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sex, 03 de fev/2012
FONTE: Assessoria de Imprensa da Força Sindical

Três Lagoas (MS): Trabalhadores da Construção param obra por melhores condições de trabalho

O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada (Sintiespave) e o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (Sintricon) de Três Lagoas realizaram um paralisação na obra da Indústria de Papel e Celulose na cidade de Três Lagoas desde de o dia 25 de janeiro.

Segundo Antonio Luiz, presidente do Sintiespave, cerca de 8 mil trabalhadores distribuídos em 17 empresas terceirizadas sob o comando do Grupo Eldorado, exigiam melhores condições de trabalho e o pagamento do FGTS e das horas extras. “Algumas empresas estavam com problemas com os trabalhadores. Não estavam cumprindo os acordos coletivos”, afirma Antonio.

A principal conquista dos trabalhadores foi a adesão do Grupo Eldorado ao termo de compromisso nacional que prevê melhorar as condições de trabalho nas obras do PAC. Com isso os trabalhadores terão seus direitos assegurados, normas de saúde e segurança do trabalho serão cumpridas e o trabalhador poderá ser qualificado, entre outros.

O termo é resultado de várias negociações entre governo, empreiteiras, sindicatos da construção pesada, sindicatos de trabalhadores da construção civil e centrais sindicais, entre elas, a Força Sindical, no ano passado. A comissão foi formada após o estouro de greves em canteiros de obras do PAC contra maus tratos, péssimas condições de trabalho e salários baixos, agenciamento de trabalhadores por gatos.

Agmar Luiz, presidente do Sintricon, ressaltou outra importante vitória, a ampliação da folga de campo. “Antes a folga era de três dias, agora os trabalhadores que estão distantes até 2 mil km de sua casa terão direito a 10 dias de folga, depois de 90 dias trabalhados. “Antes eles mal tinham tempo de ficar com sua família, pois passavam a maior parte do tempo viajando e logo tinham que voltar para o trabalho”.

Além disso, os trabalhadores reivindicavam o aumento do vale alimentação que era de R$ 70 para R$ 350. A empresa fez uma contraproposta de R$ 250, que foi aprovada em assembleia.

Vale destacar que Idelmar da Mota Lima, presidente da Força Sindical/MS, e os diretores do Sindicato dos Metalúrgicos SP, Luis Carlos de Oliveira; Jefferson Coriteac e David Martins, representando a Força Sindical Nacional, acompanharam desde de o início as negociações e auxiliaram os trabalhadores a conquistarem esta importante vitória.

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