Mais da metade não tem nenhuma renda; Pesquisa com moradoras de favela de SP
Cinco anos após PEC das Domésticas, informalidade cresceCrédito: Divulgação
Em pouco mais de 1 ano da pandemia do coronavírus, 95% das trabalhadoras domésticas relataram que a renda diminuiu.
 
A informação é de pesquisa realizada pelo observatório De Olho na Quebrada, da Unas (União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região), entre dezembro de 2020 e março deste ano.
 
O estudo, publicado pelo jornal Folha de S.Paulo nesta 3ª feira (4.mai.2021), teve apoio da ActionAid, da Open Society Foundation e do Instituto Construção.
 
O levantamento entrevistou mulheres de Heliópolis, uma favelas mais populosas de São Paulo (SP), com cerca de 200 mil moradores.
 
A pesquisa aponta que quase 9 em 10 perderam algum posto de trabalho na pandemia e que mais da metade (52%) não tem mais nenhuma renda.
 
Segundo a pesquisa, 97% das trabalhadoras domésticas em Heliópolis são mães e metade delas é solo, ou seja, não compartilha com ninguém a responsabilidade pela criação dos filhos. Mais de 70% delas são negras e 48% têm entre 40 e 59 anos.
Cinco anos após PEC das Domésticas, informalidade cresceCrédito: Divulgação
Em pouco mais de 1 ano da pandemia do coronavírus, 95% das trabalhadoras domésticas relataram que a renda diminuiu.
 
A informação é de pesquisa realizada pelo observatório De Olho na Quebrada, da Unas (União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região), entre dezembro de 2020 e março deste ano.
 
O estudo, publicado pelo jornal Folha de S.Paulo nesta 3ª feira (4.mai.2021), teve apoio da ActionAid, da Open Society Foundation e do Instituto Construção.
 
O levantamento entrevistou mulheres de Heliópolis, uma favelas mais populosas de São Paulo (SP), com cerca de 200 mil moradores.
 
A pesquisa aponta que quase 9 em 10 perderam algum posto de trabalho na pandemia e que mais da metade (52%) não tem mais nenhuma renda.
 
Segundo a pesquisa, 97% das trabalhadoras domésticas em Heliópolis são mães e metade delas é solo, ou seja, não compartilha com ninguém a responsabilidade pela criação dos filhos. Mais de 70% delas são negras e 48% têm entre 40 e 59 anos.