Proforza umCrédito: Sindicato

A diretoria do Sindicato dos Frentistas do Rio de Janeiro(SINPOSPETRO-RJ) se reúne nesta quinta-feira(12), às 14h, com representantes da Rede Forza, na sede do sindicato para discutir a demissão dos 270 funcionários da empresa que foram dispensados sem receber as verbas rescisórias. O encontro acontece um dia após o sindicato fechar por mais de sete horas um dos principais postos de combustíveis da empresa, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, onde fica a sede da Forza. Mesmo com a presença da polícia, o sindicato manteve a manifestação e impediu o abastecimento dos veículos. O protesto só encerrou quando a empresa se comprometeu a apresentar uma proposta ao sindicato.

A manifestação paralisou por completo o atendimento no posto de combustível na manhã desta quarta-feira(11). Mais de duzentos carros deixaram de ser abastecidos entre 7:20h e 11h. O  posto de bandeira Shell, fica na Avenida Ayrton Senna, uma das principais vias da cidade do Rio de Janeiro. A polícia foi chamada para acabar com o protesto. Três viaturas do 18º Batalhão chegaram ao local. Ao tomarem conhecimento do motivo e da legitimidade da manifestação, os policiais permitiram que o sindicato prosseguisse com o protesto, desde que liberasse o acesso de veículos ao posto de combustível.

Para cumprir a solicitação da polícia, a diretoria do SINPOSPETRO-RJ liberou parcialmente a circulação no posto. Apenas cinco bombas funcionaram no período das 11h às 13h, enquanto as demais foram interditadas por carros do sindicato. Como a empresa resistiu em atender a categoria, o sindicou voltou a fechar o posto totalmente entre 13h e 14:30h. Após essa última interrupção, a diretoria foi recebida por representantes da empresa. A manifestação provocou prejuízo à empresa. O posto vende por dia mais de 30 mil litros de combustíveis e cerca de 25 mil m³ de GNV.

DEFESA DOS DIREITOS

Durante o protesto, o presidente do sindicato, Eusébio Pinto Neto, criticou a postura da Forza que brincou com os funcionários ao demiti-los e, colocá-los em aviso-prévio, mesmo sabendo que não pagaria a indenização trabalhista. “A Forza pisou na bola na gestão da demissão, na forma como tratou os trabalhadores, que por muitos anos ajudaram a alavancar os lucros da empresa. Essa pecha de mau patrão, de explorador, de desrespeitador dos direitos básicos do trabalhador, a empresa vai carregar para sempre”.

O presidente do sindicato condenou a atitude da empresa que vendeu alguns postos e não se preocupou em negociar a recolocação dos funcionários demitidos. Ele declarou que a Forza tem que pagar pelo prejuízo social que está causando com a demissão em massa. Para Eusébio Neto é impossível acreditar que uma das maiores rede de postos do Estado do Rio de Janeiro não tem um programa de assistência ao trabalhador e ainda se recusa em atender os ex-funcionários.
 
Eusébio Neto fez questão de frisar que qualquer empresa está sujeita a passar por dificuldades financeiras, mas o sindicato não vai aceitar a falta de respeito com o trabalhador. “A Forza não tentou negociar um acordo e mandou o trabalhador procurar seus direitos na Justiça. Isso é crueldade. O empresário não pode dar calote no trabalhador. O patrão não vende combustível fiado, não admite calote, mas quer usar a força de trabalho de graça”-disse indignado.
 
JUSTIÇA

o departamento jurídico do sindicato começou a protocolar na Justiça, na última terça-feira(10), as ações de reclamação trabalhista com pedido de tutela antecipada. A medida tem por objetivo agilizar a liberação do Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço(FGTS) e o seguro-desemprego dos ex-funcionários da Rede Forza. O pedido de tutela antecipada garante a liberação dos benefícios, antes do julgamento do processo. Segundo o advogado Márcio Porto, além das verbas rescisórias, o departamento jurídico reivindica para o trabalhador 60 pisos salariais da categoria de dano moral, já que a indenização tem por finalidade garantir o sustento do trabalhador durante o período desemprego.
 

