Os atos contra a reforma da Previdência, realizados em todo o País no 1° de maio de 2019, demonstraram que o movimento sindical e os movimentos sociais estão no caminho certo em defesa das aposentadorias e dos demais direitos da classe trabalhadora.
miguel torresCrédito: Jaélcio Santana

O Brasil todo já sabe que a reforma da Previdência do governo, em tramitação no Congresso Nacional, não acabará com os privilégios e só servirá para beneficiar os planos privados dos bancos. Se for aprovada, esta nefasta reforma vai acabar com as aposentadorias públicas e irá empobrecer cada vez mais a população brasileira.

Continuaremos mobilizando os trabalhadores e a sociedade brasileira em geral. Definimos um calendário de ações que prevê plenárias regionais preparatórias para a Greve Geral, uma semana de intensificação de coleta de assinaturas do abaixo-assinado contra a proposta de reforma do Governo, uma Plenária dos trabalhadores do setor de transportes e o Dia Nacional de Manifestação em Defesa da Educação.

Queremos um sistema da previdência robusto, dentro dos preceitos constitucionais de solidariedade e justiça social, sem privilégios. Somos totalmente favoráveis ao diálogo sobre o tema, mas não aceitaremos de jeito nenhum a imposição desta proposta do governo que, ao contrário do que havia propagado, é a destruição da família em vários sentidos: econômico, social e pessoal.

Miguel Torres
presidente da Força Sindical

miguel torresCrédito: Jaélcio Santana

O Brasil todo já sabe que a reforma da Previdência do governo, em tramitação no Congresso Nacional, não acabará com os privilégios e só servirá para beneficiar os planos privados dos bancos. Se for aprovada, esta nefasta reforma vai acabar com as aposentadorias públicas e irá empobrecer cada vez mais a população brasileira.

Continuaremos mobilizando os trabalhadores e a sociedade brasileira em geral. Definimos um calendário de ações que prevê plenárias regionais preparatórias para a Greve Geral, uma semana de intensificação de coleta de assinaturas do abaixo-assinado contra a proposta de reforma do Governo, uma Plenária dos trabalhadores do setor de transportes e o Dia Nacional de Manifestação em Defesa da Educação.

Queremos um sistema da previdência robusto, dentro dos preceitos constitucionais de solidariedade e justiça social, sem privilégios. Somos totalmente favoráveis ao diálogo sobre o tema, mas não aceitaremos de jeito nenhum a imposição desta proposta do governo que, ao contrário do que havia propagado, é a destruição da família em vários sentidos: econômico, social e pessoal.

Miguel Torres
presidente da Força Sindical