashi. Bellotti Júnior acrescenta que o diagnóstico vai permitir saber as matérias-primas adquiridas e facilitar uma negociação conjunta dos insumos.
Associação – Está nos planos dos pequenos empresários do segmento formalizar em breve uma associação que os represente, para possibilitar ganhos de escala para negociações conjuntas de compras de matéria-prima, para viabilizar projetos de financiamento no BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) e articular o ingresso no mercado externo.
“Por meio de uma associação podemos levantar recursos no BNDES”, disse Bellotti. Há 16 anos no mercado, a fabricante de cordas de fibra sintética Polibel deverá crescer 15% em faturamento em 2004. A expectativa do representante e de outros integrantes é que para 2005 o trabalho conjunto alavanque ainda mais os resultados.
Sai acordo para centro de referência do setor plástico na região
Leone Farias
Do Diário do Grande ABC
A Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC, a Fundação Santo André e o IPT (Instituto de Pesquisa Tecnológica do Estado de São Paulo) assinaram na última sexta-feira o convênio para a implementação do Ciap (Centro de Informação e Apoio ao Setor Plástico). O acordo foi fechado após a aprovação da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, para apoio à criação do centro. Depois de um termo de cooperação firmado entre as partes em junho, aguardava-se o aval do órgão federal.
A Finep liberou R$ 257 mil em recursos para o projeto, que visa ao estabelecimento de um banco de dados sobre o segmento industrial, que vai incluir cotações de matérias-primas e maquinários, entre outras informações, como os mais recentes processos e produtos no Brasil e no mundo. O Ciap funcionará dentro da Fundação Santo André.
“Com o recurso disponível, vamos na próxima semana contratar uma equipe para em breve termos uma sala de atendimento aos empresários”, disse o coordenador do Observatório Econômico de Santo André (parceria entre a Prefeitura de Santo André e a Fundação Santo André), Marcos Cesar Lopes Barros. A meta é inaugurar os serviços no primeiro trimestre de 2005.
O secretário executivo da Agência, Paulo Eugênio Pereira Júnior, afirmou que se trata de um primeiro passo. “A idéia é caminhar para termos depois um centro de apoio e difusão tecnológica, que vai requisitar mais investimentos”, disse. Um centro de difusão de tecnologia, que exigiria investimento de R$ 1 milhão, teria um laboratório para as micro e pequenas empresas testarem produtos. “O projeto que havíamos apresentado na Finep era para isso, mas tivemos de diminuir em função dos recursos disponíveis”.
Petroquímico – A ampliação da Petroquímica União, de Santo André, e outros projetos de investimentos no Pólo Petroquímico de Capuava que entrarão em operação até 2006 deverão trazer um impulso à cadeia petroquímica no Grande ABC. Projeção da Unipar, controladora da PqU, é de que a expansão poderá representar geração de 10 mil empregos nas indústrias de transformação de plástico da região.
Para o diretor do escritório regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de Santo André e diretor da empresa transformadora de plástico Resiplastic, José Jaime Salgueiro, a localização do Pólo traz vantagens para as empresas do setor plástico, seja pela proximidade dos laboratórios de produtores de resina, que permite desenvolvimentos locais, seja pelo menor custo do frete. “Além disso, tendo mais oferta vamos poder negociar melhor as matérias-primas”, disse.
Moldes – A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mauá tem plano de atrair a iniciativa privada para viabilizar um pólo de moldes no município, em área próxima a uma das futuras alças do trecho Sul do Rodoanel. O molde, a partir do qual se fabrica uma peça plástica, é um item vital para a indústria de transformação do plástico.
“Tivemos êxito em uma operação urbana, que resultou em um loteamento industrial de mais 100 mil m² para a municipalidade. O segundo passo é discutir com as indústrias de moldes para formular um modelo de pólo”, disse o secretário, Claudio Scalli. Em Mauá, há mais de 110 empresas de plástico."
"Planalto adia mudanças por temer desgaste político na 2ª metade do mandato de Lula
Ogoverno desistiu de fazer a reforma trabalhista, uma das principais reivindicações dos empresários brasileiros. A conclusão é de que não há tempo suficiente para investir nessa empreitada durante o atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, discutir mudanças relacionadas a direitos trabalhistas vai provocar um grande desgaste político para o governo nesta segunda metade do mandato. Dificilmente será possível conseguir conciliar interesses e agradar a empresários e a trabalhadores nesse tema. A reforma trabalhista era aguardada como a grande proposta do governo Lula, pois as outras reformas em curso no Congresso (a da Previdência, a tributária e a do Judiciário) foram apresentadas por governos anteriores.
— Não temos mais condições de construir um consenso entre entidades de empresários e trabalhadores a tempo de remeter a reforma trabalhista para o Congresso com tempo hábil para ser aprovada — afirmou o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini.
A atualização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), disse Berzoini, ficará para outra oportunidade. Mesmo porque, afirmam fontes do governo, a estratégia é não mexer nesse assunto para não prejudicar a imagem política e os objetivos eleitorais.
Embora reconheça que a legislação trabalhista, implantada há 61 anos, tenha entraves burocráticos que precisam ser eliminados, o ministro afirmou que a reforma trabalhista não é prioridade do governo. Segundo ele, a economia está crescendo juntamente com o emprego formal, e os investimentos em setores intensivos em mão-de-obra continuam sendo feitos.
— Na Constituição, não existem absurdos em termos de direitos trabalhistas, tanto que o país está crescendo. Há um fetiche de que a redução da desregulamentação gera mais emprego, só que não existe experiência mundial que comprove isso — afirmou o ministro.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, discorda. Para ele, é justamente o momento de crescimento da economia que favorece esse tipo de discussão, porque as tensões na área social tendem a diminuir com o crescimento do emprego. Monteiro afirmou que a reforma trabalhista é a que mais interessa ao país, porque tem impactos econômicos e sociais.
— A lei é anacrônica, extremamente rígida, que estimula os conflitos e a informalidade. O que predomina no mundo hoje é o contrato de trabalho, negociado entre as partes — disse Monteiro, acrescentando que aproximadamente 60% da força de trabalho no Brasil estão fora do guarda-chuva da lei.
Proposta de reforma sindical sai este mês
Mas o ministro do Trabalho deixou claro que a reforma saiu da lista de prioridades e afirmou que em vez de mexer na CLT, o governo prefere tomar medidas mais dirigidas, como o projeto enviado ao Congresso que facilita a formalização de micro e pequenas empresas. De acordo com o presidente da CNI, isso não será suficiente. Segundo Monteiro, os empresários não vão se conformar e tentarão levar o tema para a agenda nacional.
Embora admita que a reforma trabalhista não vai sair agora, Berzoini garantiu estar disposto a insistir na reforma sindical, apesar das resistências das centrais sindicais e do clima pouco favorável no Congresso à votação de medidas polêmicas no próximo ano.
Segundo o ministro, a proposta de emenda constitucional e o projeto que vão alterar a estrutura sindical brasileira estão em fase final de elaboração, com a Casa Civil, e deverão ser enviados ao Congresso ainda este mês. Berzoini pretende fazer da reforma sindical a principal ação do ministério em 2005.
— Se a reforma sindical não for feita nesse governo, terá que acontecer no próximo, independentemente de sermos nós ou não. Quem vai ganhar é a democracia, porque o imposto sindical e as contribuições obrigatórias são uma vergonha — afirmou Berzoini.
A proposta de reforma sindical do governo acaba com essas cobranças, que dariam lugar a uma contribuição vinculada à negociação coletiva. A tarifa, que poderá chegar a 13% do salário mensal do trabalhador, terá que ser aprovada por uma assembléia de trabalhadores. As entidades terão também de comprovar que têm filiados para se beneficiar da chamada unicidade sindical (atualmente, só é permitido um sindicato de determinada categoria em cada cidade).
Apesar de desistir de mexer nos direitos trabalhistas, o governo corre o risco de comprar uma briga feia com os trabalhadores, o que pode inviabilizar a reforma sindical. Com exceção da CUT, todas as centrais sindicais e confederações de trabalhadores se rebelaram, mesmo aquelas que participaram das discussões sobre o tema no Fórum Nacional do Trabalho (FNT), cujos resultados foram concluídos em abril deste ano, e prometem barrar a aprovação das mudanças em 2005.
Entidades sindicais se mobilizam contra portaria
O problema foi criado pelo próprio governo. Depois da entrega do relatório do FNT ao presidente Lula no início deste ano, foi baixada uma portaria proibindo os sindicatos de cobrarem as contribuições confederativas e assistenciais dos trabalhadores não filiados, antes mesmo do envio do projeto ao Congresso que prevê o fim dessas cobranças.
— Fomos traídos. O governo desrespeitou os parceiros que se sentaram à mesa para discutir a reforma sindical no Fórum — disse o vice-presidente da Social Democracia Sindical (SDS), Roberto Santiago.
Um dos rebelados, Paulo Pereira da Silva (Paulinho) da Força Sindical, reclama que o governo atropelou o Fórum.
— Ele criou dificuldades para aprovar a reforma sindical, porque pôs todo mundo com o pé atrás — disse.
Segundo o sindicalista, como o Ministério do Trabalho se recusou a voltar atrás, as centrais sindicais e as confederações de trabalhadores, com apoio dos partidos da oposição, estão tentando anular a medida no Congresso e já contam com a ajuda do presidente do Senado, José Sarney.
Na semana passada, os sindicalistas compareceram em peso à Casa e convenceram o vice-presidente do Senado, Paulo Paim (PT-RS), a apresentar projeto de decreto legislativo para anular a portaria do ministério. O projeto deverá ser discutido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na próxima quarta-feira.
Berzoini alega que não pode voltar atrás, porque a portaria está baseada em uma súmula da Justiça que unifica o entendimento sobre o assunto e é contrário às contribuições. Porém, na avaliação de parlamentares e sindicalistas, o governo cometeu um erro e agora terá de conquistar a confiança dos trabalhadores se quiser aprovar a reforma sindical.
