Mesmo com o desemprego batendo nos 11,1% a CAOA Cherry de Jacareí/SP se mostra totalmente descomprometida com acordos já firmados com os trabalhadores e com a questão social do país e insiste com seu plano de fechar as portas. 
 
A proposta de layoff feita pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, visando garantir os empregos, havia sido aceita, mas, com o argumento de “aumentar sua competitividade”, a empresa recuou reafirmando o fechamento e as demissões de 485 trabalhadores na unidade. Ou seja, os cálculos gananciosos e desumanos falam mais alto.
 
Vivemos uma grave crise econômica e política que tem varrido empregos e grandes indústrias do Brasil. Mas a CAOA recebeu todo tipo benefícios fiscais para manter suas atividades. Seu fechamento gerará um impacto devastador para a região.
 
O Sindicato dos Metalúrgicos está buscando apoio junto ao poder público contra mais esta tragédia. Conforme noticiado pela Band Vale: “De acordo com o sindicato, para que hajam medidas efetivas contra a saída da montadora, é necessária a apresentação e aprovação de um projeto de lei que proíba a saída da Caoa Chery, indicando que a indústria automotiva seria de interesse estratégico para o desenvolvimento regional”. 
 
Manifestamos apoio e solidariedade aos trabalhadores, exigimos o cumprimento do acordo e o atendimento das reivindicações e chamamos a todas as organizações sindicais e populares a manifestarem sua solidariedade a esta luta que é de todos nós!  
 
São Paulo, 18 de maio de 2022
 
Sergio Nobre, Presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)
Miguel Torres, Presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, Presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)
Adilson Araújo, Presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)
Oswaldo Augusto de Barros, Presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)
Antônio Neto, Presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)
Atnágoras Lopes, Secretário executivo nacional da Central Sindical CSP-Conlutas
Nilza Pereira, Secretária-geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora
Emanuel Melato, Coordenador da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora
José Gozze, Presidente da Pública Central do Servidor
Mesmo com o desemprego batendo nos 11,1% a CAOA Cherry de Jacareí/SP se mostra totalmente descomprometida com acordos já firmados com os trabalhadores e com a questão social do país e insiste com seu plano de fechar as portas. 
 
A proposta de layoff feita pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, visando garantir os empregos, havia sido aceita, mas, com o argumento de “aumentar sua competitividade”, a empresa recuou reafirmando o fechamento e as demissões de 485 trabalhadores na unidade. Ou seja, os cálculos gananciosos e desumanos falam mais alto.
 
Vivemos uma grave crise econômica e política que tem varrido empregos e grandes indústrias do Brasil. Mas a CAOA recebeu todo tipo benefícios fiscais para manter suas atividades. Seu fechamento gerará um impacto devastador para a região.
 
O Sindicato dos Metalúrgicos está buscando apoio junto ao poder público contra mais esta tragédia. Conforme noticiado pela Band Vale: “De acordo com o sindicato, para que hajam medidas efetivas contra a saída da montadora, é necessária a apresentação e aprovação de um projeto de lei que proíba a saída da Caoa Chery, indicando que a indústria automotiva seria de interesse estratégico para o desenvolvimento regional”. 
 
Manifestamos apoio e solidariedade aos trabalhadores, exigimos o cumprimento do acordo e o atendimento das reivindicações e chamamos a todas as organizações sindicais e populares a manifestarem sua solidariedade a esta luta que é de todos nós!  
 
São Paulo, 18 de maio de 2022
 
Sergio Nobre, Presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)
Miguel Torres, Presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, Presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)
Adilson Araújo, Presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)
Oswaldo Augusto de Barros, Presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)
Antônio Neto, Presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)
Atnágoras Lopes, Secretário executivo nacional da Central Sindical CSP-Conlutas
Nilza Pereira, Secretária-geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora
Emanuel Melato, Coordenador da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora
José Gozze, Presidente da Pública Central do Servidor