Proforza umCrédito: Sindicato

A diretoria do Sindicato dos Frentistas do Rio de Janeiro(SINPOSPETRO-RJ) se reúne nesta quinta-feira(12), às 14h, com representantes da Rede Forza, na sede do sindicato para discutir a demissão dos 270 funcionários da empresa que foram dispensados sem receber as verbas rescisórias. O encontro acontece um dia após o sindicato fechar por mais de sete horas um dos principais postos de combustíveis da empresa, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, onde fica a sede da Forza. Mesmo com a presença da polícia, o sindicato manteve a manifestação e impediu o abastecimento dos veículos. O protesto só encerrou quando a empresa se comprometeu a apresentar uma proposta ao sindicato.

A manifestação paralisou por completo o atendimento no posto de combustível na manhã desta quarta-feira(11). Mais de duzentos carros deixaram de ser abastecidos entre 7:20h e 11h. O  posto de bandeira Shell, fica na Avenida Ayrton Senna, uma das principais vias da cidade do Rio de Janeiro. A polícia foi chamada para acabar com o protesto. Três viaturas do 18º Batalhão chegaram ao local. Ao tomarem conhecimento do motivo e da legitimidade da manifestação, os policiais permitiram que o sindicato prosseguisse com o protesto, desde que liberasse o acesso de veículos ao posto de combustível.

Para cumprir a solicitação da polícia, a diretoria do SINPOSPETRO-RJ liberou parcialmente a circulação no posto. Apenas cinco bombas funcionaram no período das 11h às 13h, enquanto as demais foram interditadas por carros do sindicato. Como a empresa resistiu em atender a categoria, o sindicou voltou a fechar o posto totalmente entre 13h e 14:30h. Após essa última interrupção, a diretoria foi recebida por representantes da empresa. A manifestação provocou prejuízo à empresa. O posto vende por dia mais de 30 mil litros de combustíveis e cerca de 25 mil m³ de GNV.

DEFESA DOS DIREITOS

Durante o protesto, o presidente do sindicato, Eusébio Pinto Neto, criticou a postura da Forza que brincou com os funcionários ao demiti-los e, colocá-los em aviso-prévio, mesmo sabendo que não pagaria a indenização trabalhista. “A Forza pisou na bola na gestão da demissão, na forma como tratou os trabalhadores, que por muitos anos ajudaram a alavancar os lucros da empresa. Essa pecha de mau patrão, de explorador, de desrespeitador dos direitos básicos do trabalhador, a empresa vai carregar para sempre”.

O presidente do sindicato condenou a atitude da empresa que vendeu alguns postos e não se preocupou em negociar a recolocação dos funcionários demitidos. Ele declarou que a Forza tem que pagar pelo prejuízo social que está causando com a demissão em massa. Para Eusébio Neto é impossível acreditar que uma das maiores rede de postos do Estado do Rio de Janeiro não tem um programa de assistência ao trabalhador e ainda se recusa em atender os ex-funcionários.
 
Eusébio Neto fez questão de frisar que qualquer empresa está sujeita a passar por dificuldades financeiras, mas o sindicato não vai aceitar a falta de respeito com o trabalhador. “A Forza não tentou negociar um acordo e mandou o trabalhador procurar seus direitos na Justiça. Isso é crueldade. O empresário não pode dar calote no trabalhador. O patrão não vende combustível fiado, não admite calote, mas quer usar a força de trabalho de graça”-disse indignado.
 
JUSTIÇA

o departamento jurídico do sindicato começou a protocolar na Justiça, na última terça-feira(10), as ações de reclamação trabalhista com pedido de tutela antecipada. A medida tem por objetivo agilizar a liberação do Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço(FGTS) e o seguro-desemprego dos ex-funcionários da Rede Forza. O pedido de tutela antecipada garante a liberação dos benefícios, antes do julgamento do processo. Segundo o advogado Márcio Porto, além das verbas rescisórias, o departamento jurídico reivindica para o trabalhador 60 pisos salariais da categoria de dano moral, já que a indenização tem por finalidade garantir o sustento do trabalhador durante o período desemprego.