— Os sindicalistas estão irados com o governo. Acho que, diante do ensaio geral, será muito difícil para o governo aprovar a reforma sindical, que precisará de 308 votos neste mandato — previu o líder do PFL no Senado, Agripino Maia (RN)."
(6% DE INFLAÇÃO + 2% DE AUMENTO REAL)
A Fequimfar e seus Sindicatos filiados assinaram a Convenção Coletiva 2004/2005, que estabelece um reajuste de 8% para os trabalhadores do setor químico, plástico, fertilizantes, abrasivos, lápis, tintas e vernizes, cosméticos, entre outro. O destaque esse ano foi o aumento real de 2% para categoria, junto com reposição integral da inflação pelo INPC
ATENÇÃO
Os sindicatos patronais do setor farmacêutico não assinaram o acordo. A Fequimfar e seus Sindicatos filiados estabeleceram um prazo até o dia 12 de novembro (sexta-feira) para que a situação se reverta. Caso contrário será dado início a paralização das empresas do setor (estado de greve no setor farmacêutico)
A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Fequimfar) que representa mais de 100 mil trabalhadores em diversas categorias, e seus 33 Sindicatos concluíram nesta semana as negociações com o setor patronal e assinaram nesta quarta-feira, dia 10 de novembro de 2004, a convenção coletiva 2004/2005. Os trabalhadores conseguiram, além da reposição da inflação pelo INPC, 2% de aumento real mais a manutenção de cláusulas sociais e aumento de 14,2% na PLR (Participação nos Lucros e Resultados). O acordo foi firmado na parte da manhã na sede da Fequimfar (Rua Tamandaré, 120/124, Liberdade – São Paulo). Os sindicatos aprovaram a proposta dos empresários através de uma série de assembléias, realizadas nas últimas duas semanas.
Estão envolvidos nessa Campanha Salarial os seguintes setores: químico, plástico, farmacêutico, abrasivo, tintas e vernizes, petroquímico, lápis, fertilizantes, resinas, cosméticos, entre outros. A Data-base da categoria é 1º de novembro.
“Nesta Campanha Salarial conquistamos um significativo aumento real. É uma conquista, visto que apenas duas vezes nos últimos dez anos conseguimos aumento acima da inflação. Além disso, conseguimos manter todas as cláusulas sociais e um aumento considerável da PLR.”
Danilo Pereira da Silva
Presidente – Fequimfar
Vice-presidente – Força Sindical
"Ao lado do candidato derrotado Paulo Pereira da Silva (PDT), o Paulinho, o candidato a prefeito de São Paulo pelo PSDB, José Serra, prometeu nesta quinta-feira, caso eleito, conceder o passe do desempregado e criar centros de solidariedade ao trabalhador -- ambas propostas de Paulinho no primeiro turno.
"Nós vamos colocar em prática, para aqueles que perdem o emprego, o passe do desempregado", disse o tucano durante ato na porta da fábrica Prada, na zona sul, por volta das 6h de hoje.
No dia 8, Paulinho --presidente licenciado da Força Sindical-- anunciou seu apoio a Serra. O sindicalista foi quinto lugar no primeiro turno da eleição, com 86.549 votos.
Ainda no local, o tucano também prometeu conceder incentivos fiscais para que empresas fiquem em São Paulo. "Vamos jogar toda a nossa experiência e capacidade de luta para mantermos as empresas em São Paulo. Nós precisamos defender esses empregos, dando incentivo de impostos para que permaneçam e procurando diminuir seus custos, diminuir a burocracia, eliminar esse sufoco que existe de impostos e taxas, que na verdade acaba levando os empregos."
Em seguida, o candidato deu entrevista a uma emissora de rádio. À tarde, ele grava programa eleitoral e depois terá encontro com sindicalistas."
Prezados(as) companheiros(as),
Estamos informando os passos e andamento que nossa Central está realizando para garantir ou substituir a Portaria nº 180 da Justiça Federal, em Brasília:
1º - Dia 17 de setembro comunicamos e convocamos todas as Centrais para reunião na Força Sindical para discutir o tema;
2º - Nosso advogado Dr. Ubirajara tenta agendar reunião com o Juiz que suspendeu a Portaria 180, o que não foi possível, pois o mesmo, após suspender a Portaria, entrou de licença;
3º - Nosso jurídico de posse do processo, após suspensão da portaria marcou reunião com as Centrais, onde deliberou-se o seguinte:
a. Reunião com o Sr. Osvaldo Bargas – Secretário de Relações do Trabalho - MTE;
b. Ingresso no processo da 21ª Vara pelas entidades interessadas;
c. Reunião dos advogados para definir o recurso a ser interposto;
d. Levantamento dos outros processos em andamento no Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça;
4º - Dia 30 de setembro, reunião com Sr. Bargas, Secretário de Relações do Trabalho - MTE, que informou só poder discutir soluções futuras, que o assunto em discussão ficará a cargo da Advocacia Geral da União;
5º - Dia 04 de outubro
a. Na reunião dos advogados das Centrais Sindicais foi preparado o agravo de instrumento e deliberado para providencias junto ao Tribunal Regional Federal de Brasília para a próxima quinta-feira, dia 07 de outubro de 2004;
b. Paulo Pereira da Silva e João Carlos Gonçalves (Juruna), estiveram com o Ministro José Dirceu pedindo que o mesmo interviesse em favor dos sindicatos contra a suspensão da Portaria 180.
Observação: Gostaríamos de informar aos companheiros que além de estarmos com todos os nossos advogados trabalhando, em cima dessa Portaria, a próxima reunião do Fórum Nacional do Trabalho – FNT, com as Centrais Sindicais, terá como foco principal a discussão da Portaria 180.
Atenciosamente,
João Carlos Gonçalves (Juruna)
Presidente
Do DIEESE
O aumento no preço do tomate foi determinante para o comportamento do custo do conjunto de gêneros alimentícios essenciais em agosto, segundo apurou o DIEESE – Departamento de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos.
Dentre as dezesseis capitais onde é realizada a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, o único recuo ocorreu em Fortaleza (-3,11%), também a única localidade onde o custo do tomate diminuiu. As maiores elevações foram apuradas em Aracaju (8,52%); Natal (8,27%); Florianópolis (8,07%) e Vitória (7,59%), enquanto as altas menos expressivas verificaram-se em Goiânia (2,35%) e Brasília (2,61%). Em julho, o comportamento altista havia se registrado em seis capitais e, em agosto de 2003, a cesta caiu em quinze cidades, com a maior retração verificada em Recife (-9,30%).
O custo mais elevado para o conjunto de produtos alimentícios de primeira necessidade continuou a ser registrado em Porto Alegre (R$ 189,99). Também merecem destaque os valores verificados em São Paulo (R$ 182,26), Rio de Janeiro (R$ 178,81), Belo Horizonte (R$ 176,21), Florianópolis (R$ 175,64) e Curitiba (R$ 171,95). Os menores custos ocorreram em Fortaleza (R$ 139,70), Salvador (R$ 140,48) e Recife (R$ 147,03).
O custo da cesta de alimentos básicos, na capital paulista, foi de R$ 182,26, em agosto, o que representa uma alta de 4,78% em relação ao mês anterior. Nos oito primeiros meses deste ano, a elevação chega a 10,60%, e em comparação com agosto de 2003, o aumento atinge 15,11%.
Salário mínimo
Com base no custo registrado na capital com a cesta mais cara – em agosto, Porto Alegre – e levando em consideração o dispositivo constitucional que estabelece que o salário mínimo deve suprir as necessidades de uma família com alimentação, educação, moradia, vestuário, higiene, transportes, saúde, lazer e previdência social – o DIEESE estima, mensalmente, o valor que o salário mínimo deveria ter para atender à definição da Constituição.
Em agosto, para fazer frente a este conjunto de despesas, o menor salário pago no país deveria ser de R$ 1.596,11, 6,13 vezes o mínimo vigente. Há um ano, o mínimo necessário de R$ 1.359,03, correspondia a 5,66 vezes o piso então em vigor.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo faz logo mais, às 14 horas, uma manifestação na praça João Mendes, Centro de São Paulo. O deputado federal Luiz Antonio de Medeiros (PL-SP) também participará do ato.
A entidade reivindica os direitos trabalhistas dos ex-funcionários da metalúrgica Santa Olímpia, que abriu falência há 19 anos e ainda não efetuou os devidos pagamentos. Centenas de trabalhadores e sindicalistas devem participar do ato.
O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, divulgou hoje a seguinte nota sobre o crescimento do PIB no primeiro semestre deste ano:
O crescimento do PIB de 4,2% no primeiro semestre desse ano em relação ao mesmo período do ano passado não é tão excepcional assim se a avaliação tomar como base o desempenho fraco de 2003.
Não podemos negar que o resultado é positivo, mas se lembrarmos que ao longo de 2003 o PIB retrocedeu 0,2%, e o primeiro semestre daquele ano foi muito fraco, vamos notar que o desempenho desse semestre de 2004 não é grande coisa.
O desenvolvimento da economia também depende, de estímulos por parte do governo a investimentos privados em infra-estrutura. Parece óbvio que num futuro próximo teremos dificuldades nos obstáculos de infra-estrutura, mas o governo ainda não discutiu abertamente com a sociedade como quebrar essas barreiras. Lá na frente, infelizmente ao que tudo indica, teremos sérios problemas.
João Carlos Gonçalves (Juruna)
Presidente da Força Sindical
Pela primeira vez, na história do bilionário Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT, o orçamento do fundo (para 2005) não foi aprovado pelo conselho tripartite e paritário responsável pela gestão de seus recursos, hoje na ordem de mais de R$ 120 bilhões, e dispêndios previstos de R$ 28 bilhões para o ano que vem.
