Depois de passarmos por tudo o que passamos neste ano de 2015, enfrentarmos uma crise econômica, política e social com uma taxa básica de juros assustadora, uma inflação que não para de crescer, câmbio e crédito caros, denúncias de corrupção alcançando os mais altos escalões, empresas quebrando e o desemprego atingindo centenas de milhares de trabalhadores, de todos os segmentos e por todo o País, nossas expectativas para 2016 não poderiam, efetivamente, ser nada animadoras.
 
O que podemos prever, sem medo de errar, é que teremos lutas bastante árduas e complexas durante o ano que vem. E que não podemos esmorecer um instante sequer se quisermos que o nosso País retome o caminho do desenvolvimento econômico e social.
 
Para tanto, a Força Sindical e as demais Centrais uniram forças com representantes do empresariado e, em conjunto, firmaram uma aliança que resultou em um documento, denominado “Compromisso pelo Desenvolvimento”, no intuito de fazer com que o setor produtivo volte a respirar aliviado, os empregos sejam mantidos e mais postos de trabalho criados. O documento foi entregue, na última terça-feira (15), em Brasília, nos Ministérios da Indústria e Comércio, do Trabalho e Previdência e à Presidência da República.
 
Mas, como já dissemos, além de alavancar a economia, temos demandas que não podem ser esquecidas. Pelo contrário: a luta para suprir nossas necessidades tem de ser intensificada. Queremos emprego decente, a valorização dos salários e das aposentadorias, a manutenção e a ampliação dos direitos trabalhistas e previdenciários, saúde de qualidade, educação para nossos filhos, a redução da jornada semanal de trabalho sem redução dos salários, juros mais baixos, correção da tabela do Imposto de Renda na Fonte, erradicação do trabalho infantil ou análogo ao escravo e igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, entre outras bandeiras importantes.
 
Uma luta que, sabemos, será espinhosa. E para a qual só nossa união poderá fazer com que alcancemos os nossos mais do que justos objetivos!
 
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical
Depois de passarmos por tudo o que passamos neste ano de 2015, enfrentarmos uma crise econômica, política e social com uma taxa básica de juros assustadora, uma inflação que não para de crescer, câmbio e crédito caros, denúncias de corrupção alcançando os mais altos escalões, empresas quebrando e o desemprego atingindo centenas de milhares de trabalhadores, de todos os segmentos e por todo o País, nossas expectativas para 2016 não poderiam, efetivamente, ser nada animadoras.
 
O que podemos prever, sem medo de errar, é que teremos lutas bastante árduas e complexas durante o ano que vem. E que não podemos esmorecer um instante sequer se quisermos que o nosso País retome o caminho do desenvolvimento econômico e social.
 
Para tanto, a Força Sindical e as demais Centrais uniram forças com representantes do empresariado e, em conjunto, firmaram uma aliança que resultou em um documento, denominado “Compromisso pelo Desenvolvimento”, no intuito de fazer com que o setor produtivo volte a respirar aliviado, os empregos sejam mantidos e mais postos de trabalho criados. O documento foi entregue, na última terça-feira (15), em Brasília, nos Ministérios da Indústria e Comércio, do Trabalho e Previdência e à Presidência da República.
 
Mas, como já dissemos, além de alavancar a economia, temos demandas que não podem ser esquecidas. Pelo contrário: a luta para suprir nossas necessidades tem de ser intensificada. Queremos emprego decente, a valorização dos salários e das aposentadorias, a manutenção e a ampliação dos direitos trabalhistas e previdenciários, saúde de qualidade, educação para nossos filhos, a redução da jornada semanal de trabalho sem redução dos salários, juros mais baixos, correção da tabela do Imposto de Renda na Fonte, erradicação do trabalho infantil ou análogo ao escravo e igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, entre outras bandeiras importantes.
 
Uma luta que, sabemos, será espinhosa. E para a qual só nossa união poderá fazer com que alcancemos os nossos mais do que justos objetivos!
 
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical