miguel torresCrédito: Jaélcio Santana

Em um 8 de março como o de hoje, Dia Internacional da Mulher, nascia, há exatos 28 anos, em um grande Congresso no Memorial da América Latina, em São Paulo, uma nova força que mudaria os rumos do movimento sindical, tirando-o do conformismo acentuado ou do radicalismo exacerbado.

Nesse dia nascia a Força Sindical, uma Central Sindical autônoma, livre, pluralista e firme em suas convicções na busca por um Brasil mais igualitário e justo. A Central agigantou-se, tomou corpo e virou referência nas lutas em defesa dos trabalhadores, conquistando o reconhecimento de entidades sindicais de vários países.

Ao longo destes anos, a Central ganhou reconhecimento internacional por parte de importantes entidades sindicais de várias nações (no Brasil, a Força Sindical representa, hoje, cerca de 2.750 entidades, num total aproximado de 10 milhões de trabalhadores).

Entre nossas importantes conquistas estão o aumento de 147% aos aposentados, nos anos 90; a legalização das Centrais Sindicais; o fim da Emenda 3; a participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados das empresas e a manutenção da política de reajuste do salário mínimo.

A luta continua árdua: crise econômica, desemprego, inflação e juros altos, corrupção, educação e saúde precárias, atentados contra direitos dos trabalhadores. Em suma: temos muito trabalho pela frente, mas não podemos desistir. Vamos continuar firmes, fortes e cada vez mais unidos, em busca do Brasil que os brasileiros desejam e merecem.

Miguel Torres
Presidente da Força Sindical

miguel torresCrédito: Jaélcio Santana

Em um 8 de março como o de hoje, Dia Internacional da Mulher, nascia, há exatos 28 anos, em um grande Congresso no Memorial da América Latina, em São Paulo, uma nova força que mudaria os rumos do movimento sindical, tirando-o do conformismo acentuado ou do radicalismo exacerbado.

Nesse dia nascia a Força Sindical, uma Central Sindical autônoma, livre, pluralista e firme em suas convicções na busca por um Brasil mais igualitário e justo. A Central agigantou-se, tomou corpo e virou referência nas lutas em defesa dos trabalhadores, conquistando o reconhecimento de entidades sindicais de vários países.

Ao longo destes anos, a Central ganhou reconhecimento internacional por parte de importantes entidades sindicais de várias nações (no Brasil, a Força Sindical representa, hoje, cerca de 2.750 entidades, num total aproximado de 10 milhões de trabalhadores).

Entre nossas importantes conquistas estão o aumento de 147% aos aposentados, nos anos 90; a legalização das Centrais Sindicais; o fim da Emenda 3; a participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados das empresas e a manutenção da política de reajuste do salário mínimo.

A luta continua árdua: crise econômica, desemprego, inflação e juros altos, corrupção, educação e saúde precárias, atentados contra direitos dos trabalhadores. Em suma: temos muito trabalho pela frente, mas não podemos desistir. Vamos continuar firmes, fortes e cada vez mais unidos, em busca do Brasil que os brasileiros desejam e merecem.

Miguel Torres
Presidente da Força Sindical