DSC_0211-Fundo-768x511Crédito: Jaélcio Santana
O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgou um balanço de greves referentes ao primeiro semestre de 2021. Os dados foram obtidos pelo SAG-DIEESE (Sistema de Acompanhamento de Greves). VEJA O ESTUDO COMPLETO
 
O SAG-Dieese registrou no primeiro semestre 366 greves, 69% das greves foram dos trabalhadores da esfera privada. No setor público foram 80 paralisações.
 
O estudo mostra a duração das paralisações. A maioria (55,5%) foram as greves que começaram a acabaram no mesmo dia e apenas 12% duraram mais de 10 dias.
 
O estudo Dieese analisou as greves que lutaram por mais conquistas para o trabalhador (propositiva) e aquelas que são para proteger direitos já adquiridos (defensiva).
 
Com as mudanças na legislação trabalhista, os patrões então começaram a tentar retirar direitos, por esse motivo, 92% das greves foram para manter os direitos na pauta de reivindicações.
 
Reivindicações
Ao analisar as reivindicações, o primeiro foi relacionado a atraso de pagamento (42%), seguido por melhores condições de segurança (28%). Outras reivindicações foram listadas no estudo: alimentação (24,6%); reajuste salarial (16,1%); protestos políticos (10,4%); e manutenção do emprego, contra demissões (9,8%).
 
Resultados
Das 125 greves que foram possíveis obter informações sobre o desfecho, 78% tiveram algum êxito no atendimento às reivindicações.
 
Fonte: Redação Mundo Sindical
DSC_0211-Fundo-768x511Crédito: Jaélcio Santana
O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgou um balanço de greves referentes ao primeiro semestre de 2021. Os dados foram obtidos pelo SAG-DIEESE (Sistema de Acompanhamento de Greves). VEJA O ESTUDO COMPLETO
 
O SAG-Dieese registrou no primeiro semestre 366 greves, 69% das greves foram dos trabalhadores da esfera privada. No setor público foram 80 paralisações.
 
O estudo mostra a duração das paralisações. A maioria (55,5%) foram as greves que começaram a acabaram no mesmo dia e apenas 12% duraram mais de 10 dias.
 
O estudo Dieese analisou as greves que lutaram por mais conquistas para o trabalhador (propositiva) e aquelas que são para proteger direitos já adquiridos (defensiva).
 
Com as mudanças na legislação trabalhista, os patrões então começaram a tentar retirar direitos, por esse motivo, 92% das greves foram para manter os direitos na pauta de reivindicações.
 
Reivindicações
Ao analisar as reivindicações, o primeiro foi relacionado a atraso de pagamento (42%), seguido por melhores condições de segurança (28%). Outras reivindicações foram listadas no estudo: alimentação (24,6%); reajuste salarial (16,1%); protestos políticos (10,4%); e manutenção do emprego, contra demissões (9,8%).
 
Resultados
Das 125 greves que foram possíveis obter informações sobre o desfecho, 78% tiveram algum êxito no atendimento às reivindicações.
 
Fonte: Redação Mundo Sindical