PaulinhoCrédito: Jaélcio Santana

Há muito tempo a Força Sindical vem alertando o governo que baixar drasticamente a taxa básica de juros (Selic) representaria uma forma eficaz na contenção do desemprego e na recolocação do País no rumo do crescimento econômico.

Afinal, foram seguidos os aumentos sofridos pela Selic, mês a mês, e, após um período de manutenção dos juros na estratosfera, as tão esperadas reduções começaram a vir na forma de conta-gotas, como se a recuperação dos milhões de postos de trabalho perdidos e o fim da recessão pudessem esperar indefinidamente.

São animadores os dados fornecidos pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Pnad, do IBGE, na 6ª feira, 28, de que o desemprego cedeu 0,7 ponto percentual no mês de abril, amenizando, assim, o fantasma da indefinição. São mais de 950 mil trabalhadores retornando, ou ingressando, ao trabalho formal.

Mas é, ainda, um número insuficiente para suprir as necessidades de um mercado de trabalho atrofiado. Para que se tenha uma ideia, foi a primeira queda mensal do indicador econômico desde o trimestre compreendido entre outubro e dezembro de 2014, ajudada pelo recuo da inflação e pelo aumento substancial do trabalho informal (sem carteira assinada).

A Força Sindical e as demais centrais sempre se posicionaram em defesa dos empregos e dos juros baixos para que o reaquecimento do mercado formal de trabalho torne-se consistente e, consequentemente, a própria economia nacional se reerga.

Juros baixos levantam a economia, carregam-na para cima, enquanto os juros nas alturas inibem a produção, o consumo, os investimentos no setor produtivo e provocam o fechamento de postos formais de trabalho, alimentando o já imenso contingente de desempregados.

Nossa pressão por uma redução contundente na taxa de juros vai persistir. O Brasil não pode ficar à mercê dos constantes equívocos de um governo que, para sanar suas dívidas inconsistentes, quer que arquemos com uma fatura que nos penaliza e impede que sigamos nossas vidas, mantendo o sustento de nossas famílias à custa do nosso trabalho.


Paulo Pereira da Silva – Paulinho
Presidente da Força Sindical e deputado federal

PaulinhoCrédito: Jaélcio Santana

Há muito tempo a Força Sindical vem alertando o governo que baixar drasticamente a taxa básica de juros (Selic) representaria uma forma eficaz na contenção do desemprego e na recolocação do País no rumo do crescimento econômico.

Afinal, foram seguidos os aumentos sofridos pela Selic, mês a mês, e, após um período de manutenção dos juros na estratosfera, as tão esperadas reduções começaram a vir na forma de conta-gotas, como se a recuperação dos milhões de postos de trabalho perdidos e o fim da recessão pudessem esperar indefinidamente.

São animadores os dados fornecidos pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Pnad, do IBGE, na 6ª feira, 28, de que o desemprego cedeu 0,7 ponto percentual no mês de abril, amenizando, assim, o fantasma da indefinição. São mais de 950 mil trabalhadores retornando, ou ingressando, ao trabalho formal.

Mas é, ainda, um número insuficiente para suprir as necessidades de um mercado de trabalho atrofiado. Para que se tenha uma ideia, foi a primeira queda mensal do indicador econômico desde o trimestre compreendido entre outubro e dezembro de 2014, ajudada pelo recuo da inflação e pelo aumento substancial do trabalho informal (sem carteira assinada).

A Força Sindical e as demais centrais sempre se posicionaram em defesa dos empregos e dos juros baixos para que o reaquecimento do mercado formal de trabalho torne-se consistente e, consequentemente, a própria economia nacional se reerga.

Juros baixos levantam a economia, carregam-na para cima, enquanto os juros nas alturas inibem a produção, o consumo, os investimentos no setor produtivo e provocam o fechamento de postos formais de trabalho, alimentando o já imenso contingente de desempregados.

Nossa pressão por uma redução contundente na taxa de juros vai persistir. O Brasil não pode ficar à mercê dos constantes equívocos de um governo que, para sanar suas dívidas inconsistentes, quer que arquemos com uma fatura que nos penaliza e impede que sigamos nossas vidas, mantendo o sustento de nossas famílias à custa do nosso trabalho.


Paulo Pereira da Silva – Paulinho
Presidente da Força Sindical e deputado federal