Nesta segunda-feira (22), representantes das centrais sindicais e dos movimentos da sociedade civil reuniram-se com a bancada parlamentar da oposição no Congresso Nacional.
O foco principal do encontro virtual foi o de alinhar estratégias para conseguir a Aprovação do Auxílio Emergencial sem as amarras e retrocessos incorporados na PEC 186, impedindo a retirada de direitos e o consequente rebaixamento social da classe trabalhadora.
 
Miguel Torres, presidente da Força Sindical ressalta que a classe trabalhadora deve estar cada dia mais mobilizada para enfrentar as tentativas do governo de retirar ainda mais dos mais pobres. "Nossa pressão em Brasília em conjunto com as manifestações por todo Brasil são fundamentais para vencermos está luta em defesa dos mais necessitados".
 
Coordenada pelo senador Paulo Rocha (PT/PA), a reunião virtual foi pautada pelas seguintes discussões:
  • Análise e avaliação da PEC Emergencial 186, bem como ações imediatas para impedir a sua votação prevista para a próxima quinta-feira;
  • Campanha nacional pelo auxílio emergencial de R$ 600,00;
  • Organização do Fórum Parlamentar Permanente, integrado por parlamentares da oposição (deputados e senadores), movimento sindical, movimento popular e demais frentes de luta contra o governo Bolsonaro;
  • Proposição da PEC de Emergência Social em vez de PEC de emergência fiscal.
Na oportunidade as lideranças sindicais, em conjunto a bancada parlamentar da oposição, programaram reunião com o senador Rodrigo Pacheco – presidente do Senado - para esta quarta-feira (24/02) com a proposta de votar o Auxílio Emergencial sem as amarras e retrocessos incorporados na PEC 186, que não deve ser pautada para votação.
 
Outra deliberação diz respeito ao esforço coletivo para intensificar junto aos senadores e por todos os meios possíveis, a pressão para não votarem a PEC Emergencial (fiscal), apenas o Auxílio Emergencial (de cunho social).
 
Os participantes da reunião concordaram com a necessidade de organizar um Fórum Parlamentar Permanente, com participação de parlamentares, movimento sindical e demais movimentos organizados da sociedade civil para lutar contra a PEC 186 e desenvolver outras ações de defesa do estado social da Constituição de 1988, contra a retirada de direitos, unindo as lutas populares e sindicais com as ações de deputados e senadores no Congresso Nacional.
 
Leia a íntegra da nota das centrais: "Auxílio Emergencial sem Arrocho Fiscal"
O foco principal do encontro virtual foi o de alinhar estratégias para conseguir a Aprovação do Auxílio Emergencial sem as amarras e retrocessos incorporados na PEC 186, impedindo a retirada de direitos e o consequente rebaixamento social da classe trabalhadora.
 
Miguel Torres, presidente da Força Sindical ressalta que a classe trabalhadora deve estar cada dia mais mobilizada para enfrentar as tentativas do governo de retirar ainda mais dos mais pobres. "Nossa pressão em Brasília em conjunto com as manifestações por todo Brasil são fundamentais para vencermos está luta em defesa dos mais necessitados".
 
Coordenada pelo senador Paulo Rocha (PT/PA), a reunião virtual foi pautada pelas seguintes discussões:
  • Análise e avaliação da PEC Emergencial 186, bem como ações imediatas para impedir a sua votação prevista para a próxima quinta-feira;
  • Campanha nacional pelo auxílio emergencial de R$ 600,00;
  • Organização do Fórum Parlamentar Permanente, integrado por parlamentares da oposição (deputados e senadores), movimento sindical, movimento popular e demais frentes de luta contra o governo Bolsonaro;
  • Proposição da PEC de Emergência Social em vez de PEC de emergência fiscal.
Na oportunidade as lideranças sindicais, em conjunto a bancada parlamentar da oposição, programaram reunião com o senador Rodrigo Pacheco – presidente do Senado - para esta quarta-feira (24/02) com a proposta de votar o Auxílio Emergencial sem as amarras e retrocessos incorporados na PEC 186, que não deve ser pautada para votação.
 
Outra deliberação diz respeito ao esforço coletivo para intensificar junto aos senadores e por todos os meios possíveis, a pressão para não votarem a PEC Emergencial (fiscal), apenas o Auxílio Emergencial (de cunho social).
 
Os participantes da reunião concordaram com a necessidade de organizar um Fórum Parlamentar Permanente, com participação de parlamentares, movimento sindical e demais movimentos organizados da sociedade civil para lutar contra a PEC 186 e desenvolver outras ações de defesa do estado social da Constituição de 1988, contra a retirada de direitos, unindo as lutas populares e sindicais com as ações de deputados e senadores no Congresso Nacional.
 
Leia a íntegra da nota das centrais: "Auxílio Emergencial sem Arrocho Fiscal"