A pré-proposta de orçamento, preparada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, chegou ao conselho - o Codefat - no último dia do prazo legal, horas antes de ser encaminhado ao Congresso pelo governo, anexado ao orçamento da União. Geralmente a proposta é discutida no Codefat meses antes, com idas e vindas entre os ministérios do Trabalho - que faz a primeira proposta - e do Planejamento, que geralmente o corta. Cabe ao Codefat adequar a proposta e apoiar o MTE quanto à sua proposta, considerada sempre a mais racional.
Os conselheiros consideraram o atraso "um desrespeito". Pior: segundo o conselheiro da Força Sindical, Luiz Fernando Emediato, "o orçamento, no valor de R$ 28 bilhões, chegou com duas propostas extremamente conflitantes. Uma, do Ministério do Trabalho e Emprego, prevendo aplicações de R$ 300 milhões em Qualificação Profissional e R$ 130 milhões no Sistema Nacional de Emprego, o Sine, de atendimento ao trabalhador desempregado de baixa renda. A do Ministério do Planejamento cortava os R$ 300 milhões para R$ 51 milhões, que praticamente inviabiliza a educação profissional para trabalhadores de baixa renda no país, e os R$ 130 milhões para R$ 71 bilhões, absolutamente insuficientes para sequer manter operante as estruturas dos 27 Estados e das quatro centrais sindicais que operam o sistema."
O representante dos secretários estaduais de trabalho no Codefat, padre Roque Zimmerman, deputado do PT, chegou a dizer que muitos estados "iam preferir não receber nada, pois nada poderiam fazer para manter seus serviços funcionando".
Praticamente não houve discordâncias quanto aos demais itens orçamentários, mais de R$ 10 bilhões para pagar o Seguro-desemprego e o Abono Salarial, mais R$ 6,5 bilhões para o BNDES fazer seu funding (dotações obrigatórias e previstas na Constituição".
Irritados, os conselheiros da bancada dos trabalhadores e dos empregadores - pela primeira vez juntos na mesma opinião - perguntaram a respeito do que iam deliberar, já que o governo poderia naquele justo momento estar enviando a proposta - "Qual?", perguntou um dos conselheiros - ao Congresso.
A insegurança e "a arrogância", segundo Emediato, do funcionário do MTE encarregado de apresentar a proposta levou o conselheiro Roberto Nogueira Ferreira, da Confederação Nacional do Comércio - CNC, a se considerar "desrespeitado", no que foi apoiado pelo conselheiro da Força Sindical, que pediu inclusive para fazer constar em ata que o funcionário era "despreparado" para a função, na medida em que chegou a contestar a competência dos conselheiros para deliberarem sobre a questão.
Diante do impasse, chegou-se a pensar em interromper a reunião, até que os representantes do governo, sempre pelo telefone, supostamente, com o ministro Berzoini, apresentavam novos números, como a dizer que o ministro estava conseguindo "sucesso parcial", como disse um dos conselheiros, junto ao colega Guido Mantega.
Foi assim que os recursos para o Sine aumentaram para R$ 94 milhões e os da Qualificação Profissional para R$ 127 milhões, mas sempre extraoficialmente, e sem que os conselheiros pudessem saber de que fontes estariam saindo tais suplementações, pois a informação era de que a soma total dos gastos não obrigatórios (previstos na Constituição) não iria mudar.
Diante da situação cada vez mais tensa - a reunião, iniciada às 10 horas, já durava três horas sem resultado - a bancada dos empregadores, auxiliada pelo conselheiro da Força Sindical, redigiu uma resolução em que se anunciava, pela primeira vez na história, que o Codefat não iria se manifestar, conforme previsto em lei, quanto à proposta de orçamento, por "insuficiência de informações". Os representantes do governo pediram aos conselheiros que incluíssem na resolução uma "moção de apoio" aos esforços do ministro Berzoini para convencer Guido Mantega a ser mais razoável, e eles concordaram.
O conselho estava justamente votando e aprovado esta resolução - o conselheiro Canindé Pegado, da CGT, decidiu votar em separado numa proposta orçamentária que ele mesmo elaborou na hora, mesmo sem ter certeza de que seria considerada - quando chegou ao Conselho, montado pelos técnicos do MTE, novos quadros com novos números, diferentes dos anunciados pelo telefone e dos inicialmente discutidos, e praticamente - no que parecia ser um erro - reduzindo a menos de 25% a dotação prevista inicialmente, pelo próprio ministro Berzoini, para o funcionamento das agências de emprego das centrais sindicais.
Foi o bastante para, diante da confusão, o representante da Força Sindical retirar seu voto de apoio ao ministro Berzoini e da resolução proposta pelos empregadores. Ele preferiu, simbolicamente, aprovar o voto em separado proposto pelo conselheiro da CGT. E, mais uma vez, pediu para fazer constar em ata - apesar dos apelos em contra dos represetantes do governo - "o despreparo e a falta de respeito do sr. subsecretário de Planejamento e Orçamento do Ministério do Trabalho e Emprego, por seus termos e sua incapacidade técnica de apresentar uma proposta orçamentária, em nome do governo".
Na mesma reunião, sem traumas, o Codefat aprovou a liberação de mais de R$ 1 bilhão para o BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal emprestarem para pequenos e micros empresários, agricultores familiares e pequenos fazendeiros.
"Somos hoje o maior funding do BNDES e o maior emprestador do país, via agentes financeiros federais, para os pequenos agricultores e micros e pequenos empresários", considerou o conselheiro da Força Sindical, Luiz Fernando Emediato. "Mas, infelizmente, ao mantermos R$ 13 bilhões aplicados, até junho passado, em fundos extra-mercado, no Banco do Brasil (principalmente em titulos da dívida pública) somos também um dos maiores aplicadores financeiros da América."
Para o orçamentod o FAT para 2005, a proposta do governo prevê mais R$ 8 bilhões "congelados", ou seja, disponíveis em conta para aplicações financeiras.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
A greve iniciada hoje pela manhã no Grupo Itautec Philco, no Tatuapé, vai continuar, pelo menos até amanhã, quando os trabalhadores farão nova ssembléia e esperam receber uma contraproposta de PLR (Participação nos Lucros ou Resultados) satisfatória. A paralisação envolve cerca de 1.100 trabalhadores, que já rejeitaram uma proposta da empresa, por considerá-la irrisória.
A decisão de parar leva em conta o fato de a empresa ter tido um lucro líquido de R$ 10 milhões no ano de 2003 e não ter distribuído nada aos funcionários. No primeiro semestre deste ano, a empresa registrou R$ 14 milhões de lucro e ofereceu 15% do salário nominal a título de PLR. Para quem ganha R$ 1.000, isso equivale a R$ 150. O salário médio na empresa é de R$ 1.500, o que daria R$ 225. Os trabalhadores rejeitaram.
A empresa tem cerca de 4.100 funcionários, a maioria técnicos, sendo que metade desse pessoal presta serviços pelo país. O que for acertado nas negociações vai valer para todos.
A assembléia de amanhã será às 8h, na porta da empresa. A Itautec fica na rua Santa Catarina, nº 1, Tatuapé, zona leste.
Os ferroviários aposentados da Ferrovia Paulista S/A (ex-FEPASA) realizaram esta tarde uma manifestação e lotaram com mais de 600 pessoas o auditório Franco Montoro, na Assembléia Legislativa.
A situação dos ferroviários e de suas 48.000 famílias é dramática:
- não recebem reajuste salarial desde 1999;
- estão aguardando até hoje um abono salarial de R$ 2.400 que data de 1999 e cuja decisão foi do Tribunal Superior do Trabalho;
- as viúvas dos aposentados falecidos vêem todo mês 20% da pensão desaparecer por decisão do Governo Estadual (contrariando decisão judicial em última instância que já proibiu essa cobrança);
- não receberam dois dissídios coletivos (9,44%, em 2002, e 10%, em 2003), além de um acordo coletivo de 8,72% deste ano;
- e aqueles aposentados que foram admitidos entre 1971 e 1974 estão tendo seus salários cortados pelo Governo Estadual.
De acordo com a Lei Estadual 9.343/96, todo ferroviário paulista aposentado tem direito a receber os mesmos reajustes e acordos dos funcionários da ativa. Ou seja, a lei está sendo desrespeitada pelo próprio Governo Estadual.
R$ 250 milhões
De acordo com o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias Paulistas, José Antonio Matias, o Governo Estadual ainda precisa pagar às viúvas passivos no valor de R$ 250 milhões.
"A média de idade do ferroviário aposentado é de 68 anos. Se eles forem exigir seus direitos na Justiça, podem ficar 10 anos esperando. Muitos nem chegarão a essa idade", explica Matias.
O secretário-geral do sindicato explica ainda que essas reivindicações são muito importantes para a família dos ferroviários, "porque muitos podem ajudar seus filhos que estão passando necessidade neste momento difícil por que passa nosso país".
O Sindicato dos Ferroviários da Paulista e Aposentados e Pensionistas fazem manifestação hoje (30 de agosto), das 13h às 16h. O ato acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, Auditório André Franco Montoro, Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Ibirapuera – SP.
O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), estará presente.
A categoria ferroviária, representando aproximadamente 48.000 famílias - aposentados e pensionistas da Ex-Fepasa (Ferrovia Paulista S/A), reivindica a seguinte pauta:
- Reajuste dos proventos de complementação de aposentadoria e pensão Desconto Previdenciário – 11%
- Pensão Integral das viúvas ferroviárias
- Complementação de aposentadoria e pensão aos ferroviários admitidos entre 1.971 e 1.974
A Força Sindical e a Caixa Econômica Federal lançaram uma modalidade de financiamento de material para construção, reforma e ampliação que visa atender o trabalhador de baixa renda.
O trabalhador com renda de no máximo R$ 1.200,00 poderá fazer um financiamento de até R$ 7.000,00, que serão pagos em até 96 meses.
Por enquanto, o atendimento-piloto está aceitando inscrições apenas para moradores da Grande São Paulo. A previsão é que em 15 dias o projeto seja levado para outras regiões do país.
