Aos celebrarmos o Dia do Professor, 15 de outubro, parabenizamos os professores e as professoras, que, heroicamente, zelam pela educação de nossas crianças, dos jovens e dos estudantes de todas as idades no nosso País.
Miguel TorresCrédito: Jaélcio Santana

São trabalhadores e trabalhadoras que merecem ser, cada vez mais, valorizados com melhores condições de trabalho e salários e reconhecidos por toda a sociedade brasileira como profissionais imprescindíveis para a construção de um País realmente desenvolvido, justo, soberano e civilizado.

Uma forma de homenagear as professoras e professores é mostrar que a Educação precisa voltar a ser prioridade para os governos federal, estaduais e municipais. Neste sentido, precisamos revogar a Emenda Constitucional 95/2016, que congelou por vinte anos os gastos públicos em áreas sociais, incluindo-se aí a Educação.

Esta reivindicação faz parte da “Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora”, elaborada pelas principais centrais sindicais do País, pela “Democracia, Soberania e Desenvolvimento com Justiça Social, Trabalho e Emprego”, para que seja adotada pelo próximo presidente da República.

Precisamos, enfim, investir pesado na qualidade da Educação, da creche à universidade, incluindo e garantindo a permanência das pessoas mais pobres nas salas de aula e, vale a pena reforçar, melhorando o salário dos professores e das professoras, valorizando a profissão e permitindo a qualificação permanente de todos os educadores do País.

Neste cenário, de inclusão e investimentos sociais, iremos com certeza melhorar a qualidade de vida de toda a população brasileira.
 


 

Miguel TorresCrédito: Jaélcio Santana

São trabalhadores e trabalhadoras que merecem ser, cada vez mais, valorizados com melhores condições de trabalho e salários e reconhecidos por toda a sociedade brasileira como profissionais imprescindíveis para a construção de um País realmente desenvolvido, justo, soberano e civilizado.

Uma forma de homenagear as professoras e professores é mostrar que a Educação precisa voltar a ser prioridade para os governos federal, estaduais e municipais. Neste sentido, precisamos revogar a Emenda Constitucional 95/2016, que congelou por vinte anos os gastos públicos em áreas sociais, incluindo-se aí a Educação.

Esta reivindicação faz parte da “Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora”, elaborada pelas principais centrais sindicais do País, pela “Democracia, Soberania e Desenvolvimento com Justiça Social, Trabalho e Emprego”, para que seja adotada pelo próximo presidente da República.

Precisamos, enfim, investir pesado na qualidade da Educação, da creche à universidade, incluindo e garantindo a permanência das pessoas mais pobres nas salas de aula e, vale a pena reforçar, melhorando o salário dos professores e das professoras, valorizando a profissão e permitindo a qualificação permanente de todos os educadores do País.

Neste cenário, de inclusão e investimentos sociais, iremos com certeza melhorar a qualidade de vida de toda a população brasileira.