Os 600 mil metalúrgicos da Força Sindical no Estado de SP têm data-base em novembro. Geralmente, a campanha fecha acordos em todos os grupos patronais. Menos no Grupo 10 (lâmpadas, material bélico etc.), que se recusa a negociar. A saída é buscar acordo individual, por empresa.
SP – O Sindicato de SP e Mogi das Cruzes já firmou 70 acordos, informa Jorge Carlos de Morais (Arakém), secretário-geral. É de cerca de 1,5 mil o número de metalúrgicos cobertos por esses acordos. Segundo Arakém, nas empresas maiores é mais fácil mobilizar e mesmo tirar pauta de reivindicações com itens além do reajuste, Abono e renovação da CCT. Ele conta, também, que em algumas fábricas foi preciso paralisar a produção.
 
Guarulhos – Balanço do Sindicato conta cerca de 80 acordos por empresa, abrangendo perto de 1,6 mil trabalhadores. O advogado Marcílio Penachioni diz: “A orientação da diretoria é buscar reajuste, Abono e os direitos da Convenção em 100% da base”.
 
A cada dia, os diretores mobilizam os trabalhadores. Em duas empresas, só saiu acordo após paralisação. O presidente José Pereira dos Santos afirma: “É um trabalho persistente. Não é fácil, até porque os patrões usam a desculpa da crise. Mas estamos avançando.”
 
Federação – A orientação geral da Federação dos Metalúrgicos é fechar o máximo de acordos, informa Eliseu Silva Costa, presidente. Ele diz: “São muitas fábricas pelo Estado. Nossa avaliação é positiva. Mas não deu ainda pra fechar o balanço dos acordos já feitos”.
SP – O Sindicato de SP e Mogi das Cruzes já firmou 70 acordos, informa Jorge Carlos de Morais (Arakém), secretário-geral. É de cerca de 1,5 mil o número de metalúrgicos cobertos por esses acordos. Segundo Arakém, nas empresas maiores é mais fácil mobilizar e mesmo tirar pauta de reivindicações com itens além do reajuste, Abono e renovação da CCT. Ele conta, também, que em algumas fábricas foi preciso paralisar a produção.
 
Guarulhos – Balanço do Sindicato conta cerca de 80 acordos por empresa, abrangendo perto de 1,6 mil trabalhadores. O advogado Marcílio Penachioni diz: “A orientação da diretoria é buscar reajuste, Abono e os direitos da Convenção em 100% da base”.
 
A cada dia, os diretores mobilizam os trabalhadores. Em duas empresas, só saiu acordo após paralisação. O presidente José Pereira dos Santos afirma: “É um trabalho persistente. Não é fácil, até porque os patrões usam a desculpa da crise. Mas estamos avançando.”
 
Federação – A orientação geral da Federação dos Metalúrgicos é fechar o máximo de acordos, informa Eliseu Silva Costa, presidente. Ele diz: “São muitas fábricas pelo Estado. Nossa avaliação é positiva. Mas não deu ainda pra fechar o balanço dos acordos já feitos”.