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qua, 29 de fev/2012
FONTE: Assessoria de imprensa da Força Sindical GO

Catalão (GO): Presidente do Sindicato das Costureiras é demitida

REPUDIAMOS AS PRÁTICAS ANTI-SINDICAIS

A Força Sindical vai usar de todos os recursos jurídicos para garantir a reintegração da costureira, Michelly Alves, presidente do SINDFIO, Sindicato das Costureiras e Trabalhadores nas Indústrias de Fiação, Tecelagem, Vestuário, Couro e Calçados de Catalão/GO, demitida da empresa EMBRASATEC, no dia 27 de fevereiro de 2012, depois de trabalhar por um ano e seis meses na empresa.

No dia 28, o presidente da Força Sindical Goiás, Rodrigão, tentou acordo com a empresa no RH, tanto da filial em Catalão como na sede em Sumaré-SP, para reverter a demissão, mas sem sucesso. Como presidente sindical, desde o dia 22 de fevereiro, data da fundação do SINDFIO, Michelly não poderia ser demitida, pois tem garantia de estabilidade de emprego enquanto no exercício do mandato.

“Trabalhei até ás 11 horas, quando me deram a notícia da demissão, eles negaram atestados de médicos conveniados no plano de saúde da empresa, alegando que a pessoa doente não pode se envolver em sindicato. Eu digo que realmente estava doente, mas isso não me tira a capacidade de lutar pelos meus direitos, não vou desistir da luta. Após a demissão fiz mobilização na porta da empresa e participei de uma assembléia pedindo aos trabalhadores para não desistirem do sindicato, pois estou mais motivada do que nunca", disse Michelly Alves.

De acordo com o presidente da Força Sindical Goiás a demissão deve ser encarada como perseguição e representa  um desrespeito  à liberdade e a autonomia da prática sindical.

“A demissão dessa companheira sindicalista é arbitraria e ilegal. Ao demiti-la a EMBRASATEC agride frontalmente a Constituição Brasileira e a CLT, que garantem liberdade de organização dos trabalhadores e estabilidade aos dirigentes sindicais. A Força Sindical, os costureiros,  movimentos sociais e as varias instancias da sociedade civil organizada não aceitarão este tipo de arbitrariedade. Essa demissão reflete o autoritarismo e a falta de respeito dos patrões para como os trabalhadores”, destacou Rodrigão.

Clique aqui e confira a nota de repúdio da Conaccovest

 

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