Trabalhadores da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), das linhas 1, 2 e 3 do metrô, 15 (monotrilho) e dos ônibus municipais de São Paulo decidiram aderir à greve geral contra a reforma da Previdência, marcada para dia 14 de junho.
greveCrédito: Divulgação

A informação foi confirmada pelos sindicatos que representam as categorias e pela CUT (Central Única dos Trabalhadores).

O coordenador-geral do Sindicato dos Metroviários, Wagner Fajardo, disse que será a maior paralisação realizada no país. Juntos, condutores, ferroviários e metroviários transportam 20 milhões de pessoas.

“A ideia é que a greve seja de todos e não do transporte. Na paralisação de 2017, a empresa montou um esquema de contingência que não funcionou por falta de passageiros para transportar. Na ocasião, foram transportadas apenas 50 mil pessoas, o que representa 1% do número de usuários do metrô”, diz Fajardo.

Desde o dia 6 de junho, após decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho), o órgão representa também os trabalhadores das linhas 4-Amarela e 5-Lilás.

“A greve precisa acontecer porque a nossa luta não é só contra a reforma, mas contra um governo que tem a marca de ser inimigo dos trabalhadores e da nação brasileira”, afirma o sindicalista.

Outro lado
A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos considera a greve política e prejudicial aos passageiros do Metrô e da CPTM, e condena a atitude dos sindicatos que querem paralisar o transporte público.

Segundo a nota, as empresas estão tomando todas as medidas judiciais necessárias para garantir o transporte na sexta-feira.

A ViaQuatro e a ViaMobilidade, concessionárias responsáveis pela operação e manutenção das linhas 4-Amarela e 5-Lilás, respectivamente, informam que as operações para o dia 14 de junho permanecem inalteradas.

A SPTrans informa que acompanha a divulgação da adesão pelo sindicato e fará todos os esforços para garantir o deslocamento da população.

Reforma da Previdência
A reforma altera pontos importantes como o fim da aposentadoria por tempo de contribuição, obrigatoriedade de idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulher e aumento de tempo mínimo de contribuição.





 

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A informação foi confirmada pelos sindicatos que representam as categorias e pela CUT (Central Única dos Trabalhadores).

O coordenador-geral do Sindicato dos Metroviários, Wagner Fajardo, disse que será a maior paralisação realizada no país. Juntos, condutores, ferroviários e metroviários transportam 20 milhões de pessoas.

“A ideia é que a greve seja de todos e não do transporte. Na paralisação de 2017, a empresa montou um esquema de contingência que não funcionou por falta de passageiros para transportar. Na ocasião, foram transportadas apenas 50 mil pessoas, o que representa 1% do número de usuários do metrô”, diz Fajardo.

Desde o dia 6 de junho, após decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho), o órgão representa também os trabalhadores das linhas 4-Amarela e 5-Lilás.

“A greve precisa acontecer porque a nossa luta não é só contra a reforma, mas contra um governo que tem a marca de ser inimigo dos trabalhadores e da nação brasileira”, afirma o sindicalista.

Outro lado
A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos considera a greve política e prejudicial aos passageiros do Metrô e da CPTM, e condena a atitude dos sindicatos que querem paralisar o transporte público.

Segundo a nota, as empresas estão tomando todas as medidas judiciais necessárias para garantir o transporte na sexta-feira.

A ViaQuatro e a ViaMobilidade, concessionárias responsáveis pela operação e manutenção das linhas 4-Amarela e 5-Lilás, respectivamente, informam que as operações para o dia 14 de junho permanecem inalteradas.

A SPTrans informa que acompanha a divulgação da adesão pelo sindicato e fará todos os esforços para garantir o deslocamento da população.

Reforma da Previdência
A reforma altera pontos importantes como o fim da aposentadoria por tempo de contribuição, obrigatoriedade de idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulher e aumento de tempo mínimo de contribuição.