Para atender o trabalhador, a CAIXA abriu um posto na sede da Força Sindical, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Térreo - Liberdade, São Paulo/SP.
A entidade filiada à Força Sindical também tem à disposição um folheto (que pode baixar aqui, em formato PDF) com todas as instruções. Basta imprimir e distribuir aos trabalhadores.
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Confira as condições para fazer o financiamento:
- Documentação Pessoal (RG, CPF, Comprovante de Endereço)
- Documentação do imóvel - IPTU
- Comprovante de rendimentos (3 últimos holerites)
É necessário ainda:
- Não ter restrições cadastrais
- Ter 18 anos completos ou ser emancipado(a)
- Ter renda familiar de no máximo R$ 1.200,00
- E o limite de financiamento é de R$ 7.000,00
O valor financiado é transferido para o vendedor do material, mediante uma apresentação das notas fiscais.
Agora, confira abaixo a taxa de juros (a mais baixa do mercado desta natureza), que varia conforme a renda:
- Para quem tem renda familiar de até R$ 1.000,00
Valor máximo de financiamento: R$ 7.000,00
Valor da prestação para financiamento de R$ 7.000,00: R$ 139,43
Juros: TR + 0,50% a.m.
Prazo: até 96 meses
- Para quem tem renda familiar entre R$ 1.001,00 e R$ 1.200,00
Valor máximo de financiamento: R$ 7.000,00
Valor da prestação para financiamento de R$ 7.000,00: R$ 158,06
Juros: TR + 0,66% a.m.
Prazo: até 96 meses
São cobradas ainda a TAC (Taxa de Abertura de Crédito), de R$ 13,50, e a TAO (Taxa de Acompanhamento Operacional), de R$ 70,00. Estas duas taxas são pagas uma única vez.
Para tirar dúvidas, a CAIXA tem à disposição o telefone 0800-574-2492 ou (11) 3277-4365.
A Força Sindical e a Caixa Econômica Federal assinam hoje, dia 26 de agosto, às 15h, convênio para levar as linhas de financiamento para aquisição de material de construção aos trabalhadores.
Estarão presentes Henrique Carlos Parra Parra, superintendente de Negócios da CAIXA, e João Carlos Gonçalves (Juruna), presidente da Força Sindical.
DATA: 26.08.2004
HORA: 15h00
LOCAL: Prédio-sede da Força Sindical - Palácio do Trabalhador - Rua Galvão Bueno, 782 - 8º andar - São Paulo/SP
O Departamento de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) divulga amanhã (26 de agosto), às 10 horas, o balanço das negociações salariais realizadas no 1º semestre deste ano.
A divulgação será feita simultaneamente em Brasília e em todos os Estados. Em São Paulo, o evento acontece na sede do Dieese estadual, que fica na rua Germaine Bouchard, 339, casa 2, Perdizes, capital.
Em Brasília, o anúncio ocorre no Dieese/DF, na EQS 314/15 -AE.
A Editora Anita Garibaldi lança hoje, às 19h, em coquetel no Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, o livro "A reforma sindical e trabalhista no governo Lula". Organizado por Altamiro Borges, o título contém artigos de sindicalistas, economistas, políticas e especialistas sobre o tema.
O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), assina um dos textos da obra.
Estarão presentes no lançamento o secretário executivo do Ministério do Trabalho e Emprego e coordenador do Fórum Nacional do Trabalho, Osvaldo Bargas; o consultor sindical João Guilherme Vargas Netto; o coordenador nacional da Corrente Sindical Classista, João Batista Lemos; e o presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo.
O coquetel de lançamento acontece logo após o debate "O futuro da estrutura sindical brasileira". O endereço do Sindicato dos Engenheiros é rua Genebra, 25, Bela Vista, na capital paulista.
A Força Sindical e a Caixa Econômica Federal assinam nesta quinta-feira, dia 26 de agosto, às 15h, convênio para levar as linhas de financiamento para aquisição de material de construção aos trabalhadores.
Estarão presentes Henrique Carlos Parra Parra, superintendente de Negócios da CAIXA, e João Carlos Gonçalves (Juruna), presidente da Força Sindical.
DATA: 26.08.2004
HORA: 15h00
LOCAL: Prédio-sede da Força Sindical - Palácio do Trabalhador - Rua Galvão Bueno, 782 - 8º andar - São Paulo/SP
Em reunião nesta manhã, dezenas de sindicalistas de entidades participantes da Campanha Salarial Unificada do 2º Semestre definiram uma pauta de reivindicações conjunta para as 17 categorias envolvidas.
Ficaram estabelecidas duas pautas, uma destinada aos empresários, outra para o governo.
A primeira, com reivindicações voltadas às entidades patronais, traz as seguintes bandeiras de luta:
- Reajuste salarial de 15%
- Redução da jornada de trabalho sem redução de salário
- Participação nos Lucros e Resultados (PLR)
Já a pauta voltada para o governo exige a volta dos cursos de qualificação profissional como forma de enfrentar um dos principais problemas dos trabalhadores em encontrar emprego atualmente; redução dos impostos; e correção da tabela do Imposto de Renda com revisão das alíquotas.
A pauta conjunta será entregue à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), no dia 21 de setembro. Será organizada uma passeata de trabalhadores e sindicalistas para realizar a entrega do documento. A expectativa é reunir 5 mil trabalhadores.
A Força Sindical também está em negociação para que essa manifestação seja feita junto com as demais centrais sindicais. "Os trabalhadores só têm a ganhar com uma manifestação conjunta", argumenta o presidente da Força, João Carlos Gonçalves (Juruna).
Para o Dieese, diversos fatores contribuem para que as conquistas neste semestre sejam boas. Alguns são a queda no número de acordos parcelados no primeiro semestre deste ano em comparação com 2003 (de 29% para 9%), maior concentração de categorias fortes com data-base no segundo semestre, melhoras nas taxas de emprego e rendimento e também maior número de contratações com carteira assinada.
A Força Sindical programou para esta terça-feira uma passeata no centro de São Paulo em protesto às agressões sofridas por moradores de rua. Desde a última quinta-feira, seis morreram e nove ficaram feridos. Eles foram atingidos com pauladas na cabeça.
Os manifestantes deverão sair às 11h30 da sede da Força, na rua Galvão Bueno, na Liberdade, e seguir até o Sindicato Nacional dos Aposentados, na rua do Carmo, centro.
A polícia trabalha com quatro hipóteses para os crimes: briga entre os próprios moradores de rua, ação de um grupo de intolerância [como o que atacou homossexuais na praça da República em 2002], tráfico de drogas e crime encomendado por comerciantes do local.
Um acerto de contas entre traficantes e pequenos vendedores de drogas na cobrança de dívidas é a linha de investigação que recebe uma maior atenção das autoridades da área de segurança.
Leia mais.
A Força Sindical realiza amanhã (terça-feira, 24), às 10 h da manhã, a reunião que definirá a pauta de reivindicação , que deve ser conjunta, para todas as 17 categorias participantes da Campanha Salarial Unificada da Central neste segundo semestre. O encontro acontece no Palácio do Trabalhador, sede da Força Sindical, que fica na rua Galvão Bueno, 782, 8º andar - Liberdade.
A campanha vai reunir cerca de 2,5 milhões de trabalhadores . Entre as categorias participantes, estão: alimentação, brinquedos, cargas próprias, comerciários, desenhistas, gráficos, joalheiros, metalúrgicos, químicos, padeiros, papel e papelão, petroleiros, rurais, telefônicos, têxteis e vestuário.
Após a reunião, a partir das 11h30, centenas de sindicalistas e trabalhadores ligados às entidades filiadas à Força Sindical, farão a
Caminhada Contra a Violência na Cidade de São Paulo, em protesto à intolerância e às agressões aos moradores de rua ocorridas nos últimos dias, totalizando 6 mortos e 9 feridos.
O presidente da Central, João Carlos Gonçalves (Juruna), estará presente.
Os manifestantes sairão da sede da Central e seguirão até o Sindicato Nacional dos Aposentados (na rua do Carmo, 171 – Centro).
A Força Sindical realiza amanhã (terça-feira, 24), às 11h30, a Caminhada Contra a Violência na Cidade de São Paulo, em protesto à intolerância e às agressões aos moradores de rua ocorridas nos últimos dias, totalizando 6 mortos e 9 feridos.
Participam da manifestação centenas de sindicalistas e trabalhadores ligados às entidades filiadas à Força Sindical. O presidente da Central, João Carlos Gonçalves (Juruna), estará presente.
Os manifestantes sairão às 11h30 da sede da Central (rua Galvão Bueno, 782 – Liberdade), logo após a reunião da Campanha Salarial Unificada do 2º Semestre, e seguirão até o Sindicato Nacional dos Aposentados (na rua do Carmo, 171 – Centro).
A Força Sindical manifesta publicamente sua indignação com os ataques aos moradores de rua na região Central de São Paulo, que já fez 6 vítimas fatais e 9 feridos.
Defendemos a intensificação das investigações das polícias civil e militar para que os criminosos sejam logo encontrados e punidos de forma exemplar.
Além de um reforço no policiamente ostensivo da cidade, os governos estadual e municipal deveriam ampliar as políticas sociais voltadas a essa parcela da população, que, sem dúvida, é a mais sofrida e injustiçada. Porque, além de não possuir emprego, é obrigada a viver em condições extremamente precárias e subumanas.
É lamentável que a população da cidade esteja há muito tempo anestesiada à situação deplorável dessas pessoas, que, mesmo nas piores condições, continuam sendo cidadãs como todos nós. Mais lamentável ainda é o fato de até mesmo os nossos governantes terem fechado os olhos para tamanho sofrimento e dor, só se manifestando quando ocorrem fatos hediondos como os atuais.
A sociedade não deve ficar parada, esperando que novos ataques aconteçam para que o governo estadual e a Prefeitura tomem alguma atitude.
Assim, a Força Sindical decidiu realizar a “Caminhada Contra a Violência na Cidade de São Paulo” amanhã (terça-feira, 24).
