inflaçãoCrédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada divulgou, nesta quarta-feira (15), o estudo mensal que indica que a inflação passa de 10% entre as famílias brasileiras de baixa renda. Ainda segundo a pesquisa, itens da alimentação foram o que mais contribuíram para apertar o orçamento em agosto. Já entre os que ganham mais, os maiores impactos vieram do grupo de transportes, como passagens de avião e combustíveis.

A inflação acumulada em 12 meses até agosto alcançou 10,63% (em julho era de 10,05%) entre as pessoas com renda muito baixa, que são aquelas com rendimento familiar inferior a R$ 1.808,79 por mês, apesar da variação nos preços ter passado de 1,12% em julho para 0,91% em agosto.

A pesquisa destaca ainda que os reajustes de 16,6% nos preços dos alimentos no domicílio, de 21,1% na energia elétrica, de 31,7% no gás de botijão e de 5,6% nos medicamentos derrubaram o poder de compra das famílias com renda muito baixa.

Entre as famílias com rendimento baixo, entre R$ 1.808,79 e R$ 2.702,88, agosto registrou inflação de 0,91%, contra 1,07% de julho.

Na faixa que tem rendimento domiciliar entre R$ 2.702,88 e R$ 4.506,47 por mês, chamada de renda média-baixa, a inflação foi de 0,90% em agosto contra 1,01% em julho.

Já entre os mais ricos, o avanço nos preços foi de 8,04% no acumulado dos 12 meses até o mês passado. É a menor marca da pesquisa. O grupo de renda alta é formado por famílias com rendimento domiciliar superior a R$ 17.764,49 por mês.

Os combustíveis (41,3%), passagens aéreas (30,2%) e aparelhos eletroeletrônicos (12,4%) foram os que mais pesaram para os mais ricos.

Confira aqui a íntegra da pesquisa

com informações do IPEA

inflaçãoCrédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada divulgou, nesta quarta-feira (15), o estudo mensal que indica que a inflação passa de 10% entre as famílias brasileiras de baixa renda. Ainda segundo a pesquisa, itens da alimentação foram o que mais contribuíram para apertar o orçamento em agosto. Já entre os que ganham mais, os maiores impactos vieram do grupo de transportes, como passagens de avião e combustíveis.

A inflação acumulada em 12 meses até agosto alcançou 10,63% (em julho era de 10,05%) entre as pessoas com renda muito baixa, que são aquelas com rendimento familiar inferior a R$ 1.808,79 por mês, apesar da variação nos preços ter passado de 1,12% em julho para 0,91% em agosto.

A pesquisa destaca ainda que os reajustes de 16,6% nos preços dos alimentos no domicílio, de 21,1% na energia elétrica, de 31,7% no gás de botijão e de 5,6% nos medicamentos derrubaram o poder de compra das famílias com renda muito baixa.

Entre as famílias com rendimento baixo, entre R$ 1.808,79 e R$ 2.702,88, agosto registrou inflação de 0,91%, contra 1,07% de julho.

Na faixa que tem rendimento domiciliar entre R$ 2.702,88 e R$ 4.506,47 por mês, chamada de renda média-baixa, a inflação foi de 0,90% em agosto contra 1,01% em julho.

Já entre os mais ricos, o avanço nos preços foi de 8,04% no acumulado dos 12 meses até o mês passado. É a menor marca da pesquisa. O grupo de renda alta é formado por famílias com rendimento domiciliar superior a R$ 17.764,49 por mês.

Os combustíveis (41,3%), passagens aéreas (30,2%) e aparelhos eletroeletrônicos (12,4%) foram os que mais pesaram para os mais ricos.

Confira aqui a íntegra da pesquisa

com informações do IPEA