O Repórter Sindical na Web, na TV Agência Sindical, segue a série sobre os sindicalistas nordestinos. Ontem (21), a entrevistada foi Maria Auxiliadora dos Santos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras nas Indústrias de Instrumentos Musicais e de Brinquedos do Estado de São Paulo - Sindbrinq - e Secretária de Políticas Públicas para Mulheres da Força Sindical.
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Desafios - A dirigente paraibana discorreu sobre os desafios que enfrenta desde que chegou de sua terra natal, São José de Caiana, na luta pelos direitos dos trabalhadores. “Mulher, vinda do Nordeste num pau de arara, também não foi fácil me afirmar no sindicalismo” diz Maria Auxiliadora, com seu sotaque ainda carregado.

“Entrei no movimento sindical por revolta, não foi por consciência política. Sempre achei que tinha que ajudar as pessoas”, confessa a dirigente. Ela vê o momento por que passa o País, com esse novo governo, como muito difícil. “E ainda deve piorar, pois vem aí, depois da reforma trabalhista, a reforma sindical” alerta.

Alternativas - Mas o desânimo não é solução para Maria Auxiliadora. Ela não se cansa de incentivar os trabalhadores a continuar a lutar por seus direitos e até propõe caminhos. “A situação não está ruim apenas para nós. Empregadores também vão ter que se adequar. Acho que somente juntos poderemos superar o que vem por aí. Caso contrário vamos morrer todos abraçados”, finaliza.

Assista no YouTube. Acesse!

 

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Desafios - A dirigente paraibana discorreu sobre os desafios que enfrenta desde que chegou de sua terra natal, São José de Caiana, na luta pelos direitos dos trabalhadores. “Mulher, vinda do Nordeste num pau de arara, também não foi fácil me afirmar no sindicalismo” diz Maria Auxiliadora, com seu sotaque ainda carregado.

“Entrei no movimento sindical por revolta, não foi por consciência política. Sempre achei que tinha que ajudar as pessoas”, confessa a dirigente. Ela vê o momento por que passa o País, com esse novo governo, como muito difícil. “E ainda deve piorar, pois vem aí, depois da reforma trabalhista, a reforma sindical” alerta.

Alternativas - Mas o desânimo não é solução para Maria Auxiliadora. Ela não se cansa de incentivar os trabalhadores a continuar a lutar por seus direitos e até propõe caminhos. “A situação não está ruim apenas para nós. Empregadores também vão ter que se adequar. Acho que somente juntos poderemos superar o que vem por aí. Caso contrário vamos morrer todos abraçados”, finaliza.

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