Dirigentes sindicais e trabalhadores sairão da sede da Força Sindical (rua Galvão Bueno, 782 – Liberdade), às 11h30, logo após a reunião da Campanha Salarial Unificada do 2º Semestre, e seguirão até o Sindicato Nacional dos Aposentados (na rua do Carmo, 171 – Centro).
João Carlos Gonçalves (Juruna)
Presidente da Força Sindical
O candidato do PDT à Prefeitura de São Paulo, Paulinho, é o próximo convidado do "Falando Direto com os Desempregados", que acontece nesta segunda-feira, dia 23 de agosto.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontece toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O evento é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo.
A cada semana, cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho, participam do evento elaborando perguntas, esclarecendo dúvidas. Somado, o público dos debates já superou a marca de 13 mil espectadores.
“Falando Direto com o Trabalhador” já recebeu as presenças dos candidatos Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT), Luiza Erundina (PSB), Paulo Maluf (PP), José Serra (PSDB), Francisco Rossi (PHS), Dirceu Travesso (PSTU) e José Walter Canôas (PCB).
Da Federação dos Químicos do Estado de São Paulo
Nesta sexta-feira, 20 de agosto, a Federação dos Trabalhadores da Indústria Química e Farmacêutica (Fequimfar) e seus 32 sindicatos filiados, que representam aproximadamente 100 mil trabalhadores, após dois dias reunidos em assembléia definiram a pré-pauta de reivindicação a ser entregue aos representantes do setor patronal. As categorias representadas (químicos, plásticos, farmacêuticos, abrasivos, tintas e vernizes, petroquímicos, lápis, fertilizantes, resinas, cosméticos, entre outras), formam uma base com mais de 75 mil trabalhadores em todo o Estado.
Reivindicações
- 15% de reajuste (inflação + aumento real)
- Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais
- PLR (Participação nos Lucros e Resultados)
- Pela igualdade de oportunidades (mulher, negro, deficiente físico, entre outros)
Os sindicatos representados pela Fequimfar realizarão uma série de assembléias em suas bases para informar e aprovar a pré-pauta de reivindicações, que deverá ser entregue aos representantes do setor patronal (grupo CEAG – 10 da FIESP).
A data-base dos trabalhadores do setor químico, que abrange as categorias dos químicos, plásticos, abrasivos, fertilizantes, lápis, tintas e vernizes, entre outros é 1º de novembro.
“Se a economia e o setor industrial estão em franco crescimento, agora é a hora do trabalhador receber a sua parte justa: reposição da inflação do período e aumento real. Estaremos nos mobilizando e realizando diversas manifestações em todo o estado de São Paulo, para que as nossas reivindicações sejam aceitas”, declara Danilo Pereira da Silva, presidente da Fequimfar e vice-presidente da Força Sindical.
NOTA: Comunicamos que o sindicato dos trabalhadores das indústrias químicas e farmacêuticas de Guarantiguetá formalizou a sua filiação à Fequimfar e está participando desta campanha.
A Federação dos Trabalhadores da Indústria Química e Farmacêutica do Estado de São Paulo (Fequimfar) realiza nesta quinta e sexta-feira (19 e 20 de agosto) assembléias para discussão e aprovação da pauta de reivindicação a ser entregue aos representantes do setor patronal. As reuniões acontecem na rua Tamandaré, nº 120/124, Liberdade, São Paulo/SP.
Na quinta-feira (amanhã), o evento começa às 9h30 e segue até 18h15. Na sexta (20 de agosto), ocorre das 8h30 às 12h30.
Lideranças sindicais, economistas, técnicos do DIEESE, representantes do Ministério do Trabalho e Emprego, dirigentes dos 32 sindicatos ligados à Fequimfar e o presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna) participam das assembléias.
A pré-pauta de reivindicações, que será o objeto do debate, inclui: aumento real, reajuste salarial, Participação nos Lucros e Resultados (PLR), redução da jornada de trabalho sem redução de salário, manutenção dos direitos conquistados e igualdade de oportunidades.
“Em dez anos de Real, nossa categoria só conseguiu aumento real em 1995 e 2000”, afirma Danilo Pereira da Silva, presidente da Fequimfar e vice-presidente da Força. Danilo espera que a categoria recupere, com a Campanha Salarial Unificada da Força Sindical, as perdas acumuladas nestes 10 anos de Real.
O setor químico abrange trabalhadores das áreas de químicos, plásticos, abrasivos, fertilizantes, lápis, tintas e vernizes, entre outros, e a data-base da categoria é em novembro.
A plenária realizada esta manhã com dirigentes dos 51 sindicatos de metalúrgicos do Estado de São Paulo filiados à Força Sindical aprovou a pauta de reivindicações que será submetida às assembléias salariais e encaminhada aos sindicatos patronais, bem como uma pauta política ao governo. A campanha envolve cerca de 700 mil trabalhadores com data-base em 1º de novembro.
Pauta aos patrões
- Os trabalhadores pedem 15% de reajuste salarial, já incluído o aumento real;
- Piso salarial de R$ 700;
- Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com vistas à geração de empregos;
- Regulamentação do primeiro emprego, com os trabalhadores ganhando o piso da categoria, e não substituição de um trabalhador mais velho por outro mais novo e com salário menor, além de cláusulas sociais
Pauta ao governo
- A pauta a ser encaminhada ao governo pede: correção da tabela do Imposto de Renda e a revisão das alíquotas de desconto;
- Redução da carga tributária para as empresas que reduzirem a jornada de trabalho;
- Programa de qualificação profissional.
A plenária decidiu também que as assembléias de aprovação da pauta serão realizadas até o dia 14 de setembro pelos sindicatos. A pauta será entregue no dia 21 de setembro com um grande ato em frente à Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), na av. Paulista, 1.313.
Apesar do cenário econômico favorável, o presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), não acredita que as negociações sejam mais fáceis. "Precisamos mobilizar os trabalhadores e pressionar", afirma.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
O Sindicato dos Comerciários de São Paulo convidou os candidatos que estão concorrendo à Prefeitura de São Paulo a participarem de um debate juntamente com os comerciários. O objetivo é conversar com um candidato de cada vez que irão expor seus programas para comandarem a cidade paulistana. Paulo Maluf, do PP, foi o primeiro a aceitar o convite e estará no Sindicato (Rua Formosa, 367 - 4º andar - Centro) no dia 17 de agosto, às 18:00 horas.
Entre outras propostas para a cidade de São Paulo o Sindicato defende o regramento do comércio aos domingos.
"Vamos conversar com cada candidato para que atendam o nosso pedido para que os comerciários tenham direitos específicos para trabalharem nesse dia. Os comerciários terão a oportunidade de conhecer mais de perto o programa de cada candidato e com certeza terão mais informações tornando o voto mais consciente", afirma Ricardo Patah, presidente do sindicato.
Amanhã (17 de agosto), às 10 horas, os 51 sindicatos de metalúrgicos do Estado de São Paulo, filiados à Força Sindical, realizam plenária para definir a data das assembléias de aprovação da pauta de reivindicações, que também será definida amanhã. A campanha vai envolver cerca de 700 mil trabalhadores no Estado. A data-base é 1º de novembro.
A plenária acontece na sede da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, na rua Pará, 66, Higienópolis.
A reunião das entidades faz parte da Campanha Salarial Unificada do 2º Semestre, da qual participam dezenas de entidades de 17 categorias.
O candidato do PCB à Prefeitura de São Paulo, José Walter Canôas, é o próximo convidado do "Falando Direto com os Desempregados", que acontece nesta segunda-feira, dia 16 de agosto. Ele estará ao lado do candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontece toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O evento é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo.
A cada semana, cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho, participam do evento elaborando perguntas, esclarecendo dúvidas. Somado, o público das últimas três edições dos debates já superou a marca de 11 mil espectadores.
“Falando Direto com o Trabalhador” já recebeu as presenças dos candidatos Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT), Luiza Erundina (PSB), Paulo Maluf (PP), José Serra (PSDB), Francisco Rossi (PHS) e Dirceu Travesso (PSTU).
A Força Sindical Alagoas realiza neste sábado, dia 14 de agosto, das 9h às 14h, seu congresso estadual para eleger a nova direção executiva da entidade.
Também serão discutidas no congresso as reformas sindical e trabalhista. O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), e dirigentes da central participarão dos debates.
O Congresso da Força Sindical Alagoas acontece no Palácio do Trabalhador, sede da entidade, que fica em Maceió, na rua Moreira Lima, 629, Centro.
A Força Sindical dá início à Campanha Salarial Unificada do 2º semestre hoje (10 de agosto), com uma assembléia de 51 sindicatos metalúrgicos ligados à Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo.
A reunião dos sindicatos ocorre hoje, às 15h, na sede da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, na rua Pará, 66, Higienópolis.
A campanha vai reunir cerca de 2,5 milhões de trabalhadores de 17 categorias.
Apesar do grande número de categorias, os sindicatos e as federações da Força Sindical têm pelo menos um objetivo em comum: obter um bom percentual de aumento real para os trabalhadores.
As categorias que participam da Campanha Salarial Unificada do 2º Semestre de 2004 são: aeroviários, alimentação, brinquedos, cargas próprias, comerciários, desenhistas, gráficos, joalheiros, metalúrgicos, químicos, padeiros, papel e papelão, petroleiros, rurais, telefônicos, têxteis e vestuário.
A Força Sindical dá início à Campanha Salarial Unificada do 2º semestre no próximo dia 10 de agosto, com uma assembléia de 51 sindicatos metalúrgicos ligados à Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo. A campanha vai reunir cerca de 2,5 milhões de trabalhadores de 17 categorias (veja tabela abaixo).
Apesar do grande número de categorias, os sindicatos e as federações da Força Sindical têm pelo menos um objetivo em comum: obter um bom percentual de aumento real para os trabalhadores.
