Que manter a taxa de juros nas alturas como forma de conter a inflação não vem funcionando, todos nós sabemos – menos, é claro, o governo. Que os juros altos impedem que a economia se desenvolva de forma satisfatória, e faz com que empresas e trabalhadores, principalmente os de menor renda, sejam os mais penalizados, nós também sabemos, mas o governo, como sempre, insiste em não realizar esta leitura.

Está realmente difícil compreender aonde o governo, mesmo com todo o seu conservadorismo, quer chegar com sua política econômica. Ninguém suporta mais juros tão altos. Muitas empresas não sabem como honrar seus compromissos, pagar seus credores, pois a produção segue em queda livre e as famílias estão consumindo menos, fazendo com que o comércio diminua seus pedidos e os estoques sobrem nos galpões ou nas gôndolas.

Penalizar a classe trabalhadora enquanto se curva aos interesses dos banqueiros e dos grandes especuladores não é coisa de um governo sério, que queira, realmente, combater uma crise econômica difícil de ser debelada.

Para que consigamos amenizar os malefícios trazidos pela recessão, e fazer com que nosso País retome o caminho do desenvolvimento, serão necessários a execução de uma política econômica eficaz, investimentos consistentes no setor produtivo e que um projeto de desenvolvimento para o País seja viabilizado, além, é óbvio, que os juros baixem a níveis acessíveis.

Como estão hoje, os juros, aliados a uma inflação que já ultrapassa a casa dos dois dígitos, não contribuem em nada para que a economia seja reaquecida, para que a indústria recupere sua saúde financeira e para que cessem as demissões. Se em 2015 muitas categorias de trabalhadores só conseguiram empatar com a inflação do período, sem ganho real, se nada for feito 2016 se avizinha como portador de muita preocupação para a classe trabalhadora, e de muita luta da nossa parte para que nossos salários não sejam corroídos novamente.

Tornar os juros mais baixos seria um bom primeiro passo na busca do Brasil que almejamos!

Miguel Torres
Presidente da Força Sindical

Que manter a taxa de juros nas alturas como forma de conter a inflação não vem funcionando, todos nós sabemos – menos, é claro, o governo. Que os juros altos impedem que a economia se desenvolva de forma satisfatória, e faz com que empresas e trabalhadores, principalmente os de menor renda, sejam os mais penalizados, nós também sabemos, mas o governo, como sempre, insiste em não realizar esta leitura.

Está realmente difícil compreender aonde o governo, mesmo com todo o seu conservadorismo, quer chegar com sua política econômica. Ninguém suporta mais juros tão altos. Muitas empresas não sabem como honrar seus compromissos, pagar seus credores, pois a produção segue em queda livre e as famílias estão consumindo menos, fazendo com que o comércio diminua seus pedidos e os estoques sobrem nos galpões ou nas gôndolas.

Penalizar a classe trabalhadora enquanto se curva aos interesses dos banqueiros e dos grandes especuladores não é coisa de um governo sério, que queira, realmente, combater uma crise econômica difícil de ser debelada.

Para que consigamos amenizar os malefícios trazidos pela recessão, e fazer com que nosso País retome o caminho do desenvolvimento, serão necessários a execução de uma política econômica eficaz, investimentos consistentes no setor produtivo e que um projeto de desenvolvimento para o País seja viabilizado, além, é óbvio, que os juros baixem a níveis acessíveis.

Como estão hoje, os juros, aliados a uma inflação que já ultrapassa a casa dos dois dígitos, não contribuem em nada para que a economia seja reaquecida, para que a indústria recupere sua saúde financeira e para que cessem as demissões. Se em 2015 muitas categorias de trabalhadores só conseguiram empatar com a inflação do período, sem ganho real, se nada for feito 2016 se avizinha como portador de muita preocupação para a classe trabalhadora, e de muita luta da nossa parte para que nossos salários não sejam corroídos novamente.

Tornar os juros mais baixos seria um bom primeiro passo na busca do Brasil que almejamos!

Miguel Torres
Presidente da Força Sindical