Setor recuou 2,4% na comparação com dezembro, a maior queda desde fevereiro de 2016. Queda foi pressionada pela produção de veículos.
produção caiCrédito: Divulgação

A produção da indústria brasileira recuou 2,4% em janeiro frente a dezembro do ano passado. O resultado, pior desde fevereiro de 2016 quando houve recuo de 2,5%, interrompeu quatro meses seguidos de crescimento, que acumularam ganho de 4,3%. É o que aponta a pesquisa do setor divulgada nesta terça-feira (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, a queda na produção foi generalizada entre as quatro grandes categorias da indústria brasileira. Mas a principal influência negativa partiu da produção de veículos automotores, que recuou 7,6% na passagem de dezembro para janeiro.

Dentre as grandes categorias econômicas, bens de consumo duráveis (-7,1%) mostrou a queda mais acentuada e eliminou parte da expansão de 9,8% acumulada nos dois últimos meses de 2017. Essa foi a taxa negativa mais intensa desde março de 2017 (-7,5%). Também tiveram recuo os segmentos de bens intermediários (-2,4%) e de bens de capital (-0,3%).

A única taxa positiva em janeiro foi a do setor produtor de bens de consumo semi e não duráveis, que avançou 0,5%. Foi o segundo avanço consecutivo nesse tipo de comparação e levou ao acúmulo, nesse período, de um crescimento de 4,2%.

Entre os setores, outras contribuições negativas relevantes sobre a indústria, além da automobilística, vieram de metalurgia (-4,1%), de produtos de borracha e de material plástico (-5,4%), de produtos alimentícios (-1,1%), de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-2,4%), de outros equipamentos de transporte (-12,1%), de produtos de metal (-4,9%), de produtos diversos (-11,2%), de celulose, papel e produtos de papel (-3,3%) e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,6%).
Crescimento no ano

Já na comparação com janeiro do ano passado, a indústria brasileira registrou crescimento de 5,7%. Segundo o IBGE, foi a nona taxa positiva consecutiva nesta base de comparação e a mais acentuada desde abril de 2013 (9,8%).

 

produção caiCrédito: Divulgação

A produção da indústria brasileira recuou 2,4% em janeiro frente a dezembro do ano passado. O resultado, pior desde fevereiro de 2016 quando houve recuo de 2,5%, interrompeu quatro meses seguidos de crescimento, que acumularam ganho de 4,3%. É o que aponta a pesquisa do setor divulgada nesta terça-feira (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, a queda na produção foi generalizada entre as quatro grandes categorias da indústria brasileira. Mas a principal influência negativa partiu da produção de veículos automotores, que recuou 7,6% na passagem de dezembro para janeiro.

Dentre as grandes categorias econômicas, bens de consumo duráveis (-7,1%) mostrou a queda mais acentuada e eliminou parte da expansão de 9,8% acumulada nos dois últimos meses de 2017. Essa foi a taxa negativa mais intensa desde março de 2017 (-7,5%). Também tiveram recuo os segmentos de bens intermediários (-2,4%) e de bens de capital (-0,3%).

A única taxa positiva em janeiro foi a do setor produtor de bens de consumo semi e não duráveis, que avançou 0,5%. Foi o segundo avanço consecutivo nesse tipo de comparação e levou ao acúmulo, nesse período, de um crescimento de 4,2%.

Entre os setores, outras contribuições negativas relevantes sobre a indústria, além da automobilística, vieram de metalurgia (-4,1%), de produtos de borracha e de material plástico (-5,4%), de produtos alimentícios (-1,1%), de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-2,4%), de outros equipamentos de transporte (-12,1%), de produtos de metal (-4,9%), de produtos diversos (-11,2%), de celulose, papel e produtos de papel (-3,3%) e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,6%).
Crescimento no ano

Já na comparação com janeiro do ano passado, a indústria brasileira registrou crescimento de 5,7%. Segundo o IBGE, foi a nona taxa positiva consecutiva nesta base de comparação e a mais acentuada desde abril de 2013 (9,8%).