Os sindicalistas esperam ser beneficiados pela melhora no cenário econômico observada nos últimos levantamentos dos institutos de pesquisa, que apontaram aumento nos índices de emprego e renda. Segundo o presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), as mudanças também abrem espaço para a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. "Em momento de crescimento econômico, a mobilização fica mais fácil", diz.
Algumas entidades filiadas à Força já foram beneficiadas pelas mudanças na economia e pelo aumento da produção industrial.
As categorias que participam da Campanha Salarial Unificada do 2º Semestre de 2004 são: aeroviários, alimentação, brinquedos, cargas próprias, comerciários, desenhistas, gráficos, joalheiros, metalúrgicos, químicos, padeiros, papel e papelão, petroleiros, rurais, telefônicos, têxteis e vestuário.
| Datas Bases | Federações / Sindicatos | Trabs. | Presidentes | Telefone |
Set. Nov. | Fed. Alimentação de | 125.000 | Sr. Melquíades de Araújo | Cel. 9272-8226 / Fone: 3277-4166 |
Out. | Fed. | 670.000 | Sr. | Fone: 3208-6833 |
Out. | Fed. | 58.000 | Sr. Ozano Pereira da Silva | Fone: 227-9466 / fax: 227-9017 |
Nov. | Fed. | 97.000 | Sr. Cláudio Magrão C. Crê | Cel. 9909-5303 / Fone: 3257-5255/ |
Nov. | Fed. | 60.000 | Sr. Danilo Pereira da Silva | Cel. 9942-5453 / Fone: 3277-5216 |
style='font-weight:normal;'>Set. | Sind. Telefônicos SP | 100.000 | Sr. Almir Munhoz | Cel. 9944-1743/ F: 33518899/ Fax:3224-8016 |
Set. Nov. | Sind. | 6.000 | Sr. José Silva | Fone: 208-9847 |
Set. Out. Nov. | Sind. | 19.000 | Sr. Carlão | Fone 3209-1014 |
Set. e Nov. | Sind. | 16.000 | Sr. Geraldo Gonçalves | Fone: 6618-1422 |
Set. | Sind. Comerciários Campinas | 40.000 | Sr. João Batista Luz | Fone (19) 3232-2877/ Fax: 3731-6313 |
Out. e Nov. | Sind. | 40.000 | Fone: 228-4420 | |
Out. | Sind. | 2.000 | Sr. Israel Alves de Oliveira | Fone: 228-0703 / 229-0764 |
Out. | Sind.Comerciários | 26.000 | Arnaldo Azevedo Biloti | (13) 32197161 |
Nov. | Sind. | 11.000 | José Luiz Ribeiro | (19) 3434-9522 fax: 3417-8147 |
Nov. | Sind. | 9.000 | Claudio Moreira Taboada | Fone: 3107-0064/fax:3106-5629 |
Nov. | Sind. | 45.000 | Sr. José Pereira dos Santos | Cel. 9652-1813 / Fone: 6468-8811 |
Nov. | Sind. | 30.000 | Sr. Jorge Nazareno | Cel. 9637-4611 / Fone: 3651-7201 |
Nov. | Sind. | 15.000 | Sr. Cícero Firmino da Silva | Cel. 9149-5831 / Fone: 4979-4611 |
Nov. | Sind. | 250.000 | Sr. Eleno José Bezerra | Cel. 9622-8207 / Fone: 3388-1002/ |
Nov. | Sind. | 13.000 | Sr. Aparecido Inácio da Silva | Cel. 9819-3816 / Fone: 4221-9263 |
Nov. | Sind. | 18.000 | Sr. Sérgio Marques | Cel. |
Out. | Sind. | 90.000 | Sr. Minervino Ferreira | Fone: 4992-1522/ Fax:4992-7866 |
Nov. | Sind. | 40.000 | Sr. Francisco Pereira Souza | Cel. 9986-4848 / F: 3105-7220 / |
Nov. | Sind. | 1.500 | Sra. Ruth Monteiro | Cel. (13) 9704-4862 / F: (13) 3219-8944 |
Dez. | Sind. | 28.000 | Flávio I. W. Souza | Cel. 9945-8849 / Fone: 3106-9122 |
Dez. | Sind. | 400.000 | Sr. Ricardo Patah | Cel. 9985-5802 / Fone: 223-8645/ |
Dez. | Sind. | 20.000 | Sr. Uébio José da Silva | Cel. 9994-6432 / Fone: 5536-4677/ |
Dez. | Sind. | 6.000 | Sra. Maria Auxiliadora | Cel. 99780405/ Fone: 6694-0344/ |
Dez | Sind. | 7.000 | José Aparecido Biazon | Fone: 3224-8366/ fax: 221-5775 |
Sind. | ||||
TOTAL | 2.242.500 |
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
Na semana que vem, dirigentes dos 51 sindicatos de metalúrgicos do Estado de São Paulo, filiados à Força Sindical, entre eles o de São Paulo, vão se reunir para definir a data de início da campanha salarial e das assembléias de aprovação da pauta de reivindicações. A campanha vai envolver cerca de 700 mil trabalhadores no Estado. A data-base é 1º de novembro.
A reunião dos sindicatos será realizada na próxima terça-feira, dia 10 - e não dia 12, conforme release anterior-, às 15h, na sede da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, na rua Pará, 66, Higienópolis.
A campanha deste ano terá novidades. As ações de mobilização e de negociações pela reposição salarial, aumento real e benefícios sociais vão ter uma estratégia diferente dos anos anteriores, segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Eleno José Bezerra. “Vamos ter datas limites para a realização das assembléias, para a entrega da pauta aos empresários e para as negociações. Estamos na euforia do crescimento para conquistar aumento real para os trabalhadores”, afirmou.
O candidato do PSTU à Prefeitura de São Paulo, Dirceu Travesso, é o próximo convidado do "Falando Direto com os Desempregados", que acontece nesta segunda-feira, dia 9 de agosto. Ele estará ao lado do candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontece toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O evento é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo.
A cada semana, cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho, participam do evento elaborando perguntas, esclarecendo dúvidas. Somado, o público das últimas três edições dos debates já superou a marca de 9 mil espectadores.
“Falando Direto com o Trabalhador” já recebeu as presenças dos candidatos Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT), Luiza Erundina (PSB), Paulo Maluf (PP), José Serra (PSDB) e Francisco Rossi (PHS).
Do Sindicato dos Comerciários de S. Paulo
O Sindicato dos Comerciários de São Paulo finalmente alcançou êxito no andamento das negociações relativas a liberação antecipada de mais uma parte dos créditos trabalhistas do Mappin, que teve sua falência decretada em 29/07/99. O Juiz Dr. Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, titular da 18ª Vara Cível de São Paulo, proferiu despacho nesta quarta-feira (05/08/04) deferindo o levantamento de metade da indenização de 40% relativa ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e também liberou, com base no artigo 5º da Lei de Introdução ao Código Civil (LICC), a totalidade dos créditos trabalhistas limitados a quantia de 10 mil reais.
Parte da indenização do FGTS ficará limitada ao valor de 10 mil reais sendo que em havendo crédito relativo à indenização superior a esse valor tais casos serão tratados a parte, segundo o que ficar apurado após o levantamento dos créditos acima, conforme a disponibilidade da massa falida que conta hoje com 38 milhões de reais.
Só fará jus a indenização dos 20% quem realmente tiver direito a tal verba, ou seja, aquele que não teve a indenização retirada de seu crédito seja por sentença trabalhista, seja por sentença do próprio juizo falimentar.
Os 5 mil ex-funcionários do Mappin serão beneficiados pela medida que ficará condicionada somente a apuração do valor que cada trabalhador tem a receber da massa falida para transferências dos valores para o Banco do Brasil.
Vale lembrar que parte das verbas incontroversas ou rescisórias (13º salário e férias proporcionais, saldo de salário e aviso prévio) já haviam sido liberadas há três anos mediante idêntico procedimento.
“Os ex-funcionários do Mappin com a intervenção direta do Sindicato junto ao Juiz Beethoven obtiveram mais uma vitória com a liberação antecipada da integralidade dos seus créditos antes do encerramento da falência”, afirma Ricardo Patah, presidente do sindicato.
Do Dieese
Em julho, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica registrou alta no conjunto de gêneros de primeira necessidade, em seis capitais brasileiras: cinco delas do Norte-Nordeste do país, e em Belo Horizonte. As maiores elevações foram verificadas em Recife (7,01%), João Pessoa (5,74%) e Fortaleza (4,08%). O DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos – apurou, ainda, que dentre as dez capitais onde o preço da ração essencial mínima – conforme definida no decreto-lei 399, de 30 de abril de 1938 – caiu destacam-se Vitória (-3,03%), Curitiba (-2,05%) e Rio de Janeiro (-1,40%). Em junho, o DIEESE havia apurado predominância de aumento nos preços, com queda apenas em três localidades do Nordeste. Em julho de 2003, houve redução do custo em todas as cidades.
O maior valor para o conjunto de gêneros alimentícios básicos foi apurado, em julho, em Porto Alegre, onde a cesta básica custou R$ 181,83. Em São Paulo, o preço da cesta era R$ 173,95; em Belo Horizonte, R$ 169,59 e no Rio de Janeiro, R$ 168,53. Os menores valores foram verificados em Salvador (R$ 135,99) e Aracaju (R$ 138,36).
Com base no custo apurado na capital mais cara (em julho, Porto Alegre), e levando em consideração o preceito constitucional que determina que o salário mínimo deve ser suficiente para atender às necessidades do trabalhador e sua família, cobrindo suas despesas com alimentação, moradia, saúde, vestuário, educação, transportes, higiene, lazer e previdência social, o DIEESE estima, mensalmente, o valor do salário mínimo necessário. Em julho, este valor deveria ser de R$ 1.527,56, ou seja, 5,9 vezes o mínimo vigente, mesmo patamar verificado no mês anterior. Há um ano, quando o salário mínimo valia R$ 240,00, o piso necessário correspondia a 5,8 vezes seu valor de então.
