Força participa ativamente da criação da ADSCrédito: Arquivo Força

A nova central sindical internacional defenderá estritamente os interesses dos trabalhadores e não terá matizes ideológicos

A Força Sindical e 26 entidades sindicais de treze países da América Latina e Caribe fundaram a Alternativa Democrática Sindical (ADS), uma central sindical criada estritamente para defender os direitos dos trabalhadores. O Congresso de criação da ADS começou no dia 17 e termina no dia 21 em Bogotá, na Colômbia. Nesta entrevista o secretário de Relações Internacionais da Força Sindical, Nilton Souza da Silva, Neco, que comandou toda essa ação, fala sobre o tema.


Força Sindical – Como está a constituição da ADS?
Nilton Souza e Silva, Neco – Hoje, 20 de abril, será a eleição da direção da ADS. Será eleito o Conselho Executivo, composto por treze dirigentes, que será responsável pela ação política, e a Junta Diretiva Continental, mais ampla.

Força Sindical – Quais os motivos que levaram os senhores a criar a ADS?
Neco – O movimento sindical internacional tornou-se muito burocrático, enquanto o mundo está mudando. Os sindicatos precisam ser mais classistas. Nossa organização nasceu plural, livre e independente. Não defenderá governos nem terá matizes ideológicos. Vai defender apenas os interesses dos trabalhadores.

Força Sindical – Qual o principal compromisso da ADS?
Neco –  A ADS nasceu com o compromisso de unir a classe trabalhadora e combater a política de países que atentam contra a liberdade sindical e a democracia, além dos direitos dos trabalhadores.

Força Sindical – A ADS nasceu com forte apoio da Central?
Neco – Sim. Compareceram ao Congresso o presidente Paulo Pereira da Silva, Paulinho, e o secretário-geral João Carlos Gonçalves, Juruna, além de 22 representantes de diferentes categorias, como alimentação, costureiras, metalúrgicos, brinquedos, frentistas, químicos, têxteis e trabalhadores em edifícios. O presidente da Força fez um discurso entusiasmado com a nova Organização.

Força Sindical – Qual o próximo passo da ADS?
Neco – Será consolidar a Alternativa Democrática Sindical no mundo. Estamos abertos a receber novas entidades sindicais. No Congresso de fundação participaram centrais sindicais do Brasil, México, Chile, Peru, Equador, Colômbia, Panamá, El Salvador, Honduras, Curaçao, Aruba, Porto Rico e Paraguai. Juntas, elas representam cerca de trinta milhões de trabalhadores.

 

Força participa ativamente da criação da ADSCrédito: Arquivo Força

A nova central sindical internacional defenderá estritamente os interesses dos trabalhadores e não terá matizes ideológicos

A Força Sindical e 26 entidades sindicais de treze países da América Latina e Caribe fundaram a Alternativa Democrática Sindical (ADS), uma central sindical criada estritamente para defender os direitos dos trabalhadores. O Congresso de criação da ADS começou no dia 17 e termina no dia 21 em Bogotá, na Colômbia. Nesta entrevista o secretário de Relações Internacionais da Força Sindical, Nilton Souza da Silva, Neco, que comandou toda essa ação, fala sobre o tema.


Força Sindical – Como está a constituição da ADS?
Nilton Souza e Silva, Neco – Hoje, 20 de abril, será a eleição da direção da ADS. Será eleito o Conselho Executivo, composto por treze dirigentes, que será responsável pela ação política, e a Junta Diretiva Continental, mais ampla.

Força Sindical – Quais os motivos que levaram os senhores a criar a ADS?
Neco – O movimento sindical internacional tornou-se muito burocrático, enquanto o mundo está mudando. Os sindicatos precisam ser mais classistas. Nossa organização nasceu plural, livre e independente. Não defenderá governos nem terá matizes ideológicos. Vai defender apenas os interesses dos trabalhadores.

Força Sindical – Qual o principal compromisso da ADS?
Neco –  A ADS nasceu com o compromisso de unir a classe trabalhadora e combater a política de países que atentam contra a liberdade sindical e a democracia, além dos direitos dos trabalhadores.

Força Sindical – A ADS nasceu com forte apoio da Central?
Neco – Sim. Compareceram ao Congresso o presidente Paulo Pereira da Silva, Paulinho, e o secretário-geral João Carlos Gonçalves, Juruna, além de 22 representantes de diferentes categorias, como alimentação, costureiras, metalúrgicos, brinquedos, frentistas, químicos, têxteis e trabalhadores em edifícios. O presidente da Força fez um discurso entusiasmado com a nova Organização.

Força Sindical – Qual o próximo passo da ADS?
Neco – Será consolidar a Alternativa Democrática Sindical no mundo. Estamos abertos a receber novas entidades sindicais. No Congresso de fundação participaram centrais sindicais do Brasil, México, Chile, Peru, Equador, Colômbia, Panamá, El Salvador, Honduras, Curaçao, Aruba, Porto Rico e Paraguai. Juntas, elas representam cerca de trinta milhões de trabalhadores.