Já está disponível o Jornal da Força nº 37.
Para fazer o download, clique aqui ou na coluna à direita.
O candidato do PHS à prefeitura de São Paulo, Francisco Rossi, é o próximo convidado do "Falando Direto com os Desempregados", que acontece nesta segunda-feira, dia 2 de agosto. Ele estará ao lado do candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontece toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O evento é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo.
A cada semana, cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho, participam do evento elaborando perguntas, esclarecendo dúvidas. Somado, o público das últimas três edições dos debates já superou a marca de 7 mil espectadores.
“Falando Direto com o Trabalhador” já recebeu as presenças dos candidatos Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT), Luiza Erundina (PSB), Paulo Maluf (PP) e José Serra (PSDB).
Do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical
Cerca de 500 aposentados que ganharam as ações de revisão da URV na Justiça estarão na sede do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical na quinta-feira(29/07) , às 8h30, para se manifestar se abre ou não mão do excedente de 60 salários-mínimos (R$ 15.600,00), que é o valor
máximo valor das sentenças do Juizado Especial Previdenciário.
Segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, João Batista Inocentini, eles vão também discutir a Medida Provisória 201, editada recentemente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A MP causou grande controvérsia por não incluir no texto o que foi acordado entre as entidades representativas dos aposentados e pensionistas e o governo.
A principal divergência diz respeito aos atrasados que os aposentados têm direito e que ultrapassam o valor de 60 salários mínimos. “Negociamos que não haveria deságio, ou seja, quem tem processo na Justiça e que decidisse aderir ao acordo de adesão receberia o valor total dos atrasados, independente do valor. O governo, porém, limitou o pagamento a R$ 15.600,00, o que está fora do negociado”, informou Inocentini, acrescento: “Nos sentimos traídos pelo Governo”.
Inocentini defende o acordo, embora não o ache excelente. “O acordo discutido entre nós e o governo é razoável, não era o que queríamos. Mas achamos positivo o fato de o governo reconhecer a dívida e pagar os atrasados mensalmente. Faríamos uma distribuição de renda e os aposentados, por um determinado período, receberiam mensalmente até o dobro do benefício real”, enumera o sindicalista.
Veja no Banco de Imagens as fotos do "Falando Direto com os Desempregados" com José Serra (PSDB) e Paulinho (PDT).
O "Falando Direto com os Desempregados" é promovido pela Força Sindical toda segunda-feira, das 5h30 Às 7h. O evento consiste em um debate entre os candidatos a prefeito de São Paulo e os trabalhadores que vêm diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador em busca de emprego.
Clique aqui para ver as fotos.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo tem prontos 600 processos, em nome de trabalhadores e aposentados, para ajuizar no Juizado Especial Cível pedindo a suspensão da cobrança da assinatura mensal da linha telefônica e a devolução dos valores pagos a títulod e assinatura nos últimos cinco anos.
Os processos são de pessoas que procuraram o Sindicato para entrar na Justiça. As pessoas, de qualquer categoria profissional, estão sendo atendidas pelo plantão montado pelo Sindicato para esta finalidade. “Estamos esperando a greve do Poder Judiciário terminar para dar entrada nos processos”, afirma Eleno José Bezerra, presidente do Sindicato.
As ações serão ajuizadas pelo Departamento Jurídico do Sindicato de forma individual. Esta iniciativa tem como base uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deu ganho de causa a uma consumidora paulista (agravo de instrumento nº 496136 - ministro relator Celso de Mello) e abriu o precedente para oss demais.
Para dar entrada no processo é preciso apresentar original e xerox simples do CIC e do RG, das três últimas contas do telefone e do contrato de utilização da linha telefônica, se a pessoa tiver. A taxa para pagamento de custas é de R$ 40. Os associados do Sindicato estão isentos da taxa.
O atendimento está sendo feito na rua Galvão Bueno, 782, 2º andar, sala 212, Liberdade, próximo ao metrô São Joaquim, no horário das 8h às 17h.
Atenção: os veículos que quiserem personagens para a matéria devem entrar em contato com a assessoria de imprensa do sindicato: (11) 3388-1062.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região e a empresa Rolamentos Fag vão assinar um acordo que cria o quarto turno de trabalho na empresa e acaba com as horas extras. A empresa tem cerca de 800 funcionários e está contratando pessoal para o novo turno. Há dez anos o Sindicato não registrava a criação de turnos de trabalho na base. O que se viu, segundo o presidente do Sindicato, Eleno José Bezerra, foi a redução de turnos.
A assinatura do documento está marcada para a próxima segunda-feira, dia 26/7, às 14h, na rua Galvão Bueno, 782 - 14º andar, Liberdade, sede do sindicato.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi e Região e a empresa Rolamentos Fag vão assinar um acordo que cria o quarto turno de trabalho na empresa e acaba com as horas extras. A empresa tem cerca de 800 funcionários e está contratando pessoal para o novo turno. Há dez anos o Sindicato não registrava a criação de turnos de trabalho na base. O que se viu, segundo o presidente do Sindicato, Eleno José Bezerra, foi a redução de turnos.
A assinatura do documento está marcada para a próxima segunda-feira, dia 26/7, às 14h, na rua Galvão Bueno, 782 - 14º andar, Liberdade, sede do sindicato.
O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, é o próximo confirmado do "Falando Direto com os Desempregados", que acontece nesta segunda-feira, dia 26 de julho. Ele estará ao lado do candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontecerá toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O evento é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho devem participar do evento. Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
A cada semana, cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho, participam do evento elaborando perguntas, esclarecendo dúvidas. O público das últimas três edições dos debates, juntos, já superou a marca de 7 mil espectadores.
“Falando Direto com o Trabalhador” já recebeu as presenças dos candidatos Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT); da ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PSB); e também do ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf (PP).
O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, é o próximo confirmado do "Falando Direto com os Desempregados", que acontece nesta segunda-feira, dia 26 de julho. Ele estará ao lado do candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece das 5h30 às 7h da manhã, no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontecerá toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O evento é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho devem participar do evento. Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
A cada semana, cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho, participam do evento elaborando perguntas, esclarecendo dúvidas. O público das últimas três edições dos debates, juntos, já superou a marca de 7 mil espectadores.
“Falando Direto com o Trabalhador” já recebeu as presenças dos candidatos Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT); da ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PSB); e também do ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf (PP).
Amanhã (21 de julho), às 15h30, representantes das centrais sindicais e do Dieese reúnem-se com o ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini.
Todas as entidades integram o comando da "Campanha pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário", que entregará ao ministro o abaixo-assinado de apoio a PEC 393/01. A campanha já conta com mais de 100 mil assinaturas.
O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), e o secretário-geral da Fed. dos Químicos de SP (filiada à Força), Sérgio Luiz Leite, participarão da reunião.
A reunião será no prédio do Ministério do Trabalho e Emprego, Bloco F, 5º andar, sala 500, Brasília (DF).
Veja a seguir quem serão os representantes das entidades.
- FORÇA SINDICAL
João Carlos Gonçalves (Juruna)
Sérgio Luiz Leite
- CAT
Laerte Teixeira da Costa
Francisco Soares de Souza
Walter de Souza Matos Filho
- CGTB
Antônio Fernandes dos Santos Neto
- CGT
Valdo Soares Leite
- CUT
Luiz Marinho
Celso Horta
Elisângela dos Santos Araújo
- DIEESE
Ademir Figueiredo
- SDS
Carlos Donizetti França de Oliveira
Miguel Salaberry Filho
Amanhã (21 de julho), às 15h30, representantes das centrais sindicais e do Dieese reúnem-se com o ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini.
Todas as entidades integram o comando da "Campanha pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário", que entregará ao ministro o abaixo-assinado de apoio a PEC 393/01. A campanha já conta com mais de 100 mil assinaturas.
O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), e o secretário-geral da Fed. dos Químicos de SP (filiada à Força), Sérgio Luiz Leite, participarão da reunião.
A reunião será no prédio do Ministério do Trabalho e Emprego, Bloco F, 5º andar, sala 500, Brasília (DF).
Veja a seguir quem serão os representantes das entidades.
- FORÇA SINDICAL
João Carlos Gonçalves (Juruna)
Sérgio Luiz Leite
- CAT
Laerte Teixeira da Costa
Francisco Soares de Souza
Walter de Souza Matos Filho
- CGTB
Antônio Fernandes dos Santos Neto
- CGT
Valdo Soares Leite
- CUT
Luiz Marinho
Celso Horta
Elisângela dos Santos Araújo
- DIEESE
Ademir Figueiredo
- SDS
Carlos Donizetti França de Oliveira
Miguel Salaberry Filho
O candidato do PP à prefeitura de São Paulo, Paulo Maluf, participará do "Falando Direto com os Desempregados" da próxima segunda-feira, dia 19 de julho. O candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, também confirmou presença.
O evento, que começa às 5h30 e vai até 7h da manhã, é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho devem participar do evento. Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontecerá toda segunda-feira, até 30 de setembro.
O candidato do PP à prefeitura de São Paulo, Paulo Maluf, participará do "Falando Direto com os Desempregados" da próxima segunda-feira, dia 19 de julho. O candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, também confirmou presença.
O evento, que começa às 5h30 e vai até 7h da manhã, é uma iniciativa da Força Sindical para promover o debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Cerca de 2.000 trabalhadores que comparecem diariamente ao Centro de Solidariedade ao Trabalhador para procurar uma oportunidade de trabalho devem participar do evento. Na ocasião, os candidatos ao pleito eleitoral da capital paulista poderão falar de seus programas de governo e responder a perguntas dos trabalhadores.
"Falando Direto com os Desempregados" acontece no auditório do Palácio do Trabalhador, que fica na rua Galvão Bueno, 782, Liberdade. A série de encontros entre os candidatos acontecerá toda segunda-feira, até 30 de setembro.
Do Sindicato dos Joalheiros do Estado de São Paulo
Os presidentes dos Sindicatos dos Trabalhadores Joalheiros dos Estados de São Paulo, Flávio de Souza, de Minas Gerais , Wander Lucio dos Santos e do Rio de Janeiro, Antonio Manuel de Farias, deixaram ontem a reunião do Fórum Nacional da Cadeia Produtiva de Gemas e Jóias, realizado em Brasília , por terem sido preteridos na formação da mesa de trabalho.
"Fomos surpreendidos pela escolha de um representante dos trabalhadores, José Aldenir Ribeiro Pereira, ligado a CUT, que sequer conhecemos .Em protesto, apresentamos uma nota de repúdio, abandonamos a reunião e não participaremos mais do Fórum se não formos legitimamente representados. Como os principais Estados do País podem ficar de fora de uma discussão desse porte,cuja cadeia produtiva gera 500 mil empregos diretos e com capacidade para muito mais?", declarou Flávio de Souza.
O evento contou com a participação do ministro do Desenvolvimento,Indústria e Comércio Exterior, Luiz Furlan ,que organizou o evento e da primeira-dama Mariza Gomes da Silva.
Do Sindicato dos Joalheiros do Estado de São Paulo
Os presidentes dos Sindicatos dos Trabalhadores Joalheiros dos Estados de São Paulo, Flávio de Souza, de Minas Gerais , Wander Lucio dos Santos e do Rio de Janeiro, Antonio Manuel de Farias, deixaram ontem a reunião do Fórum Nacional da Cadeia Produtiva de Gemas e Jóias, realizado em Brasília , por terem sido preteridos na formação da mesa de trabalho.
"Fomos surpreendidos pela escolha de um representante dos trabalhadores, José Aldenir Ribeiro Pereira, ligado a CUT, que sequer conhecemos .Em protesto, apresentamos uma nota de repúdio, abandonamos a reunião e não participaremos mais do Fórum se não formos legitimamente representados. Como os principais Estados do País podem ficar de fora de uma discussão desse porte,cuja cadeia produtiva gera 500 mil empregos diretos e com capacidade para muito mais?", declarou Flávio de Souza.
O evento contou com a participação do ministro do Desenvolvimento,Indústria e Comércio Exterior, Luiz Furlan ,que organizou o evento e da primeira-dama Mariza Gomes da Silva.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo para se adaptar as novas regras do sindicalismo mediante a Reforma Sindical está contratando a Trevisan Consultores. O objetivo é realizar um programa de ação em todos os níveis de atuação no sindicato, principalmente, nas áreas administrativa e tecnológica. O trabalho terá início no dia 1º de agosto com duração de seis meses.
“Esse estudo ocorrerá de forma transparente e dessa maneira poderemos implantar no sindicato metodologias as quais irão beneficiar os serviços prestados aos comerciários. Além disso, o sindicato sai na frente para atender as exigências da reforma sindical”, afirma Ricardo Patah, presidente da entidade.
Do Sindicato dos Comerciários de São Paulo
O Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo para se adaptar as novas regras do sindicalismo mediante a Reforma Sindical está contratando a Trevisan Consultores. O objetivo é realizar um programa de ação em todos os níveis de atuação no sindicato, principalmente, nas áreas administrativa e tecnológica. O trabalho terá início no dia 1º de agosto com duração de seis meses.
“Esse estudo ocorrerá de forma transparente e dessa maneira poderemos implantar no sindicato metodologias as quais irão beneficiar os serviços prestados aos comerciários. Além disso, o sindicato sai na frente para atender as exigências da reforma sindical”, afirma Ricardo Patah, presidente da entidade.
Companheiros de diversas entidades sindicais ligadas à Força em todo o Brasil começam nesta semana uma experiência nova no sindicalismo. A OIT – Organização Internacional do Trabalho – está promovendo no mundo todo um curso intitulado “O Ciclo de Trabalho e a Saúde”. A diferença dos cursos tradicionais é que este é feito à distância, por meio da tecnologia (internet e CD Rom).
Com isso, os dirigentes sindicais que participarem estarão capacitados a tratar do tema saúde no trabalho segundo as mais recente diretrizes da OIT. E trocar as experiências locais com companheiros do mundo inteiro.
“Boa parte de nossas lutas são lutas dos trabalhadores de todo o mundo”, afirma Rubens Romano, secretário Internacional da Força. “A tecnologia nos aproxima, e une as bandeiras dos trabalhadores em uma só bandeira”, completa.
Companheiros de diversas entidades sindicais ligadas à Força em todo o Brasil começam nesta semana uma experiência nova no sindicalismo. A OIT – Organização Internacional do Trabalho – está promovendo no mundo todo um curso intitulado “O Ciclo de Trabalho e a Saúde”. A diferença dos cursos tradicionais é que este é feito à distância, por meio da tecnologia (internet e CD Rom).
Com isso, os dirigentes sindicais que participarem estarão capacitados a tratar do tema saúde no trabalho segundo as mais recente diretrizes da OIT. E trocar as experiências locais com companheiros do mundo inteiro.
“Boa parte de nossas lutas são lutas dos trabalhadores de todo o mundo”, afirma Rubens Romano, secretário Internacional da Força. “A tecnologia nos aproxima, e une as bandeiras dos trabalhadores em uma só bandeira”, completa.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Departamento Jurídico do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo atendeu hoje 54 pessoas, entre trabalhadores e aposentados, interessadas em abrir processo contra a Telefônica para pedir a suspensão da cobrança da assinatura mensal da linha telefônica e a devolução dos valores pagos a título de assinatura nos últimos cinco anos.
Do total de 54 atendidos, 44 fizeram o protocolo para entrar com a ação e 10 vieram em busca de informações. O departamento também atendeu dezenas de pessoas por telefone. Hoje foi o segundo dia de atendimento para cadastro dos interessados.
Os processos a serem ajuizados pelo Sindicato serão individuais e protocolados no Juizado Especial Cível. Esta iniciativa do Sindicato tem como base uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deu ganho de causa a uma consumidora (agravo de instrumento nº 496136 - ministro relator Celso de Mello) e abriu o precedente para os demais.
De acordo com o Departamento Jurídico, muitas pessoas buscaram informações sobre a documentação necessária. Para dar entrada no processo é preciso apresentar xerox simples do CIC e do RG, das três últimas contas do telefone e do contrato de utilização da linha, se a pessoa tiver. A taxa para pagamento de custas é de R$ 40. Os associados do Sindicato estão isentos da taxa.
O atendimento aos interessados em entrar com a ação está sendo feito na rua Galvão Bueno, 782, 2º andar, sala 212, Liberdade, próximo ao metrô São Joaquim. Horário: das 8h às 17h.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Departamento Jurídico do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo atendeu hoje 54 pessoas, entre trabalhadores e aposentados, interessadas em abrir processo contra a Telefônica para pedir a suspensão da cobrança da assinatura mensal da linha telefônica e a devolução dos valores pagos a título de assinatura nos últimos cinco anos.
Do total de 54 atendidos, 44 fizeram o protocolo para entrar com a ação e 10 vieram em busca de informações. O departamento também atendeu dezenas de pessoas por telefone. Hoje foi o segundo dia de atendimento para cadastro dos interessados.
Os processos a serem ajuizados pelo Sindicato serão individuais e protocolados no Juizado Especial Cível. Esta iniciativa do Sindicato tem como base uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deu ganho de causa a uma consumidora (agravo de instrumento nº 496136 - ministro relator Celso de Mello) e abriu o precedente para os demais.
De acordo com o Departamento Jurídico, muitas pessoas buscaram informações sobre a documentação necessária. Para dar entrada no processo é preciso apresentar xerox simples do CIC e do RG, das três últimas contas do telefone e do contrato de utilização da linha, se a pessoa tiver. A taxa para pagamento de custas é de R$ 40. Os associados do Sindicato estão isentos da taxa.
O atendimento aos interessados em entrar com a ação está sendo feito na rua Galvão Bueno, 782, 2º andar, sala 212, Liberdade, próximo ao metrô São Joaquim. Horário: das 8h às 17h.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Departamento Jurídico do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo cadastrou ontem 30 pessoas, entre trabalhadores e aposentados, interessadas em abrir processo contra a Telefônica. Nas ações, que serão individuais, o Sindicato vai pedir a suspensão da cobrança da assinatura mensal da linha telefônica e a devolução dos valores pagos pelos consumidores nos últimos cinco anos. Foi o primeiro dia de atendimento para cadastro dos interessados e encaminhamento das ações.
Os processos serão protocolados no Juizado Especial Cível. “A partir da entrada na Justiça, essas ações tendem a ser mais ágeis, por se tratar de um tribunal de pequenas causas. A liminar deve ser concedida em 15 dias. Já a sentença definitiva pode sair em seis meses”, afirma Renato Custódio, advogado do Sindicato.
O atendimento aos interessados em entrar com a ação está sendo feito na rua Galvão Bueno, 782, 2º andar, Liberdade, próximo ao metrô São Joaquim. Para dar entrada no processo é preciso apresentar cópias do CIC e do RG, das três últimas contas de telefone e do contrato de utilização da linha, se a pessoa tiver.
A iniciativa do Sindicato tem como base uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deu ganho de causa a uma consumidora (agravo de instrumento nº 496.136 - ministro relator Celso de Mello) e abriu o precedente.
Do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
O Departamento Jurídico do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo cadastrou ontem 30 pessoas, entre trabalhadores e aposentados, interessadas em abrir processo contra a Telefônica. Nas ações, que serão individuais, o Sindicato vai pedir a suspensão da cobrança da assinatura mensal da linha telefônica e a devolução dos valores pagos pelos consumidores nos últimos cinco anos. Foi o primeiro dia de atendimento para cadastro dos interessados e encaminhamento das ações.
Os processos serão protocolados no Juizado Especial Cível. “A partir da entrada na Justiça, essas ações tendem a ser mais ágeis, por